Saving Hearts
9 Capítulo 9 A Maldição de Storybrooke
Notas iniciais
Dreamer on
Depois que eu mostrei o colar para o Peter, eu o chamei receosa:
– Hmm... Peter?
– Sim?
– Antes de eu ir para o cemitério eu meio que sonhei com esse colar.
– Como assim? Você meio que sonhou com esse colar? – Perguntou Peter incrédulo.
– Eu sonhei que... – Eu interrompi o que eu ia falar, quando eu vi um livro igual ao meu nas mãos de um garoto que parecia ter 12 anos.
Eu fui até o menino deixando o Peter com cara de: QUE PORRA É ESSA?
– Err... Com licença. – Disse um pouco envergonhada.
– A, oi? – disse o menino se virando.
– Prazer eu sou o Henry. – disse o Henry se levantando e estendendo a sua mão pra mim.
– Prazer, eu sou...- Deus! Pq eu não sei o meu nome?
– Eu sei.
– Sabe? O quê?- Perguntei confusa.
– Não precisa se preocupar nós descobriremos o seu nome. – É impressão minha, ou todos nessa cidade, são tão educados desse jeito?
– Errr... Onde você conseguiu esse livro?- Perguntei indo direto ao assunto.
– Bom, ele meio que apareceu para mim quando eu precisei.
– Como assim?
– Storybrooke, era uma cidade que vivia sobre o domínio de uma maldição, que foi lançada, no dia do nascimento da filha da Branca de Neve, na qual o objetivo era prender todos os personagens de contos de fadas em mundo sem finais felizes.
– Nosso mundo. – Respondi triste e cabisbaixa.
– Sim. E eles viveram aqui por 28 anos, sem saber do seu passado, e com uma memória falsa. Mas a maldição foi quebrada pela filha da Branca de Neve.
– hã?- Perguntei confusa e olhei para o Peter, como quem diz: Me ajuda! Mas Peter só assentiu com a cabeça.
– A filha da Branca de Neve foi salva, porque Jepeto construiu um guarda-roupa mágico, que na verdade era um portal. O príncipe colocou ela lá antes que a maldição alcançasse o castelo. E ela veio para cá antes de todos os outros. E quando ela completou 28 anos, eu a trouxe para Storybrooke, e ela quebrou a maldição.
– Resumindo, eu sou a filha da Branca de Neve, e esse é o meu filho.
– Prazer, Emma Swan, a Salvadora ou qualquer outra coisa que me quiser chamar. – Disse uma mulher loira se aproximando de Henry, e estendendo a mão para mim.
– Prazer.
– Bom eu entendi um pouco, sobre a história dessa cidade, mas o que isso tem haver com o livro?
– O livro fala sobre o passado dos personagens de contos de fadas, e ele apareceu para mim para que eu fosse até a Emma, e a trouxesse para quebrar a maldição.
–AAAA, tá. Entendi.
– Mas isso é estranho, porque eu tenho um livro igualzinho ao seu. Só que eu fui tentar abrir ele ontem mas eu não consegui. Não sei por quê.
– Isso é magia. Quem quer que seja que tenha te dado esse livro, colocou um feitiço nele.
– Mas, por quê?
– Talvez, porque a pessoa quisesse que você estivesse pronta para ler o que está escrito.
– Mas, eu já sei sobre o que é o livro, porque ele não abre?
– Talvez, porque ele, só fala sobre o seu passado, e tem dicas para descobrir sobre o que você tem que fazer.
– Mas, eu não entendo.
– Talvez, isso leve algum tempo, talvez você tem que estar pronta para lê-lo, ou então nós podemos descobrir quem colocou esse feitiço nele. E qual é esse feitiço, para tentarmos quebra-lo.
– Está bem. Vamos descobrir quem colocou esse feitiço.
– Dreamer, vamos? – Disse Peter por trás de mim e falando no meu ouvido.
– Dreamer? – Perguntou Emma.
– É esse o seu nome?- Perguntou Henry surpreso.
–Não, esse é um apelido que eu dei pra ela. – Disse Peter com uma cara de: EU DEI ESSE APELIDO PRA ELA, E NIGUÉM MAIS PODE CHAMÁ-LA ASSIM! SE NÃO EU TE MATO. – Confesso eu achei fofo, mas também fiquei com medo.
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