Saved In The Stars
14 Momentos inesperados, nas horas inesperadas
Notas iniciais
Ficamos a sós nos encarávamos mortalmente.
–MOTIVOS?! POSSO SABER QUAIS?!
Ele pareceu pensar por um momento.
– NÃO PRECISO TE DIZER! – Arg que idiota.
A praça não estava muito cheia então não tinha muitas pessoas
– PRECISA SIM, ENTÃO DIGA!
– TALVEZ EU ESTEJA GOSTANDO MESMO DE VOCÊ! – Fiquei surpresa claro, mas isso não é motivo para ele espancar o Loke.
– SE GOSTASSE DE MIM DE VERDADE VOCÊ PODERIA PELO MENOS AGIR COMO ALGUÉM NORMAL! – Isso estava passando um pouco dos limites.
– O PROBLEMA É QUE EU NÃO SOU NORMAL, E NEM VOCÊ LOIRA!
– EM QUE SENTIDO ESTÁ DIZENDO ISSO?!
– VEJA PELO SENTIDO QUE QUISER!
– SEU IDIOTA, EU... – Fui interrompida com um beijo, sim um beijo do rosado, o que me surpreendeu.
Eu não sabia como reagir, aquilo foi inesperado. Sem ao menos perceber, eu havia cedido. O beijo começou calmo, logo ele segurou minha cintura com uma mão, e a outra minha nuca. Passei meus braços pelo seu pescoço, aprofundando mais o beijo.
Ele foi descendo mais a sua mão que estava na minha cintura. Acho que isso já foi um pouco longe. Ouvimos uma voz.
– Estes jovens. – Falou baixinho uma idosa.
Separamos-nos rapidamente super envergonhados. Ficamos tanto tempo assim que esquecemos onde estávamos. Encaramos-nos e rimos.
Logo ficamos sérios de novo, e claro, super corados.
– Natsu o qu... – Ele colocou seu dedo indicador em meus lábios, impedindo-me de falar.
– Me desculpa Luce... Eu sei que fiz coisas erradas hoje, mas... Eu meio que... – Ele bagunçou os cabelos, seu rosto estava da cor dos cabelos de Erza, ou até mais. – Estava com ciúmes... – Sussurrou a última palavra, mas eu fui capaz de escutar e sorri bobamente ficando ainda mais vermelha.
Ele me olhou receoso com a minha resposta.
– Eu também reagiria da mesma forma... – Sussurrei. – Só que menos agressiva. – Ri e Natsu sorriu.
– Huum.... – Riu.
– Eu não sou violenta! – Fiz bico
– Não sei não hein! – Eu o acompanhei nos risos.
– Agora sabe. – Falei por fim, e cessamos as risadas ficando novamente um silêncio constrangedor.
Natsu se aproximava de mim a cada segundo, ele iria me beijar. Eu sabia disso. E eu não o impedia. Por quê?
Eu o afastei com minhas mãos em seu peitoral, empurrando-o.
– Natsu... Não devemos. – Sussurrei sem jeito.
– Só pelo simples motivo de sermos amigos? – Perguntou arqueando uma sobrancelha.
– Sim.
– Então, que tal ser...
(...)
[PDV Autora]
Gajeel e Levy estavam em um briga bem feia. Por causa de um detalhe do passado.
– ENTÃO ELE É APENAS UM AMIGO?! FICAR DE MIMIMI E ABRAÇOS, É COISAS DE AMIGOS?! – Gritava Gajeel.
– GAJEEL, ELE É O MEU EX, E VOCÊ PRECISA ACEITAR QUE AGORA ELE É MEU AMIGO, E AMIGOS FAZEM ESTE TIPO DE COISA! – Retrucava Levy.
– NÃO ESTOU CONFIANTE COM ESTA HISTÓRIA!
Ambos brigavam, por causa do ex de Levy, Jet, e ele voltou para a cidade, e quando se reencontraram, eles se abraçaram e deram beijos na bochecha, Gajeel que estava por perto, não gostou nada disso e quando Jet foi embora, o moreno se enfureceu.
Levy suspirou e o fitou nervosa.
– Você está dizendo que não confia em mim? – Perguntou em um tom mais baixo.
Gajeel se assustou com a pergunta, e logo sua expressão de surpresa foi tomada por uma de chateação.
– Não, estou dizendo que não confio nele. – Falou no mesmo tom de Levy.
Levy sorriu.
– Não precisa disso tudo. – Começou. – Eu não gosto dele. – Olhou para o moreno de um modo mais gentil.
Ambos estavam no meio da rua, sim, no meio da rua. Várias pessoas estavam a sua volta por causa da briga. Mas para os dois, apenas eles estavam ali.
– Não gostar em que sentido? – Perguntou ciumento, a azulada riu novamente.
– Em todos os sentidos. – Ela se aproximou e lhe deu um selinho demorado, logo, ao se separar, Gajeel sorriu.
– Awwn! – Várias pessoas que assistiam aquela cena, ficaram com os olhos brilhando.
O casal sorria sem graça, ambos corados.
– Vamos até a sorveteria? – Perguntou Levy.
– Vamos. – Concordou Gajeel.
(...)
Em outro lugar, Erza e Jellal estavam juntos.
– O que acha que todos estão fazendo agora? – Perguntou a ruiva.
O azulado parou um pouco para pensar.
– Com certeza, não estão como a gente. – Riu. – No tédio. Gajeel e Levy devem estar juntos, Gray e Juvia também. E Natsu e Lucy também devem estar juntos, já que os dois não se separam. – A ruiva riu.
– Verdade. – Concordou. – Eles ficariam bem juntos.
– O problema é que são tão orgulhosos. – Comentou o azulado.
– Sim. Gray, Gajeel e Levy também eram. – Lembrou Erza
– Haha! – Riu ao se lembrar das cenas de Gray. – Gray era um babaca. A Juvia, coitada, tão inocente. E o Gray... Haha! – Riu mais. – Acho que já perdi a conta de quantos foras ela levou. – O azulado ria ainda mais.
– “A garota Friend Zone, se torna namorada do cara que levou o maior número de foras!” Daria uma bela e engraçada matéria. – Brincou Erza e ambos riram.
– Pois é.
O casal continuava a rir e conversar, ambos na casa do azulado, deitados no sofá.
– O que acha de ir à sorveteria? – Perguntou Erza.
– Eu acho que é uma boa idéia. – Sorriram e saíram da casa do Jellal indo à sorveteria.
(...)
Enquanto isso, Gray e Juvia, estavam conversando animados sobre sabores mais gostosos de sorvetes na casa do moreno, sentados na cozinha.
– Kiwi! – Falou Juvia.
– Queijo! – O moreno disse e logo riram.
– Blue Ice!
– Milho Verde!
– Romeu e Julieta!
– Banana!
– Baunilha!
– Ahá! Já disse Baunilha! – O moreno riu. – Eu ganhei!
– Juvia não sabe muitos sabores. – Riu a azulada.
– Eu sei. – Disse convencido.
– Juvia acha que Gray-sama está muito convencido.
– Eu? Não, imagina!
– Juvia não está imaginando. – Sorriu. – Juvia acha que alguns sabores foram inventados.
– Eu não inventaria sabores. – Bufou.
– Quer dizer que sorvete de salsicha existe?
– Ah, bem... – Bagunçou seu cabelo. – Sim...
– E de cebola?
– Ah, claro...
– Isso tudo deu fome na Juvia, vamos à sorveteria? Juvia quer provar o sorvete de salsinha e o de cebola. – Riu puxando o moreno para fora.
(...)
Lucy prestava atenção em Natsu, o que será que ele iria dizer?
– Então, que tal ser...
– Vejamos quem está aqui! BunnyGirl e o Salamander! – Gajeel deu um tapa nas costas de cada um. Viu as expressões de ambos bravos. – Atrapalho alguma coisa?
– Não!
– Sim!
Natsu concordou ao mesmo tempo em que Lucy negou sarcasticamente.
– Lu-chan! – Levy correu em direção da loira e lhe abraçou, a mesma retribuiu.
Passado um tempo, Levy ainda estava abraçada a loira.
– É... Levy...? – Cutucou a azulada.
– Hum? – Levantou olhando sonolenta para a loira.
– Eu não sou sua cama. – Falou. – E... Meus seios não são travesseiros. – Finalizou.
– Mas parecem. – Respondeu a azulada se separando.
– Ta vendo? – Natsu murmurou. – Até a Levy concorda.
A loira o olhou mortalmente e ele deu de ombros.
– Está com sono, baixinha? – Perguntou o moreno.
– Um pouco. Mas não desisti do sorvete. – Falou sorrindo.
– Ah, claro que não! – Gajeel riu da esfomeada e Levy apenas o ignorou.
– Lu-chan, Natsu, venham conosco! – Convidou a baixinha.
– Okay! – Lucy respondeu animada.
– Vamos lá! – Natsu concordou um pouco triste.
(...)
Quando os quatro chegaram até a sorveteria, avistaram Gray e Juvia, os mesmos acenaram e chamaram para que eles se sentassem junto.
Alguns minutos depois Jella e Erza chegam e também são convidados para se juntarem.
– Vocês combinaram algo – Começou Erza. – E não me chamaram? – Perguntou nervosa.
– Não combinamos nada. – Gray disse.
– Tudo passa de mera coincidência. – Continuou Gajeel.
– Bom mesmo. – Disse a ruiva.
– Qual sabor vocês estão tomando? – Perguntou Jellal.
– Salsicha. – Falou Juvia.
– Queijo. – Continuou Gray.
– Espera! – Parou Erza. – Salsicha? – Juvia riu.
– Uma invenção do Gray-sama. – Falou ainda rindo.
– Não é inventado.
– Gray-sama roubou no jogo que estávamos jogando.
– Não roubei. – Emburrou.
– Juvia e Gray-sama estavam jogando um jogo de quem fala mais sabores de sorvetes, e não podia repetir, e Gray-sama inventava sabores.
– Tipo... – Perguntou Lucy pedindo a azulada para falar os sabores inventados.
– Salsicha, Cebola, Pão, etc. – Citou Juvia.
– Sorvete de pão? – Natsu riu. – É capitão cueca, você se superou... Na burrice. – Riu mais.
– Você é o nerd para falar isso. – Retrucou o moreno.
– Mais inteligente que você eu garanto.
– Eu acho que não.
– Silêncio! – Erza gritou e os dois ficaram quietos. – Os dois são burros!
– C-Claro! – Os dois disseram juntos, tirando risadas de todos ali.
Todos fizeram os seus pedidos e tomaram enquanto conversavam e riam, após isso, cada um pegou seu rumo.
Gray acompanhou Juvia até sua casa, Gajeel acompanhou Levy, Jellal acompanhou a Erza e por fim Natsu e Lucy foram para a casa do rosado, já que a aposta que fizeram ainda estava de pé e o rosado a “pediu” para ir.
Lucy pensava, pensava no que Natsu iria falar, ou pedir, ou até... Propor para ela. Balançou a cabeça jogando estes pensamentos pra fora e arriscou perguntar.
– É... Natsu? – O chamou e o mesmo parou para prestar atenção nela.
– Sim?
– O que você iria me perguntar antes do Gajeel te interromper? – Natsu olhou para baixo sem expressão e logo olhou para loira e deu um sorriso forçado.
– Não era nada importante. – A loira o olhou desconfiada, mas apenas deu de ombros.
“Talvez seja o destino... Ou o idiota do Gajeel mesmo.” Pensava o rosado.
Os dois continuaram a andar.
(...)
Ao chegarem à casa do rosado, o mesmo sorriu malignamente e a loira se assustou.
– O que está aprontando? – Ela perguntou receosa.
– Nós fizemos duas apostas, a primeira era você fazer tudo o que eu mandar por um mês e a outra...
– Vestir uma roupa de empregada. – Continuou sem ânimo revirando os olhos e Natsu abriu mais o sorriso.
– É.
– Não tem outro jeito? Eu faço tudo o que você quiser por um mês e meio, hein?
– Na Na Ni Na Não! – Sorriu brincalhão, e a loira bufou.
– Okay então! Mas eai, onde vou arranjar uma roupa destas? – O rosado abriu o sorriso mais safado e maligno que a loira poderia ver. – Não me diga que você... Tem uma?
– Meredy usou quando foi em uma festa a fantasia, e ela me emprestou.
– Quantas festas fantasias sua irmã vai?
– Depende pelo número de amigos que fazem este tipo de festa, no mínimo, três... Por dia.
– Nossa!
– Na verdade é por mês. – Riu.
– Boboca. – Bufou a loira. – E ela foi de Maid?
– Sim. Vamos lá. – O rosado pegou a mão da loira, enlaçando os dedos de ambos, e logo a puxou para o andar de cima.
O ato do rapaz a fez corar.
Ao chegarem lá em cima, entraram no quarto dele.
– Ainda não entendo o porquê dos seus pais te darem uma casa de dois andares para você morar sozinho. – Comentou a loira.
– Vai saber, eles insistiram tanto que eu acabei aceitando. – Respondeu sorrindo. – Deve ser pra quando cansarem de lá, virem morar aqui. – Riu. – Espero que não. – Sussurrou a última parte um pouco receoso.
Ele soltou a mão da loira e fez um sinal para a loira esperar. Logo ele abre seu guarda-roupa vasculhando cada canto.
– Deve ser tão curta que você nem consegue achar. – Suspirou.
– Bobagem. – Falou. O som saiu um pouco abafado devido estar com a cara dentro do guarda-roupa. – Achei! – Retirou sua cabeça ficando de pé com as mãos nas costas.
– Deve ser tão curta que não consigo ver nem um pedacinho da roupa atrás de você. E você nem é tão gordo. – Suspirou novamente.
– Bobag... Ei! Eu não sou gordo. – Retrucou o que fez a loira rir, Natsu logo abriu um sorriso sacana.
– Deve ser tão curto porque você está me olhando assim. – Suspirou mais uma vez.
– Chega disso.
– Vamos acabar com isso logo. – Sentou-se na cama.
O rosado sorriu novamente.
– Tadã! – Esticou as mãos, assim, revelando um traje de empregada. Lucy tinha os olhos brilhando.
– Mas que conjunto lindo. – Falou se levantando. – E como você é gordo para esconder isso ai? – Ao contrário do pensamento de Lucy, a roupa não era curta, parecia ser justa, mas não curta.
– Não fale assim, você que anda ganhando quilos. – Respondeu virando a cara e cruzando os braços vazios, já que Lucy havia pegado o conjunto de suas mãos.
– O que disse? – Perguntou ameaçadoramente, Natsu estremeceu.
– N-Nada.
– Bom mesmo. – Ela logo sorriu e abraçou o traje. –Essa roupa é linda. – Diga a sua irmã que ela tem um ótimo gosto.
– Bipolar. – O rosado sussurrou para que apenas ele escutasse.
Lucy estava feliz por não ser uma roupa curta, e por Natsu a respeitar por isso.
(...)
Passou-se três semanas desde então, e Natsu aproveitou muito da aposta. Lucy usou a bendita roupa todo dia que ia para a casa do rosado. Ele não pedia algo como, para que ela lhe traga algo ou sei lá, e sim, pedidos que lhe permitisse tocá-lo. Não, nada disso que estão pensando. Os pedidos eram um tanto chatos para Lucy. Natsu lhe pedia fazer massagens e entre outros pedidos do tipo que o faziam dormir em cima da loira que sempre bufava de irritação e falhadamente tentava o empurrar para longe.
Agora, é um destes casos. Natsu dormia em cima da loira que acabou pegando no sono na noite passado por não ter conseguido tira-lo de cima de si.
[PDV Lucy]
Acordei com o corpo dolorido, como sempre. Natsu havia dormido em cima de mim, e eu nem precisava abrir os olhos para confirmar.
Faltavam apenas dois dias para esta bendita aposta acabar. O rosado disse que no último dia dela ele tem algo especial para me pedir. Não quero nem saber o que é.
– Natsu... – Cutuquei sua bochecha e o mesmo abriu os olhos sonolento. Tenho que admitir que ele estava fofo, mas mesmo assim, não irei pegar leve. – VOCÊ DORMIU EM CIMA DE MIM DE NOVO SUA BESTA! – Gritei em seu ouvido o fazendo se assustar e cair no chão.
– Acho que vou ficar surdo. – Falou tapando os ouvidos. – Porra Luce, não precisa gritar, eu já estava acordado! – Berrou menos escandaloso que eu.
– Podia até estar acordado, mas, quem garantiria que você iria se levantar? – Perguntei me sentando em sua cama.
– É né, por que é melhor gritar no meu ouvido para que eu fique surdo e caia levando um belo tombo no chão. – Ironizou.
– Exato! – Sorri e logo comecei a rir da cara de reprovação do rosado.
– Não provoque loira. – Mandou-me um olhar desafiador e logo se levantou.
– Ou o que? Vai me expulsar da sua casa Barbie?
– Pelo contrário – Se aproximou. – Você não sairá dela. – Em um ato rápido, ele me empurra me deitando na cama ficando por cima de mim e na mesma rapidez pegou meus pulsos os prendendo acima de minha cabeça.
– Ah Natsu não começa. – Suspirei.
– Não começar com o que? – Perguntou sorrindo travesso.
Eu não disse nada, apenas o encarei séria, ele não iria agüentar tanto tempo assim, e pelo visto nem eu, eu estava me segurando para não rir de suas várias caretas bizarras.
– Não acho graça nenhuma. – Falei firme, mas logo explodo em gargalhadas não agüentando segurar, a cada careta, seu rosto se distorcia mais.
– Então por que está rindo? – Sorriu vitorioso.
– Para com isso Natsu. – Tentei falar ainda rindo, e o rosado não parava de fazer gracinhas. Logo desviei o olhar, respirei fundo e consegui cessar as risadas. – Agora me solta.
– Ou o que? Além de surdo vai me deixar cego loira? – Falou da mesma forma que eu havia dito e eu cerrei os olhos.
– Olha, não é uma má ideia.
– Haha, quero ver tentar. – Sorriu desafiadoramente, e eu o acompanhei.
Logo o sorriso de ambos foram se desfazendo aos poucos e agora olhávamos fixamente um para o outro.
Sem ao menos perceber, Natsu foi se aproximando mais e mais. Eu não conseguir falar nada, além de o mesmo estar segurando meus pulsos, por este motivo, não pude reagir. A pergunta é a mesma de sempre, por que eu não estou o impedindo?
Natsu olhou para minha expressão surpresa e sorriu sem graça. Ele soltou meus pulsos e se levantou, estendeu a mão para me ajudar a levantar.
– Quer comer algo? – Ele perguntou.
– Q-Quero. – Falei quase que num sussurro. E por que diabos eu gaguejei?
– Ótimo, eu também, estou morrendo de fome. – Sorriu.
– Lá vem. – Sussurrei revirando os olhos.
Descemos e eu preparei uma omelete e comemos, passamos a tarde conversando e assistindo filmes, já de noite, ele me levou para meu apartamento.
Chegando lá me despedi e entrei no saguão, vi Capricorn conversando com uma pessoa que eu não esperava ver tão cedo... Não esperava e nem queria ver tão cedo.
– Ai está ela. – Sorriu ao me ver. – Como vai Blondie? – Eu apenas cerrei os olhos e desviei olhar.
– Sting! – Sussurrei seu nome friamente.
[Leiam as notas finais]
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