Save Me From The Nothing Ive Become
4 Why do you make things so complicated?
Notas iniciais
Espero que gostem.
— Cara, você não vai na casa dela — Stuckey disse. — Você vai ferrar tudo.
— Não me importo. Estou preocupado com ela, ok? Ela saiu daqui toda estranha, pode ter acontecido alguma coisa. — respondeu.
— Não aconteceu nada, ela só se deu conta de que você tem um interesse estranho por ela. Se liga.
— Ok, você não vai me ajudar, John? Tudo bem. Eu vou lá e faço o que tenho de fazer sozinho. — disse, fechando a porta de sua casa com um estrondo ao sair.
— Ana — Felipe gritou — O Daniel está aqui querendo saber como você está. Vou mandar subir.
— O quê? — Ana gritou de volta. — Não. Não, não deixe ninguém su...
— Oi — Daniel disse, entrando no quarto de Ana.
— O que você quer? — perguntou.
— Quero saber se está bem, você estava estranha quando saiu da festa ontem á noite — respondeu, sentando-se na cadeira da escrivaninha dela.
— Estou ótima, como você pode ver, agora pode ir embora — cuspiu as palavras.
— Você não estava com dor de cabeça ontem, estava?
— Estava. Estava. Está duvidando de mim?
— Estou. Acho que mentiu. Porque? — perguntou.
—Eu não menti — disse, andando de um lado pro outro.
— Ok. Vou fingir que acredito. Então vou passar pra próxima pergunta: Se você não gosta de sair, porque foi na minha festa?
— Argh. Chega de perguntas. Você não é nada meu e eu não lhe devo satisfação. — suspirou, nervosa — Agora, você vai me dar licença ou eu vou ter que te dar um murro na cara para você ir embora?
— Isso é tão complicado — ele estalou a língua. — porque você faz isso?
—O que é complicado? Faço isso o que?
— Isso. Esse joguinho. Você não sabe o que sente por mim e simplesmente vai embora. — suspirou.
— Espera um pouco — disse. — Eu sei muito bem o que sinto por você. Nojo, repulsa...
— Claro que não — ele a interrompeu.
—... ódio. Eu poderia até citar uma lista para você, quer a lista ou acha que já está bom?
— Ok. Tudo bem, você está certa — levantou-se e levou as mãos pra cima, num ato de rendição. — Talvez você seja mesmo uma garota-problema. Talvez nada nunca te conserte. — disse, descendo as escadas. Ana ficou ali parada, sem saber o que pensar. Ligou seu computador e deixou uma mensagem offline para A.X.L.
Ana. diz:
A.X.L, eu preciso falar com você! Acho que estou apaixonada.
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