Save Me

31 Third day


Notas iniciais
OI amoreeeeeeeeees, pra compensar a demora dos capítulos hoje eu vou postar DOIS capítulos da fic!coloquei a primeira parte do 30 pra deixar vcs com um gostinho de quero mais hahaEspero que gostem e comentem MUITO!Infelizmente a fic esta chegando ao fim, então sejam bonzinhos com a autora e n deixem de comentar ;)beijaaaaao

(Terceiro dia — PARTE 1)

Edward's POV

Acordei com o som ensurdecedor do meu celular tocando. Tirei meus braços do redor de Bella com delicadeza para não acordá-la e peguei o aparelho. Nem olhei o nome antes de atender.

– Alô? – disse com uma voz rouca misturada com um bocejo.

– Edwaaaaaaaaaaaaaaaard! – alguém no outro lado da linha gritou. Limpei meus olhos e franzi a testa.

– Quem é? – perguntei ainda grogue.

– Sou eu seu idiota, Victoria. Cheguei na Austrália de madrugada! Como vocês estão? Venham para um churrasco aqui em casa! Jackson esta com saudades da Renesmee e eu também... – Enquanto Victoria tagarelava no meu ouvido, senti Bella se mexer do meu lado. Ela se virou de frente pra mim e me encarou com um sorriso simples e anestesiado. Ela acordava mais bonita quando fazíamos amor. Deviam ser os hormônios.

– Edward, esta me ouvindo? – Victoria perguntou brava. Eu ri.

– Desculpe Vi, eu e Bella acabamos de acordar... Que horas são?

– Fizeram sexo né? Desculpa Ed. – eu ri mais ainda. – São meio dia querido, por isso estou ligando pra vocês virem!

– Só um minuto... – tampei o telefone e me virei para Bella. – Bom dia amor. – sorri pra ela.

– Bom dia. – ela sorriu sonolenta.

– Victoria está nos convidando para um churrasco na casa dos pais de Laurent, eles já chegaram na Austrália, quer ir?

– Vamos claro, só preciso tomar banho e dar um banho em Renesmee.

– Ok. – sorri pra ela novamente. Tirei a mão do telefone e voltei a falar com Victoria. – Nós vamos sim Vi, só vamos nos arrumar e já sairemos, precisa levar algo?

– Só roupa de banho, o dia esta lindo e vamos entrar na piscina.

– Ok. A gente se vê em uma hora então, me manda o endereço por mensagem.

– Ok Ed, te amo, beijos.

– Também Vi, beijos. – desliguei o telefone e olhei pra Bella, que estava olhando pra mim e sorrindo. Caí por cima dela e comecei a encher seu rosto e pescoço de pequenos beijos. Sua risada encheu o quarto. Depois de um tempo fazendo-a rir, parei para encará-la.

Como ela era linda, porra. Parecia um anjo. E se eu fosse analisar, ela realmente era meu anjo. E não seria nem um pouco exagerado falar que ela era o amor da minha vida. Ela não tinha sido minha primeira, mas com certeza seria minha última, e isso me confortava de uma forma estranha. Será que eu seria seu último? Pensando bem, era muito egoísta da minha parte querer que ela não fique com mais ninguém... Será que quando eu morrer vou poder andar pela terra, tipo na minha forma de espírito? Da onde será que veio o mundo? Onde foi o começo de tudo? Será que Deus joga PS3?

– Edward? – saí dos meus devaneios quando ela me chamou. – Tudo bem? O que foi? – ela perguntou, acariciando meu rosto.

– Nada. Eu só estava pensando que você é a mulher da minha vida, a última mulher da minha vida. – o que deveria sair de uma forma dramática, acabou saindo de uma forma ridiculamente romântica. Eu me sentia mal por enganá-la assim, porque em um dia e meio eu estaria indo embora pra sempre, e eu sei como vai ser pior pra Bella se eu for embora de novo. As vezes eu penso que não deveria ter voltado, que seria mais fácil pra ela se eu não viesse.

– Eu te amo. – ela suspirou. Então ela sorriu e beijou meus lábios ferozmente. Suas mãos enroscaram em meus cabelos e sua coxa subia e descia na minha. Agarrei sua cintura e a apertei com força, fazendo-a gemer contra meus lábios. Com minha outra mão segurei seu maxilar e a base da sua nuca. Suas mãos estavam descendo de meus cabelos até a base das minhas costas, arranhando a mesma. Eu ia tirar o lençol que impedia nosso contato corporal quando ouvi um barulho.

Bella parou o beijo imediatamente e me empurrou para o lado. Em um segundo ela já estava se enrolando no lençol e cobrindo todo o seu corpo.

– Oh, me desculpem meninos, vim chamar para o café. – Renée disse com um risinho. Bella ficou roxa de vergonha. Eu segurei o riso.

– Mãe, da próxima vez bate na porta por favor. – Bella falou sem jeito, ficando mais vermelha ainda.

– Claro, desculpa filha... Agora façam o que vocês tem que fazer, mas antes de descer lavem as mãos pelo menos!

– Mãe! – ela exclamou e eu tive que me esforçar pra não rir.

– Ok, ok, to indo. – Renée fechou a porta e nós pudemos ouvir ela rindo no corredor. Bella cobriu o rosto com o lençol, envergonhada. Eu comecei a rir e a abracei por trás, puxando-a para o colchão.

– E ai gatinha, vamos fazer o que temos que fazer? – perguntei rindo e então abaixei o lençol que tampava o rosto dela, que estava vermelho.

– Eu achei que não ia mais passar por isso depois dos meus 18 anos.

– Porque, sua mãe já te pegou muitas vezes no ‘quase sexo’? – perguntei com ciúmes. Com quantos homens ela já esteve?

– Não. – ela riu. – Eu namorava um menino na escola, Tyler, e ele sempre vinha aqui estudar comigo, só que as vezes a gente parava os estudos pra dar uns beijinhos sabe, mas era coisa de criança, eu era muito nova, e minha mãe sempre chegava nessa hora, nunca quando a gente estava estudando. – Ela riu, como se estivesse se recordando. Merda. Ela tinha memórias com ele nessa casa. Quem é esse Tyler? Onde ele mora? Qual o RG dele? Ele ta casado? Tem ficha na polícia? Preciso averiguar. – Mas não se passavam de beijinhos inocentes sabe, nada muito uau. Eu só fiquei assim com duas pessoas. Uma é você, e a outra é o pai de Renesmee, então para de me olhar assim. – Assim como? Quando percebi vi que minha testa estava franzida e eu fazia uma cara de bravo pra ela, como se a censurasse. Relaxei no mesmo momento.

– Desculpe. – beijei a ponta do nariz dela. – Ah amor, eu sei que sou o homem da sua vida. – beijei-lhe o pescoço. – E que você me ama. – beijei seu colo. – E que ama fazer amor comigo. – beijei um de seus seios e ela gemeu baixinho. Bella me empurrou na cama e se livrou do lençol que nos cobria. Ela encaixou o corpo no meu e começou a se movimentar em cima de mim, me beijando ao mesmo tempo.

Eu amava quando ela era ousada e me surpreendia. E eu definitivamente ia sentir falta do calor dela, de olhar pra ela pela manhã. Mas eu tinha o agora, e agora eu ia aproveitar nosso amor matinal.

Chegamos á volta das 13:30 na casa dos pais de Laurent. Bella usava um vestido amarelo que ia até o meio das coxas e era bem definido em seu corpo. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo frouxo e ela usava uma rasteirinha de cristais.

Renesmee estava igualmente linda. Ela usava um short jeans branco e uma blusa azul céu. Seus cabelos também estavam presos em um rabo de cavalo e ela usava um chinelo azul. Nós três andamos pelo caminho do jardim até a imensa casa branca. Toquei a campainha e esperei.

Em menos de um minuto, minha amiga ruiva estava abrindo a porta com um sorriso enorme nos lábios.

– EEEEEEEEEEEEEED! – Victoria gritou e pulou no meu colo, me abraçando forte. Eu ri do entusiasmo dela e a abracei de volta. Deus, como seria horrível nunca mais ver minha melhor amiga. E eu iria contar á ela o que ia fazer. Eu sempre contei tudo para Victoria, e nós sempre fomos muito amigos, e ela precisava saber, antes de todo mundo. Até antes de Bella.

– Oi Vi. – depois de um longo abraço nos soltamos.

– Mano, que saudades de você! – ela apertou minhas bochechas. – Como você está?

– Estou bem Vi, e você? – sorri pra ela.

– Tudo ótimo. – ela sorriu radiante. – E você Bella, — ela se virou pra Bella e a abraçou na mesma intensidade que havia tido comigo á pouco. – Que saudade, como está?

– Oi Victoria. – ela sorriu. – Tudo ótimo, e com você amiga? – elas se soltaram do abraço.

– Tudo perfeito, agora que vocês estão aqui! – ela se virou para Renesmee. – E a minha princesa, como está? – Renesmee correu para o colo de Victoria e ela a pegou no colo, girando-a no ar, o que a fez rir.

– Oi tia. Você ta bonita. – Renesmee a abraçou.

– Você também meu amor! Vamos, estão todos na piscina. – Victoria entrou com Renesmee no colo, então peguei na mão de Bella e entramos na casa. Fechei a porta atrás de mim e fomos seguindo-a até a piscina.

A casa era monstruosamente gigante e requintada, como naqueles filmes antigos, era linda e rústica, exageradamente branca e impecavelmente limpa. Chegamos na varanda e Laurent estava com um avental fazendo o churrasco. Os pais dele estavam um em cada uma cadeira de praia perto da piscina, e Jackson estava dentro na mesma com sua boia de dinossauro.

Cumprimentamos todos e Bella e Renesmee foram se trocar com Vitoria. Tirei minha regata branca e minha bermuda e os coloquei junto com o meu chinelo em uma mesa, abaixo de um guarda-sol. Me sentei na beirada da piscina e fiquei olhando Jackson brincar. Um menininho tão novo, como uma vida toda pela frente, uma família que ele vai construir, as desilusões amorosas que ele vai ter, a felicidade de segurar seu filho pela primeira vez, vai fazer muita besteira na vida, ter uma carreira de sucesso... Muitas dessas coisas eu havia feito, mas dentre elas, acredito que o meu maior sonho sempre foi construir uma família. E quando conheci Bella, quando conheci a mulher maravilhosa que ela era, desde então eu só pensava em construir uma vida com ela, dar irmãos pra Renesmee, montar uma casa só nossa, ter um cachorro, curtir todos os momentos possíveis, sempre lembrá-la do quanto eu á amo, me casar com ela, envelhecer com ela, e morrer ao lado dela. Bom, eu ia morrer, só que não ao lado dela, não mais.

– Pai pai, vamos na piscina? – Quando me dei conta, Renesmee estava me puxando pelo braço e choramingando do meu lado. Sua carinha de anjo me desnorteou por um momento.

– Você quer ir na piscina? – ela fez que sim com a cabeça. – Então vamos lá. – A peguei no colo e pulei com ela na água. Quanto voltamos á superfície ela estava rindo.

– Pai, eu quero de novo! – Ela bateu palmas e arrumou os cabelos bagunçados. Bella ria de nós na beira da piscina. Ela era linda. Claro que eu já havia visto ela sem roupa inúmeras vezes, mas era impressionante como ela conseguia ficar tão linda de roupa quanto era nua. Seu biquíni é rosa claro, o que faz um contraste maravilhoso com sua pele, a parte de cima não tinha alças e era igualmente rosa clara e delicada. Seus cabelos caiam em ondas pelos seus ombros e seu sorriso brilhava mais que o dia de sol. Renesmee se soltou dos meus braços e foi nadando com sua boia das meninas super poderosas até onde Jackson estava. Bella se sentou na beira da piscina e eu fui até ela, ficando entre suas pernas. Coloquei minhas mãos em suas coxas e senti ela tremer pelo toque molhado. Ela passou os braços pelo meu pescoço e ficou brincando com os cabelos da minha nuca.

– Tava tão fofinho vocês dois ali. – ela sorriu. – Você é um bom pai.

– Eu faço o melhor que eu posso. – pisquei pra ela e dei-lhe um beijo na bochecha. – Por que demorou?

– Estava conversando com Victoria sobre bebês, — ela começou a cochichar. – Ela acha que está grávida. Mas Laurent não desconfia de nada, vou com ela amanhã fazer o exame. – Ela disse animada. E pelos seus olhos eu pude ver o quanto ela estava ansiosa para aquilo, mas era mais do que ansiedade e felicidade por Victoria, tinha esperança ali, esperança de um dia termos um filho juntos, e eu aqui, fazendo-a acreditar que tudo finalmente estava bem. Eu era um canalha.

– Sério? Isso é ótimo! – tentei parecer animado. Estava feliz por Victoria, claro, mas eu sentia um pitada de inveja de Laurent, e minha tristeza também era bem maior do que essa tal felicidade.

– Sim. — ela sorriu tristonha. De fato ela esperava que eu dissesse algo como "Sim amor, vamos ter um bebê juntos” só que a única coisa verdadeira que eu poderia dizer era “Sim amor, eu vou morrer em 2 dias, mas claro, eu deixo meu esperma pra você” e isso fazia de mim um grande filha da puta, e eu sabia disso.

A tarde passou muito lentamente, lenta até demais. Amanhã eu diria toda á verdade para Bella e voltaria para o hospital. Era o certo á fazer.

Renesmee, Jackson, Laurent e Bella estavam brincando na piscina. Vi Victoria entrar na cozinha com uns pratos e á segui.

Me sentei em um banco e me apoiei no balcão. Ela se virou pra mim.

– Oi Vi. — sorri tristonho. Victoria me conhecia até melhor do que minha mãe, ela sabia que eu estava com problemas, sabia que eu não estava bem.

– O que houve? — Ela se sentou na minha frente com aquela cara de irmã mais velha briguenta que ela sempre usava quando ia me ouvir. A maioria das vezes era por que sempre que eu ia ter uma conversa séria com Victoria, era pra contar alguma merda que eu tinha feito. Dessa vez eu, bem, não tinha feito uma merda, eu na verdade estava sendo muito nobre. A única merda que eu vinha fazendo era omitir tudo. E já estava na hora de parar.

– Eu é quem vou ser o doador de Leah. Por favor não grite, não brigue comigo e não conte á Bella, ela nem faz ideia. E Deus, eu não sei o que fazer, não sei como dizer á ela que vou morrer, como vou dizer que vou deixá-la? Eu não sei o que fazer, droga. — Apoiei minha cabeça entre as mãos e encarei a mesa. Victoria estava parada na minha frente, branca como um papel e sem reação nenhuma. Ficamos um longo tempo em silêncio. Eu só ouvia os ponteiros do relógio mudando de lugar e a respiração pesada de Victoria. Depois de literalmente 5 minutos em silêncio, ela andou até mais perto da mesa e pego minhas duas mãos, que até então ainda sustentavam minha cabeça cheia de problemas.

– Tem certeza? — Seus olhos marejados olharam dentro dos meus. Eu podia sentir a tristeza ali, e ela deveria estar vendo o mesmo dentro de meus olhos, tristeza.

– Eu tenho Vi, preciso fazer isso.

– Isso é uma merda Ed.

– Sim, é.

Ela deu a volta na mesa e me abraçou tão forte que achei que me esmagaria. Victoria chorou baixinho contra meu pescoço e eu a abracei de volta, confortando-a.

– Eii, não chora. Agora você vai poder ficar com minha coleção de cd's que sempre quis. — eu tentei brincar para amenizar tudo. Essa era a parte que eu amava em Victoria, afinal. Ela sempre me apoiava e entendia minhas decisões, por mais difíceis que elas fosse. E cara, como essa era uma decisão difícil.

– Você é um idiota, eu te odeio. — ela riu sem humor e me deu um tapa no ombro, me abraçando forte em seguida.

A porta se abriu e Bella entrou pela mesma. Bochechas rosadas pelo sol, top rosa bebê, canga branca e cabelos lindamente bagunçados. Victoria secou o rosto e se soltou do nosso abraço. Merda, como eu ia sentir falta da minha amiga.

– O que houve? — Bella veio até nós, preocupada. Como eu era péssimo em contornar a situação, Victoria me ajudou, como sempre.

– Estávamos lembrando de antigamente, quando ele ligava mais pra mim. — ela disse manhosa. — Somos amigos á muito tempo, e Edward é muito importante pra mim. — Seus olhos se encheram de novo. — E eu ando muito chorosa ultimamente. — Ela limpou os olhos. — Deve ser a gravidez. — ela sussurrou e Bella sorriu. Ela abraçou Victoria e a mesma saiu pela porta chamando pelo filho. Bella veio até mim e se colocou entre minhas pernas, abraçando meu pescoço.

– Tudo bem? — ela sorriu de canto. Como eu amava esse sorriso.

– Sim, anjo. Tudo. — tentei ser o mais convincente que pude. Sorri pra ela e acariciei sua bochecha.

– Você sabe que pode me contar tudo, né? Além de sua namorada sou sua amiga, e não pense que não sei quando tem algo te incomodando por que eu sei. Não é de hoje que você anda estranho, e se tiver algo que eu possa fazer, por favor me diz. — ela me encarava com aqueles grandes olhos. Se ela soubesse que a única coisa que poderia me salvar era só por um milagre, ou se minha irmã misteriosamente fosse parar no primeiro lugar da fila de órgãos. Pois é, não havia nada que ela pudesse fazer, muito menos eu. Além de morrer pela minha irmã não havia mais nada que eu pudesse fazer.

– Estou bem anjo, só estou cansado. Vamos pra casa?

– Ok. — ela me olhou desconfiada mas depois mudou de assunto. — Victoria me perguntou se a gente não quer que a Renesmee durma aqui hoje. Minha mãe vai sair com meu padrasto também... — não precisava ser um ótimo entendedor para captar essa mensagem.

– Certo. — A abracei pela cintura, trazendo-a mais pra perto. — Eu acho uma boa ideia. — Ela sorriu e corou em seguida. — Vou passar em casa para pegar as coisas de Renesmee e depois volto pra te buscar, ok?

– Tudo bem. — ela sorriu e me deu um selinho demorado. Me soltei de seu abraço e levantei do banco. Fomos até a varanda e me despedi de todos rapidamente, então fui até o carro.

Como essa seria nossa última noite juntos.– fato que eu tentava ignorar. — Decidi fazer algo especia desta vez, tornar inesquecível.

Parei em uma loja e comprei umas coisas que iria usar essa noite. Dirigi até a casa de Renée e subi para nosso quarto. Não havia ninguém em casa, o que me deixo mais confortável para arrumar tudo.

Coloquei as velas aromatizadas que havia comprado por todo o quarto, de forma que no escuro ele ficava muito iluminado. Fiz um caminho de pétalas vermelhas e brancas da porta até nossa cama, jogando mais um pouco de pétalas em cima da mesma.

Fui até a banheira e á enchi, colocando espuma de baunilha. O cheiro delicioso entrou pelas minhas narinas e anestesiou meu cérebro.

Coloquei um balde com champanhe no pé da cama, junto de duas taças. Ao lado puis um pote de morango. Safado, devo admitir.

Depositei a outra sacola de coisas no armário do banheiro então sai do quarto, fechando o mesmo atrás de mim.

Fui até o quarto de Renesmee e arrumei as coisas dela em uma mala.

Desci as escadas e sai pela porta. Entrei no carro e dirigi até a casa de Victoria.

Hoje a noite promete.

Notas finais
COMENTEEEEEEEEEEEEEM, jaja posto o próximo ;)