Satisfaction

13 Bônus - Capítulo 11 (R-18)


Levy e Gajeel não podiam mais se conter, estavam queimando e precisavam aliviar-se um no outro antes que destruíssem algo – literalmente. A azulada estava deitada na confortável cama, apoiando parte do peso num braço, para manter o tronco mais próximo do moreno.

Os olhares se perdiam nos rostos um do outro, analisando as feições e focando em seus lábios. Podiam sentir suas temperaturas aumentarem, conforme sua ansiedade acelerava seus batimentos cardíacos. Sem aguentar-se mais, a McGarden avançou com seu pequeno corpo para cima do Redfox, segurando seu rosto com ambas as mãos.

Não houve tempo para surpreender-se ou protestar, as bocas já estavam abertas e suas línguas enroscavam-se com desejo e lascívia. As mãos fortes de Gajeel apertavam com força as coxas, nádegas e seios de Levy por cima de sua camisola, arrancando gemidos de prazer da azulada, poucos de dor. Às vezes o moreno esquecia-se de que a garota era quase o dobro menor que si e que precisava ter certo cuidado. As mãos da pequena arranhavam suas costas, arrancando suspiros seus.

O único som que podiam ouvir era de suas respirações ofegantes e os gemidos roucos e guturais do moreno, enquanto sugava a pele alva do pescoço da garota, que tentava conter suas demonstrações sonoras de prazer ao morder o lábio inferior. Logo sua camisola fora retirada de seu corpo sem que sequer percebesse, aliás, não lembrava-se de quando havia sido transferida para o colo de Gajeel, com suas pernas ao redor de sua cintura.

Ambos estavam com os cabelos bagunçados e com os lábios vermelhos e inchados, encarando-se por tempo indeterminado. As mãos da McGarden repousavam nos ombros desnudos do Redfox, que, por sua vez, mantinha seus braços ao redor do pequeno tronco da azulada, afagando suas costas com uma das mãos.

Naquele momento em que não estavam desfrutando do corpo um do outro, Levy pôde notar algumas cicatrizes grossas no braço direito de Gajeel. Inconscientemente, começou a passar sua mão esquerda sobre as mesmas, perguntando-se como que não as notara antes e como o moreno as adquirira. Percebendo o olhar doloroso que a mais nova dirigia ao seu braço, o rapaz pegara seu rosto com uma das mãos e a fez encará-lo, dando-lhe um beijo terno como se dissesse “não se preocupe com isso”.

Entendendo seu olhar, Levy puxou sua cabeça para trás pelos cabelos da nuca, para deixar o pescoço do moreno mais exposto, sugando a pele na região de sua garganta, fazendo-o segurar um gemido. Sabia o quanto ele resistia a verbalizar o prazer que ela o estava proporcionando, deixando-a com um sorriso travesso e malicioso nos lábios.

— Minha vez de deixar marcas em você. — a McGarden sussurrara no ouvido do Redfox, tendo um longo suspiro como resposta. Podia sentir sua ereção de encontro às suas coxas, quase roçando em sua intimidade.

Debruçara-se sobre Gajeel, obrigando-o a deitar-se. Levy chupava seu pescoço em suas extremidades, descendo lentamente até seu peitoral, deixando um rastro de saliva e marcas vermelhas, fazendo questão de deixar a pele morena marcada. Como que por instinto, ao sentir o vão de suas pernas sobre o membro rígido do Redfox, a garota começou a movimentar-se timidamente sobre ele. Não aguentando mais deixá-la tomar controle da situação sem intervir, o moreno, num movimento rápido com as pernas, trocou suas posições.

— Diga-me, senhorita McGarden… — começara com um tom provocativo e malicioso, passando uma mão por entre seus seios e sua barriga. — Dentre todos aqueles livros que costuma ler, há, por acaso, algum conto erótico?

— Gajeel idiota! — Levy saíra de seu transe e corara violentamente, tentando socar a cabeça de Gajeel e sair debaixo do mesmo, falhando miseravelmente.

— Gihi, ficar irritadinha só torna as coisas mais interessantes. — o moreno provocara uma vez mais, segurando os braços da garota acima de sua cabeça. Ele possuía um sorriso malicioso nos lábios que, por mais que detestasse admitir, a estava excitando.

Antes que houvesse tempo para qualquer resposta por parte da McGarden, sentiu um de seus mamilos serem sugados pela boca quente do Redfox, que a mantinha presa, segurando seus pulsos com uma única mão e com a livre, apertando seu outro seio e beliscando seu respectivo mamilo. Como resposta, as pernas de Levy esfregavam-se uma na outra, enquanto a mesma já deixava de conter tanto os gemidos.

Abandonando os seios da azulada, deu um sorriso satisfeito ao encontrar a feição corada e ofegante da garota. Afastou-se o suficiente para tirar suas ceroulas, sem tirar seus olhos vermelhos dos castanhos. Mal notou que por baixo daquela camisola, ela estava completamente nua.

Tentada a virar o rosto para o lado ao se deparar com o corpo totalmente exposto de Gajeel à sua frente, Levy não pôde deixar de olhar para o que havia em sua região pélvica. Apesar de não ter um referencial, o julgou grosso e grande, em comparação ao seu pequeno corpo. Notou a presença de três “pregos” em cada lateral, assim como os que havia em seu rosto e braços, com o formato arredondado. Perguntou-se se não doía tê-los ali, até que percebeu estar o encarando por tempo demais.

— Gostando do que vê, senhorita McGarden? — Gajeel sorrira malicioso, começando a masturbar-se com uma mão em frente a azulada, sem pudor algum.

— N-não faça este tipo de coisa assim! — Levy protestara, ficando vermelha dos pés à cabeça, cobrindo o rosto com as mãos.

— Na sua frente? Gihi, apenas estou me preparando melhor para você, amor.

Ao proferir aquelas palavras, a McGarden lutara para tirar as mãos de seu rosto, vencida pela curiosidade. Mal teve tempo de olhá-lo “em ação” e o Redfox estava sobre seu corpo novamente, apoiando seu peso em um braço e acariciando sua intimidade com a mão do braço livre, arrancando gemidos espontâneos da azulada.

— Não toque aí assim… — Levy murmurara entre gemidos, não tendo controle sobre as próprias palavras ou sobre o próprio corpo. Não queria que ele se demorasse mais, queria senti-lo dentro dela agora, mas ao mesmo tempo não queria que ele parasse com aquilo.

Seus pensamentos foram interrompidos quando o sentiu esfregar os dedos em sua zona cheia de terminações nervosas, fazendo-a se arrepiar e estremecer sob o corpo do Redfox. Não sentindo-se satisfeito com apenas esta reação, introduziu lentamente um dedo dentro da garota, o movimentando dentro dela, fazendo-a gemer mais alto. Sorrira vitorioso, introduzindo mais um dedo e mexendo-os com mais veemência.

— Gajeel… — Levy gemera seu nome, sentindo seu corpo dissolver aos toques do moreno.

— O que? — tinha plena consciência de que ela apenas estava gemendo seu nome, o que proporcionara prazer e satisfação indescritíveis ao seu ego, mas estava curioso para saber se ela pediria por mais.

Numa resposta silenciosa, a McGarden impulsionara seu quadril de encontro à mão do Redfox, rebolando de forma desajeitada e o levando à loucura com aquilo. Não esperava grande experiência da baixinha, afinal, era apenas sua segunda vez. E com ele.

Movimentando seus dedos de forma cada vez mais profunda e intensa no interior da azulada, sentira seu interior umedecer mais do que estava e seu corpo parar de se mexer, exceto pelas pernas que tremiam um pouco. Ela havia acabado de chegar ao seu ápice.

— Acho que já está pronta para mim, Levy. – Gajeel sorrira triunfante.