Sarah's Umbrella

7 Sarah\'s Date.


Notas iniciais
He-ey pessoas!
Como vão meus wonderholics/laislovers?
Gente, eu tô muito feliz.
Ganhei uma nova leitora, YAY!
Palmas para a Natalia Stryder Ozil - vulgo Nat/Mel. Mentira, só eu posso chamá-la de Nat/Mel, estão avisadas -, minha mana de outra mãe e estado.
Somos amigas á mais de 1 ano e 6 meses, dá pra acreditar nisso? Ain, te amo Nats ♥
Enfim, pelo menos, cumpri a meta de reviews por capítulo com os reviews dela. Bom, eu também postei agora, porque estava esperando a Lis aparecer e dizer que me ama, então... Te amo, bitch, nunca se esqueça ♥
Ain, gente, leiam as notas finais. É muito importante, ok?
Com vocês, Sarah's Umbrella!
Boa leitura, guys *-----*

Sarah

Que Nova York era uma cidade bonita, ninguém podia negar. Mas, incrivelmente, nessa época do ano – mas conhecida como Natal –, minha cidade ficava ainda mais exuberante. Havia neve já em toda a cidade, decorações natalinas enchiam as vitrines, prédios, residências. Havia um Papai Noel em cada esquina, muitos deles pedindo ajuda para alguma fundação não governamental.

Aquilo logo me deu um nó na garganta. Scarlett, minha irmãzinha, poderia estar em uma dessas organizações, e eu aqui, estática, sem fazer nada. Mas, eu já tinha ido a cada orfanato dessa cidade e das cidades vizinhas. Nenhum deles tinha algum registro no nome de Scarlett. Ou ela teria mudado de nome ou... Não, eu não posso pensar nisso.

-- Sarah? Sarah! – Kendall falou e eu pisquei, voltando á realidade.

-- Oi! Hã, me desculpa, Kendall. Eu viajei... Um pouco. – Falei, e ele apenas sorriu, depositando os dois copos cheios de café – correção: cappuccino – na mesa. Peguei um deles e tomei um gole. Marie sabia como preparar um cappuccino.

-- Então, meus queridos, mais alguma coisa? – Marie falou, aparecendo na nossa frente com um bloquinho. Marie era a dona da melhor – em minha opinião – cafeteria da cidade. Não porque seu ponto estava sempre lotado, mas porque seu café era feito á mão. Ela mesma preparava todos. E todo mundo sabe que coisas feitas á mão são bem mais melhores que as artificiais.

-- Marie, têm bolo rosa? Quero que Kendall prove dele. – Falei, olhando de soslaio para ele, que parecia ter saído de um transe, porque ele se virou em minha direção com um olhar de “o que disse garota?”.

-- Tem sim, Sars. Vou trazer pra você e o cavalheiro. – Ela falou, dando uma piscadinha em seguida, e saindo. Suspirei e Kendall pegou minha mão.

-- Ei, qual é o problema?

-- Nada. Só... Lembranças. E você, gostou de onde eu te trouxe hoje? – Falei.

-- Adorei. Esse é o melhor cappuccino que eu já bebi em toda a minha vida. Em 2 meses, esse foi o nosso melhor encontro. – Ele falou e eu ri.

É isso aí, estávamos saindo á 2 meses. No começo, era coisa de conveniência. Íamos ao boliche ou ao cinema, mas eu notei que, com o passar do tempo, as coisas estavam mudando e já estávamos á poucos passos de algo mais sério.

Marie apareceu com uma enorme – imaginem algo grande, agora multipliquem por 2 – fatia de bolo rosa e dois garfos. Peguei um garfo e dei logo uma boa garfada no bolo, comendo em seguida. Logo depois, peguei o outro garfo, dei outra garfada e comecei a movê-lo em direção á boca dele.

-- O que você está fazendo?

-- Não discuta, apenas abra a boca. – Comandei e ele revirou os olhos, abrindo. Pus o garfo no prato e esperei pela reação.

-- Meu Deus. Essa é a melhor coisa que eu já comi em toda a minha vida! – Ele falou, com a boca cheia de bolo, e eu ri alto, ocasionando olhares de clientes em minha direção.

-- Eu sei, me agradeça depois. Agora, vamos terminar de comer. – Falei, e peguei meu garfo depois.

*

Kendall e eu havíamos terminado de comer e decidimos dar uma volta, por alguns minutos, já que ele tinha que ir para o seu trabalho, e eu, pro meu. Nossas mãos estavam entrelaçadas enquanto víamos as pessoas arrumando seus pontos comerciais com os enfeites natalinos.

-- Sarah, eu queria te falar uma coisa... – Ele começou, depois de um longo tempo em silêncio, coçando a nuca. Isso era um mau sinal. Ele estava nervoso.

-- O que foi, Kendall? – Perguntei, olhando em seus olhos e ele desviou o olhar. Espera, ele estava corando?

-- Sabe, quando eu cheguei aqui, estava apenas com a roupa do corpo e 500 dólares no bolso. Eu estava sem emprego e não tinha onde morar. Minha mãe tinha uma conhecida aqui e me mandou, junto com Carlos e Skyler, pra morarmos junto com ela. Quando chegamos lá, descobrimos que se tratava de um orfanato. Lembro-me bem da cena quando eu cheguei. Havia dezenas de crianças lá, de todas as idades, tamanhos, raças. Havia bebês lá, Sarah. Crianças com apenas 3 dias de nascidas, mas que já carregavam esse fardo. Quando chegou o Natal, eu e os outros dois decidimos fazer algo por aquelas crianças e montamos uma espécie de “festival de música”, onde iríamos tocar e cantar, e ensinar á eles o mesmo. Eu vi a alegria em cada olhar deles e aquilo foi o bastante para mim, aí eu prometi á mim mesmo que, mesmo quando eu saísse dali, eu voltaria todo Natal, para cantar para eles. E é aí que está o ponto. Eu queria te convidar para ir comigo esse ano.

Olhei para ele, atônita.

-- Como assim? Mas, e os outros?

-- Skyler vai levar – melhor dizendo, vai ordenar – o Carlos á ir junto com ela passar esse Natal junto com a nossa família, já que eles estão noivos e querem logo contar para nossos parentes no Kansas. Aí, eu vou ficar sozinho aqui, mas iria gostar de uma companhia nessa noite tão importante para mim.

Meus olhos se desviaram dos dele e voltaram ao chão, sem jeito. Será que seria uma boa ideia ir junto com ele para um lugar que vai fazer ter tantas lembranças ruins? Mas, por um lado, é Kendall que vai estar junto comigo, e vai ser diferente. Eu não estarei lá para procurar alguém, e sim, para ajudar alguém.

-- Posso pedir um tempo pra pensar? É que você me falou bem em cima da hora...

-- Sem problema, a festa é apenas na sexta, que é a véspera de Natal, ou seja, você ainda tem a semana toda pra pensar, ok? – Ele falou e eu assenti. – Preciso ir agora ou meu chefe me despede.

Soltei um baixo riso e ele me acompanhou. Fiquei na ponta dos pés e depositei um leve beijo em sua bochecha.

-- Tchau, Kendall.

-- Tchau, Sarah. – Ele falou, abrindo a porta do táxi e entrando, enquanto eu voltava para meu estúdio.

*

Cheguei no estúdio e me deparei com Hayden e Logan discutindo, de novo. Mesmo com 2 meses separados, eles ainda não haviam parado de brigar. Bufei, passando direto por eles, e fui ao meu escritório, bem na hora que o telefone tocou.

-- Alô?

-- Sarah Smith?

-- É ela. Quem fala?

-- Senhorita Smith, aqui é o senhor Tom Jenkins, do Magic Cassino, em Las Vegas.

-- Ah, senhor Jenkins! Me lembro bem do senhor aqui em meu estúdio. A esposa gostou da tatuagem? – Falei e ele riu, do outro lado da linha.

-- Sim, senhorita, ela adorou. Mas, eu liguei para falarmos de negócios, mesmo.

-- Pode falar. Sou toda ouvidos.

-- Bem, senhorita, como acabei de falar, sou gerente do Magic Cassino, aqui em Las Vegas. Meu chefe mandou eu lhe fazer uma proposta considerável quanto á seu empreendimento.

-- E que proposta seria essa?

-- Veja bem, senhorita...

-- Sarah. Por favor, me chame só de Sarah.

-- Tudo bem, Sarah. Bom, nossos clientes vêm reclamando bastante sobre nosso negócio não ter todos os luxos possíveis, incluindo um estúdio de tatuagem, que, alegam eles, nos outros há. Meu chefe propôs que procurássemos alguém que pudesse instalar um estúdio aqui e eu, prontamente, falei seu nome.

-- Muito obrigada, senhor Jenkins.

-- De nada. Bom, ele mandou eu ligar á você se estaria de acordo com isso.

-- Claro que sim! Diga á seu chefe que eu aceito o negócio.

-- Excelente, falarei isso imediatamente á ele. Mas, temos algumas condições á senhorita.

-- Que condições seriam essas?

-- Ele disse que irá custear tudo – da decoração ás contas -, mas terá de dar-lhe cerca de 45% dos lucros do estúdio.

-- Parece-me justo. Diga á ele que aceito ás suas condições.

-- Ótimo. Ah, ele mandou que você ou qualquer outra pessoa de sua extrema confiança viessem pra cá, nesse final de semana, para dar uma checada no estabelecimento que iremos montar.

-- Nesse final de semana, eu não posso. Mas, posso mandar duas pessoas? – Falei e olhei pela porta, para Hayden e Logan arrumando o estúdio.

-- Claro. Diga o nome dos dois para eu anotar, assim quando eles chegarem, os empregados saberão quem são e tirarão as devidas providências.

-- Hayden Dawson e Logan Winston.

-- Tudo bem, anotei. Quartos separados ou apenas um?

-- Apenas um. Eles são namorados, no final das contas.

-- Ah, certo. Tudo bem, eu mandarei ás passagens ainda essa semana.

-- Ok. Bom falar com você, senhor Jenkins.

-- O mesmo á você, Sarah. Obrigado e bom dia.

-- Bom dia. – Falei e desliguei. – HAYDEN, LOGAN, VENHAM AQUI AGORA! – Gritei de onde estava e os dois apareceram, com as caras fechadas.

-- Acho bom essa cara mudar, porque esse final de semana vocês vão á Las Vegas. – Falei e eles me olharam, assustados.

-- O que disse? – Hayden falou.

-- Isso mesmo. Bom, o gerente de um cassino em Las Vegas, cliente nosso, me ligou dizendo que o chefe dele queria uma filial da Wondertattoo lá e eu aceitei, claro!

-- Ok, mas por quê temos que ir? Eu não quero ir pra nenhum lugar com ela! – Logan falou.

-- Nem eu com você! – Hayden respondeu e eu bati o pé.

-- JÁ CHEGA, OS DOIS! EU ESTOU CANSADA DESSA INFANTILIDADE DOS DOIS. DE AGORA EM DIANTE, NADA DE BRIGAS, ENTENDERAM? – Gritei e eles assentiram. – Ótimo. Logan, vocês precisam ir, porque nesse fim de semana, eu irei sair e alguém de minha confiança tem que checar o estabelecimento e eu escolhi os dois. Além do mais, eu sou a patroa e vocês fazem o que eu disser e eu digo pra irem pra Las Vegas!

-- Tudo bem, Sars. – Eles falaram juntos e eu suspirei, me sentando na cadeira.

-- Me desculpa, gente, mas é que vocês brigam demais e eu já estou cansada disso. Poderiam, por favor, parar de brigar nessa semana que falta? Logo depois, teremos a semana livre e vocês podem brigar o quanto quiserem.

-- Ok. Me desculpa, Sars. – Hayden falou.

-- É, não tem problema nenhum. – Logan falou e eu sorri.

-- Obrigada, gente. – Eu falei e, bem na hora, a porta foi aberta. – Têm cliente chegando. Vão os dois, agora!

Eles sorriram e saíram, me deixando sozinha, olhando para o teto.

(...)

Kendall

-- Que horas são? – Sky perguntou, do quarto dela, e Carlos olhou para o relógio.

-- São onze horas, Sky! Nosso vôo sai daqui á uma hora! Anda logo! – Ele reclamou e eu ri, comendo meu Doritos.

-- Espera aí... Tô pronta! – Ela falou, aparecendo na porta com uma mala enorme e outra mala pequena.

-- Vamos ficar lá por uma semana e vai levar tudo isso? Eu estou levando mal essa bolsa cheia! – Ele apontou para a bolsa dele e eu ri, de novo.

-- Carlos, uma garota como eu precisa estar preparada para tudo. Caras como você só precisam de uma bermuda e uma camiseta e estão prontos! – Ela falou, sentando do meu lado e pegando um pouco do Doritos.

-- Ótimo, agora podemos ir! – Ele falou, se levantando, e ela deu língua pelas costas dele.

No caminho até o carro, tudo que eu podia pensar era no pedido que eu havia feito para a Sarah, de manhã. Por quê ela havia feito aquela expressão? Será que ela não queria ir? Será que ela não gostava da ideia? Eu havia pedido apenas para ela ir á um orfanato comigo, não matar o presidente!

Suspirei e Sky me olhou.

-- Hum, parece que alguém está pensando na nova “namorada”... – Ela falou e Carlos riu, no banco do motorista. Me virei e dei um tapa na cabeça dele.

-- Ai!

-- Nunca mais faça isso. Sky, vai á merda, eu não te devo satisfações da minha vida!

-- Tudo bem, Kendall! Não precisa ser tão grosso comigo! Era só não ter respondido. – Ela falou e bufou, se recostando no banco traseiro, olhando para a janela.

Senti uma cutucada no meu braço e vi Carlos me lançar um olhar mortal que dizia “resolve isso agora, cara, ou te mato”. É, ele estava falando isso pra mim, também.

-- Sky? – Falei e não obtive resposta. – Me desculpa pela grosseria. Eu só estou meio... estressado. Com o trabalho, meu chefe, e com a Sarah também. Me desculpa, eu não queria descontar em você.

Senti um par de lábios na minha bochecha e sabia que estava perdoado.

-- Ei, eu não ganho também?

-- Calma, garotão, deixa pro banheiro do avião! – Ela falou, dando uma piscada pra ele, e eu fiz som de vômito.

-- Não acredito que falou isso bem na minha frente.

Ela riu e ligou o som, Passava “One More Night”, do Maroon 5, e começamos a cantar, nós três.

Chegamos no aeroporto e vimos que ainda faltava meia hora pro vôo deles. Sentamos no saguão e começamos a conversar um pouco, até meu telefone tocar. Olhei para o visor e estranhei quem me ligava.

-- Sarah?

-- Oi, Kendall!

-- Por quê está me ligando á meia-noite? Aconteceu alguma coisa, você está bem?

-- Não, calma! Eu tô bem, sim! É que... Sei lá, me deu vontade.

-- Vontade de me ligar á meia-noite? Sério?

-- Sim, sério. Deve ser o vinho que estou tomando. Ele é novo, esses devem ser os efeitos colaterais.

-- Ok, eu nunca vi, em nenhum rótulo, “ligar para alguém” como efeitos colaterais, mas tudo bem! Como está?

-- Bem. Um pouco bêbada, mas bem. – Ri com isso. – E você?

-- Bem, tirando o fato que minha irmã e meu melhor amigo estão quase se engolindo do meu lado. – Falei e, com um braço, dei um tapa na cabeça de Carlos, de novo.

-- Uau, eu não queria estar no seu lugar.

-- É, ninguém queria estar.

-- Sabe, eu... pensei naquilo que me falou hoje, de manhã.

-- É mesmo?

-- Sim, e eu já tenho a resposta.

-- E seria...?

-- Sim, eu adoraria ir com você! – Ela falou e eu comemorei em silêncio.

-- Puxa, obrigado! Eu posso te buscar ás nove, então?

-- Nove tá bom, sim.

“Vôo 347 rumo á Kansas City, saída agora no portão de embarque. Passageiros, por favor, rumo ao portão de embarque.”

-- Preciso ir agora, Sky. Minha irmã vai viajar.

-- Ah, sim. Me lembro do que tinha me falado hoje. Manda um “boa viagem” pra ela por mim, ok? Pra ela e pro namorado dela, claro!

-- Tudo bem, eu mando. Tchau, Sarah.

-- Tchau, Kendall.

(...)

Notas finais
Bu!
Eu aqui de novo!
Cara, tô pegando a mania da Anny... Enfim, gostaram?
Eu gostei! Deu mais de 2400 palavras.
Meninas, péssima notícia.
Essa fanfic só vai até o caps 20 ou 25, segundo meus cálculos. Me desculpem mesmo, mas é que eu tô com um novo projeto de fic que vai fazer vocês me amarem ainda mais e talz, mas eu prometi á mim mesma que iria postá-la apenas depois de S'U ¬¬'
Anyway, mais uma vez, valeu Nats pelos seus reviews divíssimos fantabulosos ♥
Ah, sim, deici estender a promoção até o próximo caps. Ou seja, me mandem logo as recomendações para eu poder decidir quem vai entrar na história e, quem sabe, ganhar o coração de um do boys ♥
RECOMENDAÇÕES OU LEITORES NOVOS, OKAY!
Galerinha, é isso.
#1001Wonderkisses meus wonderholics laislovers ;***
Amo vocês, byeeee ♥