Notas iniciais
Olá! Mesmo sem nenhum review, resolvi postar o primeiro capítulo. Vai que alguém se interessa? hahah
Bem todos eles terão mais ou menos essa mesma quantidade de palavras :)
Espero que gostem!
Beijos

~7 meses e meio antes~

Ino corria para Konoha o mais rápido possível. Estava preocupada com a intimação que havia recebido, explicando o porquê dela terminar o mais breve possível sua missão em Suna e voltar para sua terra natal. Seu clã estava com problemas internos e a saúde de seu pai já não era mais a mesma, fora que seu novo sensei, Baki, já estava a irritando para assumir seu papel de inquiridora na elite Anbu. Não tinha mais tempo de ter algum romance com o Kazekage Gaara. Tinha muito que resolver assim que chegasse a Konoha

Estava tão absorta em seus problemas que nem percebeu que estava sendo perseguida por um renegado, com ódio no olhar. Ele já havia percebido que ela era uma Yamanaka. Uma Anbu de elite de Konoha e uma Yamanaka. Sua sorte era perfeita. Odiava aquele clã. Por causa dele, havia perdido tudo. Por causa desse ódio, se tornou um renegado em sua vila. E agora, ele teria sua vingança.

Mal sabia ele que ela era a sucessora na linha de patronagem do clã. Se soubesse, ficaria ainda mais feliz, e consequentemente, mais sádico. Quando Ino parasse para descansar, ele daria o bote.

E assim o fez. Drenou todo o chacra dela, deixando-a apenas consciente para saber o que aconteceria, mas sem força alguma para sequer gritar. Como se isso fosse resolver alguma coisa!

Ino não entendeu nada quando acordou e não conseguiu mais se mexer. Ao ver o homem a sua frente, sabia que algo de muito ruim iria acontecer. Não entendia o porquê de ter abaixado a guarda daquela forma, estava tão cansada! Tentou se concentrar para recobrar seu chacra, mas algo estava errado. Ele não fluía de forma alguma.

- Você deve estar se perguntando o porquê de não conseguir recuperar seu chacra, não é? Pois bem... apliquei um selo em você. Você não conseguirá recuperar seu chacra, a menos que eu deixe. Então, seja uma boa garota e fique quietinha. E nem tente gritar também. Mesmo que consiga, ninguém vai te ouvir mesmo!

E Ino sabia exatamente o que aconteceria a diante. Só gostaria que ele fosse rápido e que se saciasse logo, liberando-a para partir o quanto antes.

Mas isso não aconteceu. Passaram uma semana naquela situação. E ela, cada vez mais querendo morrer. Esse era o plano dele. Enlouquecê-la a ponto de quando fosse liberada, daqui a mais alguns dias, se matasse.

Naruto, agora Hokage, já não mais agüentava Baki e Inochi em sua sala. Eles estavam preocupados com Ino, que estava quase uma semana atrasada.

- O que vocês querem de mim? Eu já mandei outra ave para Gaara! Se ela estiver lá ainda, ela receberá. Provavelmente, ela só está atrasada por causa de compras... vocês conhecem ela. Deve estar abarrotada de lembranças de lá. Por isso a demora. – Olhou bem para os dois senhores a sua frente. Ambos lhe davam medo. Mas sabia que estavam certos. Ino realmente estava atrasada e isso era preocupante. Ela era aprendiz do maior inquiridor de toda a nação ninja, filha do grande líder dos Yamanakas e futura líder. Era um alvo propenso, se não fosse tão durona. Ela sabia se virar, mas, seja lá o que houvesse acontecido com ela, era preocupante. Suspirou, cansado. Isso lhe deixaria de cabelos brancos antes da hora! – Fiquem tranqüilos, dependendo da resposta de Gaara, enviarei um esquadrão de rastreamento à procura dela. Ela irá aparecer, mais cedo ou mais tarde.

Nessa hora, uma ave pousou em seu ombro direito. Naruto a reconheceu e retirou apressado o pergaminho preso em sua pata. Rezava para que Gaara dissesse que ela estava por lá ainda, infernizando sua vida. Mas não era isso que dizia o papel. Falava que Ino havia partido de lá no mesmo dia em que a convocação havia chegado, ou seja, uma semana atrás.

- O que diz aí, Naruto? Quando Ino partiu? – Perguntou Inochi, preocupado. Sabia das crises internas de seu clã e do perigo que era Ino ficar sozinha por aí. Desde que ela havia sido convocada por aquela missão, havia ficado com o coração na mão.

- Baki, organize seus melhores rastreadores. Ino está desaparecida.

Em menos de duas horas, Inuzukas e Hyuugas se juntaram para procurarem a Yamanaka desaparecida.

- E qual das loirinhas está perdida na floresta, un? – Perguntou Kiba, algo irritado por achar a missão um tanto ridícula, procurar uma pessoa desaparecida.

Baki e Inochi trincaram o rosto ao ouvir o rapaz insolente falar daquela forma.

- Se trata de uma pessoa muito importante. Será a minha substituta no clã. É a minha filha Ino.

Kiba ficou calado. Então era Ino que estava em perigo?

- Vamos, Akamaru. Temos que encontrá-la o mais rápido possível, amigão. Hina, você pode me ajudar? – Disse ele, olhando para sua companheira antiga de time, Hinata. Dessa vez, Naruto que trincou os dentes. Estava prestes a cortar aquele insolente da missão, mas sabia que ele era essencial para o bom aproveitamento.

- Certo Kiba-kun. Naruto-kun, você sabe ao menos qual foi o ponto em que ela desapareceu? – Perguntou docemente Hinata ao noivo.

- Meu amor, o que sabemos é que ela saiu de Suna a sete dias. Não sabemos em que ponto ela desapareceu, mas deve ter sido entre esse ponto e esse – disse o loiro, apontando no mapa. Hinata assentiu e se preparou para sair, colocando sua máscara. Kiba já havia saído e esperaria ela pelo lado de fora da sala. – Tome cuidado. – Disse Naruto, segurando sua mão. Hinata retirou novamente a máscara e beijou-lhe os lábios. – Te amo.

- Eu também. Logo voltaremos e traremos a Ino-chan de volta. Não se preocupe. E nada irá me acontecer. Shino-kun irá nos encontrar no caminho, assim como Shikamaru-kun e Chouji-kun.

- Mas que irritantes aqueles dois! Eles acabaram de voltar de uma missão, Sakura ainda não os liberou do hospital. Será que eles querem me deixar em maus lençóis com a estressada-mor?

Hinata teve que rir da cara de desolação do noivo.

- Eles estão preocupados com ela. São melhores amigos, desde a infância. Seria como se eu desaparecesse e Neji-kun, Shino-kun e Kiba-kun fossem proibidos de me procurarem.

- Não fale uma coisa dessas, meu amor. Eu nunca deixarei que isso te aconteça, nunca mais.

E a beijou novamente. Hinata sabia que deveria sair o quanto antes dos braços dele, mas era simplesmente impossível. Amava a forma com que ele cuidava dela. Ela o amava por inteiro.

Despediram-se com mais um longo beijo, não tinham tempo para mais nada a não ser alguns beijos, coisa que frustrou e muito Naruto. Mas sabia da importância daquela missão. Gaara lhe pareceu muito preocupado quando respondeu sua ave e até cogitou a idéia de procurá-la também, mas aquilo era um assunto de Konoha. E Konoha resolveria. Era isso que havia respondido, o mais rápido possível, para enviar na mesma ave.

E mais um dia de luta inglória acontecia para Ino. Sentia-se tão humilhada, suja, usada! Ele só descansava e a usava. Ela tinha alguns machucados que sangravam muito e roxos que eram bem dolorosos, espalhados pelo seu corpo. Já havia feito as contas mentalmente, logo estariam procurando por ela. Precisava se agarrar naquela pequena circunstância, naquela esperança para não enlouquecer. Seu orgulho já havia sido reduzido a pó, depois de tanto desgaste. Ela agora só tentava dormir para tentar aliviar a dor que sentia. Seu corpo já não mais lhe pertencia, portanto tinha que cuidar de sua mente para que não a perdesse também. Concentrou-se nos momentos agradáveis que havia passado ao lado de seu belo Kazekage ruivo.

Apagou embargada naquelas lembranças. Nunca mais deixaria ele chegar perto de si. Não estava mais a altura dele. Tinha sido exposta e suja. E ficaria marcada com isso para sempre.

Horas mais tarde, sentiu um arfar perto de si. Nem abriu os olhos, não queria ver mais nada, não queria mais ouvir, não queria mais sentir. Mas era impossível não sentir. Lágrimas rolaram pelo seu rosto, mas uma coisa agradável ela pôde perceber. Havia chacras conhecidos por perto! Konoha estava lá para ajudá-la. E desmaiou novamente, estava exaurida.

Ouviu mais tarde gritos de dor vindos do homem, mas sabia que ele estava vivo ainda. Provavelmente estava recebendo o tratamento de Konoha para esse tipo de problema. Ele nunca mais usara seu amiguinho, já que ele nem deveria existir mais.

- Não tente se mexer, Ino-chan. Vamos cuidar de você. – E embarcou no mundo dos sonhos, acompanhando a voz doce de Hinata. Provavelmente ela estava desbloqueando seus pontos de chacra e aplicando algo para a dor que sentia desaparecer devagar. – Tudo ficará bem.

Acordou novamente alguns minutos depois. Hinata ainda estava do seu lado, e Kiba entrava na barraca, com os braços sujos de sangue. Era ele então que havia proferido a punição?

- Shino já foi em busca de ajuda em Konoha. Sakura teve que dopar Shikamaru e Chouji para não virem. Acho que foi melhor, ele não sobreviveria se os dois estivessem por aqui. E Baki foi específico ao dizer que seja lá quem fosse que estivesse com Ino, deveria ser trago vivo à Konoha. Como ela está?

- Não muito bem, não é? Sete dias... é muito tempo, Kiba-kun. Não sei o que acontecerá com ela agora. O importante é ela ir para casa, Sakura cuidará dela melhor do que eu. Só acho que ela gostaria de tomar um banho...

- Sim, eu gostaria de tomar um banho, Hina. Pode, por favor, me levar a algum rio? – Disse Ino.

- Pode deixar que eu te levo. Você não pode ficar em pé agora. – Disse Kiba, já a pegando no colo e indo em direção ao pequeno rio que havia por perto do acampamento deles.

Não pôde deixar de olhar para o corpo dela enquanto se banhava. Estava muito machucada, mas sabia que aquilo era apenas o externo. O interno estava pior. O que levava a uma pessoa fazer tal coisa? Nunca entendeu. E se sentiu no dever de arrancar, com suas próprias mãos o falo do ser repugnante, com ele acordado, para sentir tudo e de preferência quase morrer com alguma hemorragia ou infecção. Isso seria muito pouco perante o que Baki faria com ele. E até Inochi, mesmo doente, faria se tivesse pegado ele no ato.

- Já terminei. Pode me ajudar? – Perguntou ela. Queria dormir, esquecer tudo. Mas sabia que nem todo o sono do mundo faria com que ela esquecesse daquilo que havia passado, sem término, nos últimos sete dias.

Quando voltaram ao acampamento, com Ino já dormindo em seus braços, Kiba viu que os reforços haviam chegado. Alguns Yamanakas estavam segurando o prisioneiro e, pela cara deles, aquele homem já sofria das famosas técnicas de tortura do clã.

Delicadamente, colocou Ino em suas costas e partiram para Konoha. Sabia que ela precisava de atendimento médico rápido, Hinata havia dito que ela sangrava demais e ela não podia ajudar em muita coisa lá.

Quando chegaram, Ino deu entrada no hospital. Sakura já esperava pela amiga na porta, preocupada. Era 3 da manhã e a vila estava em silêncio, o que era perfeito. Tudo o que Naruto menos queria era expor sua ninja e futura líder de clã a mais esse tipo de problema. Ela já teria muitos a mais para resolver quando estivesse bem.

Mais uma semana havia se passado e Ino continuava no hospital se recuperando. Não permitiu que ninguém dissesse o que havia acontecido com ela para outras pessoas que não eram tão íntimas e principalmente a Gaara.

- Como se sente hoje, Ino? – Perguntou Sakura, entrando no quarto da amiga. Seu cansaço era visível, estava preocupada com a amiga e seus níveis de chacra que estavam muito instáveis. Fora que, com a falta da loira para ajudá-la com os casos mais graves, todo o trabalho pesado estava sobre os ombros da rosada.

- Me sinto cansada ao extremo e enjoada. E esse seu perfume está um tanto forte, me desculpe. – Disse Ino, olhando para a amiga espantada na porta do quarto. Não estava usando perfume, só havia tomado banho com um sabonete de lavanda mais cedo e duvidava que o perfume estivesse tão forte assim, já que fazia bastante tempo que tomara banho.

Como um estalo, tudo veio a sua mente. Claro! Era por isso que Ino estava com os níveis de chacra tão estranhos. O duro seria ter que contar isso para a amiga.

- Ino, precisarei fazer mais um exame em você. E dependendo dele, você terá que fazer uma escolha. – Disse tranqüila. Pegou a seringa no bolso do jaleco e perfurou o braço magro da amiga, retirando o sangue. – Daqui a pouco o exame fica pronto e eu voltarei aqui, certo? Tente se alimentar um pouco, porquinha.

- Já tentei e eu estou realmente com fome... mas tudo que tento comer eu coloco para fora. Acaso é algum efeito colateral?

Sim, ela sabia que poderia ser. Estivera tomando alguns muitos medicamentos para evitar possíveis doenças que poderia ter contraído durante aqueles dias. E também estava morrendo de vontade de comer algo que tivesse a aparência um pouco melhor que aquela sopa rala que estava na mesa perto de si.

- Quer que eu procure algo diferente para comer? – perguntou Sakura, querendo animar a amiga.

- Morangos bem vermelhos, consegue arranjar para mim? – Perguntou a loira. Vermelhos como os cabelos do Gaara, completou em pensamento.

Sakura sorriu.

- Tentarei trazer alguns. Mas se Shizune descobrir, coloque a culpa em outra pessoa, viu? – Completou, tentando parecer divertida. – No Naruto, por exemplo. Ninguém pode ir contra o Hokage mesmo! Ah, seu pai está chegando. Daqui a pouco volto porquinha. – E espero que tenha boas notícias, pensou ela.

- Sakura... como está Ino? Sei que são amigas, me conte. Ela está com algo grave? – Perguntou ele, antes de entrar no quarto da filha, interpelando a médica no corredor.

- Tio, Ino é durona. Mas esse tipo de coisa deixa marcas que nenhum médico pode curar. Daqui a pouco volto para o quarto dela. Faça companhia a ela, tenho que levar um resultado de exame a ela mais tarde e acho que seria muito bom se o senhor estivesse com ela nessa hora.

- Sim, farei isso, Sakura. Só espero que não seja o que eu esteja imaginando... – Mas, pelo olhar da amiga da sua filha, pode perceber que era exatamente o que imaginava. – Por Kami-sama!

- É apenas uma suspeita. Terei a comprovação apenas mais tarde. Agora preciso ir. Até mais, Inochi-sama.

- Até mais, Sakura.

Inochi esperou um pouco para melhorar sua expressão facial e só depois, entrar no quarto da filha. Tinha que prepará-la para assumir o clã, mas tinha medo de não ter tempo o suficiente para isso. Ou que a filha aceitasse, já que não sabia ao certo como ela estava psicologicamente falando.

- Olá, minha hime!

- Papai? O senhor deveria estar em casa, descansando! Eu já te disse isso não sei quantas vezes! – Disse Ino, levemente irritada.

Inochi sentia falta disso. Aparentemente, Ino era a mesma. Gritava como sempre, mandava nele como sempre. Mas seus olhos, ah! seus olhos já não mais possuíam o brilho que tinham antes de sair de Konoha para aquela missão que terminou tão conturbada. A pedido da filha e dele próprio, que não queria mais expor sua amada hime a mais nenhum constrangimento, relatou apenas um pequeno seqüestro da futura líder do Clã Yamanaka, por dinheiro, para o Kazekage de Suna. Gaara-sama havia ficado terrivelmente preocupado e na cabeça de Inochi, era apenas medo de se explodir mais alguma guerra no mundo ninja.

Passaram um tempo conversando e comendo alguns morangos que Sakura havia trago escondido para Ino, alguns minutos depois de Inochi entrar no quarto. Shikamaru e Chouji também a visitaram, mas não passaram muito tempo com a loira, que havia pegado no sono. Kiba também apareceu por lá, mas decidiu não esperar Ino acordar. Já estava de saída, quando ouviu Inochi o chamar.

- Inuzuka... muito obrigada. – Disse o loiro, se lembrando do estado em que o estuprador havia chego a suas mãos. Ele havia sido capado cruelmente e parecia atacado por cachorros. Kiba apenas sorriu, mostrando os caninos.

- Era o mínimo que eu poderia ter feito pela Ino, Yamanaka-san. Sempre que ela precisar de mim, eu estarei aqui. E se depender de mim, nunca mais encostarão o dedo nela. Ela não merece sofrer. – E com isso, fechou a porta, tomando o caminho de casa.

Sakura apareceu minutos mais tarde e Ino já havia acordado. Pela sua expressão, Inochi já sabia o que havia acontecido e seus temores, se concretizado.

- Ino, fiz um exame para saber o porquê de seu chacra estar tão desordenado. Isso geralmente acontece quando sofremos algum dano, como algum tipo de bloqueio. Isso aconteceu com você, só que se passou o tempo recomendado para que isso se resolvesse e bem, não resolveu. É por isso que se sente extremamente cansada, conforme disse. – Sakura deu uma pausa dramática – Tem outra forma também de uma mulher ficar com o chacra perturbado...

- Gravidez. – Respondeu a loira. Então era isso. A resposta para seus problemas era esse.

- Como eu te disse mais cedo, você tem uma opção a fazer.

- Não, eu não tenho. – Respondeu Ino, rápido. – Não ouse dizer isso. Não abortarei.

Inochi ficou espanado, assim como Sakura. Ela estava segura demais para estar em choque com o resultado e falar aquele tipo de coisa.

- Mas, minha filha! – Tentou argumentar. Foi interpelado por uma loira chorosa.

- O bebê não tem nada a ver com isso. O que passou, passou. Não quero que ninguém ouse sequer pensar nesse tipo de coisa. Eu terei meu bebê e pai, você será avô. E no futuro, ninguém estará autorizado a contar o que aconteceu a ele. Ele será amado como um Yamanaka nato, filho da líder e neto do maior líder que tiveram. E quem tentar algo contra ele, será considerado um traidor. Não transfiram o ódio para um ser que não tem culpa de nada. – finalizou a loira, chorando. Estava realmente muito sensível. Mas, agora, mais do que nunca, não mais veria Gaara e era por isso que chorava. Estava abdicando esse amor que sentia e nem ao menos sabia se era correspondida em prol de uma vida inocente que crescia em seu ventre.

E com aquele discurso, todos se calaram. E Sakura disse, por fim.

- Então... serei titia?

Notas finais
Então, o que acharam?
Ah, pequena nota para minhas outras fics: estou sem internet ainda. E estou fazendo faculdade. Ou seja, tá complicado, haha. Mas eu prometo colocá-las em dia logo.
Beijos!