Esse cara já estava de brincadeira comigo, defendeu meu golpe com uma das mãos e ainda rouba minha namorada, ele vai pagar caro, vou picar ele em pequenos pedaços.

Ele foi correndo ate uma rua cuja eu não sabia o local mas me parecia familiar, e ele era bem rápido então so o vira poucas vezes, ele subiu em cima de um prédio simplesmente escalando e ainda segurando a Angel. Foi ai que eu tive a ideia, ele sabia que eu ria tentar subir no predio mas ele não espera que eu estive se com um arco.

Me escondi em um lugar que dava para mim o ver e então pegei o arco e 2 flechar, eu me coloquei a esse limite, so essas duas flechas se não der você também tera que escalar o predio. Então mantive a calma, respirei fundo coloquei a flecha no arco e mirei, eu teria que tomar grande cuiddo pare não acertar a Angel. Então atirei, a flecha saiu zinindo por cima dele, por pouco não o acerta, então teria que o acertar desta vez, era tudo ou nada, Coloque a outra flecha mirei e atirei, desta vez pegou em cheio na cabeça dele voou sangue pra todos os lados, e ele caiu ja morto para traz, eu escalei correndo o predio, ja com a espada em punho para caso ele ainda estivese vivo mas era pouco provavel.

Quando chei lá em cima a Angel ja estava de pé recolhendo as coisas que o homem carregava, quando ela me viu ela veio correndo em minha direção e me abraçou bem forte.

– Você está bem ? — perguntei

– Estou, como.... você fez isso ?

– Hã... um tiro de arco e flecha, acabei de descobrir que sou bom de mira. — Quando terminei a frase ela deu sum sorrizinho e me beijou.

Quando foquei direito o homem que estava morto parecia um dos garotos que estava no acampamento, um garoto que dormiu ao meu lado. Chegei mais perto e tinha a certeza que era ele. olhei todos os bolsos dele e nada, ele não caregava nada.

– Vamos embora, temos que achar um lugar bom para dormir. — Eu disse

– Quando eu estava sendo sequestrada eu vi uma casa muito boa, vamos pra lá.

Descemos do predio e fomos andando tranquilamente, ate nos chegarmos em uma casa que me era familiar eu tinha certeza que já estive ali antes. A casa era grande toda branca com detalhes pretos, a porta estava pouco aberta, forcei o meu ouvido para ver se eu escutava alguem, mas não avia nada.

Então entramos na casa, ela era bonita e aconchegante, tinha de tudo, mas so usariamos o banheio e o quarto. Então eu começei a olhar a casa, aquela casa era muito familiar, parecia que eu já conhecera antes eu andava já sabendo onde era as coisas.

– Achei o banhei e o quarto em que vamos dormir, mas desta vez nem presizaremos limpar. — Disse Angel toda alegre.

Fui para o quarto onde iriamos dormir parecia o quarto de um casal, avia televisão, cama, guarda roupa e uma suite. Era um bom lugar, Angel estava no banheiro, ja tomando um banho, resovi conferir nosso armamento, avia varios biscoito e muito muitos mesmo achocolatado, Anda avia cerca de 18 flechas e a adaga da Angel, so isso. Então guardei tudo denovo e olhei bem para o relogio que eu tinha achado, o que seria ele ? Algum tipo de magia ou um simples relogio, pra mim parecia um simples relogio.

– Pode ir agora tomar seu banho, você deve estar cansado de tanto correr. — É eu estava mesmo muito cansado.

O banheiro era como eu tinha imaginado, com azuleijos azuis e um box de vidro, Tirei minha rou e fui logo abrindo o chuveiro pensando que iria vir uma agua gelada, mas tive uma grande surpresa a agua estava quentinha, dava pra ficar ali por um belo de um tempo, mas fiquei tempo o bastante para me limpar. E logo fui deitar com a Angel.

Nos conversamos o basico para uma noite, nos beijamos e ficamos ali um olhando para o outro ate dormimos. Eu acordei sem saber que horas eram pois o relogio que eu achei avia parado de funcionar e na casa também não avia relogio. A Angel tambem acordou.

– Amor, pra onde nos vamos mesmo ? — Eu me surpreendi a chamando de amor. Mas ela deu um sorrizo então acho que ela gostou.

– Hã... Sei lá, para um lugar normal que tenha pessoas normais.

Então saimos da casa que me parecia familiar pra caramba e fomos andando sem rumo, até que escuto barulho de pessoas normais, conversando e andando.

– To escutando pessoas normais pra lá vamos...- Em questão se segundos tudo calou denovo — Aconteceu alguma coisa tudo se calou novamente, de uma hora pra outra.

– Vamos correndo talves descobriremos o que ta calsando isso.

Corremos bem rapido, para ver se encontramos algo ou alguem. Mas eu comesei a escutar pessoas conversando, mas não eram pessoas normais.

– Se esconda, tem pessoas do ruins ali. — Ela correo justamnete onde eu pensei em me esconder, mas coube nos 2 lá.

Eu podia escutar o que les estavam falando, eles so reclamavam de ter que fazer a limpa na cidade, mas pararam por um istante, parecem que perceberam minha presença, eles eram bem rapidos, antes que eu dusece avisar a Angel eles ja estavam atraz de nos.

– Muito bonito ficar bisbilhotando conversa dos outros né. — Eu confesso tomei um baita de um susto. — Angel Lewis e Leon Hamitta, cade o Rick ?Vocês o matou ?.

– Tecnicamente a cabeça dele foi parar em minha flecha. — disse eu com um pouco de mado dele nos matar

– Vou matar vocês seus bastardos, vou arrancar cada membros de vocês e comelos, Ahhhhh droga me esqueci que não possolhe matar Leon, teve sorte, mas vou finalizar o plano de Rick. — E com isso ele pegou eu e a Angel no colo e começou a correr.

Ele era super rapido, eu mal conseguia abrir os olhos por causa do vento. Quando percebi nos estavamos em uma especie de laboratorio. Ele colocou eu e a Angel ao chão, na nossa frente avia varias pessoas e monstros, mas uma pessoa se desstacava de todas ali Milla Krista, ela que ordenou para que os monstros destruicem o acampamento. Eu a odiava.

– Sejao bem vindos meus amores ! — Ela disse amores de modo diferente que Angel avia falado comigo.

– Porque nos ? Porque você me quer ? — eu disse querendo saber de toda a resposta

– Vou lhe esplicar tudo calma, mas primeiro passe toda a as armas para cá ! — quando ela terminou de falar já comesei a atirar flechar contra ela, mas em todas ela sinolesmente agarou e quebrou ao meio.

Fui para o combate corpo a corpo, e Angel estava ao meu lado, na primeira tentativa de acertala minha espada quebra e a adaga de Angel tambem. Ela era muito forte era praticamente impossivel vencela.

– Parem com isso já, e deixe me explicar — ela gritou enfurecida — Como vocês já devem saber vocês são filho de tals tals e tals ahh vocêes já sabem, eu tambem sou filha do rei dos Hibberts e sim eu sou sua irmã Leon, irmã de pai e mãe mas eu sou mais velha, meu nome não e Milla Krista e sim Milla Hamitta, e agora você se rende e venha ao meu lado ao eu mato sua namoradinha.

– O.K eu vou para seu lado.

– Não Leon, não mesmo.

– Eu tenho que ir porque se não vão lhe matar, não posso correr o risco de ver sua morte. — Ela já estava na beira das lagrimas.

– O.K levem a garota embora e Leon venha comigo.

Eu sabia que seria a ultima vez que eu a iria ver, mas era para o bem dela, então eu a beijei e antes que eu pudece dizzer algo a ela eles me agaram pelas costa e me jogão dentro de uma camara de congelamento, avia uma pequena jánela onde eu podia ver Angel chorar, e um monstro a pegando e levando para fora, Tentei quebrar o vidro mas era impossivel, meus musculos ja estavam congelando eu mal conseguira falar, ate que minha mente congela tambem.

Não sei ao certo quanto tempo estive ali, mas sei que Angel estava me libertando, logo quando sai pude sentir o calor do corpo dela me abraçando.

– Leon, eu senti sua falta. — sua voz era tremula

– Eu...Eu também — Eu mal consequia falar minha boca esta congelada.

Derepente aparece 4 pessoas 1 homem e 3 mulheres, nem prestei muita atenção.

– Temos que ir, eles vou noa achar rapidinho — disse o homem

Com isso Angel e o resto do grupo pulou a primeira janela que encontrara, e eu fui atraz a altura era imensa, não avia volta isso era direto pra morte eu ja estava bem perto do chão quando eu caio e não me machuco nem nada.

– Mas... Como ? — eu não entendia mas tinha certeza que isso não era um sonho.

– No caminho lhe esplicamos tudo — disse Angel correndo para dentro de um carro

Notas finais
Continua...