Santuario dos Guardiões
1 Meu melhor amigo morre
Notas iniciais
Olha eu não queria ser assim, mas se o mundo quis que eu fosse assim não posso fazer nada para o mudar.Vou comesar minha historia logo e para de lamentações.
Me chamo Leon Hamitta,tenho 12 anos, não tenho pais, sou criado em um orfanato.Dai eu sei que você pode estar se perguntando porque ninguem nunca me adotou, acho que e porque sou uma criança muito problematica, pelomenos e o que os outros dizem.
Hoje como sempre acordei as 07:30, arrumei minha cama e fui tomar café da manha com os resto de orfanato. A cozinha e gigantesca, com ladrilhos azuis na parede e branco o chão, bem no centro a uma mesa grande onde sempre nos reunimos para fazermos as refeiçoes. Avia poucas pessoas lá como de custume, eu não era do tipo de fazer amizades, estava aqui a 12 anos e so tive 3 amigos e 2 deles ja foram adotados, e so me sobrou meu bom e velho amigo Nicolay, ele era um garoto de 14 anos alto, forte não muito mas tinha mais musculos que eu (logico qualquer um tem mais que eu), sua pele era bem clarinha e com algumas cicatrizes no ombro esquerdo, tinha cabelos pretos com poucos fios brancos, seua olhos eram azuis bem claro e fundo.
Sentei-me na cadeira que sempre sentava, uma que ficava bem afastado da pretora, uma mulher gorda e feia, toda enrugada e sempre estava com o cabelo todo bagunçado, sempre me perguntei se ela gostava de usa lo desse jeito. Nicolay derepende chega ao meu lado e se senta.
–Bom dia, Leon.- disse ele com um tom estranho de voz
–Bom dia.- respondi por educação
Ele oflou fundo em meus olhos parecendo que estava enchergando minha alma, por um minuto estava totalmente ipinotizado pelos seua olhos, derepente virei o rosto e todos ja estavam nos seua devidos lugares. A pretora colocou varios pratos na mesa.
–Levante e se sirvam- disse ela com um um belo tom de arogancia.
Ninguem deu uma se quer palavra, todos se levantaram, pegarão os prataos e se serviram. avia de café da manha achocolatado e maçã, banana e outras frutas que não pude destingir. Todos comeram devagar e em silencio.
Fui pegar um pouco de sol na varanda, e o Nicolay veio atraz de mim.
–Leon, hoje está um belo dia, não?!- Ele disse enquanto sentavamos ao chão.
–É, até agora sim.- eu disse, parecendo que algo de ruim iria acontecer. parece que eu presentia isso.
Quando eu iria tentar perguntar como ele teria feito aquela cicatriz no onbro esquedo, o sinal toca e quando isso acontece e porque algem vai vir nos adotar. Eu torcia para que não levasse meu amigo.
Fui para sala e la todos do orfanato já estvam todos de pé para que os futoros pais de algem dai os izaminasem. Eu e Nicolay fomos os ultimos a chegar.
–Como sempre o esquisito esta chegando agora.-Escutei algem susurrando baixinho.Nesse momento fique um pouco de duvida se estava falando de mim ou do Nicolay mas com certeza queria arebentar a cara dessa pessoa.
Depois de uns 30 segundo cehga um homem alto de gravata e terno pela porta da frente no momento exato vejo o Nicolay se encolher um pouco, fiquei um pouco com medo do homem. Sua pele branca como neve, cabelo grizalho e olhos pretos. A pretora veio logo atraz dele -Esse são nossos garotos, todos muito educado e comportados.
Ele passou o olho por todos e focou exatamente em mim, ele veio andando em minha direção e colocou o dedo no meu nariz.-Qual o nome desse garoto?- sua voz era muito rouca.
–Este e o...o....o....- A pertora não sabia meu nome.
–Leon.-respondi.
–Irei levar ele- Ele disse parecendo que eu era um boneco ou algo de tipo. Mas ai que me toquei que eu que iria embora, que nunca mais iria voltar a esse orfanato, por um momento fiquei um pouco feliz mas ai lembrei que iria deixar meu amigo.
–Mas...mas...- tentei dizer que não queria ir mas a voz não saia.
–Mas nada, va arrumar suas coisa.-eu não queria mas eira o jeito não poderia fazer nada.
Subi as escadas correndo e fui direto pro quarto, deitei na cama e fique ali sem acreditar.
–Arrume suas coisas, Leon.-Nicolay estava na porta com lagrimas nos olhos. O não, agora que eu não queria ir mesmo. ão aguento quando as outras pessoas choram por mim.Mas fui forte e arrumei minhas coisas desci as escadas de cabeça erguida.
–Venha garoto-Disse o homem com uma voz angelical. Estranhei pois até agora a pouco sua foz era rouca.Ele colocou o braço e cima do meu ombro, sau mão era gelada igual neve.Seu braço era confortavel, até pensei que morrar com ele não seria assim tão ruim.Ele me guiou ate a saida da casa com muita pressa. Seu carro ele muito bonito, não sei o nome pois não sei muito sobre carro, ele abriu a porta de traza para mim entrar, nesse sexato momento olho para traz e vejo Nicolay empurando a pretora e ela caindo no chão. Quando olho com um foco maior ele estava com uma especie de espada em punho, olho pro lado e vejo o homem se transformando em um monstros.
Primeiramente ele esticou ficou mais ou menos a 02,30 metros de altura, e derrepende cresce tentaculos que arrastavam ao chão, antes que ele pudesse transformar outra parte do corpo Nicolay o acertou a cabeça com a espada, um liquido azul florecente escorreu, o monstros ficou um pouco estatico e derepente ele atravessa o tentaculo no peito de Nicolay, o monstros vira um montinho de pó logo depois.
–Nicolay, não...não morra... Calma.- eu estava um pouco paralizado e assuntado.-Pretora me ajude- Mas parecia que ela nem via isso ela simplesmente entrou de novo para a casa.
–Leon, pege essa espada e va para o santuario.- A voz dele ja estava distante eu sabia que logo ele iria morrer.
–Mas...Mas eu não sei onde fica esse tal santuario.-Derepente comessou a chover, e o olho dele comessou a se fechar.Pela primeira vez eu chorei.
Pegei a espada no seu punho gelado, no momento em que eu a toco ela sai uma pequena esfera de luz uma luz vervelha e bem radiante. Eu a sigo com lagrimas nos olhos, e sei que minha vida dai para frente nunca sera a mesma, mas isso e meu destino
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