Sangue Negro
11 Capítulo 10
Notas iniciais
[...]
Já havia se passado 4 semana que lissara foi trancada, ninguém a visitou mais, só luk que uma vez conseguiu despistar os guardas e dar comida a lissara e lhe contou que Dimitri havia deixado o reino, já devia ter se passado umas 2 semanas desde que isso ocorreu.
Tinha alguém descendo as escadas, Lissara sabia a falta de sangue deixava seus instintos apurados.
–Lis, sou eu luk!- Ele andou ate mim na cela — Dimitri voltou e mandou que nos a levássemos para o jantar.-
–Não posso luk-
–Por que lis? É sua chance de se alimentar- ele abriu a cela.
–Luk minha sede esta alta posso termina te machucando!-
–Sei que não vai Lis confio em você, vamos!- Luk foi ate Lissara e a puxou para fora, a levou com cuidado ate o quarto que a teria sido designada na primeira vez, lá teria roupas e sapatos. Apesar de que luk achou que nem um iria caber mais em lissara de tão magra, mas mesmo tão magra seu corpo se mantinha esbelto.
–Preciso mesmo me arrumar Luk?- O olhei da porta do quarto.
–Sim lis!-
Dessa vez Lissara usou o vestido como estava no guarda roupa colocou o salto e pela primeira vez desde que foi presa se olhou no espelho, nada estava diferente apenas seus olhos mais fundos mas isso pouco aparecia, então seu feitiço realmente estava funcionando mesmo com a falta de sangue.
–Vamos luk- Ele a acompanhou ate a entrada da sala de jantar e de lá a deixou seguir sozinha. Lissara logo entrou silenciosamente na sala.
–Boa noite Lissara- Ele se virou e ficou em choque por um momento, mas logo voltou ao normal.
–Você pode ser poderoso, mas não mais que meus feitiços Dimitri, como consegue me achar quando ninguém mais pode?-
–Já começa a noite com perguntas, minha cara?- Ele estava atrás dela com as mãos em seus ombros e seus olhos em seu pescoço. -Eu sei qualquer lugar que você esteja. — Lissara estremeceu não esperava ninguém próximo dela, seus caninos se alongaram e ela se viu com uma sede incontrolável, mas não uma sede de sangue normal sede do sangue do Dimitri.–Sai de perto de mim- Suas palavras saíram cortadas e isso vez com que Dimitri a agarrasse mais.
–Está com fome? É linda até com fome, como pode!- Dimitri a virou, suas mãos a seguraram pela cintura. -Tome de mim Lissara.-
–Não estou com sede- sua voz estava fraca sem domínio algum.
–Não brinque comigo, minha cara, eu posso sentir sua fome e sei que ficou sem alimento algum por esse tempo que estive fora-
–Quem lhe garante?- Lissara tentou empurrá-lo, mas fracassou.
–Eu garanto que ninguém ousaria lhe tocar e se tocasse e saberia!-
–Então você está mal informado Dimitri.-
–Não tente me enganar Lissara, isso e inútil!- Dimitri a soltou e foi ate a mesa. — sente e coma a vontade min kärlek-
–Não quero!-
Ele se sentou na ponta da mesa onde um rei sempre se posiciona.–min kärlek, sente-se logo! Eu sinto sua fome, seu medo, angustia e sede. Peço perdão por não poder lhe ajudar apesar de me doer muito-
–Como? Você me pede perdão? Por favor, Dimitri me explica o que acontece entre-nos?!- Lissara se sentou a mesa ao seu lado e pegou em sua mão. — por favor-
Quando percebeu não estava mais na cadeira e sim encostada na parede carreada por Dimitri e aos beijos. Eles se olharam fogo saiu dos olhos dos dois. Lissara viu realmente os olhos verdes que desconfiava ver. Ele parou de lhe beijar.–Não posso te explicar me desculpa!- Mesmo sem uma resposta Lissara não conseguiu parar seu corpo chamava Dimitri e sua mente buscava a dele buscava o prazer nele e sentia que ele buscava o mesmo. Lissara já estava sendo levantada e com as pernas em volta de Dimitri já havia jogado seu palito longe e seguia aos poucos desabotoando a camisa dele.
Dimitri estava louco de desejo, sua fera interna gritava o nome de Lissara seu desejo era louco. Dimitri segurava lissara pela bunda, já havia desamarrado um pouco do corset.
–Dimitri- Lissara chamou entre beijos — não aguento.-
–Beba, min kärlek- Dimitri forçou a cabeça de Lissara contra seu pescoço. E a sensação foi a melhor possível, uma chama de excitação invadiu Dimitri, Lissara sentiu o mesmo efeito, o sangue dele era como ela nunca havia sentido, era sangue antigo, sangue maravilhado de historias. Ate que saciou a fome de Lissara.
–Brigada- Sangue escoria da boca e escoria ate o vale entre seus seios que ainda estavam cobertos pelo corset.
Dimitri a beijou com tamanha violência que a deixou sem ar, ele a prensou entre ele e a parede, Lissara prendeu mais suas pernas em volta dele, e começou a passar a mão nela até a os seios e começou a limpar o risco de sangue de descia ate aquele vale.
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