Sangue Monstro
31 Descendência.
Notas iniciais
Quinta feira acordo na cama desmontável na casa de Alex, onde o menino logo joga alguma coisa falando que estava na hora de acordar. Quando chegamos à escola o boato de uma menina desaparecida já estava se espalhando. E mal chego ao meu armário e duas amigas da Vanessa aparecem dizendo que estavam tentando investigar por conta própria e me perguntam se eu a tinha visto. Sorri e neguei. Elas suspiraram como se tivessem acabado de perder a esperança de sua busca e começaram a falar com conheceram a loira, e um monte de coisa que não me interessava, até que aproveitei quando uma delas começou a chorar e foi consolada pela outra para seguir para a sala de aula, que estava vazia.
–Você esta atrasado. — Melanie apareceu falando e parou na porta.
–Umas meninas me pararam. Cadê todos?
–A nossa sala escolheu ajudar a arrumar o ginásio para uma festa beneficente de hoje à noite. É melhor que assistir aula. E Já estão todos lá.
–Pensei que você fosse do tipo que gostava de estudar. — Falei a seguindo pelo corredor.
–Nem todos os dias eu estou de bom humor para ficar parada.
Assim que chegamos joguei a mochila em um monte com as dos outros e Anne passou na minha frente carregando uma grande caixa. Na segunda vez que ela passou por mim, que fiquei parado no mesmo lugar só vendo os outros trabalharem, a garota jogou a caixa sobre mim e mandou segui-la para ajuda-la. Então fomos para o alto da arquibancada onde ela prendia alguns enfeites na parede, e às vezes usava seu poder escondido para levitar alguma coisa até um prego alto demais para ela, e eu desembaraçava alguma coisa felpuda e longa acomodado em um dos degraus.
–Roan eu posso perguntar uma coisa? — disse a ruiva se sentando ao meu lado depois de um tempo, concordei sem dar muita atenção. – Seguindo a logica do que Raphael conta sobre a nossa origem, os seus filhos seriam categoria A ou B?
Achei que fosse alguma coisa sobre a decoração que eu não teria uma resposta. Então a encarei pensando antes de dizer:
–Acho que os dois, ou mais baixo ainda ou um humano normal. — dei de ombros.
–Essa resposta não ajuda muito.
Ri da cara que ela fez. Ela estava realmente querendo saber.
–Não era minha intenção ajudar. Mas espera um pouco... -parei tudo que estava fazendo a encarando por alguns segundos. Sorri e tomei um folego. – As coisas dependem de quem eu escolheria. Se um puro escolhe um humano sem nenhum pouco do sangue os filhos deles podem ser de qualquer nível, exceto o A. Chegando a ser um mistério no que essa união resultará. Mas também existe possibilidade de encontrar alguém com alguma quantidade do sangue monstro e então, eu diria, que a possibilidades seriam melhores, do tipo dando a certeza que os filhos teriam um bom sangue, podendo ser de todas as categorias menos E ou F.
Depois que terminei de falar fiquei refletindo sobre as coisas que saíram da minha boca com um tom de certeza. Questionando de onde elas vieram e nas informações que trouxeram.
–Então é assim que pode surgir um novo A?- perguntou a ruiva.
–O quê? Não. -e a certeza com que eu falava a poucos segundos sumiu. — Acho que não... Eu não sei.
Anne estranhou e ficamos um tempo sem falar nada, pensando talvez.
–Então se você escolhesse o meu irmão, seria mais provável termos um B ou A?
–Seu irmão? -Estranhei. Ela assentiu e apontou direto para Damian no salão cheio de mesas que ele arrastava para suas posições. Ri do pensamento estranho dela. – Acho que a logica é quase essa, sim.
–Será que meu sobrinho seria ruivinho de olhos verde amarelados?
Agora ela começou a zoar, percebi pelo sorriso que ela deu enquanto fingia imaginar. E pensar no que ela disse estava me embrulhando o estomago, então me afastei dizendo que me matar para tentar esquecer o que ela estava falando e já voltava.
Passamos o resto do dia ocupados em arrumando aquele salão. E quando sai da biblioteca, já bem cansado de fazer tantas coisas, encontrei o grupo de Raphael reunido n afrente da escola com Tess no meio deles.
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