Sangue Maldito

38 Jogo de Dados


Notas iniciais
Primeiramente, quero avisar que vou fazer uma maratona Sangue Maldito. Hoje vou postar dois capítulos e nos dias que se seguirem até sexta serão postados um capitulo por dia. No sábado e no domingo vou postar dois capítulos com um intervalo de doze horas entre eles. E aí? Vocês estão felizes? E agora, vamos apresentar mais um capitulo repleto de sadismos e perversões da fanfiction Sangue Maldito! Aproveitem o show! ;3

Tora POV’s On

Acordei sentindo um leve latejar na parte interna da minha coxa acima da meia 7/8, abri meus olhos lentamente e olhei para baixo a fim de ver o que era. Fiquei estática encarando o Laito bebendo meu sangue, então foi ele que dormiu comigo?

— Por que você não esperou eu acordar para fazer isso, Laito-kun? – perguntei irritadinha. Sinceramente, ele podia ter pelo menos tido a decência de esperar eu acordar! Ah, espera aí! Pervertidos não têm decência!

— Porque eu não queria esperar nem um segundo para beber do seu sangue tão doce, Muchi-chan. – respondeu me dando um sorriso. Foi somente nessa hora que eu percebi que o Laito estava só com a bermuda do uniforme da escola, sem chapéu e sem camisa, fiquei boquiaberta encarando aquela maravilha a minha frente. Balancei a cabeça a fim de me recuperar.

— Pelo menos eu não acordei sozinha. – falei amargamente, enquanto me lembrava de todas as outras vezes que algum vampiro havia dormido comigo e eu havia acordado sozinha. Reparei que, até agora, o único que ainda estava lá quando eu acordava era o Laito, os outros simplesmente evaporavam.

— Você não gosta de acordar sozinha, Muchi-chan? – Laito perguntou enquanto engatinhava para ficar cara-a-cara comigo. Quando fez isso pude ter uma visão melhor da barriga linda dele, até fiquei sem ar com a visão.

— Não, não gosto. – sussurrei ainda vidrada no abdômen do Laito, de repente meus lábios ficaram secos e eu passei a língua para umedecê-los.

— Parece que você está gostando do que vê. – conjecturou, eu olhei para seu rosto que carregava um sorriso perverso. Pelas barbas do profeta! Como é que o Laito consegue ser tão sexy? Engoli em seco. – Vamos fazer um jogo, Muchi-chan? – Laito murmurou no meu ouvido. Eu estremeci.

— Que jogo? – perguntei meio ofegante. É impressão minha ou esse quarto está começando a ficar mais quente? Laito desapareceu e eu me sentei na cama confusa, olhei ao redor e ele não estava lá, então no momento seguinte ele estava sentado na minha frente. Tomei um enorme susto. – Quer me matar do coração? – gritei colocando a mão sobre o peito.

— Eu só fui buscar os dados, Muchi-chan. – respondeu com um sorriso travesso.

— Vai ser um jogo de dados?

— Sim, mas com algumas diferenças. – confirmou enquanto tirava dois dados de dentro de uma caixinha, eles eram verdes transparentes com a marcação dos números em branco.

— Que diferenças? – perguntei encarando os dados.

— Quem tirar o maior número pode pedir algo para quem perdeu. – respondeu sorrindo pervertidamente. Já vi que esse jogo vai ser uma loucura.

— Qualquer coisa? – questionei um pouco receosa, Laito apenas assentiu. – Por favor, não peça coisas muito pervertidas. – pedi apertando os lábios, ele deu uma risada.

— Vamos começar com pedidos mais... leves, ok? – falou tentando me tranquilizar, coisa que não estava dando certo.

— Certo, mas eu quero jogar primeiro. – concordei e depois estendi a mão para que Laito me desse os dados, ele me entregou e eu joguei. Um dado parou no número cinco e outro parou no número três, eu tinha tirado oito. Laito pegou os dados e jogou, os dois pararam no cinco, ou seja, ele ganhou com dois pontos de vantagem. – Que sorte a minha! – exclamei revoltada.

— Não fique assim, Muchi-chan, aprenda a perder! – Laito disse com ironia o que só me deixou mais irritada.

— Anda logo com esse pedido! – mandei com raiva, ele riu.

— Eu quero que você tire essa blusa. – disse rápido e objetivo, fiquei petrificada e olhei para a cara dele. Pensei que iriamos começar com pedidos leves, embora para o Laito esse fosse um pedido “leve”. Agradeci imensamente por não ter trocado a roupa pela camisola antes de dormir, o que significava que eu estava de sutiã. Tirei a blusa e joguei atrás de mim ficando com um conjunto de calcinha e sutiã verdes da mesma cor dos dados. Coincidência? Aposto que não! – É mesmo uma pena você estar de sutiã. – Laito lamentou-se.

— Seu tarado! Estava torcendo para ver meus seios, não é! – acusei irritada e peguei os dados jogando de qualquer jeito. Um dado caiu no dois e o outro caiu no quatro, estava na cara que eu iria perder essa também. Laito os jogou e tirou dois e dois. – Eu ganhei? Eu ganhei! – exclamei dando pulinhos ainda sentada.

— Pede logo, Muchi-chan! – Laito falou irritado.

— Não fique assim, Laito-kun, aprenda a perder! – citei-o com deboche, ele estreitou os olhos, mas carregava um sorriso de divertimento. Eu pensei um pouco e disse. – Eu quero tocar no seu abdômen. – pedi enquanto corava. De agora em diante eu não iria mais criticar o Laito, pois eu era tão pervertida quanto ele.

— Muchi-chan, você está pior que eu! – zombou rindo da minha cara, revirei os olhos impaciente. Laito aproximou o rosto bem perto do meu e sussurrou sedutoramente. – Está esperando o quê?

Eu corei intensamente e abaixei meus olhos para fitar aquele abdômen perfeito, estendi minhas mãos, completamente hipnotizada. Eu provavelmente estaria babando se minha boca não estivesse tão seca pela expectativa, finalmente cheguei ao meu destino e comecei a deslizar minhas mãos pelo peitoral e pela barriga do Laito. Eram frios, firmes e ainda assim parecia que eu estava tocando na mais pura seda, me deu vontade de beijar, porém não foi isso que eu pedi, por isso me contive.

Laito pigarreou me tirando do meu torpor e imediatamente eu retirei minhas mãos da barriga dele.

— Admita, Muchi-chan, você é tão depravada quanto qualquer um de nós! – Laito falou me olhando em desafio, eu sorri de canto e cheguei bem perto do ouvido dele.

— É, eu sou. – sussurrei do jeito mais sexy que consegui.

Tora POV’s Off

Laito POV’s On

Quando a Muchi-chan sussurrou no meu ouvido daquele jeito tão sedutor, que eu nem sequer imaginava que existia, fiquei tão excitado que não consegui me segurar e agarrei a cintura dela fazendo nossos corpos colarem.

— Você não devia ter me provocado, Muchi-chan! – murmurei com um tom cruel, mas ainda com um sorriso.

— Tente fazer eu me arrepender, La-i-to-kun! – desafiou passando os braços em volta do meu pescoço.

A forma como ela sussurrou meu nome pausadamente me fez perder a cabeça, eu não sei o que essa garota tinha, mas cada vez que ela fazia alguma coisa para provocar algum dos meus irmãos ela acabava me provocando indiretamente. A aura de desafio que emanava dela toda vez que fazia isso era única e me enlouquecia, no entanto melhor ainda seria quando eu quebrasse essa aura idiota e a fizesse implorar por mim, gritar meu nome, fizesse-a ficar insana.

Era minha vez de provoca-la.

Encostei meus lábios nos dela, mas não fiz mais do que isso e quando ela tentou me beijar eu me afastei, apenas deslizando meus dedos pela coluna dela que ficou toda arrepiada. Ela tentou me beijar novamente, porém eu a empurrei deitando-a na cama e segurei os pulsos dela.

— Você quer me beijar, Muchi-chan? – perguntei com um sorriso maligno, ela assentiu, parecia ofegante demais para falar. Aposto que ela já estava excitada. – Então implore! – mandei enquanto descia minha mão bem devagar pelo corpo dela até chegar em sua intimidade, a calcinha estava úmida pela sua excitação. – Implore! – ordenei apertando meus dedos no clitóris dela, por algum motivo ela ainda não havia me parado como das outras vezes. Muchi-chan cerrou os olhos e gemeu.

— Por favor, Laito-kun! – implorou suspirando meu nome. Ela não devia ter suspirado meu nome, ela não devia ter me excitado ainda mais. Agarrei os cabelos macios da Muchi-chan e a beijei ferozmente, ela segurou minha cintura com força enquanto explorava minha boca freneticamente com sua língua. Ela não tinha muita experiência em beijos, no entanto era isso que tornava tudo ainda mais divertido.

Movimentei a mão que estava na intimidade dela bem lentamente, ela gemeu na minha boca e começou a mexer os quadris. Desfiz o beijo para que ela pudesse respirar e mordi o pescoço dela, o sangue dela era tão delicioso, tão quente, tão doce. Deixava-me irritado saber que um dos melhores sangues que eu já provei era amaldiçoado.

— Laito-kun, isso é tortura! – Muchi-chan disse ofegante com a voz rouca de prazer, sorri levemente contra o pescoço dela e aumentei a velocidade dos movimentos da minha mão. – Ahhh! – gemeu cravando as unhas nas minhas costas.

— Os outros vão adorar saber o motivo do atraso de vocês!

Notas finais
Dados do Laito - http://k12.kn3.net/taringa/3/8/3/9/1/8//cadcris/2E9.jpg