Sangue Inocente - O Reencontro
7 Desconfiança
Notas iniciais
Até que enfim consegui terminar o capitulo.
Eu fiquei esse tempo todo sem postar porque, simplesmente não encontrava inspiração para continuar escrevendo essa fic. Eu até pensei em abandona-la, mas ela é meu xodó e não consegui fazer isso. Mas eu preciso de vocês para espantar esse pensamento de vez de minha cabeça, então não deixem de deixar Reviews quando lerem, isso me motiva muito.
*Antes*
– ALEXIA!!! — gritou Dean — ALEXIA!! — batia na porta sem se preocupar com a temperatura quente que havia ali.
– Para trás. — disse Sam se aproximando da porta com uma cadeira de ferro antiga.
Dean se enfiou em meio as chamas em busca da companheira de caça. Ao olhar para trás viu Sam nem se mover para ajudar o irmão na busca. O irmão mais velho ficou realmente puto pela atitude do irmão, mas não era momento de começar uma briga então, o caçador desceu as escadas. Depois de se esquivar de alguns pedaços de madeira caindo, o corpo de Alexia foi avistado caído no chão.
– Alex! — gritou Dean se aproximando da caçadora
O corpo da caçadora estava mole, porém ainda estava com pulso.
– SAMMY! ELA ESTA VIVA! PEÇA AJUDA!! — gritou Dean desesperado.
– Hã? Dean? — a voz rouca e falha de Alexia o chamou
– Sim sou eu.
– Temos que sair daqui. — disse em meio a tosse.
Dean se levantou e pegou Alexia no colo e foi se desviando das chamas até a saída.
– Está tudo bem, Alex. A ambulância já vai chegar. — disse Dean a tranquilizando.
*Agora*
O quarto estava escuro e silencioso, só se podia ouvir o barulho do monitor cardíaco que insistia em fazer "pips".
Alexia estava deitada naquela maca do hospital a 38 horas em estado instável e tomando medicamentos fortes devido a grande quantidade de fumaça que inalou ao ficar mais de 30 minutos no porão da casa de Scarllet, a bruxa, agora ex pelo fato de ter "evaporado" junto com os fantasmas das crianças.
Ao lado da cama de Alexia, havia uma pessoa no seu décimo sono, ele jurou que não iria dormir mas, pelo visto, não foi possível cumprir a promessa.
O peito de Dean sobia de descia e suas roupas se movia lentamente acompanhando sua respiração profunda e calma. O caçador não tinha saído daquele hospital desde que Alexia deu entrada e ele jurava para si mesmo que não sairia até que a mulher deitada na cama a sua frente se recuperasse e saísse junto com ele.
A porta do quarto se abriu lentamente e passos acompanhavam os "pips" da máquina.
– Dean. — sussurrou Sam no intuito de acordar seu irmão — Dean! — tornou ele cutucando o dorminhoco
– O que? — disse o caçador abrindo os olhos lentamente
– Você não disse que não iria dormir?
– Eu não sou você, Sam. Alias, quando foi a última vez que você dormiu?
– Sei lá. Er... eu trouxe café. — disse o irmão mais novo tentando desconversar
– Não tente mudar de assunto, Sammy. — disse Dean alcançando o copo descartável. — Tirando a parte que você não dorme a dias, tem mais coisas diferentes em você.
– Como...?
– Como você ir para o hotel logo após de uma vitima morrer, abrir uma cerveja e bebe-la como se nada tivesse acontecido. Você sempre se martirizava quando não conseguia salvar alguém e agora, depois de ver uma pessoa sendo morta, por um vacilo nosso, você vai para o hotel tomar umazinha.
– Você sempre disse que não dá pra salvar todo mundo, Dean.
– É. Mas isso não adiantava muito. E fora que, quando Alexia estava naquele porão inalando fumaça a mais de meia hora, você não se preocupou em resgata-la.
– Porque você já estava fazendo isso.
– Não, Sam. Existe uma diferença muito grande em "Ela já estava sendo socorrida" para "Eu não fiz nada para ajudar".
– Você esta querendo dizer que eu deixei Alexia no porão de propósito?
Dean se levantou da poltrona encarando seu irmão com uma fisionomia não muito agradável. Ele não estava acreditando no cinismo que Sam lhe apresentava.
– Não. Só estou falando que você não é o mesmo, Sam. Depois que você voltou, sei lá como, da jaula você não é mais o mesmo.
– Você não sabe o que eu passei lá, Dean.
– Tudo bem. Você deve ter comido o pão que o diabo amaçou, acredite, eu acredito nisso, mas isso não justifica suas atitudes, muitas vezes até desumanas.
Sam encarou Dean sem entender no que o irmão estava insinuando, ou talvez não quisesse continuar a conversa ou, ele até entendeu, mas ele não havia sentido nada com tudo aquilo que seu irmão acabara de falar.
– Meninos? — sussurrou Alexia tentando abrir os olhos — São vocês?
– Sim, somos nós. Você esta bem, Alex? — perguntou Dean indo em direção a cama onde a caçadora estava deitada.
– Acho que sim... só estou vendo meio embaçado e minha cabeça doí um pouco.
– Não se esforce muito. Eu vou chamar a enfermeira. — disse Sam e logo depois saiu do quarto.
Alexia piscava algumas vezes para tentar tirar o embaçado de seus olhos enquanto olhava ao seu redor. Ao ver que ela estava em uma cama de hospital e ligada a vários aparelhos, ela achou estranho e, por um momento, ela surtou.
– O que é isso? — disse ela tentando se levantar — Onde estamos?
– Se acalme, Alex — disse Dean se aproximando da caçadora — Nós estamos no hospital. Em Wausa. Você inalou muita fumaça e os médicos acharam conveniente te deixar em observação por 48 horas.
– Espera. Eu estou aqui a dois dias? — ela perguntou assustada
– Dois dias e meio, pra ser mais exato.
Alexia não havia entendido. Ela nunca ficou doente ou sofreu algum acidente em seu trabalho durante dois anos. Ha dois anos, Alexia tinha matado Adfur e se tornado uma coisa que ninguém havia intendido, somente ela, depois de várias pesquisas e acontecimentos, ela soube o que aquele ritual, que não tinha dado certo, resultou em seu organismo.
– Bom, vejamos como você está. — disse o médio logo depois de chegar ao quarto de Alexia. — Primeiro ele fez exames simples como medir a pressão, usar o tetoscópio em seu peito, visualizar sua retina, ouvidos e garganta. — Aparentemente ela está bem, mas vou ter que pedir exames para saber como está o estado do pulmão.
– Quando vou poder sair daqui? — Alexia perguntou ansiosa. A caçadora já não aquentava mais ficar deitada em uma cama e ligada a fios.
– Vamos com calma. Se os exames confirmarem o meu laudo, de que você já está recuperada, talvez amanhã bem cedo você já terá alta. — respondeu o médico com um sorriso simpático — Bom, agora vamos trazer a você comida de verdade. Não é tão fácil ser alimentada por tubinhos quando se é um mulherão. — concluiu o médico fazendo uma breve brincadeira e logo depois se retirando do quarto.
Alexia voltou a se encostar na cama, ela se sentia ótima e não via a necessidade de esperar para que uma máquina a diga isso. A caçadora caminhava com os olhos todas as quatro paredes do cubículo até que avistou Dean sentado na poltrona de couro a encarando.
– Você perece péssimo. — comentou ela
– Não é tão fácil ficar dois dias sem dormir direito. — respondeu Dean dando de ombros
– E porque não é?
– O que? Você acha que essa poltrona é confortável?
– Você ficou aqui durante todo esse tempo? — perguntou Alexia impressionada
– Alguém precisava ficar para te fazer companhia. Normas do hospital. E como, tecnicamente eu sou seu... namorado, eu tive que ficar.
– Que história é essa de namorado?
– Eu tive que preencher uma ficha, e para a parte burocrática não embaçar muito, tive que colocar que você é minha "parceira conjugal." — concluiu Dean
– Esta explicado... A propósito, obrigada por ter me tirado daquele lugar. Sinto que se eu ficasse mais tempo naquele sótão, iria morrer.
– Não há de que. — respondeu o caçador com um sorriso simpático.
O silêncio tomou conta do quarto logo depois dessa conversa breve e um tanto vergonhosa para ambos, mas assim que a porta do quarto foi aberta e Sam a atravessou todo animado, foi impossível continuar em silêncio.
– Dean! Posso conversar com você em particular? — disse Sam animado
– Claro. — respondeu Dean se levantando — Eu já venho — continuou ele para Alexia e seguiu Sam até o corredor — O que foi? — perguntou ele
– Bobby ligou. Temo um caso novo.
– O que? Como podem pensar em um caso agora, temos que esperar Alex levar alta.
– Qual é, Dean? Ela já esta bem. O médico não disse que amanhã ela receberá alta?
– Sim... — respondeu o loiro pensativo
– Pois então! Vamos! É bem interessante. — continuou Sam com a mesma animação fazendo com que Dean continuasse com sua suspeita.
– Não dá. Tenho que ficar aqui. Vá você — Dean disse e se virou no intuito de voltar para o quarto
– Como assim? Vai me deixar ir sozinho?
– Amanhã eu te encontro lá. — concluiu e entrou.
Sam não estranhou muito, não disse nada, nem pensou em questionar, apenas se virou de costas e seguiu pelo corredor até a saída do hospital.
Dean havia entrado no quarto, com uma cara nada satisfatória, e voltou a se sentar na poltrona. Alexia tinha capitado a tenção em Dean e perguntou:
– O que foi?
– Nada... Apenas Sam sendo outro Sam. — respondeu ele
– Como assim?
– Nada..
– Me conta! — ordenou
– Ele encontrou outro caso.
– E o que está fazendo aqui? Não vai com ele? — Alex perguntou incrédula
– Não posso. Tenho que ficar aqui.
– Ah, qual é. Não acredito que vai deixar a ação para trás para fazer companhia a uma doente.
– Pois é... eu vou.
Dean se levantou e andou até a jarra de água em cima de uma mesinha do outro lado do quarto.
– Não vai não. — Alexia disse num tom autoritário — Eu estou bem. Eu me sinto bem. — ela se sentou na cama com um sorriso aberto nos lábios tentando passar confiança no que estava dizendo. — Não vou deixar você aqui e perder um novo caso para ficar aqui, ainda mais longe de seu irmão.
– Talvez seja por isso que eu quero ficar aqui.
– Como assim?
– Sam não é mais o mesmo. Ele está mudado.
– Tipo...? — Alexia encorajou Dean para que continuasse a história.
O caçador contou tudo o que havia acontecido depois de Alexia ter ido embora.
A batalha do apocalipse, Sam na jaula com Lúcifer e Miguel, a vida normal e pacata que tinha levado durante um ano e a volta de seu irmão totalmente mudado.
– Ele não é mais o mesmo, Alex. Suas atitudes mudaram, a forma que ele pensa e até a forma de falar mudou.
– Pudera né, Dean. Ele voltou do inferno depois de um ano inteirinho trancado em um lugar com Lúcifer e Miguel discutindo e, eu não duvido que, descontando tudo em Sam. É normal ele estar assim.
– Tem rasão. Talvez eu esteja destorcendo as coisas. — o caçador de deu por vencido.
– E ai, ainda vai ficar aqui fazendo companhia para uma marmanja, ou vai para a parte mais interessante de sua vida? — Alexia perguntou sorridente já esperando uma resposta positiva logo depois de ver um pequeno sorriso do homem a sua frente.
– Tudo bem, eu vou. Mas assim que os exames ficarem prontos você me liga, está bem? — propôs o caçador
– OK, trato feito. Agora vá logo. Ainda dá tempo de encontrar com Sam no hotel.
-0-
O sol de punha no horizonte bem a frente do carro preto em alta velocidade por uma estrada secundária rumo a Sioux Falls, Dakota do Sul, lar de um caçador bem conhecido dos irmãos Winchesters.
Dean havia ligado para Bobby para que o velho passasse os detalhes do novo caso que havia falado, mas a unica coisa que o caçador barbudo disse foi: "Mecham esses traseiros musculosos até aqui. É uma longa história.", e assim os irmãos fizeram.
– Não acredito que Bobby nos fez dirigirmos mais de 400 milhas sem parar. — comentou Dean
– Deve ser muito complicado mesmo para ele exigir nos explicar pessoalmente — defendeu Sam
– Espero que valha a pena...
– Em falar nisso, você não me disse por que mudou de ideia de não vir comigo. disse Sam encarando o irmão
– Alexia disse que não havia necessidade de ficar com ela lá, porque já se sentia melhor.
– Você não acha estranho? — Sam se acomodou no banco do carro
– O que?
– Ela aparecer assim, do nada? Sem ao menos dizer onde estava, o que estava fazendo...
– Ela disse que estava caçando, Sam. Ela é uma caçadora, é isso que os caçadores fazem.
– Duvido. — disse Sam
– Por que?
– Qual é, Dean? Ela some por um pouco mais de um ano, logo depois de matar um demônio de primeiro escalão como se ele fosse um rato, porque havia anjos atras dela por cauda de uns "supostos poderes" que ela tinha, e agora volta, assim quem mais nem menos. Alguma coisa tem.
– Até que você tem rasão — concordou Dean logo apos entortar um pouco os lábios para baixo.
– Na próxima vez que nós a encontra-la, vamos ter que fazer algumas perguntas. — concluiu Sam e Dean concordou com seu irmão.
Sam tinha plantado uma pulga atras da orelha de seu irmão que não parou de pensar um só segundo em Alexia e no que ela havia falado
" ...Ele voltou do inferno depois de um ano inteirinho trancado em um lugar com Lúcifer e Miguel discutindo e, eu não duvido que, descontando tudo em Sam. É normal ele estar assim."
– Sammy. — chamou Dean
– O que? — respondeu ele olhando para seu irmão.
– Me desculpe.
– Como é? — perguntou Sam surpreso
– Pelo o que eu disse no hospital. Você tem o direito de não ser mais o mesmo, não depois de ter passado um ano como colega de quarto de Miguel e Satã...
– Tudo bem, Dean. — disse Sam olhando para a estrada a sua frente.
-0-
– Vamos logo ao assunto. Qual é o da vez? — perguntou Dean tomando mais um gole de cerveja
– O caso é bem complicado. — começou Bobby sentando á sua mesa de madeira lotada de livros — Um caçador, conhecido meu, havia pegado um caso na cidade de Ashland, onde uma mulher, havia matado seu marido, de uma hora para outra. Ele começou a investigar o caso, mas teve que deixar a cidade pois a xerife não foi muito com a cara dele. Bom, ele me ligou, disse tudo o que tinha descoberto e pediu para que eu achasse algum caçador disponível, e pelo que eu sei, vocês estavam de bobeira.
– Não exatamente. — Dean se manifestou
– Vocês não estavam "coçando"? — perguntou o velho inclinando seu corpo em direção ao irmão mais velho
– Não. Nós estávamos no hospital... com Alexia.
– Como? Alex estava com vocês? Desde quando? — perguntou Bobby agitado
– Ah uns três ou quatro dias, mais ou menos. Ela tinha pegado o mesmo caso que nós e acabou se dando mal no final. Ela ficou internada por dois dias.
– E porque não me avisaram?
– Não queríamos te incomodar. — disse Sam
– E já estava tudo sobre controle. — dessa vez foi Dean que defendeu.
– Hum, sei... Da próxima vez, se alguem for parar no hospital, seja por uma perna ou por um mindinho quebrado, eu quero ficar sabendo. E...
Bobby foi interrompido por batidas na porta da frente.
– Esta esperando alguém? — perguntou Sam
– Não... — respondeu Bobby se levantando e indo em direção a porta da frente.
Dean também se levantou e foi até a janela e, olhando para fora, ele avista um Dodge Charger 1968 vermelho parado em frente a casa
– Quem é? — perguntou Sam a seu irmão
– É a Alexia. — ele respondeu indo em direção a porta da frente
Bobby tinha uma espingarda numa das mãos e a outra usava para girar a maçaneta, mas assim que abriu a porta, a arma não foi necessária.
– Hei! Aponta essa coisa para lá! — disse Alexia com as mãos para cima
– Alex! — disse o velho
– Hei, Bobby! — disse ela sorridente.
O caçador abaixou a arma assim que Alexia se aproximou dele e com um abraço forte e, cheio de saudades, eles se cumprimentaram.
– Por onde esteve? — perguntou Bobby após afastar Alexia para vê-la melhor.
– Caçando. — ela respondeu.
– É sobre isso que temos que conversar. — disse Dean atrás de Bobby
-0-
Bobby, Dean e Sam, estavam os três sentados no enorme sofá da sala da casa de Bobby enquanto Alexia se acomodava num dos quartos da casa, e assim que a caçadora desceu as escadas, foi ai que o interrogatório começou.
– Você recebeu alta do hospital? — perguntou Dean
– Não. — ela respondeu se sentando numa das poltronas da sala
– E por que você esta aqui ao invés de estar lá? — tornou Dean
– Eu estou melhor. Não precisava esperar por uma máquina para me dizer isso. — disse Alexia retirando sua jaqueta de couro, revelando as varias tatuagens de símbolos em todo o braço direito.
– O que são essas tatuagens? — perguntou Dean interessado, ele era louco por mulheres tatuadas
– São símbolos de várias religiões. Uns são para proteção, outros para criaturas não localizar sem ser que eu queira.
– Enoquiano? — perguntou Sam
– Não exatamente. — ela respondeu
– Por onde esteve, Alex? — perguntou Bobby apreensivo
– Caçando, eu já disse.
– Caçado? O que? — perguntou Dean
– Ora, vampiros, wendigos, metamorfos, fantasmas. Tudo isso existe sabia? — Alexia debochou
– A questão é, como você os matou? — perguntou Sam
– Intendi. — disse Alexia após soltar uma risada forçada — Vocês querem saber se aquele papo de "meu sangue conter o poder de Lúcifer quando ele era um querubim" afetou minha vida e seu os uso, certo? — ela perguntou e todos não desgrudaram os olhos dela a levando uma responta positiva — A resposta é não. Eu não uso esses tais poderes. Na verdade eu nem sei se é verdade que eles exitem mesmo. Eu nunca senti nada. Agora vamos parar com esse interrogatório, estou morrendo de fome. A comida daquele hospital é horrível.
Logo depois do jantar, os caçadores se reuniram novamente na sala para saberem um pouco mais sobre o novo caso.
– A esposa apunhalou seu marido com uma tesoura? — perguntou Dean perplexo
– Acho que foi a primeira coisa que ela encontrou. — comentou Bobby
– E porque ela mataria o próprio marido? disse Alexia incrédula — Ela esta viva?
– Sim. Esta presa numa penitenciaria feminina no estado de Oregon. — respondeu Bobby
– OREGON? — Dean se manifestou — Fica a mais de 24 horas daqui!
– Acho melhor vocês passarem a noite aqui e partirem amanhã de manhã — sugeriu Bobby
– Por mim tudo bem. — disse Alexia animada ao pensar que teria outro caso
– Você quer ir com eles? — perguntou Bobby indignado
– Sim, por que não? Não perco ação por nada.
– Por mim tudo bem — disse Sam sorrindo para Alexia
– Então vamos descansar. Partiremos assim que amanhecer. — disse Dean
– Sim, senhor. — brincou Alex — Bom, vou subir. Tomar um banho. Onde tem toalhas limpas, Bobby?
– Lá em cima, no armário de madeira no corredor.
– Ótimo. Até mais tarde, rapazes. — a caçadora se despediu
– Até — todos responderam vendo-a de costas.
Bobby encarou os irmãos e com a face séria disse:
– Fiquem de olho nela.
-0-
A água percorria todo o corpo nu de Alexia Green a relaxando, mas seu pensamento era distante. Esses últimos anos não foram nada fáceis para a caçadora, as cicatrizes, feitas com algum objeto cortante, eram a prova disso. O que será que aconteceu com Alexia durante todo esse tem? Ela apenas caçou, como havia relatado as Winchesters e a Bobby? Suas marcas dizem que não.
Notas finais
Próximo capitulo começaremos a desvendar o novo caso, que está incrível, diga-se de passagem.
Obrigada por lerem, e HORA DO REVIEW!!
Fale com o autor