Sangue Frio
2 Capítulo I
Notas iniciais
Amy tinha feito 18 anos recentemente e agora trabalhava de garçonete em um tipíco bar de Sangue Frio, mas era um emprego temporário ela queria garantir o dinheiro para ir a cidade grande: A capital. Ela e Mia sua melhor amigas quase irmã vivem em um pequeno apartamento próximo a prefeitura de da cidade.
– Amy Licht, acorde! – Gritou Mia – Já está na hora, vamos trabalhar, vem preguiçosa!
– Deixa eu dormir mais, só uns cinco minutinhos. – Respondeu Amy
– Eu não sou sua mãe, eu sou imune a isso, vai perder um dia de salário.
– Está bem. – Falou Amy sonolenta
– Você não é mais uma adolescente esqueceu tens dezoito anos agora igual a mim.
Hoje serie mais um dia comum na vida de Amy, ou talvez não.
Ao chegar ao trabalho e vestir seu uniforme, avista um homem que nunca tinha visto na cidade e para quem mora em uma cidade pequena é sempre uma novidade. Era um rapaz, moreno, alto e bem vestido mais algo a encomendava assim que ele entrou ela teve um calafrio.
Amy não sabia quem era aquele homem, só sabia que não era um homem comum.
– Olá, poderia me dar um copo de café. – Disse o homem misterioso.
– São Cinco pratas. – Respondeu Amy
– Eu não te conheço de algum lugar não? – Perguntou Amy
– Acho que não – Falou ele meio desconfiado que ela soubesse de algo mais do que devia. – Sou novo aqui na cidade, sou da capital, meu nome é Christopher e o seu?
– Amy.
– Amy, ouvi dizer que vai ter uma comemoração na cidade, você soube?
– Claro. As notícias voam em um pequena cidade como Sangue Frio, será o baile de Inverno.
– Você gostaria de ir comigo? – Perguntou Christopher
– Não, Obrigada. – Disse Amy – Eu não vou a esses bailes dessa cidade, acho patético.
– Caso mudar de ideia, eu estou na pensão da Sra. Halow.
– Aqui tome seu Café. – Desconversou.
– Obrigado.
E Christopher pagou seu café e foi embora do bar, neste momento Mia sai da cozinha e percebe o que aconteceu.
– Quem era ele, Amy? – Disse Mia
– Um cliente.
– Claro que era um cliente, você pegou o número dele? Ele te chamou pra sair?
– Não! – Mentiu – Quer dizer ele chamou mais eu não aceitei.
– Desencana Licht, você está encalhando visse.
– Ei! Eu estou aqui ainda, OK?
– E eu nem conhecia ele, não sei de onde ele é, Qual sua intensões, pode ser um psicopata assassino de ruivas!
– Você está ficando louca e não me avisou?
Amy estava certa em desconfiar, mas errada ele não era um psicopata assassino de ruivas e sim algo muito pior, que ela nunca iria imaginar ou iria?
– Ele era estranho, não era como os outros homens. – Disse Amy
– Sim, mas qual nome dele?
– Christopher.
– Então ele te chamou pra sair e ir aonde? – Perguntou Mia
– Isso não hora pra fuxicar e sim de trabalhar – Falou raivoso marcus.
Amy falou sem voz para Mia ler seus lábios P-A-R-A-O-B-A-I-LE.
– PARA O BAILE! – Gritou Mia
– Sim, mas eu não vou isso é para adolescentes.
O tempo passou e do dia se fora e Amy e Mia foram para casa. Mia queria que Amy se divertisse mais e arranjasse alguém pra namorar. Já que Amy sempre se privou disso.
Amy não queria ir ao baile era um evento que ela não gostava, mas tinha um motivo maior em não gostar de bailes principalmente o baile de Inverno de Sangue Frio, toda a cidade o espera e presenciava.
Os pais de Amy, Albert e Margaret Licht, morreram no primeiro baile de inverno deles na cidade e deixou Amy órfã aos três anos.
A verdadeira causa da morte nunca foi realmente concluída, a polícia local afirmou que foi ataque de Animais mas Amy sabia que não era verdade ou suspeitava. Desde de então nunca frequentou os bailes e não seria agora que iria mudar de ideia.
Mas não pode negar que não se sentiu balançada por Christopher.
Estava tudo normal na cidade a mesma rotina de sempre. Faltavam dois dias para o esperado e tradicional baile de inverno de Sangue Frio, Mia queria que saísse com o Chris já que ela nunca sai.
Mas Amy estava decidida a nunca comparecer a este evento, ela ainda era traumatizada com tudo isso.
– Porque você não quer ir Amy? – Perguntou Mia
– Eu já falei que não gosto! – Irritou-se Amy
– Porque Hein?
– Ah se eu já falei que não vou, não vou.
– Tem alguma coisa a ver com seus pais? – Disse Mia. – Amy, isso já faz bastante tempo, esqueça.
Ela não respondeu mas Mia percebeu que sim, ela não queria ir por causa da morte dos seus pais.
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