“Desculpe-me, Caleb… Eu podia ter lhe mandado para a morte… Jamais me perdoaria.”

“Está tudo bem.”

“Não!” Lágrimas voltaram a frutescer em seus olhos. “O homem cujo sangue você derramou… O homem cujo sangue eu fiz você derramar… É o mesmo homem que lhe…”

“Mãe.” Caleb segurou seu rosto com carinho. “Eu sei. E eu não lamento. Os Espíritos podem julgar meu crime com toda sua fúria. Ainda assim, terá valido a pena.”

Filhos herdam o sangue, as virtudes e os pecados de seus pais, e os Espíritos desprezam o horror do patricídio.

Mas Caleb renunciava àquele sangue com prazer.