Fatima e Samir estavam na forja clandestina de Josar. Fatima tinha um brasão de ouro nas mãos, a primeira coisa que tinha roubado.

“Pode transformar em uma lâmina?”

“Numa pequena, talvez, mas não será muito útil”, disse Josar, com a galra rouca dos vapores da forja. “Ouro é macio.”

“Então pode usá-la no fio de uma lâmina comum?”

“Aye, madame. Vai participar da corrida também?”

Havia uma disputa não verbalizada entre cada um dos ladrões. Quem matasse o general conquistaria a liderança de Tír-eg-nÓn. Tinham cansado de sua temperança. Mas o destino exigia um único rumo que ninguém roubaria dela.