Sangue
1 Portas do passado
Tão inevitavelmente destruída
Desconhecida se pela dor
Ou o descanso negado ao coração e ao espírito
O entorpecimento consome...
Tão logo como a agonia
E através dos olhos onde escorrem
A dor e a pergunta reprimida
Por quê?
A redução perante o mundo
As facas que cortam ao sair do refúgio
Por favor, deixe-me morrer
E abrandar aquilo que não deveria sentir
Com o pesar dos olhos
Onde a seca já penetrou
Gigantes paredes foram inconscientemente construídas
Não me deixe sozinha
Naqueles olhos de nunca mais...
A solidão no meio de muitos
Ao sentir a força esvair das veias
Eu não quero estar morta
Mas também não quero estar viva
Na barreira dos olhos
Onde morreu meu coração...
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