Samantha - Mika
13 Capítulo 13
. A festa!!!
Quando a noite chegou, nossos primeiros convidados veio com ela. A casa aos poucos foi lotando, e a música era realmente muito boa!!! Markus estava lindo de calça jeans, uma polo azul e um tênis da red nose, já eu estava com um vestido azul marinho tomara que caia e um allstar cor de jeans. Em minutos a nossa festa já estava bombando, pessoas conhecidas e desconhecidas povoaram a casa toda, amigos de amigos vinheram acompanhado, tranzendo com sigo barrigas e ouvidos famintos. Depois nós vampiros que eramos os animais, me assustei com tantos loucos, bebidas espalhadas pela casa, salgados e carne pelo chão, sexo em meio aos corredores e escadas, aquilo era uma verdadeira selva, apesar do meu espanto todos em minha volta se divertiam como se tudo a nossa volta fizesse parte de um \"contexto\", fosse tudo esperado, plasticos cobrindo o chão imperdem que os liquidos alcólicos caiam no chão, paredes cobertas, me fez perceber que aquilo era esperado, mobilha escondida, não para dar-lhes espaço pra dançar, mas sim para não serem quebrados. A música inspira, solos de quitarra, batidas fortes que asseleravam o coração ajustando sua batida, lhe transformando em bonecos movidos pela música, a bebida te impede de se movimentar, apartir dai sua mente pervertida faz o resto, seu pesadelo toma conta de seu corpo, fazendo oque bem entende, você não desliga, ve a tudo como se fosse apenas um filme de terror, te trazia adrenalina, fantasias sexuais estremas, não esqueça a violencia. Sim, eu estava sentindo tudo isso, não me controlava, era estranho, aos poucos minha visão ia sedendo, vi a luz no fim do tuneo, e perto da escuridão, algo se enrroscou em minha cintura, me puchando pra fora da multidão com força. Em um ultimo suspiro olhei pra cima e vi o ultimo rosto, o de Brian.
Quando acordei, estava amarrada a uma cama de hospital, amordaçada como se tivesse sido condenada a tortura, o lugar era desconhecido, escuro, nada a minha volta a não ser um escuridão que me arrepiava, um luz forte se acendeu em cima ao meu rosto causando um segueira temporaria, via vultos em minha volta, ao meu redor ainda estava tudo apagado, tentava me comunicar em vão, em minha boca um gosto estremamente amargo, ruim, que logo depois associei ao meu sangue, uma mistura de todos os DNAs que eu ja havia tomado, uma voz estranhamente conhecida em minha mente, me perguntando onde estou. Markus estava com uma voz meia preocupada, na tentativa de me concentrar e responde-lo, escutei um barulho, não um barulho qualquer um barulho corporal, de respiração profunda. Minha atenção se voltou aos olhos castanhos avermelhados em minha frente, uma fisionomia masculina em minha frente, apenas sua sombra contornada pela luz vinda de suas costas, a luz em cima de mim já não estava acesa, a sombra de aproximava revelando um bisturi em sua mão, ao chegar perto dos meus braços na minha lateral, sussurrou:
-Vamos ver do que a princesinha é capaz...
Me acertando logo após com apenas um golpe em minha barriga, abrindo-a sem o menor esforço. Com uma rapidez sub-humana me golpeava com presisão, sentia meu sangue escorrer, uma pausa de formou em meio aos meus gritos abafados pelo pano amarrado em meus labios, sua língua se deliciou com meu sangue que deslizava em meu corpo despido, lagrimas corriam em meus rosto, se misturando com minha saliva no pano, a dor me impedia de pensar, a unica coisa que ficara em minha mente era a vontade de sair dali, pedaços eram arrancados do meu corpo sem piedade, dor e marcas eram oque ficava, meu corpo se regenerava, dando a oportunidade da \"sombra\" se diverti ainda mais comigo.
Apesar de eu não conseguir se comunicar direito com Markus, ele podia sentir minha dor, aquilo também o torturava e ele sabia que apenas ele poderia me salvar. E se ele não chegasse a tempo, meu agora fragil corpo poderia não resistir a tantos ferimentos, minha cabeça estava confusa, dividida entre saber onde eu estava, quem era a \"sombra\" e principalmente por que ele estava faZendo aquilo comigo. Estava claro que minha exitencia incomodava algo ou alguém, e eu presisa saber quem, mais antes de tuo teria que arranjar um jeito de fazer com que Markus chegasse até mim, procurei me consentrar em sua mente minha feridas se curariam com ou sem minha consentração nelas, meu corpo agora esta sozinho minha mente e meu corpo agora não estavam mais conectados, como seu eu tivesse acionado o \"piloto automatico\". Markus agora podia me sentir, e assim me rastrea, não só o meu cheiro mais a irradiante luz agora negra de minha alma.
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