Sam
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Quatro meses já se passaram desde a ultima vez que postei algo, e devo avisar que este capitulo extremamente curto é simplesmente para avisar que continuo viva e que eu vou continuar a história, principalmente agora que meu lindo computador voltou a cooperar com a dona dele e que meu bloqueio finalmente passou.
Espero realmente que continuem a acompanhar a história e tudo o mais porque senti muita falta de escrever ela e também de conversar -muito brevemente- com vocês pelos reviews.
Era isso, tenham uma boa leitura.
-O que aconteceu com ela? –perguntou Russel assim que abriu a porta, apontando para mim enquanto falava com Elliot.
Ao ouvir a pergunta do amigo, Lee logo apareceu ao seu lado na porta e a expressão em seu rosto não era das melhores.
Sorri para os garotos empurrando ambos os três para dentro do apartamento alheio enquanto pensava em um jeito de explicar toda aquela situação.
Sentamo-nos no sofá anormalmente grande disposto frente à TV e sem cerimonias me dirigi até a cozinha pegando um copo d’agua para Gray que parecia ainda não ter voltado totalmente a si enquanto tratava de explicar resumidamente o ocorrido.
Ao fim de minha curta narrativa as expressões dos garotos já haviam passado do estonteante ao incrédulo e temeroso.
Russel, o primeiro dos rapazes a realmente me avaliar e notar que o sangue todo não pertencia só ao tal garoto, de quem o nome eu nem sequer sabia, tratou logo de ir em busca de um kit de primeiros-socorros e eu pacientemente e muito a contra gosto me deixei ser cuidada por eles.
O dia passou sem mais problemas e logo já passava das nove, mal nos déramos conta do horário enquanto divertíamo-nos a jogar alguns jogos aleatórios no quarto de Elliot, a quem eu carinhosamente dei o apelido de L(Élli).
Abri a porta do apartamento sem fazer barulho e me dirigi até a cozinha pegando uma garrafa d’agua antes de subir e deixar sobre o cesto de roupas sujas minha camiseta enquanto olhava-me pela primeira vez no espelho desde a briga e via como caia-me bem a camisa emprestada por um dos garotos.
Ao me dirigir para o quarto notei a luz acesa por baixo da porta do quarto de Robbie e resolvi mais uma vez agradecer-lhe pelas calças.
Dei algumas batidas suaves na porta logo ouvi um “pode entrar”, sorri minimamente ao por a cabeça pela fresta da porta antes de abri-la mais e por fim adentrar realmente o ambiente.
Demorou alguns segundos até que ele visse os pequenos curativos espalhados pelo meu rosto e eu me senti envergonhada quando sua expressão se tornou preocupada.
Murmurei um “desculpe” olhando para baixo e decidi que contaria para ele todo o ocorrido afinal já havia lhe prometido contar o que iria fazer com os garotos quando voltasse.
Diferentemente dos outros três, Robbie levava a vida de modo mais igual ao meu e isso fez com que um sorriso brotasse em seu rosto ao fim da pequena narrativa enquanto ele passava o braço por meus ombros puxando-me para ele e beijava o topo de minha cabeça. –Então a pequena Owen é realmente um orgulho para nossa casa, já chegou botando ordem.
Rimos de leve enquanto nos deixávamos sentar sobre o colchão macio. -E o pior de tudo. –disse olhando para baixo- foi que ele manchou de sangue o seu presente.
Rob bagunçou meus cabelos, e com uma expressão despreocupada tratou de me acalmar e dizer que a mancha sairia durante a lavagem.
Conversamos animadamente durante mais algum tempo e logo já se passava das onze, o dia havia sido cheio e eu já podia ouvir a senhorita cama me chamando no outro quarto.
-Boa noite Rob. –sussurrei fracamente ao me dirigir para a porta.
-Boa noite Sammy. –respondeu de volta deitando-se.
Caminhei preguiçosamente até meu quarto e estranhei a ausência de minhas malas, e me surpreendi ao abrir o guarda-roupa e notar que ali se encontravam todas as minhas roupas dispostas por ordem de cor, tamanho, utilidade e, espantosamente, gosto particular.
-obrigada Robbie.
Peguei um de meus pijamas e logo tratei de me trocar indo direto para o conforto de minhas cobertas e só então observando o celular que continha varias mensagens não respondidas e ligações perdidas, amanhã eu respondo tudo, disse pra mim mesma antes de fechar os olhos e me deixar ser invadida pela sonolência.
-Boa noite Fuffly. –murmurei de modo incoerente, abraçando o coelho em meus braços antes de finalmente cair no profundo abismo que era o mundo dos sonhos.
Notas finais
Já estou trabalhando no próximo e.. Bem, ele não vai demorar mais quatro meses para sair, Otay?
Saudades de todos vocês,
Kissus ;*
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