Salvame

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Peço desculpá pela demora, mas consegui um tempinho para atualizar Salvame. Assim que sobrar mais um tempo irei responder os recados, que eu sempre leio, bjs e espero que vocês gostem e que continuem comentando,bjs. Quem quiser acompanhar também minhas outras duas ficções, abaixo está os links http://fanfiction.com.br/historia/604412/Surpresas_do_coracao/ http://fanfiction.com.br/historia/594369/Amor_e_odio/ Quero agradecer minha querida amiga Ana Julia Cavendish, que me presenteou pelas três capas das minhas ficções,bjs.

Finalmente consegui matricular Phoebe na escola, e o bom dessa escola é que o transporte busca em casa. Minha maior preocupação era essa, de ter que me ausentar para levar e buscar minha filha na escola. Mas a aula dela só começa amanhã, então hoje tenho que segurar minha filhinha e sua boca afiada o dia todo ao meu lado enquanto eu trabalho.

–Filha, você já tomou o seu café, o seu banho. Mas agora você vai pegar seu tablete e vai ficar jogando ou assistindo vídeos como você adora, enquanto mamãe trabalhar, ok?

–Ok mamãe.

–Princesa você vai ter que ficar quietinha e pertinho da mamãe a todo o momento, está me ouvindo?

Minha filha tem apenas três anos, mas tem um gênio forte e ainda é bem levada. Eu sempre tenho que medir minhas palavras e minhas ações em sua frente, por que uma das manias que ela tem e que começou ao me observar é de revirar os olhos quando algo não a agrada.

–Phoebe Rose Steele , eu já te disse para parar com essa mania de revirar os olhos, quando eu falo com você.

–Desculpa mamãe.

Fomos para a casa do senhor Grey. Que hoje percebi que quando a senhora Jones disse festa, omitiu alguns pontos importantes. Como orgias, já que a casa tinha camisinhas por todos os lados e até mesmo no quintal. E percebi também que são festas regadas a drogas. Não sei o que faz um homem lindo como ele e com um futuro brilhante no mundos dos negócios, fazer as coisas que faz, mas como muitos dizem, dinheiro não compra felicidade.

Entro na mansão e logo escuto o telefone da cozinha tocar, deve ser a senhora Jones

–Residência do senhor Grey, bom dia?

–Bom dia Ana.

–Bom dia senhora Jones, como vai?

–Se eu dissesse que estou bem, seria mentira Ana.

–Mas o que aconteceu? Posso ajudá-la em algo?

–Eu queria que você avisasse para o senhor Grey, que minha mãe piorou Ana e eu vou precisar passar um tempo com ela.

–Tudo bem senhora Jones, melhoras.

–Obrigada Ana. Eu sei que essa é sua primeira semana e que eu não deveria me ausentar, pois preciso te mostrar todo o serviço da casa, mas não tenho escolha.

–Tudo bem, não se preocupe eu darei o meu melhor, nesse tempo em que a senhora estará ausente.

–Agradeço Ana. Eu sei que não tivemos tempo de convivermos juntas, mas pude perceber que você não uma menina de desistir fácil das coisas.

–Com toda certeza senhora Jones. – pude perceber na senhora Jones, algo maternal. Não sei se ela tem filhos, mas se tiver sei que com certeza é uma ótima mãe.

–Ana, qualquer dúvida, meu número está anotado na geladeira, não excite em me ligar, bjs e espero quando voltar você ainda esteja ai.

–Com certeza estarei bjs.

Posso imaginar o motivo da senhora Jones está me dizendo que espera me encontrar quando ela voltar. Eu sei que o meu ambiente de trabalho e moradia a noite, não é lugar para criar uma criança, mas os benefícios são ótimos e eu sei que é difícil encontrar um emprego que pague bem como, e principalmente sem ser por indicação. Mas eu sentia a necessidade de não mais depender dos meus pais, eles já me ajudaram e muito quando eu engravidei e continuaram após o nascimento de Phoebe, e sei que se dependesse deles, nós duas ainda estaríamos morando com eles, mas chegou a hora deu dar um rumo em minha vida junto com minha filha. E vi essa oportunidade quando achei essa vaga nos classificados do jornal. E se entre muitas eu fui a escolhida, eu sei que esse é o meu primeiro passo para estabilizar minha vida, e começar minha faculdade.

O dia passou tranquilo, eu fui seguindo as ordens da senhora Jones, já que ela deixou tudo por escrito facilitando a minha vida um pouco. Mas no momento em que o porteiro interfonou dizendo que uma tal de Elena estava entrando, mas quem será essa tal de Elena?

Minha pergunta foi respondida quando a tal mulher entrou pela sala com seu ar de arrogância. Eu fingi que não vi o senhor Grey dormindo completamente nu, no meio de duas mulheres também nuas. E uma delas é essa que está aqui me olhando com cara de nojo e de cima a baixo. Eu que deveria está olhando para ela dessa forma, já que não fui eu que transei a 3 no tapete da sala.

–Boa tarde senhora, posso ajudá-la em alguma coisa?

–Quem é você?

–Sou a nova empregada, me chamo Anastasia.

–Pensei que a tal de Gail era a única a trabalhar aqui, mas isso não me interessa. Me sirva um martine.

Quem ela pensa que é? Eu sei que eu que deveria saber quem ela é, já que ela parece ser bem familiarizada com a casa como eu vi hoje de manhã. Mas não custava nada ser mais educada.

–Sim senhora. –mas a pergunta é, aonde eu pego esse martine?

Olho para Phoebe que está sentadinha no banquinho com seu tablete nas mãos e o fone no ouvido, então sei que se eu sair de perto dela, ela não vai senti que me afastei.

Saio andando pela casa atrás de algum tipo de bar. Até que encontro um no lugar que eu tenho certeza que seja o escritório do senhor Grey. Entro e pego o tal martine e saio para servir a tal mulher, mas quando eu estou saindo do escritório escuto o choro de Phoebe e saio disparada para a cozinha que foi o lugar em que a deixei. Mas quando chego perto vejo algo que me enfurece.

–Porra garota, eu já não disse para parar de chorar, quem é sua mãe? Se for a tal da emprega ela já está voltando.

–Eu quero minha mamãe, mamãe. — Phoebe me chamava em lágrimas perto da tal mulher que olhava com raiva para minha filha que é uma criança de apenas três anos.

–Calma senhora, ela só ficou assim, por que ainda não está acostumada com a casa e a ficar sem mim, não precisa trata-la mau, ela é só uma criança que tem apenas três anos de idade.

–Não me interessa, eu não sou obrigada a ficar ouvindo choros de crianças, se eu quisesse ouvir, teria tido filhos, coisa que eu nunca pretendo ter na vida. Agora me sirva e suma com essa garota chata da minha frente agora.

Nesse momento Phoebe estava em meu colo e com o rosto em meu pescoço chorando de soluçar, eu sei que minha filha está com medo da mulher, Até entendo, já que essa louca parece que vai nos matar a qualquer momento. Mas quando eu ia respondê-la a altura e sei que fazendo isso ira perder o meu emprego, pois nunca iria deixar ninguém destratar a minha filha assim, escuto uma voz grossa, que fez até Phoebe me abraçar com mais força, no intuito de se proteger.

–Posso saber o que você está fazendo aqui sem meu consentimento e ainda por cima destratando meus funcionários Elena?

Notas finais
Sei que vocês estão querendo me matar por ter parado na melhor parte, mas o cansaço está falando mais alto, bjs e até breve.