Salvame
13 Capítulo 13
Notas iniciais
Como a noite estava um pouco quente, optei por uma camisola curta preta de cetim com bojo rendado e uma calcinha de renda preta por baixo, dei banho em Phoebe e coloquei um baby doll cor de rosa com florzinha azuis nela, e após jantarmos deitamos para assistir tv, mas logo dormimos.
Escuto um barulho, mas estou com tanto sono que nem quis vê o que era então voltei a dormir. Sinto como se fosse uma mão alisando minhas pernas, vou abrindo os olhos aos poucos e vejo que Phoebe permanece dormindo ao meu lado na cama. Olho para baixo e meu coração quase sai pela boca ao avistar um homem por volta dos trinta anos com os cabelos negros e seus olhos da mesma cor, seu olhos transmitia um brilho perverso e seu sorriso me causou um arrepio ruim.
–Quem é você? — perguntei nervosa, pegando minha filha no colo, e a abracei para proteger desse homem que invadiu nossa casa.
–Calma delicia, eu vi a janela aberta e achei que a casa estava vazia e como vi você deitada toda exposta e com essa pele macia, eu não pude resistir.
Ele veio se arrastando na cama, e eu levantei correndo, mas ele foi mais rápido e me puxou pelos cabelos e com isso nós caímos sentadas no chão, Phoebe acordou no mesmo instante chorando, pois seu bracinho bateu na quina da mesa quando nós caímos. As lágrimas começaram a cair pelo meu rosto, pois estou temendo principalmente pela minha filha, mas de que lugar saiu esse homem que passou pelos seguranças se ser impedido?
–Corre filha, corre! — disse para Phoebe que levantou e tentou abrir a porta que estava fechada, ela chorava de soluçar.
–Corre para o banheiro pirralha, sua mamãe e eu teremos uma conversa a sós. — Phoebe se abaixou ao lado da porta e abraçou os próprios joelhos e continuava chorar olhando para mim.
O tal homem, abriu minhas pernas e sorriu maliciosamente ao vê minha calcinha, ele começou a colocar seu corpo sobre o meu e tentando segurar meus braços no alto da minha cabeça, eu tentei morder seu ombro, mas ele me deu uma bofetada no rosto, e nesse momento Phoebe se levantou e começou a puxar o cabelo do homem que tentava atacar minha boca.
–Solta a minha mamãe! — ela gritava e puxava o cabelo dele, mas ele sem pensar duas vezes, empurrou minha filha que caiu de bunda no chão e logo seu choro aumentou. Pedi forças a Deus, e em um momento de distração dele, consegui dá uma joelhada nele, que me soltou e deu um grito raivoso.
–Sua puta, desgraçada. Depois que eu te comer vou matar você e essa pirralha.
Quando eu levantei para pegar Phoebe, ele segurou meu pé, mas graça a Deus eu avistei um vaso de flores em cima da mesa, e sem pensar duas vezes, quebrei em sua cabeça, e no mesmo momento ele desmaiou. Peguei minha filha e tentei recuperar um pouco das minhas forças para sair dessa casa.
–Calma amor, está tudo bem agora, mamãe está aqui com você. — Phoebe me abraçou pelo pescoço enquanto continuava chorando de soluçar e posso sentir ela tremendo. Minhas lágrimas rolam no meu rosto, por medo do que iria acontecer com nós duas, por vê minha filha assustada desse jeito, e principalmente por ter vindo para Seattle. Meus pais tinham razão, eu não deveria ter me afastado deles, e eu me sinto culpada, pois se eu tivesse continuado viver com meus pais nós estaríamos bem e com segurança.
Vou em direção à mansão, e vejo pessoas deitadas no jardim, outras transando, alguns com garrafas de bebidas. Alguns homens começaram a mexer comigo, pois eu não tive tempo de colocar um robe. Mas percebi que se trata de mais uma festa do Sr. Grey, e isso me causa uma tremenda raiva, pois se ele não teme pela vida dele, eu temo pela vida da minha filha e a minha, então agora mesmo eu irei ir embora.
Procuro alguns dos seguranças, mas não vejo nenhum. Pelo que vejo qualquer um pode entrar na orgia do Grey. Prendo o rostinho de minha filha que continua chorando baixinho entre meu rosto, para que ela não veja nada do que está acontecendo ao nosso redor. Assim que entrei na sala, avistei Christian sentado no luxuoso sofá cinza com um copo de bebida nas mãos, em sua volta há pessoas se drogando e outras transando, e essa imagem me enoja. Vejo as duas mulheres que estavam dormindo com ele aqui nessa mesma sala, quando eu vim trabalhar aqui, a tal da Elena me olhou com nojo e eu tenho certeza que meu olhar para ela não foi diferente. Christian parece que está preso em seu mundo particular, pois ele está totalmente desligado sobre tudo o que está acontecendo em sua volta.
–Christian? — eu o chamei mais ele não me ouviu pela música alta, a tal da Elena revirou os olhos e começou a passar as mãos pelo peitoral de Christian, que no momento que afastou as mãos de Elena e a olhou com tedio, me viu e arregalou os olhos. Christian se levantou e veio em minha direção, ele olhou ao seu redor e quando nossos olhos se cruzaram, pude perceber que ele estava desesperado por eu está presenciando tudo isso.
–Ana, aqui não é lugar para você e nem para Phoebe, e por que está vestida apenas de camisola? — seu olhar passou por todo o meu corpo. Ele tentou me levar para o escritório, mas eu não fui.
–Por que eu fugir vestida desse jeito para que nada acontecesse nem com minha filha e eu. Pois um homem fora de si invadiu minha casa e tentou me estuprar. – consegui dizer com toda raiva que estou sentindo, Christian passou as mãos pelo cabelo de forma nervosa, e logo de um soco na mesa, fazendo Phoebe se agarrar ainda mais em mim.
–Ana me descul... – antes que ele continuasse eu lhe cortei.
–A única coisa que eu quero do senhor, é que peça para alguém me levar até minha casa para que eu possa buscar minha coisas, pois eu vou embora agora.
–NÃO!!! Ana, por favor, deixe-me explicar o que aconteceu, mas não vá embora?
–Eu não irei ficar aqui vendo você se mantando dia após dia, e também não irei junto. Eu tenho sonhos que quero que sejam realizados na minha vida, e eu vim para cá em busca de uma vida melhor, mas me arrependo amargamente, pois se eu tivesse escutado meus pais, nada disso estaria acontecendo agora. Em quanto a senhor, eu tenho muita pena, pois é um homem bom que está se matando aos poucos, e que acha que tudo que acontece na vida é o fim do mundo, então se essa é a vida que você quer, fique sozinho então, pois eu sei o que quero para minha filha e eu e por isso eu estou indo embora, adeus Christian.
Sai do escritório o deixando sozinho, e o pior que eu me sinto mal, por está desistindo de ajuda-lo, mas se ele não quer se ajudar, eu não posso ajuda-lo. Eu sei que não era para eu ter me envolvido dessa forma com o meu patrão, nós deveríamos manter a relação como qualquer patrão e funcionário, mas Christian passou a fazer parte tanto da minha vida, como na de Phoebe e eu não queria ter que deixa-lo sozinho aqui, mas nesse momento eu tenho que ser racional, pois eu sou e sempre serei apenas uma empregada dessa casa, e ele com certeza amanhã, já ira colocar outra em meu lugar.
–Ana, por favor, vamos conversar? — ele segurou meu braço me fazendo parar, eu olhei em seus olhos e minhas lágrimas começaram a cair novamente, seu olho estava de suplica. Nós estamos na sala.
–Não Christian, eu quero ir embora, por favor, minha filha não era nem para está no meio dessa sujeira toda. – ele passa as mãos pelos cabelos longos de Phoebe que levanta o rostinho e o olha. Os olhinhos da minha filha estão vermelhos, e lágrimas silenciosas ainda estão caindo de seus olhos.
–Me perdoa princesinha, eu farei de tudo para nunca mais vê essas lágrimas descendo pelos seus lindos olhinhos.
–O moço ruim me empurrou e eu cai no chão. – minha filha começou a chorar novamente com as lembranças do que aconteceu. Christian me surpreende ao pegar Phoebe de meu colo e a abraçar como se estivesse ninando para acalma-la.
–Vem Ana, vocês não estão em condições de sair daqui a agora, por favor, me escute antes de decidir se vai ir embora mesmo? — por um lado ele está certo.
Christian estava subindo com Phoebe ainda no colo os primeiros degraus da escada, quando escuto a morena que encontrei com ele dormindo na sala assim que cheguei. Ela sobe a escada e fica na frente de Christian, ao passar por mim, pude senti o seu cheiro de perfume barato misturado com cheiro de bebida alcoólica forte.
–Christian, para aonde você vai com essa empregadinha? A festa está maravilhosa. – a mulher me olha com desdém.
–Leila, eu não devo satisfações da minha vida para você. E não quero que se dirija dessa forma para com Anastasia. – Christian diz de forma ríspida.
–Mas Christian... – eu sabia que se ela abrisse a boca seria para me humilhar, e para não descontar nela a raiva que estou sentindo, e principalmente na frente da minha filha, eu prefiro me retirar em quanto é tempo.
– Vem com a mamãe filha? — passei na frente da tal da Leila e peguei minha filha do colo de Christian.
–Ana, vá para o meu quarto, me espere lá.
–Serio isso Christian? — eu fui subindo as escadas, mas vi Christian pegando a tal da Leila pelo braço e pude ouvir ele gritando.
– Eu espero assim que descer, não encontrar mais você aqui. E quero que todos me escutem, acabou a festa, eu dou dez minutos para vocês saírem da minha casa.
Eu entrei no quarto de Christian e tranquei a porta, leve Phoebe logo para tomar um banho, após dar banho na minha filha, deitei com ela na cama. Ela logo se aninhou a mim, e abaixou as alças da minha camisola e eu a amamentei. Todas as vezes que minha filha fica chorosa, ela sempre pede para mamar, e mesmo sabendo que amanhã ela vai completar quatro anos, eu adoro esse vinculo que temos uma com a outra, e me deixa mais do que feliz saber que apenas eu posso proporcionar esse momento a ela.
–Mamãe, não vai ter a minha festa amanhã por que vamo embora? — Phoebe perguntou tristinha.
–Filha, a mamãe ainda não sabe, mas você não quer ir embora vê o vovô e a vovó?
–E o Christian, vai com a gente? – a pergunta da minha filha, me surpreendeu.
–Filha, aqui é a casa dele, e antes de vim para cá tínhamos a nossa, com a vovó e o vovê, esqueceu?
–Não, mais aqui também não é nossa casa?
– É sim filha, mas a mamãe quer voltar para a nossa antiga casa.
–Mais e meus amiguinhos a Ava e o Christian, eu nunca mais vou vê eles dois?
–Filha, vamos dormir, amanhã conversamos está bem? — ela assentiu com a cabeça.
–Mamãe, o homem rui não vai machuca a gente mais né?
–Não, nunca mais, a mamãe promete. – eu dei um beijo em sua cabeça e ela logo fechou os olhos.
Assim que Phoebe dormiu, me levantei e tomei um banho rápido, e como minha camisola estava rasgada eu decidi pegar uma blusa de Christian e uma de suas cuecas box cinza, eu sei que estou sendo entrona, mas eu não podia dormir com o cheiro daquele homem impregnado na minha pele, assim que ia deitar, ouvi batidas na porta.
–Quem é? — eu tive que pergunta, pois temia ser outro homem louco.
–Sou eu Ana, Christian! – abri a porta Christian entrou e fechou atrás de si.
–Desculpa por está usando uma de suas camisas, mas minha camisola estava rasgada um pouco. — ele sorriu, e olhou atentamente para o meu rosto.
–Seu rosto está um pouco vermelho! — ele disse passando a mão pelo local.
–Aquele homem me deu uma bofetada. – nesse momento ele fechou os olhos e soltou uma longa respiração.
–Eu nem quis ir até lá para não matar aquele filha da puta com minhas próprias mãos, então mandei Taylor leva aquele filha da puta direto para delegacia, pois eu tenho filmagens que comprova que ele invadiu sua casa, então pelo menos por invasão de privacidade, ele será detido, mas se você quiser, eu posso ir com você e ai você pode fazer exame de corpo de delito.
–Não, eu quero esquecer o dia de hoje. Mas Christian eu quero ir embora.
–Ana, por favor, não vá tudo foi por minha culpa, e como você mesma disse eu tenho a mania de invés de procurar solução para os meus problemas, eu acabo me afundando mais. – Christian é um homem tão vulnerável às vezes.
–Me desculpe pelas coisas que eu disse, mas eu estava nervosa, então não deveria ter dito tudo aquilo. Mas se quiser desabafar, estou aqui para te ouvir.
–Tudo bem, só espere um pouco que eu vou tomar um banho.
–Não via voltar para a festa?
–A festa acabou Ana, eu permiti essa festa por ser fraco, mas na verdade eu estava sozinho em meio à multidão.
–Christian, você sabe que eu estou aqui para o que precisar, eu sei que sou sua empregada, mas isso não impede de sermos amigos.
–Eu sei disso Ana, assim que eu sair do banho e se você não tiver muito cansada, nós conversamos. Você pode me fazer um favor?
–Até dois. – disse brincando e ele sorriu.
–Você pode, por favor, arrumar uma cama para mim aqui no chão? Não quero deixar vocês sozinhas.
–Eu não posso deixar você dormir no chão, enquanto eu durmo na sua cama, isso eu não posso permitir!
–Ana, eu vou dormir no chão e você vai dormir com a Phoebe na cama, e assunto encerrado.
Ele virou as costas e foi para o banheiro, depois de alguns minutos ele saiu apenas com uma toalha enrolada na cintura e com o peitoral com algumas gotinhas de água e entrou no closet, e eu como sou uma mulher que não tenho uma boa noite de sexo há muito tempo, então é quase impossível não ter pensamentos pecaminosos com esse homem lindo. Christian logo saiu vestido apenas com uma calça de moletom cinza e se sentou na cama que eu fiz para ele no chão.
–Tem certeza que vai dormir bem ai? Eu posso dormir em outro quarto, não tem problemas.
–Não, eu irie dormir aqui, e se você não se importar, gostaria que dormisse aqui também.
–Ok. – eu disse levantando e indo me sentar junto dele na cama improvisada que fiz.
–Eu me sinto pior do que já estava em olhar para o seu rosto e vê ele vermelho.
–Já passou, não tem problema.
–Eu posso fazer algo para recompensar?
–Christian, o que você faz por mim e pela minha filha, é muito mais do que eu mereço. Agora eu que quero te ajudar, então o que acha que me dizer o que aconteceu?
Depois de Christian me contar tudo, eu vi que apesar de dá raiva, as coisas que eu disse para ele, só fez ele se sentir pior do que ele já se sentia. Eu me sinto mal pelo que disse, ele não merecia ter escutado tudo isso, e um homem na posição dele vê que tudo o que construiu com grande esforço vendo tudo indo por água a baixo, realmente deve ser muito difícil de aceitar, e o pior que isso aconteceu no momento em que Christian estava se tornando mais seguro de si.
– Eu sei que você pode achar que eu estou mentindo, mas eu não usei drogas hoje e nem pretendo voltar usar nunca mais, apenas bebi um pouco, e entrei no piloto automático, e só sai dele quando vi você entrando junto com Phoebe naquela sala, e eu nunca irei me perdoar por vocês terem passado por isso, eu sou um grande filho da puta que quase deixe aquele bastado fazer mal a vocês.
– Mas já passou, e graças a Deus nada aconteceu Christian. – Christian está deitado enquanto eu estou sentada de frente para ele.
–Você ainda pensa em ir embora?
–Não sei. – realmente eu quero ir, mas ao mesmo tempo não.
–Vai ir embora e me deixar sozinho agora que me acostumei com vocês? Eu sei que você não iria ser minha empregada a vida toda, mas não esperava de você ir embora rápido assim. — eu tive que ri com olhar suplicante dele.
–Não faz essa carinha Christian, já está sendo difícil e você ainda faz essa carinha do gato de botas. – ele abriu um lindo sorriso.
–Estou te fazendo mudar de ideia? Se eu estiver então vou continuar.
–Bobo, e respondendo sua pergunta, a minha dúvida se eu vou ou não é por causa de você. – eu disse e abaixei minha cabeça, pois era difícil admitir isso.
–Tem algo que eu possa fazer para te convencer de ficar de vez... Aqui comigo? — ele levantou meu rosto e nos olhamos por um longo tempo, até que eu percebi que era inevitável o que ia acontecer logo a seguir.
Christian acabou com a distância que tinha entre nós dois, e me beijou, no inicio o beijo foi lento, apenas para explorarmos nossas bocas, mas depois se intensificou. Christian foi deitando e me levando junto dele, mas antes me virou para que eu ficasse por baixo. Suas mãos foram por cima da minha blusa, apertando meus seios.
–Christian, é melhor pararmos. – eu disse tentando recuperar o pouco da minha razão, mas estava sendo difícil com esse homem lindo beijado meu pescoço.
–Deixa rolar Ana, você quer e eu também! — deixe meu corpo falar mais alto. Christian tirou minha blusa me deixando apenas de cueca box, e assim que ele viu, sorriu.
–Christian, a Phoebe pode acordar. – disse assim que senti sua língua em meu mamilo, e não pude deixar de gemer um pouco mais alto com esse contato.
–Se você continuar gemendo alto, com certeza ela ira acordar, vamos para o outro quarto? — ele perguntou descendo os beijos por minha barriga causando um arrepio por todo meu corpo.
–Não, tenho medo que ela.... Acorde, pois não está.... Acostumada a dormir aqui. Vamos para o banheiro? — Christian levantou o rosto e me olhou com a testa franzida.
–Você quer que nossa primeira vez seja no banheiro?
–Christian, o certo mesmo nós nem deveríamos fazer nada, mas já que estamos aqui... Eu só não quero que minha filha acorde derrepente.
–Então me espera aqui, não demoro! — Christian me deu um selinho e me deixou sozinha no quarto e foi para o banheiro e se trancou nele.
Mas e como será amanhã? Isso é totalmente contra as regras, pois eu estou misturando as coisas, na verdade nós estamos misturando as coisas. E eu tenho medo de criar falsas expectativas, pois somos de mundos diferentes. Eu sei que Christian está atrás de prazer, mas e se ele transa com todas as empregadas? Eu com certeza serei apenas mais uma em sua cama ou quer dizer, em seu banheiro.
–Vem? — fiquei distraída pensando que nem percebi Christian chegando. Ele me estendeu a mão.
–Eu acho melhor nós pararmos por... – ele se abaixou e colocou o dedo em meus lábios me impedindo de terminar a frase.
–Ana, não pense muito, por favor, mesmo que você decida ir embora amanhã, deixe esse momento acontecer, pois essa é a vontade de nós dois não me negue isso?
Eu peguei sua mãe e me senti como se fosse perder a virgindade outra vez, ou até pior, pois Christian é um homem lindo que às vezes parece ser de um conto de fadas como ele sendo a bela, e eu sendo a fera. Então meu medo é de não ser bom para ele, já que José fez com que eu me tornasse fria para os homens e meu maior medo, é de querer repetir essa noite novamente até me apaixonar por esse homem que nunca será meu. Mas hoje, eu só quero ser dele, nem que seja apenas por essa noite.
Assim que Christian abriu a porta do banheiro, fiquei sem palavras, pois o banheiro parecia cenário de um filhe romântico. Tinha velas vermelhas espalhadas por todos os lados, a banheira cheia de espuma e a luz ambiental, iluminando somente a banheiro. Todo o banheiro exalava um cheiro único que eu não consegui distinguir, mas é maravilhoso.
–Nossa como você preparou tudo isso tão rápido? — tentei afastar de minha mente que ele possui velas aromatizadas em casa, e que talvez use com outras mulheres.
–Isso aqui nem chega perto do que você merece. Mas então senhorita Steele, aceita tomar mais um banho, mas agora junto comigo?
– Sim, Sr.Grey! — Christian me puxou para seus braços e me beijou intensamente, nós dois totalmente nus da cintura para cima.
Fale com o autor