Salvame
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Assim que me despedi de todos, já que eu estava ansioso para ficar a sós com Ana, fui para a cozinha, mas ela não estava mais, então fui para o meu quarto e tomei um banho gelado, pois a noite estava quente, foi então que tive uma ideia.
Vesti apenas uma cueca box e me vesti com um roupão de banho branco, fui até a cozinha e peguei uma garrafa de champanhe e duas taças, fui caminhando descalço pelo jardim em direção a casinha pequena de Ana. Assim que cheguei a sua varanda, vi que as luzes da sala ainda estavam acessas, então bati divagar para não acordar Phoebe caso ela estivesse já dormindo. Como não ouve nenhum movimento dentro da casa, então tentei abrir a maçaneta, mas era de se esperar que depois do que tinha quase acontecido com elas aqui dentro, de Ana passar a trancar a porta, então resolvi chamar.
–Anastasia? – chamei tentando não soar muito alto caso Phoebe estivesse dormindo. Insisti mais três vezes e quando já estava desistindo e descendo o segundo degrau da escada, finalmente a porta se abre relevando uma Anastasia com um robe azul da cor dos seus olhos cobrindo seu lindo corpo.
–Christian aconteceu alguma coisa? – ela falou de forma rápida sem notar a garrafa e as taças em minhas mãos.
–Não, eu vim para te fazer um convite. – ela bufou meio impaciente e diss.
–Eu não vou para a cama com você! Se você acha que depois do seu discurso possessivo na cozinha, eu fosse ceder a você, está muito enganado. – ela disse de forma ríspida.
–Calma, eu vim apenas te fazer um convite sem segundas intenções Ana. – levantei as mãos com as taças e a garrafa em sinal de rendição, e foi aqui e ela percebeu o que estava em minhas mãos. Vi sua feição se tonar mais calma.
–Então o que você quer? – ela cruzou os braços levantando as sobrancelhas.
–Eu queria te convidar para tomar uma taça de champanhe comigo na beira da piscina.
–E porque você está com esse roupão de banho se é apenas para tomarmos champanhe? – ela perguntou desconfiada.
–Ana, não vou fazer nada que você não queira fazer. Pretendo dar um mergulho porque hoje a noite está quente, e tomar uma taça de champanhe em sua companhia. Não pretendo te estuprar, fique tranquila. – deu uma piscadinha para ela, que sorriu de forma debochada.
–Ok, vou por um biquíni e ver se Phoebe realmente dormiu e te encontro na piscina.
Assim que ele entrou fui caminhando para a piscina que sempre foi um lugar maravilhoso para dá uma festa, pois depois que todos bebiam nas minhas festas, se jogava de roupa e tudo dentro da piscina. Muitas mulheres com blusas transparentes sem sutiãs, muito sexo com mulheres estilo Elena e Leila que não se preocupavam e transar na frente de todos, assim como eu também não me incomodava de ter duas ou mais mulheres prontas para quando eu quisesse foder com elas. Apesar das lembranças, hoje em dia não sinto falta dessa minha antiga vida, e o mais engraçado é que antes eu precisava de mais do que uma mulher para me satisfazer, e desde que transe com Ana, percebi que não senti essa mesma vontade de antes. Ana com seu jeito doce e autoritário mudou e muito a minha vida, e sei que foi para melhor, mas todas essas mudanças de certa forma me assustaram por terem sido tão repentinamente.
– Abra esse champanhe antes que esquente. – fui tirado dos meus devaneios por Ana que estava vestida com um short jeans curto, e com a parte de cima preta de um biquíni preto de um material que eu não conheço.
– Estava te esperando, senta aqui. – estava apenas de cueca sentado com os pés dentro da piscina e Ana após da uma olhada discreta por meu tórax, sentou ao meu lado assim que dei duas batidinhas a incentivando.
– Estava procurando um biquíni, que por sorte eu trouxe, já que não tenho muito costume de usar.
–Seu biquíni é muito bonito, e diferente. Nunca vi um desse tipo de pano. – coloquei o dedo ao redor da alça que estava presa em seu pescoço sentindo a textura do pano.
– Meu pai tem uma irmã que mora no Brasil, então da última vez que ela foi nos visitar, ela trouxe esse biquíni de presente. No Brasil é muito usado esse tipo de biquíni, ela disse que a vizinha dela faz muitas outras coisas com esse tipo de linha, o nome dessa linha é crochê.
– Realmente é uma coisa artesanal muito bonita, e nunca vi nenhuma mulher aqui vestindo nada parecido.
–Phoebe também tem um, o dela é rosa bebê, mas já está começando a ficar pequeno nela, pois quando minha tia trouxe, ela ainda era muito pequena, e não dava por ser grande demais, mas agora está ficando pequeno por ela está crescendo muito rápido. – rimos lembrando de Phoebe.
– Você já foi ao Brasil?
–Não, mas tenho vontade de conhecer um dia. Dizem que lá tem praias lindas. – ela diz de forma sonhadora.
–Ana, eu queria te pedir desculpas pela forma que te tratei na frente de todos durante o jantar. – ela tomou um gole do champanhe e ficou calada olhando para a taça em sua mão.
–Você me magoou muito. Eu sei qual é a minha função em sua casa, mas eu garanto para você que não será a minha função pelo resto da minha vida. – só de imaginar que um dia Ana pretende ir embora da minha casa, algo dentro de mim muda. Estou tão acostumado a ter ela e Phoebe aqui, que não sei como seria quando elas fossem ir embora.
– Eu reconheço que fui estupido pela forma que me dirigi a você, mas peço desculpa, pois eu fiquei puto ao saber que Jack sabe tanto da sua vida, sendo que tem conhece em tão pouco tempo, enquanto eu que te vejo todos os dias e te conheço mais tempo, e não sei quase nada.
– Eu percebi que você quis me acusar sobre isso durante o jantar. Mas eu não tenho que sair falando sobre meus planos se você não perguntar sobre eles. – ela tinha razão.
–Desculpa por isso também. Parece que você sabe mais da minha vida do que eu sei sobre a sua.
–Não precisa se desculpa por isso, mas lembre-se que nada justifica a forma que você me tratou, e eu te garanto que essa foi a primeira e a última vez que me tratou daquele jeito na frente de todos.
–Isso é um aviso?
–Sim, eu tenho feito o meu trabalho de acordo como eu fui contratada, então acho que ao menos merecer respeito.
–Eu sei, mas fiquei puto da vida, como eu te disse.
–Você sabe que não tem o porquê se sentir assim.
–Você sabe que eu tenho motivos sim. Jack não quer compromisso serio Ana, ele está sendo cavaleiro até conseguir te levar para a cama.
–Engraçado, até onde eu sei vocês eram unha e carne, viviam no meio de orgias e agora fica um falando mal do outro para mim. Já lhe disse que não sou crianças Christian, sei muito bem o que a maioria dos homens solteiros quer. Sexo sem compromisso!
–Você tem razão, Jack e eu sempre vivíamos em festas como as que você via aqui em casa juntos, por isso estou te alertando. Diferente dele, você conhece muito bem que sou eu, nunca precisei mentir para você, pois você sabia que eu era assim que chegou aqui.
–O que você era ou o que você ainda é? – ela perguntou de forma sarcástica.
–Por favor, Anastasia, você sabe muito bem que eu mudei e muito graças a você. Não sou santo, mas não sou como era antes, não finja que não percebeu isso. – tomei o champanhe de uma única vez, e ela não disse mais nada. Tirei o roupão e pulei na piscina, fui até o outro lado nadando e depois voltei para o mesmo lugar, levantei a cabeça e vi que Ana me encarava intensamente. Seus pés estavam dentro da piscina, e ela continuava de short. Fiquei parado entre suas penas, mas sem toca-la.
–Eu não sou cega Christian, eu percebo as coisas. Você mudou por méritos seus, porque foi de sua vontade deixa aquela forma de vida que você vivia para trás.
–Não estou dizendo que mudei por você, mas estou dizendo você me ajudou e muito Ana. Sei que não tenho direito de me intrometer em sua vida, mas não quero que você continue saindo com o Jack.
–Por que? – passei as mãos pelo cabelo com medo de dizer em voz alta porquê me sinto desesperado quando vejo Jack querendo o mesmo que eu quero com a Ana.
–Por qu...... – não consegui dizer o real motivo.
– Por quê? Diga Christian! – ela disse impaciente.
–Não sei Ana.
–Então só volte a falar comigo quando souber. – ela tentou levantar, mas eu fui mais rápido e segurei suas penas e a puxei para dentro da piscina. Ana é mais baixa do que eu, então segurei em sua cintura para ela não afundar na parte que eu estava em pé na piscina.
–Essa água está muito gelada seu louco. Eu não ia entrar quanto mais de short. – ela disse batendo em meu peito.
–Não vou ficar de novo sem falar com você Ana.
–Mas eu sim. Você não sabe encarar os fatos Christian, sempre corre quando é interrogado. Fugiu de uma garotinha de quatro anos e agora ia fugir de mim, então prefiro eu mesma sair e te deixar em paz.
–Eu não fugir de Phoebe, Ana. Eu não consegui dizer aquilo que ela tanto queria ouvir, eu sei que uma criança como ela deseja ter uma família, como eu iria dizer que não estava namorando com você e ver a tristeza nos olhos dela? – ela engoliu a seco.
– Preferiu fugir e deixar com que eu me vira-se com ela, sendo que você que nos colocou naquela situação? Por isso não quero compromisso serio Christian, até para ter uma amizade com um homem é difícil. Minha filha sonha em ter um pai, e eu não estou preparada para vê-la chamando um homem que talvez não queira permanecer em nossas vidas de forma definitiva. – Ana me encarava e eu pude ver toda a tristeza em seu olha, Seus lindos olhos azuis estavam cheios de lágrimas não derramadas.
–Ana, eu sei que não presto e me sinto um crápula mais do que já sou, em ouvir você dizendo isso. Eu sou egoísta, não quero ser pai agora, mas também não gostaria de ver Phoebe chamando outro homem de pai. – ela sorriu de forma amarga.
–Christian, eu não quero compromisso agora, muito menos que você assuma a minha filha. Vim para Seattle para estudar e ter uma vida melhor para minha filha e eu, mas é claro que eu preciso trabalhar e por isso estou aqui. Eu errei no momento em que fui para cama com você, pois se isso não tivesse acontecido nós não estaríamos aqui conversando sobre isso.
– Você não gostou de ter ficado comigo? – perguntei sentindo medo de sua resposta. Nunca me senti vulnerável diante de uma mulher como estou agora.
–Não, mas não foi certo. Assim como o que está acontecendo aqui não é certo. Por favor, se quer que eu continue aqui, vamos manter uma relação estável entre patrão e empregada? – ela me pediu como suplica. E balancei a cabeça dizendo que não.
– Não! Você quer se distanciar de mim, mas não do Jack. Não vou permitir isso.
–Jack não é meu patrão.
–Foda-se, mas ele quer você assim como eu quero, e não vou permitir isso. – ela levantou a cabeça e olhou para o céu choramingando, enquanto tentava me empurrar, mas eu apenas agarrei mais o seu corpo e o cheguei mais próximo do meu.
– Coloca uma coisa na sua cabeça Christian, eu não sou sua propriedade. Me solta agora! – ela tentou mais eu não deixei novamente.
–Ana, por favor, eu não quero um relacionamento assim como você não quer, mas vamos dar uma chance a que sentimos, não fuja disso aqui. Prometo que só irei ficar com você e mais ninguém, podemos manter nossa relação apenas entre a gente.
–Não sei Christian, não estava em meus planos ter nenhum tipo de relação.
–Do que você tem tanto medo? – ela suspirou e olhou dentro dos meus olhos.
–Tenho medo de me envolver e sair machucada de novo, e ainda mais medo de confiar em alguém como confiei no pai de Phoebe e me ver sozinha novamente e com sonhos frustrados. Não quero decepcionar os meus pais de novo Christian. Amo minha filha assim como sei que eles a ama, mas pela minha falta de responsabilidade em engravidar na adolescência, meus pais tiveram que mudar de cidade, pois morávamos em cidade pequena, e José além de não assumir Phoebe fez questão de espalhar para todos que eu estava grávida de outro homem, sendo que todos na cidade sabiam que eu estava com ele. Meus pais se mudaram por não aguentar mais a vergonha de ter uma filha sendo apontada por todos na cidade. Depois disse, eu jurei que faria o que fosse possível para que meus pais sentissem orgulho de mim novamente, assim como minha filha que só tem a mim como pai e mãe. – lágrimas rolavam pelos olhos de Ana, e eu beijei cada lágrima que caia.
–Eu imagino que você tenha sofrido e muito grávida e sozinha, mas independente do que já aconteceu entre nós dois. Phoebe não tem mais apenas você, mas a minha também. Sua filha é uma criança adorável e que conquista a todos com a sua doçura. A única criança que eu tinha contato era com Ava, mas depois de Phoebe eu percebi que assim como sinto falta de Ava, sinto mais ainda de Phoebe que está presente no meu dia a dia. – ela sorriu de forma doce.
–Ele também gosta muito de você, por isso tenho medo dela confundir as coisas, pois ela sabe que você faz todas as vontades dela. – sorrimos juntos.
–É verdade. Mas quanto a nós Ana?
–Não vou me afastar de Jack só porque você quer Christian. – bufei.
–Então tenho que continuar vendo os olhares de cobiça dele para você?
–Olhar não tira pedaço, e eu não pretendo ter nada com ele, somos apenas amigos. Você me propôs ficarmos e não namorarmos, então somos livres e desimpedidos.
–Então isso é um sim? – sorriu abertamente.
–Não é um não, mas também não é um sim. Mas prometo pensar.
–Vai pensar com carinho? – eu a encostei na borda da piscina e me escorei nela.
–Sim, mas não é para você ficar me encurralando em todos os lugares como fez mais cedo, e como está fazendo agora não.
–Só hoje, prometo.
Ana sorriu e balançou a cabeça incrédula. Passei meus lábios nos seus, e ela soltou um suspiro longo, eu mordi seu lábio inferior e ela gemeu e passou os braços por meu pescoço me dando a certeza que precisava para ir mais além. Iniciamos um beijo faminto em meu a gemidos que saia nas vezes em que respirávamos um pouco. As mãos de Ana foram para o meu cabelo e as minhas para suas costas desamarrando o laço feito do seu biquíni, soltei o laço de seu pescoço e o das costas, sem nos separarmos puxei seu biquíni que por está desamarrado tinha ficado entre nós dois. Assim que Ana ficou nua na parte de cima, e seus mamilos encostaram em meu peito nu, ela mordeu sensualmente meu lábio inferior, para depois abrir os olhos, pois nos separamos para respirarmos.
–Temos que sair daqui, alguém pode nos ver. – ela olhou para os lados tampando os seios enquanto eu a segurava agora com uma perna entre as suas.
–Ninguém fica nessa área Ana, é raro eu usar essa piscina.
–Que desperdício.
–Por isso mesmo vamos usa-la agora. – eu disse enquanto beijava seu pescoço, enquanto suas mãos estavam em minhas costas.
–Posso confiar em você? – ela perguntou.
–Sim, ninguém vai nos ver aqui, eu garanto. – ela sorriu
A coloquei sentada novamente na beira da piscina, e tirei seu short. Ana tampava os seios e olhava para os lados com medo de sermos vistos. Enquanto ele olhava para os lados, tirei minha cueca fincando totalmente nu, e coloquei a cueca junto com seu biquíni e short na beira de alumínio, e a puxei para a piscina novamente.
–Não acredito que você está pelado dentro da piscina. – ela perguntou com os olhos arregalados.
–Você também vai ficar. Não quero nada atrapalhando a nossa brincadeirinha que vai rolar aqui dentro da piscina. – ela arregalou os olhos. Peguei a garrafa de Champanhe e bebi, e depois a dei e Ana bebeu uma quantidade grande.
–Christian, e a camisinha? Temos que usar.
–Você confia em mim? Eu faço exames de seis em seis meses, por insistência da minha mãe. E desde que estive com você a primeira vez, não estive com mais ninguém.
–Mas minha preocupação não é apenas isso. Não quero ter mais filhos.
–Nunca mais? – ela balançou a cabeça confirmando.
–Phoebe está de bom tamanho.
–E se um dia ficarmos juntos e eu querer um filho? – perguntei brincando.
–Nem pensar, primeiro que o que existe entre nós não tem chance de evoluir, pois não quero tão cedo um relacionamento, e como eu disse, Phoebe está de bom tamanho.
–Nossa você é bem severa.
–A vida me ensinou a ser assim, não quero que minha filha se sinta inferior a um irmão por ter um pai presente e ela não.
–Ok. – voltamos a nos beijar novamente, mas Ana parou.
–Vou tomar a pílula do dia seguinte e quero ver seus exames depois. – eu apenas assenti com a cabeça.
Puxei os laços da calcinha do seu biquíni a deixando nua, Ana passou as pernas por minha cintura e meu sexo encostou-se ao seu, gememos juntos com o contato de nossos sexos exposto na água que antes estava bem gelada, mas devido a temperatura do nossos corpos passou a não incomodar mais. Enquanto nos beijávamos, apertei os seios de Ana e depois peguei sua mão e guiei para o meu membro. Ana começou a fazer um vai e vem delicioso, e eu desci meus dedos por seu clitóris e comecei a estimula-lo. Ficamos assim gemendo entre os beijos e masturbando um ao outro. Ana começou a me masturbar com mais força e eu comecei a esfregar seu clitóris com mais força. Ana gemia tanto que paramos de nos beijar e ficamos nos encarando até gozarmos, gozei primeiro e Ana logo gozou jogando a cabeça para trás tentando recuperar a respiração. Fiquei com o rosto no vão do seu pescoço enquanto ela me abraçava pelas costas. Assim que nos recuperamos, ataquei sua boca de novo e virei Ana de frente para beirada da piscina. Ana segurou da beira da piscina, e se empinou mais para trás, puxei sua bunda em direção ao meu membro, e entrei de uma única vez. Ana e eu gememos juntos assim que nos conectamos. Comecei estocar de forma rápida enquanto minhas mãos estavam em seu clitóris estimulando mais o prazer dela. Cada gemido de Ana passou a me incentivar a dar mais prazer a ela.
Nunca fui inseguro, sempre confiei no meu taco, mas hoje estava desposto a da a Ana todo prazer que ela merece, queria que seu corpo fosse dominado por mim e mais ninguém.
Estava sentindo que meu gozo estava próximo de vim, mas só me permiti gozar depois de que Ana gozou. Seu corpo caiu para frente ficando pendurado na piscina, me mantive dentro dela, e depois que o tremor decorrente do gozo passou pelo corpo dela, a virei de frente e a coloquei sentada, enquanto sai da piscina e a ajudei a levantar, vesti meu roupão, e ajudei a Ana a vestir seu short sem a calcinha do biquíni e a parte de cima, e fomos caminhando de volta para nossas casas de mãos dadas.
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