Notas iniciais
Essa história foi feita exclusivamente para um concurso ^^ espero que esteja bem feitas e aceito sempre sugestões

Aquela era Sally Jackson. Uma menina de quinze anos de cabelos ruivos e enrolados, olhos verdes como mar, que morava na Califórnia. Era mais uma tarde comum voltando da escola com seu amigo Jason, que era só um pouco mais alto e com cabelos louros. Até que pararam à frente da casa ao lado da casa de Sally.

- Olha lá Sally — disse Jason apontando para a casa. Uma mansão velha e abandonada de pedra. Bem antiga.

Sally virou-se para a casa. Tinha um homem velho e com cabelos grisalhos levando algumas caixas para dentro da casa. O que ele estaria fazendo ali? Comprara mesmo uma mansão abandonada? Suja, dominada por animais se escondendo do frio e da chuva? Talvez seja louco. Ou talvez realmente goste disso. Um coelho de pelo marrom pulou de uma gaiola aberta em uma das caixas e o homem nem sequer notou a falta dele. Deixou o carro na garagem da casa e pegou um aerossol e passou por fora da casa e devia ter passado por dentro também.

Ele olhou para Sally. Ele tinha olhos cinzentos e frios. Sorriu e entrou na casa rindo loucamente. Deu para ouviu o barulho das chaves e da tranca da porta, só que cinco vezes. Qual é a necessidade de trancar uma porta com cinco cadeados sendo que nem é um bairro perigoso?

- Sally aquele homem é muito estranho — disse Jason — Amanhã deveríamos investigá-lo.

- Boa ideia! — respondeu Sally. — Traga o equipamento. Eu sei que ele esconde algo!

Jason pensa realmente que Sally é um tanto... Exagerada. Mas não está totalmente errada, afinal. Realmente aquela casa era sinistra.

***

Os dois se encontraram na noite seguinte perto de uma árvore, ao lado da casa. Jason carregava uma corda, um lenço e um clipe de papel, dentro de uma mochila de couro. Sally levava algo em uma mochila e usava uma pochete. O que tinha dentro de ambos, Jason desconhecia.

- Sem demora, vamos logo — disse Sally antes que ele pudesse perguntar qualquer coisa. -Tudo aí?

- Sim, tudo certo — disse Jason. — Qual é o plano?

- As luzes estão completamente apagadas pelo que vi — disse Sally olhando em volta um pouco apreensiva — vamos entrar pela janela e dar a volta do saguão, eu tenho quase certeza que tem alguém lá.

- Vamos.

Jason e Sally abriram bem lentamente a janela de madeira que rangeu. Com sorte pensaria que era o vento, naquela região ventava bastante. Naquele momento a brisa estava serene, mas não era difícil pensar ser o vento. Quando Sally se ergueu para entrar lhe invadiu um perfume adocicado que jamais sentira. Uma sensação de ânimo brotou em Sally, com Jason foi o mesmo. Isso só os atraiu ainda mais adentro.

Quando eles pisavam, de vez em quando o piso rangia. Não ajuda muito quando você quer circular de mansinho sem ser notado. Uma gota de suor brotou na testa de Sally. Qualquer passo em falso poderia destruir tudo.

Foi quando pisaram e o chão cedeu por inteiro. Sally ficou tremendamente espantada de como com um passo poderia um chão inteiro cair. As paredes continuavam ali e a porta... Mas as janelas se fecharam e os dois caíram de frente para um enorme labirinto de paredes altas de terra. Foi quando ouviram uma voz em suas cabeças:

Sabiam que a curiosidade matou o gato? Pois bem, matou sim. Ninguém mando vocês virem até aqui! Mas já que vieram vou recebe-los agradavelmente, disse a voz. Se sobreviverem e encontrarem a saída do labirinto lhe darei duas escolhas: Uma mortal e a única chance de vocês permanecerem vivos, concluiu.

Então a voz sumiu. Sally sentia a cabeça latejar, doia muito. Depois de um tempo a dor foi passando.

- Sem perca de tempo, quero voltar para casa antes do café da manhã — brincou, para disfarçar o medo que estava sentindo.

- É, vamos — Jason riu um pouco nervoso.

Os dois entraram labirinto adentro. Jason se encontrava em posição de defesa ao lado de Sally. Então Sally tirou uma adaga de ouro da mochila com ilustração de algumas rosas na lâmina. O brilho da lâmina clareava o caminho e Jason ficou ligeiramente assustado ao ver ela com aquela adaga.

- Desde... Quando você tem isso? — perguntou Jason assustado.

-Gerações da família. Não se engane, ela corta.

Galhos brotavam nas paredes atacando os dois. Sally com movimentos rápidos os cortava mais nasciam outros no lugar, então apertou o passo.

- Jason, CORRA! — gritou, puxando o pelo braço por qualquer caminho que lhe veio na mente.

Pequenas criaturas, com o formato de bebês da cor verde com uma tanga amarela e chifres saiam de dentro do chão com pequenas faquinhas, mas que causariam dores como qualquer outra. Sally rapidamente vasculhou a mochila e tirou uma espada prateada e a entregou a Jason que, no mesmo instante lutavam com as criaturas que se punham atrás deles. Estava cercados, e ainda haviam as plantas que se enroscavam em seus braço e apertavam até que você os cortasse. Com dificuldade mataram os bebês demoníacos.

Sem que jason notasse plantas nasceram atrás dele e o puxaram contra a parede de plantas. Sally virou-se para ajudá-lo mas ela tinha sido sugado. Uma lágrima escorreu de seus olhos. Mas Sally não podia desistir. Tinha de continuar.

Continuava matando qualquer coisa que aparecesse independente de o que fosse, não tinha tempo de olhar. Bagres com seis pernas, cobras rosas com asas, etc.

Então parou a frente de duas saídas. Em nenhum momento tivera duvida do caminho senão aquela parte... Não sabia para que lado ir. Lembrava-se das palavras da voz rouca "Lhe darei duas escolhas: Uma mortal e a única chance de vocês sobreviverem", dissera. Só podia ser isso... Mas qual delas?