Sakuya High School
3 It's only the second day of school
Notas iniciais
Capítulo 2 — It's only the second day of school
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Kagome tentava encontrar o dono da voz em meio a multidão de alunos pelo pátio central. Olhou com mais atenção pelo local e, no meio de tantas garotas conseguiu ver um garoto sendo linchado. Fugia por entre os tapas e vinha a toda na direção das duas garotas.
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— Priminha! — O sorriso ia de orelha a orelha.
— Ah, droga. — Rin se encolheu no banco o quanto pôde.
— Ele é realmente seu primo? — Kagome olhava curiosa para o garoto que se aproximava cada vez mais.
— Sim, por parte de pai. Nossos pais são irmãos. — Explicou simplesmente.
— Quanto tempo, ein!? — Ele chegou afobado. — Por fim, você continua a mesma. — Analisou sério.
— E pelo que posso ver você também não mudou nada. — Rin murmurou ao ver a cara toda marcada com tapas.
— Bem, velhos hábitos não mudam, né?! — Ele riu com vontade.
— Tem certeza que são da mesma família? — Kagome não acreditava que realmente tivesse alguma ligação consanguínea ali.
— Infelizmente tenho. — Rin Suspirou.
— Ei, não fale assim de sua família. — Se fez de ofendido. — Espera, você eu não conheço... — Virou para a morena ao percebê-la ali. — Miroku Nonaka à sua disposição.
— Bem, prazer. — Murmurou constrangida por tamanha atenção do mesmo. — Sou Kagome Higurashi.
— Oh, tão fofa! — Sorriu sonhador acariciando a bunda da morena.
— Eh!? — Kagome ao sentir algo passar em si não pensou duas vezes ao dar um forte tapa nele. — Seu tarado!
— Esse é o grande problema dele. — Rin sentia que seus dias calmos haviam acabados de vez.
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— Aquele idiota realmente não mudou nada. — InuYasha olhava o trio de longe. — Tanta garota bonita pra passar a mão por aqui e, ele preferiu aquilo… Bem, talvez o gosto dele tenha caído de vez.
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Kagome e Rin correram para a sala ao ouvirem o sinal tocar. Saindo de fininho, ambas nem esperaram pelo paquerador. Rin no caminho explicava tudo sobre o seu primo, além de dar bons conselhos para a amiga. Sabia que seu primo não era uma pessoa ruim, mas o mesmo não levava jeito com garotas. Tocando no assunto sobre a sua família e parentes, isto só a fez lembrar do porque o mesmo havia se tornado assim. Suspirou interiormente e decidiu que era melhor deixar isso no passado.
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As aulas no Colégio Sakuya sempre eram ministradas diferentes para cada matéria. Alguns dos professores não queriam saber de largar o jeito clássico de ensinar, porém outros gostavam de inovar e, assim surpreender os seus alunos. A professora de Teatro era uma que pensava desse jeito. Agradava a uns e, irritava a outros.
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Kagome desde que entrou em sala sabia da fama da professora substituta. Respirou fundo e pediu do fundo do coração que ela não inventasse algo maluco assim de primeira. Entretanto, ela era Kagome Higurashi, a pessoa mais azarada da face da Terra, ou seja, hoje iria acontecer de tudo.
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— Bom dia, meu pequenos. — A professora Yuri sorriu gentilmente. — Hoje vamos começar um projeto novo. Será muito divertido.
“Isso parece o início do azar anual”. — Kagome se encolheu na carteira.
— Pensei em separar vocês em grupo. — Ela continuou. — Mas acho que ninguém aqui é mais criança, certo?
— Depende do seu ponto de vista. — Um engraçadinho, a qual Kagome não perdeu tempo em olhar, logo abriu a boca.
— Do sentido literal mesmo. — Yuri não se deixou intimidar.
— ….
— Ótimo! — Ela se virou para lousa — Até o final da aulas de hoje, quero que façam um grupo de cinco pessoas. Se sobrarem alunos iremos dar um jeito. — Escreveu algumas frases — Me entreguem a lista na sala dos professores.
— Nós duas já somos parte de um grupo. — Rin falou rapidamente.
— Com certeza. — Kagome concordou sem pensar.
— E… — Rin parou de falar assim que sentiu um papel bater na sua cabeça. — Mas o que?!
— Pelo jeito foi seu primo. — Kagome olhou para trás e, o viu sorrir.
— Ele propôs algo louco de novo… — Rin mostrou o papel.
— O que?! — Kagome não acreditava no que lia.
— Precisamos decidir rapidamente. — Se virou para frente determinada.
— Ok, mas com quem? — Kagome se ajeitou também.
— Eu não faço ideia…
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Intervalo
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Cantina
Miroku se junto as duas meninas antes que ambas fugissem de novo. Apesar de não se aguentar por tamanha beleza, ele prometeu que não mexeria mais com Kagome. Isto com certeza não era algo que Rin fosse acreditar facilmente, mas sabia que apesar de tudo seu primo era alguém de palavra. Kagome respirou fundo e aceitou a oferta de paz entre eles. Quem sabe lá no fundo ele realmente fosse um bom rapaz e, isso fosse apenas uma máscara que ele insistia em usar.
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— Esse lugar continua igual. — Miroku sentou-se na mesa mais próxima.
— Foram apenas três anos. — Rin lembrou. — A única coisa nova que vai achar aqui é a construção.
— Vocês estudaram aqui desde pequenos? — Kagome perguntou curiosa.
— Eu sim. — Rin murmurou. — Miroku sempre morou nos Estados Unidos, mas veio pra cá a uns sete anos.
— Eu passei três anos na casa de meus avôs maternos. — Explicou. — Como não quis mais ficar com a minha mãe, voltei a morar com o meu pai.
— Ah, seus pais então são… — Kagome se sentia mal em prosseguir.
— Sim, eles são separados. — Miroku não se importava mais. — O casamento deles sempre foi algo comercial. Não me machuco mais. — Sorriu.
— É bom ser forte às vezes, mas nem tudo precisa ser forçado. — Kagome sorriu timidamente. — Eu… Sei pelo que passa.
— Você encontrou uma ótima amiga, Rin. — Miroku sorriu. — Eu vou dar um tempo.
— Obrigada, mano. — Rin sorriu.
— Mano? — Kagome ficou confusa.
— É o jeito que nós se tratávamos na infância. — Rin ficou rubra.
— Ah, entendi. — A morena riu.
— Vem, estou com fome hoje. — Ficou de pé. — Eles têm um sanduíche natural incrível aqui.
— Vou experimentar então. — Kagome a seguiu.
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Ambas andavam pela cantina calmamente, enquanto jogavam conversa fora. Rin falava sobre as várias opçõe que o menu disponibilizava. Kagome ouvia tudo com atenção e também comentava os sabores. Optaram pelo sanduíche natural como combinado e um copo de suco também natural.
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— Acho que a mulher exagerou no meu suco. — Kagome andava com calma, enquanto encarava o copo que transbordava.
— O meu também não está muito longe disso. — Rin optou por tomar um gole logo. — Tome um pouco, ajuda.
— É uma boa ideia. — Kagome ia dar o seu primeiro gole, porém antes disso acabou se esbarrando com alguém.
— Olha por onde anda, sua idiota! — A voz, que vinha de uma garota ecoou pela cantina.
— Opa! — Rin ficou muda ao ver de quem se tratava.
— Sinto muito! — Kagome falou rapidamente, segurando o restante do suco que havia sobrado. — Eu não estava prestando atenção.
— Sua… — Ela olhou para sua blusa toda suja. — Mas isso eu notei, sua cega.
— É apenas suco de beterraba, Kikyou. — Sango murmurou simplesmente.
— Você tem ideia o quanto custa essa blusa? — Kikyou se virou para a garota. — Ela veio de Paris para mim.
— Não dê bola pra ela, Kikyou. — Yura olhou Sango de canto — Ela não tem o mesmo tanto de dinheiro que nós.
— E nem você têm. — Kikyou revirou os olhos.
— Se tiver algo que eu possa fazer… — Kagome sentia que seu verdadeiro inferno estava para começar.
— Oh, claro. — Kikyou desbotou a blusa. — Vá até Paris e me compre uma nova. — Tirou-a e jogou na cara de Kagome, ficando apenas com um fina camiseta por baixo. — Vamos sair daqui.
— Você não perde por esperar, Pobretona Premium! — Yura passou pela morena empurrando-a. — Vamos, Sango.
— Eu… — Sango olhou para as garotas por alguns segundo, logo indo junto.
— Acho melhor irmos para outro lugar… — Rin sussurrou. — Muita gente olhando.
— Certo… — Kagome baixou a cabeça e, seguiu a amiga.
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— Ai, isso foi cruel. — Miroku suspirou.
— É isso que pessoas como ela merecem. — InuYasha mal olhou a cena, mas concluía como um perito.
— Cara, não diga tantas coisas assim. — Miroku continuou a olhar na direção em que elas foram. — O mundo está em constante rotação… Alguma hora o seu mundo pode virar ao avesso.
— Você e o Sesshoumaru deram pra me encher o saco, sério? — O garoto parou de comer na hora. — Eu perdi a fome. — Saiu sem dizer mais nada.
— Você que é cruel, cara. — Houjo sentou-se do seu lado.
— Que nada, ele sabe que eu tenho razão. — Riu.
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Kagome e Rin optaram por ir ao lugar mais longe que acharam. No jardim dos fundos onde quase nenhum aluno ia era um local perfeito. Kagome se sentou derrotada ao lembrar do que acabara de acontecer. Seu único plano naquele ano era se tornar alguém invisível e viver uma vida mais fácil. Porém, quem disse que era isso que ela estava conseguido. Rin permaneceu em silêncio, apesar de querer falar algumas coisas, optou por dar um pequeno espaço a nova amiga. Sentia-se mal por não ser corajosa o bastante para defendê-la. Era tão rica quanto Kikyou ou quem sabe até mais, os lucros subiam a cada dia. Entretanto, naquele momento o dinheiro não lhe valia nada, não quando a voz não saia. Era uma completa covarde.
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— Me desculpe! — Rin baixou a cabeça envergonhada.
— O que?! — Kagome levou um susto com a atitude repentina de Rin. — Por que está me pedindo desculpas?
— Eu deveria ter lhe defendido. — Rin suspirou. — Sou sua amiga e deveria ter lhe apoiado.
— Está tudo bem, eu cometi um erro. — Kagome cortou-a. — Eu não estava olhando para frente.
— Mesmo assim, ela te tratou muito mal. — Rin balançou a cabeça negativamente. — Ela não é melhor que ninguém aqui dentro.
— Obrigada, Rin! — Kagome falou sincera.
— Pelo que? — Rin tombou a cabeça confusa.
— Por estar aqui comigo. — Kagome sorriu. — Disse que não me defendeu na hora, mas está aqui me apoiando após aquilo. Isso é algo forte numa amizade.
— Você é realmente muito fofa. — Rin pulou na morena abraçando-a forte.
— Ei!
— É bom ter amigas leais assim, não é? — Uma voz surgiu atrás de ambas.
— Eh?! — Rin e Kagome olharam para trás confusa.
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Corredor leste
Após sair da cantina, InuYasha caminhava em direção à sala da próxima aula. Pelo caminho lembrou da pequena lição de moral daquele ser. Ou aquilo que chamava de amigo, tentou em vão lhe passar. Bufou ao lembrar de cada pequena palavra que o idiota ousou dizer. Ah, aquilo não ficaria assim, de jeito nenhum. Não estava num nível para ter que se estressar com coisas tão fúteis como essa. Apertou o passo, queria passar logo daquele corredor, afinal era ali que ficava o tedioso Conselho Estudantil.
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— InuYasha?!
— O que você quer, Sesshoumaru? — InuYasha parou ao ouvir seu nome.
— Eu ia pedir algo, mas parece tão estressado. — Ele encarou o irmão — Desisti.
— Não estou estressado. — Grunhiu. — Só não está sendo um bom dia.
— É o segundo dia de aula, sabia?! — Sesshoumaru olhou algumas folhas — O Miroku já conseguiu lhe tirar do sério?
— Como?! — InuYasha pulou no lugar. — Você já viu ele?
— Não, mas eu sou o Presidente do Conselho. — Sesshoumaru deu um meio sorriso. — Eu sei de tudo nesse colégio.
— Ah, então já deve saber da confusão que aquela Pobretona Premium fez? — InuYasha riu debochado.
— Claro, inclusive descobri que além de você tem mais um aluno que tem complexo de camisa. Interessante, não? — Ironizou.
— Que?! — InuYasha não aguentava mais isso. Esse era o dia que todos decidiram lhe importunar.
— O que foi? — Sesshoumaru direcionou o seu olhar para o irmão. — Todo esse dinheiro e boa educação que diz ter, não lhe ensinou boas respostas?
— Diga. — InuYasha respirou fundo. — O que você quer mim?
— Nada. De você eu não espero e nem quero nada. — Suavizou. — Infelizmente o passado não volta também.
— Passado, espera? — InuYasha estava confuso. — Ei, Sesshoumaru.
— Vá para a sua sala, o sinal vai tocar. — O irmão mais velho voltou a entrar na sala.
— Argh, o que ele quis dizer com isso? — Cruzou os braços irritado.
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Ao longe o sinal tocou.
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Sala de aula
Rin e Kagome entraram em sala ainda confusas. O encontra de alguns minutos atrás era algo um tanto perturbador. Apesar de muitas coisas que ouviram, estavam com medo de acreditar mesmo. Tudo poderia apenas ser um tipo de vingança da outra, mas e se fosse realmente verdade?! Ambas não sabiam qual seria a melhor escolha a seguir. Kagome olhou para Rin que mantinha um semblante de dúvida estampado. Não a culpava, afinal existia mais coisas que ela mesmo não havia vivido.
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— Você não precisa se esforçar tanto sobre isso. — Kagome encorajou-a.
— Sim, mas eu preciso decidir logo. — Rin deu de ombros.
— Dentro de você, o que sente?
— Bem lá no fundo… Eu sinto que é verdade. — Rin suspirou. — Só que quando paro pra pensar, então me vem dizendo que não posso mais confiar.
— Então, você vai seguir qual intuição? — Kagome encarou-a séria. — A razão ou o coração?
— Eu… Não sei.
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Finalmente o periodo de aula havia acabado, deixando Kagome respirar um pouco aliviada. Se fosse revisar o seu dia, diria que foi tão longo quanto uma semana inteira. Pensando bem era apenas o segundo dia ali. Ainda teria longos dias pelas frente. Sentia sua cabeça fervilhar ao pensar em tudo que poderia passar no futuro, ainda mais rodeadas de temperamentos fortes como da “Rainha”.
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Rin e Kagome já se encontravam no pátio, prontas para ir embora, quando Rin parou do nada. Olhou para Kagome espantada, deixando a amiga confusa com tamanha agitação da garota. A morena olhou para trás ao ouvir murmúrios vindo do outro lado do pátio. De canto viu Sesshoumaru e InuYasha conversando, ou era isso que parecia ser. Olhando para o outro lado viu a “Rainha” e suas seguidoras vindo em sua direção. Ah, era só o que faltava.
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— Kagome! — Rin chamou puxando para o lado, tirando do caminho.
— O que houve? — Kagome pareceu acordar do transe.
— Ela faz isso de propósito. — Explicou sobre Kikyou. — Anda reto atropelando todo mundo sempre.
— Que coisa fútil.
— Eu também acho. — Concordou.
— Ei, por que você está estranha? — Kagome então se lembrou do jeito da garota.
— Ah, sim. — Rin suspirou. — Esquecemos de dar os nomes à professora.
— Nomes? — Kagome não parece se recordar.
— Seu dia foi cheio. — Rin entendeu. — Os nomes para o grupo de teatro, lembra?
— Ah! — Kagome bateu na própria face. — Como fomos esquecer.
— Tudo bem, eu vou lá. — Rin entregou sua mochila. — Eu vou te dar uma carona hoje e, não aceito não.
— Ei! — Kagome chamou, mas a garota já havia fugido. — Droga…
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Rin correu mais o que as suas pernas conseguiam suportar. O prazo havia acabado, mas sabia que a professora era legal e quebraria esse galho. Quando finalmente chegou no corredor central deu de cara com MIroku saindo da sala. Rin olhou para aquela situação desconfiada e, naquele instante um frio percorreu por si. Aquilo com certeza não era algo bom. Esperou o mesmo sair e, correu para a sala dos professores.
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— Professora Yuri! — Rin bateu na porta levemente.
— Um momento. — Ouvi-a falar. — O que houve, meu anjo?
— Ah, eu acabei esquecendo de entregar os nomes.... — Rin se enrolava para falar. — Desculpe!
— Tudo bem. — Yuri sorriu. — Seu primo já entregou o nomes de vocês.
— Meu primo!? — Rin respirou fundo. — Oh, entendo.
— Precisava de mais alguma coisa? — Yuri voltou a sorrir. — Preciso começar a planejar o trabalho de vocês.
— Não, era apenas isso. — Rin corou. — Desculpe por incomodar.
— Não foi incomodo algum.
— Obrigada. — Rin sorriu e, saiu em passos largos. — “Sinto que essa história vai acabar mal”.
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Pátio
Kagome suspirava no lugar. Seu olhar ficava entre a porta por onde Rin foi e os seus pés. Nunca pensou que fosse tão ruim ser observada desse jeito. Levantou seus olhos mais um vez, observando a todos. InuYasha após se irritar novamente com seu irmão, sentou-se em um banco qualquer. Ele parecia esperar alguém. Sesshoumaru permaneceu no lugar, parecia olhar alguma coisa em seu celular. Olhou rapidamente na direção oposta e notou Sango lhe encarando. Desviou o olhar rapidamente. Quando estava pronta para desistir e ir embora, Rin chegou acompanhada de seu primo.
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— Espera, eles vieram junto de lá? — Sussurrou confusa.
— Kagome! — Rin correu ao seu encontro. — Desculpe!
— Eh?! — Kagome parecia confusa. — O que…?
— Sim, ele fez aquilo. — Rin sussurrou. — Já era.
— Ele levou nossos nomes juntos mesmo? — Kagome se lembrou do bilhete de mais cedo.
— Exato. — Rin não ousou encarar a amiga. — É o fim!
— Ele…
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— Escutem, todos! — Miroku bateu palmas no meio do pátio. — A partir de hoje seremos um grupo!
— Do que raios você está falando, Miroku? — InuYasha encarou sério.
— Daquilo que te falei mais cedo. — Ele sorriu. — Eu criei o nosso mais novo grupo… Aquele que irá durar o ano todo.
— O que?! — InuYasha ficou de pé.
— Eu, você… — Começou com suspense. — Minha prima e a amiga dela ali. — Apontou para Kagome.
— Você só pode estar brincando comigo! — Encarou Kagome sério.
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“Esse ano vai ser interessante!” — Sesshoumaru observava tudo de longe.
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— Miroku! — Rin o repreendeu.
— Só pode ser um pesadelo… — Kagome sussurrou sem forças.
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Continua
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