Saint Seiya:Poseidon -A Guerra nos Reinos Marinhos
17 Derrubando o Pilar com a Arma de Libra!
Notas iniciais

FORTALEZA SUBMARINA
Diante do pilar do Pacífico Norte, Seiya desperta sentindo o cosmo de Marin.
— Marin! – Grita o cavaleiro.
Seiya se levanta. Ele também sente o cosmo de Athena.
— É como se eu tivesse desmaiado por dias... O cosmo de Athena me confortou... Sinto que a Marin está em perigo... Onde você está Marin?
Seiya olha para o grande pilar a sua frente e se lembra das palavras de Bian.
— Será mesmo impossível destruir esse pilar? O que adianta derrotar os sete generais marinas se não conseguimos destruir esses pilares? O tal pilar do suporte principal só poderá ser destruído se antes destruirmos os outros. E a Saori está dentro desse pilar principal. Se não a salvarmos além dela morrer a Terra será inundada!
Seiya volta a investir contra o pilar, mas é em vão. Diferente dos ainda frágeis pilares de Atlântida, os da Fortaleza Submarina parecem ser impossíveis de serem quebrados.
— Já fiz de tudo... Nada surte efeito...
— Espere Seiya, não fique golpeando o pilar, nada irá adiantar!
Seiya se surpreende ao ver Kiki no local. O jovem aprendiz se aproxima.
— Kiki o que você está fazendo aqui?
— O Mestre Ancião me encarregou de trazer isso aqui!
Kiki mostra a Seiya a urna dourada nas suas costas. Seiya se da conta que aquela era a armadura de Ouro de Libra.
— Então o Mestre Ancião te mandou trazer a armadura dele aqui? Agora eu compreendi, obrigado Mestre Ancião, as armas de Libra serão muito úteis.
Kiki questiona Seiya se ele irá trajar a armadura de Libra. Seiya diz que não, já que isso não lhe é de direito, mas se lembra dos seis pares de armas presentes na armadura que podem ser usadas se o cavaleiro de Libra e Athena permitirem em nome da justiça.
— Vou pegar o escudo de Libra. Ele parece ser a melhor arma para ser utilizada agora. Afaste-se Kiki. Agora com a permissão do Mestre Ancião lançarei o escudo de Libra contra o pilar do oceano Pacífico Norte! Me ajude poderoso escudo, preciso derrubar esse pilar!
Seiya lança o escudo no centro do pilar. O pilar começa a tremer. Ele cria rachaduras e logo vem abaixo. Seiya e Kiki percebem que um forte ruído é escutado de todos os lados da Fortaleza Submarina, logo, dos outros pilares também. O nível de água acima de suas cabeças abaixa um pouco.
— Isso deve ajudar a conter momentaneamente um pouco as chuvas. Kiki leve a armadura de Libra até Shiryu. Ele assim como eu precisará de ajuda. – Pede Seiya.
— Certo Seiya, assim farei. – Responde Kiki.
— Enquanto isso eu vou ir até o próximo pilar!
Seiya e Kiki se separam. Seiya no caminho pensa em Marin.
— Marin, o que houve com seu cosmo?
Seiya corre pelo Templo Submarino e parece se perder.
— Estarei eu andando em círculos?
Seiya avista um pilar e sorri. Ele se surpreende ao ver que é o pilar do oceano Antártico.
— Não acredito que vim parar aqui. Pensei estar em outro caminho, mas ótimo!
Seiya avista Marin na sua frente. Ele não acredita.
— Marin! Você veio até a Fortaleza Submarina? Você não estava em Atlântida? Como veio parar aqui?
— Vim até aqui te deter, nem que eu precise te matar!
Seiya se perturba. Ele relembra Marin sobre o dilúvio que está prestes a cair sobre a Terra. Ela diz que qualquer esforço será inútil!
— Como você pode dizer uma coisa dessas? Você se arriscou para me levar até a sala do Grande Mestre e agora e agora quer me impedir de tentar deter os planos de Poseidon? Você não pode ser a Marin.
— É verdade. Na realidade eu não sou a Marin! Deixe eu lhe mostrar meu rosto.
Marin tira a máscara. Seiya fica ainda mais perturbado.
— Esse rosto... Você é a minha irmã... Seika!
— Sim sou eu Seiya! – Seika sorri.
Os dois se abraçam. Seiya fica muito emocionado.
— Até que enfim te reencontrei. Foi o meu grande desejo, minha irmã. Tudo que caminhei e lutei até agora foi para novamente te encontrar.
Seika abraça Seiya fortemente. Logo as mãos de Seika se mostram prontas para atacar. Seiya é atacado!
ATLÂNTIDA
Aioria volta a erguer seu punho diante de Mime, que mostra tranquilidade lhe mostrando sua harpa.
— Essa harpa até lembra... A poderosa lira do lendário cavaleiro de Prata de Lira... Ele também tem esse instrumento como parte de sua técnica. É como se essa escama de Polvo fosse uma versão marinha da armadura de Prata de Lira. – Comenta Aioria.
— Cavaleiro porque invadiu violentamente Atlântida? Esse belo continente deve ter paz.
— Paz? Esse continente sendo restaurado ajudará a causar o dilúvio que Poseidon tanto quer. Como se atreve a falar de paz nesse momento?
Mime fecha os olhos e começa a tocar sua harpa.
— Nunca haverá paz na Terra. O dilúvio trará a purificação que o planeta tanto precisa. Não tem porque você lutar, apenas aguardar.
Aioria avança quando percebe que Mime criou vários clones seus. Ele olha para os vários clones e fica tenso sem saber qual é o original.
— Então sua harpa criou essa ilusão de vários clones do verdadeiro general atlante. Pensa que deterá um cavaleiro de Ouro assim?
— Com qual que está conversando cavaleiro? – Ironiza Mime.
Aioria fecha os olhos e se concentra. Ele cria vários flashes de luz.
— "Cápsula do Poder."
O ataque é com imensa velocidade. Ele acerta vários clones inclusive o Mime verdadeiro que vai ao chão.
— Argh...
— Essa técnica barata não me superará general... O que?
Aioria percebe a harpa de Mime no chão caída. Mime aparece atrás de Aioria e o acerta sucessivos golpes até derrubá—lo no chão.
— Você de fato é muito rápido, não nega ser um cavaleiro de Ouro. Me acertou com sua poderosa técnica, porém não imaginou que o meu verdadeiro corpo tem a capacidade de adentrar as ilusões, com isso troquei de lugar e te acertei em cheio. Como disse cavaleiro, lutar é inútil e desnecessário, nada você poderá fazer contra o renascimento de Atlântida nem contra o grande dilúvio. Ficar batalhando só causará mais sofrimento e derramamento de sangue em vão.
— Como foi citado no Santuário, esse general atlante tem uma forte capacidade de persuasão. Ele usou disso quando derrotou Shun. – Exclama Aioria encarando Mime.
Aioria golpeia Mime, que desvia. O general se mostra irritado.
— Você de fato é muito violento. Só irá parar de lutar quando estiver morto. Então que assim seja!
Mime volta a criar vários clones. Aioria volta a acertar todos e novamente é atacado de surpresa por Mime.
— Não pode ser! O meu ataque ainda não acabou com ele... Isso só poder ser... Efeito dessa música que ele está tocando com essa harpa. Ele até me lembra um pouco o general marina Sorento de Sirene!
— Você é esperto cavaleiro. Para conseguir toda a potência de seu golpe teria que não ouvir a melodia tocada pela minha harpa.
Aioria ataca a harpa de Mime e a derruba. A velocidade é impressionante. Antes de Mime conseguir pegar sua harpa de volta, Aioria ataca com intensidade.
— "Relâmpago de Plasma."
— Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh...
Mime cai ferido no chão e seu elmo é destruído. Aioria fica na frente de Mime caído.
— Essa sua técnica não surtirá mais efeito comigo... Mas como?
Mime se levanta. Aioria percebe que as cordas da harpa de Mime o seguraram durante o relâmpago, impedindo de o golpe trazer danos maiores ao general atlante.
— Você é muito poderoso. Preciso acabar rapidamente com você senão terei problemas: "Réquiem de cordas."
— Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh...
Aioria tem seu corpo preso pelas cordas da harpa, que se tornam tentáculos de polvo. Aioria começa a ser estrangulado.
— Agora morra cavaleiro! – Grita Mime.
Aioria se sente sufocado. Ele percebe estar em apuros.
Na floresta de Atlântida Milo se aproxima de Alberich se mostrando bastante sério.
— Vejo que você é um miserável que faz de suas vítimas seus troféus macabros. Com isso não te darei mais a opção da rendição. Te matarei, mas antes te farei trazer as amazonas de volta ao normal.
— Disse que irá me matar? Acha mesmo que me intimida por ser um cavaleiro de Ouro? Se ficar no meu caminho terá o mesmo destino dessas mulheres assim como logo terá o Cisne! – Responde Alberich.
Milo fecha os olhos. Ele ergue seu dedo indicador direito e mostra sua unha, disparando contra Alberich.
— "Agulha Escarlate."
— Han? Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh...
Alberich fica com o corpo dolorido na região onde é acertado pela ferroada do Escorpião. Milo dispara mais duas ferroadas e Alberich grita.
— Logo perderá a sanidade. Vamos general, desfaça essas couraças. – Ordena Milo.
Alberich desfaz a expressão de dor e sorri para Milo. O cavaleiro de Escorpião se irrita. No chão Hyoga está tenso. Milo volta a erguer seu dedo.
— Sendo assim receberá a quarta ferroada: "Agulha Escarlate."
Árvores da floresta entram na frente de Alberich. Elas recebem a ferroada, protegendo o general atlante. Milo volta a disparar e até o matagal do solo entra na frente e recebe a ferroada. Milo fecha os punhos irritados.
— Cavaleiro eu não serei mais atingido. A minha unidade da natureza me protege totalmente. Você está preparado para ser mais um na minha coleção de esqueletos? – Diz Alberich.
Milo fica em silêncio. Ele percebe que aquele general atlante tem o poder de um general marina de Poseidon e que não será nada fácil detê—lo. No chão Hyoga olha para Marin e Shaina presas e logo depois para Thetis. Ele tenta se levantar.
FORTALEZA SUBMARINA
O Dragão Marinho está em seu pilar. Ele percebe que alguém acabara de adentrar o Santuário submarino.
— Senti o cosmo de um cavaleiro... Inacreditável que mais alguém chegou aqui nesse instante. Devo eliminá-lo o quanto antes.
O general marina chama vários capitães marinas e os ordena a matar o invasor. Quem havia adentrado no território de Poseidon era Shun. Ele se surpreende ao ver o mar por cima de sua cabeça.
— Vim para o lugar certo. Cheguei nos 5 Picos e logo encontrei acesso pela cachoeira. Sem dúvidas o Mestre Ancião deixou o rastro no caminho, mesmo ele querendo que eu permanecesse em Atlântida. Mas eu precisava vir aqui. Onde será que está o Ikki? Devo resgatar a Saori.
Vários capitães marinas cercam Shun. Eles preparam o ataque.
— É um cavaleiro de Bronze. Vamos eliminá-lo o quanto antes. – Diz um dos capitães.
Shun lança suas correntes. Ele começa a derrubar um a um dos capitães. Ele abre caminho e avança pela região. Logo recebe um soco na cara indo ao chão. Surgem mais capitães marinas. Um deles pisa em sua corrente, outro em seu pescoço.
— Não entrará nas terras de Poseidon cavaleiro imbecil!
Shun avista um grande número de capitães marinas. Ele sente que alguém os guiou até ali.
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