Notas iniciais
Este será apenas um prólogo, para introduzir os novos personagens e dar um certo inicio de suspense a esta nova saga.

O inicio.


Uma guerra cruel havia acontecido a anos atrás, os cavaleiros de Athena mais uma vez encontraram-se em confronto com os espectros de Hades. Sob a ameaça de um grande "Eclipse" que tiraria toda a vida sobre a face da terra, Athena e seus cavaleiros lutaram com todas as suas forças e, no final, o sacrifício do cavaleiro de Bronze de Pégaso se fez necessário. Era o fim da Guerra Santa, Saori, a reencarnação de Athena da época, em seus últimos momentos de vida, deu a Kanon de Gêmeos, um dos sobreviventes, a dádiva do Mesopetha-Menos e a missão de observar o selo sobre os espectros. A Mu, o outro sobrevivente, deixou a liderança do Santuário e a missão de treinar novos cavaleiros e lidera-los até que novamente se fizesse presente a necessidade de lutar. Após fazer isso, Saori morreu, deixando desolados os dois cavaleiros de ouro que sobreviveram. Os anos se passaram e novamente a elite estava completa. Os doze cavaleiros de ouro mais uma vez se mostravam presentes. E aqui, será mais explicados sobre eles.



Santuário de Athena, Grécia.


08:30, 7 de Agosto de 2046.



Chegando a entrada do santuário, cruzando as entradas de pedra. . alcançamos o que parece ser a primeira casa.



Casa de Áries.



Ao adentrar a casa de Áries, vemos praticamente em sua entrada, um belo talhado em seus pilares. Adornos em ouro, leve, apenas para dar um toque a mais na entrada da casa. O Clima é facilmente descrito como sendo o mais "calmo" possivel, e não demora até que note a silueta de um homem sentado em um sofa belíssimo, e ainda sim, simples. Pele clara mas sem exageros, cabelos longos e avermelhados, dois pontos em sua testa, este era o Lemuriano que aprendeu tudo com o próprio Grande Mestre do Santuário, Sammael de Áries. Seu rosto demonstrava a inquietação que ele estava sentindo naquela manhã, parece que conseguia sentir que algo estava para acontecer. Seu corpo levantava-se daquele sofa e seus passos eram escutados pelo silêncio da casa, causados pelo som metálico da Armadura de Ouro de Áries. Logo, ele caminhava até seus livros e começava a vasculha-los, em busca de respostas.



Cruzando a casa de áries, subindo as escadarias, logo sentiria-se pressionado pela poderosa muralha dourada. Avistamos a segunda casa, enfim.



Casa de Touro.



Logo era possível ver a entrada da casa de Touro, esta diferentemente da casa anterior, Áries, não possuia adornos em sua entrada. Não, diferente dela, esta estava cercada por marcas de combate, marcas de treinamento, marcas de um cavaleiro realmente digno de ser chamado de o "mais forte fisicamente" dentre os doze cavaleiros de ouro. Mas quando entrava-se na casa, poderia-se ver que o cuidado para com esta era um pouco maior, ao menos era bem arrumada, visando receber os visitantes que não apenas buscavam invadir. Nas paredes, poderia-se ver o grande quadro de uma tourada, talvez já adiantando a nacionalidade espanhola de Aldebaran, cavaleiro de Touro. Falando nele, logo seria possivel encontrar um homem de corpo realmente grande e robusto, pele clara, um pouco puxada para o pardo e médios cabelos esverdeados, bem escuros, apenas detalhando sua cor no brilho do sol. Estava sentado encostado em uma das paredes da casa de touro, bebendo uma garrafa de vinho, com uma face não causada pela bebida, ao qual era forte, mas alegre em demonstrar o grande coração do touro dourado. Mas esta face alegre escondia que ele, igualmente seu companheiro anterior, acordou preocupado com alguma coisa que estava acontecendo.



▬ Algo vai acontecer, eu sinto isso. Que athena nos proteja, pois precisaremos.



Deixando a casa de Touro, as escadarias seria seu destino. Mas logo, um temor iria tomar seu coração. A terceira casa os espera.



Casa de Gêmeos.



A casa de Gêmeos, sim, esta era a próxima casa a ser visitada. Sua entrada parecia "normal", aos olhos daqueles que fossem leigos a arte, mas logo poderia ser percebido que os detalhes muito bem talhados eram uma obra de arte, sombria e ao mesmo tempo, "Divina". Entrando na casa, reina um clima de silêncio, uma calma diferente da casa de Áries, é uma calma que corta o coração daquele que adentra a casa de Gêmeos, sendo amigo ou não. Os móveis eram ao típico estilo grego, mostrando que a nacionalidade daquele cavaleiro era a da própria terra aonde ficava o santuário, era um legítimo grego. Mas era estranho como aquela casa emitia uma escuridão penetrante e uma luz confortante, talvez estas conseguissem mostrar com perfeição o coração do cavaleiro de Gêmeos. Aliás, boa oportunidade para cita-lo ali, encostado em uma pilastra de sua morada. Vestia a roupa básica dada a um cavaleiro para treinamento, mas sua face não demonstrava a mesma simplicidade benéfica que aparentava ao misturar-se no meio da aparência dos outros. Seus olhos demonstravam uma coisa diferente de qualquer outro cavaleiro naquele local, era como olhar para um animal pronto a devorar qualquer um a sua frente, mesmo se fosse um "deus". . e a contra-partida, seus lábios permitiam um sorriso quase convidativo, como a mistura perfeita entre um gentleman e uma besta, quase talvez podendo ser comparado a Hannibal ou outros vários. Seus motivos para tais modos de ser, desconhecidos eram. . olhando para fora de sua morada, um sorriso apareceu em seu rosto.



▬ Parece que logo algo começará. . huh, por mais que eu desgoste, devo aquele homem, proteger esse santuário.



Logo partimos da casa de gêmeos, subindo as longas escadarias. Que estranho, parece que a entrada do inferno nos espera. Logo, a quarta casa.



Casa de Câncer.



A entrada de Câncer poderia ser dita como a mais comum até o momento, e não seria mentira alguma. Ao que parece, o dono desta morada não é um grande apreciador das boas artes, pelo menos para dedica-lá aqueles que chegam em sua casa. Mas quando colocamos o pé dentro da casa de Cancêr, vemos um mundo completamente diferente. A parte da literal "casa" do cavaleiro é completamente diferente dos seus anteriores, podemos ver grande conteúdo de misticismo ao demonstrar vários utensílios que ao que parecem, são usados para estudar magia negra ou coisa do tipo. Uma grande biblioteca com livros que mais parecem ter saido de um filme de terror, eram direcionados até uma mesa aonde tinha alguém lendo um enorme livro com cuidado. Longos cabelos lilás, caidos por seus ombros adornados pela armadura de ouro de Cancêr. Pele clara, um sorriso em sua face que mais parecia o de um demônio. Poderia-se perceber em sua face que ele era alguém que escondia muita coisa, e que não era exatamente a melhor companhia para se ter em uma noite escura. Mas de fato, podia perceber-se também em sua face, preocupação. Parecia estar com algo na cabeça que não queria deixa-la de forma alguma. Asshelos não gostava de ficar desse jeito, sempre lhe causava uma grande agonia. Antes que perdesse a concentração, voltou a ler. . agora penso se ele não está lendo algo que possa ajudar a resolver isso.



Partindo da casa de Cancêr, subimos as próximas escadarias. Logo chegamos na quinta casa e eu juro que pareço estar indo pra boca da fera.



Casa de Leão.



Quando chegamos próximos da casa de Leão, vemos vários talhados na entrada da casa que praticamente descreviam a personalidade de seu defensor, eram talhos agressivos e imponentes, provavelmente feitos por ele próprio, em busca de calma. Aliás, calma é o que parece não haver naquela morada, sendo que logo escutavasse o som de algo quebrando. Adentrando mais a casa, vemos que duas pilastras estavam caindo ao chão, claro, longe da mobilia japonesa que ilustrava a casa. Perto das pilastras caidas, via-se um jovem de cabelos curtos e negros, pele clara e olhos bem vivos, pareciam até mesmo arder em chamas. Suas vestes eram o típico grego, no qual ele parecia se sentir muito bem. Logo, mais uma luz deixava o punho do cavaleiro de Leão chamado de Athos, derrubando mais uma pilastra.



▬ Essa sensação estranha. . meu peito tá dizendo que algo vai acontecer.



Deixando a casa de Leão, logo partimos escadas acima para a sesta casa. Quando mais me aproximava, mais parecia estar perto "de deus".



Casa de Virgem.



Não demorava para que, correndo pelas escadarias de Leão, chegassemos em Virgem. Logo na entrada viamos estátuas budistas, o que já mostrava que o cavaleiro daquela casa não era apenas um adorador de sua própria deusa, como também do budismo. Logo, entrava-se na casa e se avistava mobílias de teor indiano, parece que era entregue a nacionalidade daquele cavaleiro. Mais ao meio da casa, na parte aonde os invasores passavam, parecia ter encostado em uma das paredes, uma estátua de Buda com um altar a sua frente, ao que parece, permitindo que o cavaleiro fique ali meditando. Curiosamente, não encontramos cavaleiro algum nesta casa. Será que ele está em missão? Não sei, mas vamos logo a próxima casa.



Não demoramos em virgem, logo saimos a frente. Quando mais nos aproximamos da sétima casa, mas sinto uma boa sensação.



Casa de Libra.



Subindo as escadas, já era possivel sentir um clima extremamente calmo vindo da casa adiante, Libra. Ao que tudo indica, o cavaleiro dentro desta casa seria realmente um tanto quanto diferente dos outros, de uma forma a qual é difícil explicar. Na entrada da casa, apenas vemos no alto o simbolo de Libra, e em alguns pilares da entrada, adornos em estilo chinês, parece que o protetor desta casa é da mesma nacionalidade de seu ancestral, Dohko. Quando adentramos mais a casa, podemos ver claramente o toque chinês na arrumação da "parte moravel" da casa, mobilias, quadros, vasos, realmente demonstrando o jeito com o qual o cavaleiro desta casa cuida da mesma. E se olharmos um pouco mais a fundo, perceberemos um jovem meio que deitado em um sofá vermelho, olhando intensamente para o teto da casa de libra. Seus cabelos curtos/médios e ruivos escondiam um pouco seus olhos, face clara, roupas um tanto quanto antigas, dentro do contexto chinês. Seu nome é Renzo, pupilo direto de Dohko de Libra. Sua face mostrava claramente uma preocupação que não parece ser comum no cavaleiro, e isso torturava-o de uma forma absurda.



▬ O que será essa apreensão que toma meu coração?



Deixando Libra, seguimos adiante enfim. Quanto mais caminho, mais parece que estou indo de encontro a meu "julgamento". A oitava casa está ali.



Casa de Escorpião.



Escorpião era a próxima casa a ser olhada, e confirmo, era belissima em seus adornos pelas pilastras de entrada. Quando entramos na casa de Escorpião, logo se depara com vários livros em cima de uma mesa, com o tema "mitologia grega", junto de alguns pergaminhos antigos que parecem ter saido da biblioteca do Santuário, ou cedida pelo grande mestre. Isso facilmente mostra o cavaleiro de escorpião como sendo um amante da história grega, e não só um amante desta como sendo grego também, pois a arrumação dali entregava isso. Mas ao contrário da casa anterior e igual a casa de virgem, estava vazia. Talvez o cavaleiro desta casa esteja em uma missão ou coisa do tipo. Bem, sairemos daqui.



Escorpião logo ficou para trás, correndo escadarias acima. Logo, chegando próximo da nona casa, senti uma alegria. Porque me sinto bem aqui?



Casa de Sagitário.



Avistando a casa de Sagitário, percebe-se que uma grande paz é emanada daquela que, de fato, é a maior das moradas dos cavaleiros de ouro. Mas ao mesmo passo de que é a maior dentre as doze casas, é a mais modesta quanto a detalhes, os talhados são os originais da própria morada desde tempos mitológicos. Quando entramos na casa, é quase que direto notar que a arrumação daquela casa remete muito a arrumação da casa de gêmeos, mostrando que o cavaleiro de Sagitário também é grego. Dentro da casa vemos algumas roupas largadas pelo sofá, uma caneca de café quente parecendo ter sido deixada a pouco por alguém. Adentrando mais a casa agora pelo lado dos invasores, achamos o cavaleiro de Sagitário chamado de Alexis, treinando o corpo dele com alguns exercícios leves, que ele logo cessava, colocando uma toalha em volta do pescoço. Seus cabelos loiros e medianos chamavam a atenção, tinha uma pele branca, mas meio morenizada pelo sol da grécia, resultado de seus treinos. . vestes comuns do santuário. Sua face demonstrava completamente como aquele cavaleiro estava. . preocupado com a sensação estranha que ele sentia. Algo aconteceria naquele dia, e ele sabia que seria algo que mudaria completamente a vida dos cavaleiros como tem sido até agora. Mas para ele, não importava. O que quer que fosse, lutaria pela paz no mundo, assim como ele aprendeu com Aiolos.



▬ O que quer que seja isso, por Athena, superaremos.



Partimos então de Sagitário, correndo pelas escadarias de acesso a décima casa. Logo, chegamos a outra enorme casa, e a sensação de justiça aumentava no peito.



Casa de Capricórnio.



A casa de Capricórnio estava bem a frente, demonstrava imponência em seus traços, lealdade a Athena era descrita até mesmo em seus talhos, estes eram sempre sobre algo relacionado a deusa que ele servia. Adentrando mais a casa, um grande corredor levava ate dentro da casa. Neste corredor, era notavel alguns quadros ilustrados por pinturas inglesas, associando-se a nacionalidade do cavaleiro de capricórnio. Quando adentrava-se a parte maior da casa de capricórnio, era avistada a grande estátua de Athena entregando a espada Calibur para o primeiro cavaleiro de capricórnio, e mais a direta da casa, moveis ingleses e um belo jogo de xícaras sobre a mesa. Mas ao que parece, o cavaleiro de Capricórnio não estava na sua morada, era estranho, três cavaleiros de ouro não protegiam suas casas naquele momento. Mas bem, vamos prosseguir.



Deixando Capricórnio, cruzavamos as escadas para a décima-primeira casa. Que frio que sinto, é como se minha alma congelasse.



Casa de Aquário.



A casa de Aquário era a próxima a ser avistada, e a penultima até chegar na sala do Grande Mestre. O frio que se emanava daquela casa espantava até mesmo os passaros que passavam por cima desta. Era em vista das outras, uma das menores, se não, a menor das doze casas. Ao mesmo passo que era a menor, parecia ser a mais bem ajeitada, por assim dizer. Os talhos da entrada eram comuns, mas ainda sim, refinados, mostrando literalmente que, o cavaleiro de Aquário tinha "Classe". Adentrando mais, ao olhar para a direita, vemos a entrada para a grande biblioteca de Gaia, a biblioteca pessoal do cavaleiro de ouro que, segundo este, guarda o conhecimento do mundo todo, desde seu começo. Mais a esquerda, vemos uma interessante cena. Dois homens estavam sentados em uma mesa, pareciam estar jogando xadrez. Um deles, tinha longos cabelos ruivos, pele bem clara e vestia roupas que lembravam as vestidas por russos, este era Aleksandr de Aquário. E o outro vestia roupas leves, mesmo para o frio que fazia ali. Pele clara, cabelos verdes claro e longos, olhos azuis, sua beleza era realmente algo incrivel, poderia até mesmo ser dito como o mais belo entre todos ali. Era o cavaleiro de Peixes, Schneider. A conversa entre os dois parecia entregar que eram ótimos amigos.



▬ 499 a 499, eu irei completar 500 hoje, meu amigo.



▬ Você percebeu, Schneider? Essa sensação estranha. . .

▬ Parece que. . . Xeque-Mate.

▬ Ahn? Não, isso não é um Xeque-Mate. Além disso, deixou caminho aberto. Pronto, Xeque-Mate.

▬ . . . De qualquer forma, eu também sinto isso. Parece que algo vai acontecer.

▬ Espero que seja apenas uma intuição, mas devemos estar preparados.

▬ Não se preocupe, Aleksandr. Somos cavaleiros. Lutaremos se preciso, é nosso dever, não é?

▬ Você está certo. .



Deixando a casa de áquario, vamos subindo em direção a ultima casa. O aroma doce de rosas me deixava tonto, o que está havendo?



Casa de Peixes.



Logo chegamos a décima-segunda casa do Santuário, a ultima até chegar ao grande mestre. Logo na entrada podemos perceber que esta morada é diferente de qualquer uma das outras anteriores, o "cuidado" para com esta casa parecia ser a maior dentre as doze. Na entrada podemos ver vários desenhos sofisticados e delicados, mostrando que o cavaleiro dentro desta casa deveria ser digno do titulo de o "mais belo" até mesmo quando nos referimos a sua casa. Adentrando a casa, logo percebia-se que esta estava vazia, logo que seu cavaleiro estava em áquario. Mas era claro a chance de detalhar a bela visão que tinhamos. . várias obras de artes, quadros belíssimos, várias rosas espalhadas pelo chão da casa. . rosas normais, ao menos. Por mais que queiramos continuar detalhando, nossa viagem acabou. E é melhor irmos logo, antes que as rosas resolvam nos envenenar.



Uma dúvida? O que está acontecendo?



Aquele ar estava mesmo estranho, naquela manhã, até as nuvens pareciam se juntar de medo, algo parecia querer acontecer. O sol pouco conseguia enviar sua luz por cima do santuário, sol aquele que é o símbolo da deusa que eles servem. Um homem de longos cabelos azuis claros começa a caminhar em direção a primeira casa, a qual tem seu protetor na entrada, cujo já sentia a aproximação de alguém. Este homem, chegando as escadarias de Áries, retira seu manto e revela uma armadura branca, uma armadura de prata. Era um dos cavaleiros de segunda linha de Athena, o cavaleiro de Taça. A voz deste se pronunciava então em educação ao cavaleiro de ouro, parecia estar preocupado, sua face demonstrava isso. Aliás, parecia ter uma certa amizade com o cavaleiro de Áries, já que o próprio cavaleiro demonstrava uma face terna para acalmar o companheiro.



▬ Meu bom amigo, o que aconteceu?



▬ Você teve ter percebido também, Sammael-san. Essa sensação ruim. . como se algo fosse acontecer. .

▬ Ícaro, não se preocupe. Não importa o que acontecer, nós lutaremos para proteger todos.

▬ Sinto que apenas lutar, não será o bastante. Não mentirei, temo por nosso futuro.

▬ Teme pelo futuro, Ícaro? Porque não o vê em sua taça?

▬ Eu não. . . tenho conseguido ver o. . . futuro.

▬ . . . Que Athena nos proteja, Ícaro. Vamos esperar, é tudo o que podemos fazer. Sidharta está fora do santuário, espero que ele consiga saber o que é.



Ambos os cavaleiros se mostravam preocupados, e parece que o clima não ajudava. As nuvens, juntas, começavam a derramar a chuva por cima do sacro solo do Santuário, lavando o temor dos cavaleiros e aumentando o pesar de seus ombros. Algo estava para acontecer, e o que quer que fosse acontecer, poderia significar o fim para aquele santuário. Mas não importa o que aconteça, os cavaleiros jamais desistirão de lutar, tendo Athena a seu lado, ou não.



Prólogo Finalizado.



Notas finais
Prólogo finalizado, espero que gostem.