Saint Seiya: Nova Geração
1 Lembranças de um passado Obscuro (Volume1)
Notas iniciais
INTRODUÇÃO:
Mil novecentos e noventa e cinco época em que parecia ser o novo começo de confrontos entre os Deuses e os humanos, o Santuário se levantou daquilo que parecia ser uma destruição devastadora que foi o resultado da luta de Apolo e seus anjos contra Seiya, Saori e alguns outros cavaleiros que lutaram lado a lado e morreram como verdadeiros guerreiros da justiça. Em plena manhã o cavaleiro de Áries se dirige até o salão principal do grande mestre para lhe informar o resultado de uma missão da qual fez parte junto de seus companheiros, os cavaleiros de sagitário e virgem. No salão principal o grande mestre permanecia em seu trono até então passos metálicos ecoavam sobre o solo sagrado anunciando a sua chegada, o cavaleiro de ouro lentamente ajoelha-se apoiando uma das mãos sob uma das pernas e então reverencia o grande patriarca do santuário aquele que é responsável sobre toda a Grécia com o dever de dirigir todos os cavaleiros em nome de Athena.
– Grande patriarca a missão foi realizada com sucesso os inimigos foram todos exterminados – Responde o cavaleiro de Áries.
– Muito bem, retorne para a casa de Áries até que eu ordene novamente a reunião pela manhã e decidir quem deverá tomar o rumo para a próxima missão – Disse então o Mestre tranquilamente sentado em seu trono perante o cavaleiro de Áries.
– Certamente grande patriarca – O santo dourado de Áries levanta-se e caminha até os portões deixando o salão principal.
Neste meio tempo o Grande mestre parecia está bastante pensativo e certamente ele relembra os momentos obscuros que tivera no início quando o confronto entre Apolo resultou numa destruição imensa que matou quase todos os seus companheiros, mais alguns foram salvos graças a Athena. O grande mestre sabia o que Athena pretendia dando a chance de alguns cavaleiros sobreviverem os tirando da zona de perigo e ela certamente queria que estes continuassem lutando para manter a justiça sobre a terra o amor e o carinho que deverá sempre existir em harmonia para o mundo assim governava Athena.
– Já faz muito tempo Seiya – Pensa o Mestre do santuário enquanto torna a voltar nas lembranças de tempos atrás.
"Cinco anos atrás naquele momento, os poucos cavaleiros que ainda viviam deram suas vidas para que eu e Seiya assim como os demais continuássemos prosseguindo até o local aonde Apolo se encontrava juntamente de Athena. Seiya que foi capaz de recuperar suas memórias quebrando a ilusão que Apolo pôs sobre o mundo para evitar que os cavaleiros de Athena continuassem a existir, Seiya sempre aquele moleque de grande vontade capaz de superar todas as barreiras em seu caminho e ele seria aquele que um dia se tornaria o Santo de Athena aquele que foi capaz de realizar milagres em nome da Justiça. Batalha após batalha ceifando a vida de cavaleiros que lutaram com bravura, lá estava perante o Deus do sol Apolo. E todos nós fomos gravemente feridos e o poder de Apolo era imenso,mas Seiya continuava a se levantar seu cosmo crescia intensamente como se todo o universo estivesse dentro de suas estranhas.
Athena estava ali junto de Seiya seu cosmo junto com o de Pégaso se misturava criando uma força que até mesmo Apolo desconhecia, todos nós levantamos e partimos em direção para ajudar Seiya,no entanto Athena não nos permitiu e nos enviou para longe do local.O seu cosmo e neste momento seu olhar, o seu sorriso é como se ela acreditasse que seria nós aqueles que um dia deveria cuidar do mundo em seu nome, então ela se virou e tornou-se a focar sua concentração na batalha até o momento que Apolo cede suas forças e Seiya milagrosamente o atinge, uma explosão enorme surge devastando tudo e o santuário o que sobra são apenas destroços e eu estava ali junto com os demais sobreviventes assustados e sem saber o que fazer. O cosmo de Athena havia desaparecido assim como o de Seiya, desde então reconheci que ambos sacrificaram suas vidas para trazer a paz para terra novamente". Lembra então o mestre do santuário.
– Jurei proteger a humanidade custe o que custar Seiya, esta é minha palavra – Disse o mestre do santuário em seus pensamentos.
Tudo começou sobre o luar da noite quando os quatro cavaleiros se levantam dos destroços, milagrosamente vivos e inteiros todos haviam visto que Athena salvara suas vidas, o que restou para Shun, ikki,Hyoga e Shiryu? Apenas o vasto Santuário em ruínas. Shun lamenta e chora por Saori e Seiya, Shiryu lamenta pela morte dos demais cavaleiros, Hyoga lamentava por não ter sido capaz de ajudar Seiya e Ikki... Somente Ikki permanecia em silêncio. Quando inesperadamente duas figuras são avistadas de longe e estas são reconhecidas como a amazona de cobra e o jovem aprendiz do falecido cavaleiro Mú de Áries, Kiki de Aprendix.
– O quê? Não pode ser vocês também sobreviveram! – Disse Shiryu surpreso.
– Shiryu? É você mesmo? – esbraveja Kiki em um tom de alegria ao avistar o cavaleiro de dragão acompanhado dos demais.
– Shina, Kiki! – Disse Shun muito alegre.
– O que aconteceu? Parece que tudo acabou onde está Seiya? – Exige a amazona uma resposta – Neste momento Ikki fecha os olhos baixando a cabeça.
Kiki: – Não me diga que ele morreu? – Pensa o pequeno Kiki na pior das hipóteses.
– Seiya se foi, junto com Athena – Lamenta o santo de Cisne.
– O que disse? Seiya está morto? – Grita Shina tentando acreditar nas palavras de Hyoga.
– Athena,não consigo acreditar que Athena esteja morta. – Lamenta o jovem lemuriano horrorizado.
– Athena salvou nossas vidas antes de morrer enfrentando junto de Seiya o Deus Apolo. Deveríamos agradecê-la por todos nós que estamos vivo invés de lamentar por sua morte – Desabafa Ikki em um tom frio enquanto olha para seus amigos.
– Ikki! – Shun estava sem palavras para argumentar em relação as palavras de seu irmão
– E agora, o que devemos fazer? – Pergunta o santo de bronze Hyoga, na esperança de haver uma resposta.
– Acredito que Athena queria que continuassem aquilo que ela não pode terminar, por isso ainda estamos com vida. Devemos construir tudo novamente – Disse Shiryu depois de ter pensado na única resposta que viera em sua mente.
– Mas dizem que a reencarnação de Athena na terra é a cada 200 anos. – Disse o santo de Andrômeda.
– Devemos preparar o santuário para a futura geração seria isso que Seiya faria em nosso lugar – Responde então o cavaleiro de bronze Shiryu
– Seria isto que Athena desejaria! – O santo de cisne mostra então que concorda com a idéia de Shiryu.
– Pff... Façam o que quiser...Eu não quero me envolver nesse plano ridículo de que o mundo continue precisando da ajuda de nós cavaleiros, eles já tiveram o que mereciam e Seiya,Saori e os demais estão mortos por causa da humanidade, desta vez é melhor que eles cuidem de si mesmos – Responde Ikki que Interrompe a conversa de modo frio e cruel.
– Mas Ikki! – Exclama Shun.
Sem mais nenhuma palavra o cavaleiro de fênix deixa o local virando as costas para os seus amigos, com feridas por todo o corpo e sua armadura com sérios danos ele desaparece em meio aos destroços a frente, Shun sente um aperto em seu coração por acreditar que seu irmão Ikki não irá colaborar em ajudar a levantar a moral do santuário que foi destruída pelas mãos de um Deus. Os três cavaleiros de bronze junto de Shina e Kiki permanecem ali em meio ao nada em total silêncio e então decidem pensar como e por onde irão começar os planos para manter o desejo de Athena em cuidar da humanidade. Enquanto isso a solitária ave Fênix caminha pelos escombros do santuário sua expressão fria é apavorante a situação está em desagrado ao seu favor e o sentimento de culpa e de tristeza toma conta de seu coração e sua alma parece ter sido esfolada viva perante a dor que sente ao permitir que Seiya e Athena tivessem sido mortos pelas mãos de um Deus e sem ao menos ter tido a chance de fazer algo,contudo será que o motivo de Ikki está vivo é que Athena queria que ele continuasse de onde ela havia parado? Esta era a dúvida que consumia a mente do cavaleiro de fênix até então, e assim ele prosseguia pelo caminho.Três dias então se passam desde o ocorrido, o Santuário passa por uma severa reforma e habitantes das redondezas se oferecem para reconstruir o santuário bem como as vilas aos redores junto com os poucos sobreviventes aos ataques que destruiu maior parte dos vilarejos. Shiryu e Hyoga ajudam no trabalho e Shun sobre uma plataforma olha o nascer do sol pela manhã preocupado com seu irmão Ikki então Kiki aparece ao lado de Shun preocupado com o que Andrômeda estivesse passando.
– Você está bem Shun? – Pergunta o pequeno lemuriano preocupado.
Shun: – Sim eu estou nós cuidamos de nossos ferimentos, mas Ikki até agora não retornou. Para onde será que ele foi dessa vez? – Disse Shun preocupado com Ikki.
– Não se preocupe com ele Shun, Ikki é forte e irá sobreviver a essa situação – O pequeno Kiki apóia as mãos sobre a cabeça esboçando um largo sorriso.
– Eu espero que sim Kiki. Nossa preocupação agora é manter o santuário seguro. – Responde o santo de Andrômeda aliviado.
O dia então se esvai e a noite chega o momento em que todos precisam descansar e pensar sobre seus destinos. Em um pequena casa encontra-se Shina,Kiki,Shun e Shiryu e as chamas de um fogo crepitam sob uma lareira todos estão pensativos em relação a alguma coisa, Shun está sobre a janela olhando as estrelas e então percebe a ausência do cavaleiro de Cisne.
– Onde será que o Hyoga está agora? – Pergunta o santo de Andrômeda que se preocupa com o seu amigo.
– Provavelmente lá fora, Hyoga tem reagido de maneira muito estranha ultimamente – Responde Shiryu que está sentando em uma cadeira com os braços cruzados de olhos fechados mostrando uma expressão de seriedade.
– Me pergunto se ele realmente está bem, espero que não seja nada demais para ele – Lamenta Shun preocupado com seu amigo.
Sobre uma plataforma em meio aos destroços olhando o belo luar da noite sobre as estrelas ascendentes o cavaleiro de Cisne encontra-se em uma expressão tranqüila a suave brisa da noite balança seus cabelos enquanto olha o horizonte nota uma estrela cadente surgir a sua frente e então desaparece neste momento uma cosmo energia extremamente poderosa surge e desaparece tão rápido assim como a estrela cadente que o mesmo havia visto em segundos.
– O que foi isto? O que foi essa poderosa cosmo energia que eu senti? – Pensa o cavaleiro de cisne aterrorizado ao sentir o cosmo familiar e muito poderoso, dando assim o fim do primeiro fragmento.
Notas finais
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Naquela Noite
O universo queria me dizer alguma coisa
Na alta noite.
As estrelas brilhavam intensamente
A lua esconde-se entre as nuvens...
Uma estrela cadente surge nos céus
Trazendo consigo vagas lembranças
De repente ouvi o som de uma canção
Iniciou-se uma triste melodia.
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