Saint Seiya: Nova Geração

16 Aquele que cultiva as Rosas


Notas iniciais
E ai pessoal tudo bem? desculpem me pelo sumiço, mas problemas tende sempre a aparecer, mas agora estou de volta.

Após a reunião dos cavaleiros alguns dias se passaram. Em plena manhã os doze dourados treinam para aperfeiçoar suas técnicas. No lado Oeste da cidade se encontra um vasto território a céu aberto que dá entrada para uma floresta, este território está repleto de rosas vermelhas obra de um cosmo muito poderoso que de desenvolveu para criá-las. À medida que este cosmo se expandia as rosas iam cobrindo toda área desde as rochas até o solo e as pilastras que se encontram sobre o local, logo o território estava tomado por dezenas delas. No meio delas se encontra Adônis o santo dourado que detém a armadura sagrada de ouro de peixes. Como todo o cavaleiro de ouro que defende a décima segunda casa está destinado a conviver com estas rosas que se mostram armas mortais que por muito tempo tem sido capazes de proteger o santuário das mãos dos inimigos. Belas e maravilhosas rosas vermelhas que embelezam o vasto território com sua cor e fragrância, porém mortal contra todos aqueles que delas se aproximarem. Neste exato momento três crianças percorrem pelo local a fim de chegar até a floresta tendo como objetivo coletar alimentos frutíferos para a produção de suas mercadorias afinal essas crianças trabalhavam na produção de bebidas para uma taverna localizada no centro do santuário, contudo para chegar até o seu destino as crianças precisariam antes adentrar pelo vasto território, uma escadaria leva até o terreno, porém antes de as crianças descerem para seguir adiante foram advertidas pela amazona de cobra que patrulhando pelo local percebera o movimento em um lugar considerado agora uma zona de perigo.

– Ei! Vocês três ai! Não podem entrar aqui. Este lugar está restrito, é uma zona de treinamento.

– Ah, me desculpe senhora nós não sabíamos! Todo o vilarejo foi advertido, mas não sabíamos que essa zona havia sido restrita, estamos atrás dos ingredientes para a produção de nossas mercadorias, só conseguiremos se atravessarmos esse pátio até chegar a floresta – Disse uma das crianças para a amazona de prata.

– Olhem está vendo aquele imenso vermelho sobre o solo abaixo? São rosas, apesar de belas são mortais, não são simples rosas se vocês pisarem sob sobre aquele imenso jardim é lá que vão descansar para todo o sempre – Adverte a amazona de prata.

– Ahhh! A gente não quer isto é melhor voltarmos – Disse a outra criança engolindo seco.

Assim as três crianças retornam para onde vieram enquanto isso a amazona volta seu olhar para o local abaixo em que se encontra o vasto pátio rochoso e avista o dourado de peixes em meio a todo aquele vermelho que é o fruto de sua bela criação. Enquanto isto no salão principal o mestre se encontra em seu trono pensativo e nervoso. A advertência que tivera naquele dia com a aparição de Heracles e seus subordinados foi algo pesado e Ikki jamais imaginara que o inimigo viesse até o santuário sem muitos problemas tendo sido até mesmo capaz de repelir o ataque de dois cavaleiros de ouro ainda que estes não tivessem despertado seus cosmos por completo. Inesperadamente os portões do salão se abrem e um grupo de soldados caminham em direção ao mestre e então se ajoelham e reverencia o mesmo para em seguida apresentar a noticia que trouxeram consigo. Julgando pelo nervosismo de todos eles a noticia não parece ser nada agradável.

– O que aconteceu, conte-me imediatamente! Disse o mestre que se levanta rapidamente impaciente com os homens que estão trêmulos de medo.

– Um dos vilarejos fora atacado por uma terrível cortina venenosa, creio que todos os habitantes estão mortos – Responde um dos soldados rasos do santuário.

– O que disse? Não pode ser. Convoque os cavaleiros de ouro imediatamente! – Exclama o mestre, tendo recebido as ordens os soldados se dirigem para as regiões do santuário na procura de dar a noticia para todos os cavaleiros de ouro.

Uma hora depois todos os cavaleiros dourados são avisados eles imediatamente se dirigem para o salão principal, durante a caminhada do santo de leão pela cidade ele percebe a distancia que o relógio zodiacal havia acendido e que chamas azuis representavam os doze signos do zodíaco, o que isto significa? Dentro de alguns minutos todos os cavaleiros estão reunidos no salão principal e então o mestre se prepara para dar as péssimas noticias.

– Temo dizer que o primeiro sinal dos doze trabalhos finalmente apareceu. Um dos vilarejos da zona Oeste fora atacado por uma cortina venenosa matando possivelmente todos os habitantes da região. O que significa que os inimigos já estão agindo, foram distribuídos entre vocês a doze armas sagradas de Libra que irão auxiliá-los no combate contra as forças do mal. Acredito que todos vocês tenham treinado suficientemente para desenvolver suas habilidades a fim de combater o inimigo e exterminá-los imediatamente, o destino da humanidade está nas mãos de cada um de vocês defensores de Athena.

– Mestre o relógio zodiacal foi ativado o que isto significa? – Curioso pergunta o santo de leão.

– Foram dados a cumprir doze trabalhos assim como o relógio zodiacal apresenta os doze signos uma vez que um trabalho for cumprindo no determinado dia a chama a de se extinguir, doze trabalhos, doze dias e temo que nestes doze dias os trabalhos não forem concluídos e as chamas se extinguirem nosso objetivo terá falhado, visto que falta somente 12 dias para completar o sexto ano conforme dito pelo guardião sobre a chegada de Athena. – Lamenta o mestre do santuário.

– Isso não é nada bom – Disse nervoso o santo de Libra.

– Irei organizar um grupo de três cavaleiros de ouro para cada missão, uma vez que cumprida a equipe deve voltar para se recompor enquanto outra é enviada para dar conta da próxima missão, nesta primeira missão os escolhidos serão, Adônis o cavaleiro dourado de peixes, Magnus de Câncer e Cornélio de Touro, vocês três serão designados para tomar conta desta primeira missão, o resto deve permanecer em suas fortalezas enquanto os soldados irão patrulhar pelo santuário mantendo a guarda do mesmo. Eu lhes pergunto, vocês estão preparados para lutar e dar suas vidas me nome de Athena.

– Sim senhor! Todos respondem com um grande entusiasmo.


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Neste momento a reunião termina e tudo fora combinado. Os cavaleiros de ouro retornam para a fortaleza enquanto os três escolhidos se retiram do santuário adentrando na zona que lhes foram enviados, todos eles caminham em silêncio sem saber o que dizer um para o outro e então o grandalhão toma a iniciativa.



– Vocês estão nervosos? Parece uma tarefa fácil vocês não acham – Disse o grandalhão que sorri enquanto caminha junto de seus companheiros.

– Eu não diria que seria fácil julgando pela aparição do nosso inimigo e como ele deteve os ataques de Kiki e Hu eu suponho que deveremos ser cautelosos – Adverte o dourado de peixes que expõe sua idéia tranquilamente.


– Fortes ou não daremos cabo de cada um deles – Disse Magnus com grande entusiasmo.

Os cavaleiros caminham até chegar às escadarias do vasto pátio e então o dourado de peixes pede para que os dois parem imediatamente, pois o local está protegido contra invasores e qualquer um que ousar pisar nas rosas terá uma morta certa.

– O que há Adônis porque nos parou? – Pergunta Cornélio sem entender nada.

– Esta é uma pequena armadilha, até mesmo vocês cavaleiros de ouro estão sujeitos a morte se ousarem pisar neste florido jardim de rosas vermelhas – Disse o dourado e em seguida fechando os olhos.

– Como você sugere que passamos então malandro? – Pergunta Magnus ficando impaciente.

Os olhos do santo dourado de peixes se abrem imediatamente e sua cosmo energia cresce fazendo com que as rosas abram um extenso caminho liberando a passagem para seus dois companheiros.

– Prossigam até o final eu permanecerei aqui e defenderei está posição – Finaliza o dourado.

Os dois dourados concordando descem as escadas seguindo adiante enquanto Adônis permanece naquele vasto território para proteger o local contra a invasão de qualquer inimigo. Chegando até a floresta os dois dourados se deparam com um silêncio aterrador. Pelo local se encontra pequenos animais mortos, vitimas da terrível cortina venenosa que se espalhou pelos arredores da floresta. Depois de horas de caminhada eles finalmente passam da floresta se deparando com uma trilha que leva até o vilarejo mais próximo e o ambiente local não está nada agradável. Quando os dois dourados adentram no vilarejo agora podia sentir o cheiro de podridão que paira sobre o local, forçando um dos dourados a colocar uma das mãos sobre o nariz tentando conter o odor, porém o dourado de câncer parece não ser afetado pelo mau cheiro do local.

– Magnus, qual é a sua isso não está te afetando? – Pergunta Cornélio curioso com a reação inalterada de seu companheiro

– Já senti cheiro de coisas piores camarada – Sorri o dourado enquanto ambos continuam a caminhar.

Enquanto ambos os cavaleiros caminham pelas ruas desertas do vilarejo, um barulho vindo de uma das casas destruídas chama a atenção de ambos que imediatamente se dirigem para o local. Adentrando na mesma lentamente, não havia sinal de vida o local estava destruído, mas havia barulhos de choro, alguém chorando e então os dourados caminham para o meio da morada e não avistam nada exceto que Magnus ao olhar para o chão nota que pisou em cima de um alçapão então sorri mantendo uma expressão psicótica em sua face e erguendo o punho para o alto desce em direção ao alçapão arrebentando o mesmo.

– Aqui! Com um golpe através do punho Magnus atravessa o chão de madeira conseguindo segurar algo e ao puxar para cima havia pego uma das crianças que estavam escondidas debaixo da casa, uma criança de aparentemente sete anos de idade que vestia roupas em frangalhos, conseqüência da desgraça que caira sobre o seu lar.

– Mas, é uma criança! – Disse Cornélio surpreso que ao olhar para baixo no buraco havia mais duas delas, uma garota de doze anos e um garoto de cinco.

– Como elas sobreviveram a isto? não vai durar muito até que estejam mortas, é melhor acabar com elas agora mesmo – Disse sadicamente o dourado de Câncer.

– Ficou maluco? Toma-lhe Cornélio a criança das mãos do dourado de câncer que o encara com uma expressão feia em sua face em seguida Cornélio pede para que as outras duas crianças subam para cima e assim elas o fizeram.

– Oh vocês são os cavaleiros de Athena, por favor, nos ajude! Nosso vilarejo fora atacado por seres demoníacos do mal, vultos negros que sugiram junto com uma nevoa venenosa matando tudo que encontravam pela frente. Nossos pais antes de morrerem nos esconderam aqui dentro, podíamos ouvir os gritos deles antes de serem mortos lentamente bem acima de nós – Desabafa a garota que começa a lacrimejar enquanto permanece de joelhos em frente aos dois cavaleiros.

– Tudo bem, está tudo bem agora, não vamos permitir que nada aconteça com vocês, nos cavaleiros de Athena viemos para combater o mal e vamos dar um jeito nisto – Disse Cornélio com um sorriso em sua face, enquanto ajoelha-se abraçando as crianças e as tranqüilizando.

– Idiota! – Pensa o dourado de câncer de braços cruzados ainda fazendo cara feia.

Logo então um barulho assustador surge novamente chamando a atenção dos dourados e das crianças, uma delas responde “Eles estão voltando novamente” Após ouvir a revelação de uma das crianças Magnus supõe que são os inimigos rondando pelos locais a procura de mais vitimas, Cornélio diz para as crianças se esconderem novamente enquanto ambos vão verificar prometendo assim o taurino que voltaria para resgatá-las em seguida. Com um sorriso as crianças enxugam a lagrima de seus olhos e balançam a cabeça positivamente e então tornam a se esconder enquanto os cavaleiros seguem para averiguar o resto do local. Deixando a morada Cornélio e Magnus continua pela rota. O local permanece em silêncio até o momento que ambos chegam no fim da rota que oferece dois caminhos.

– Bem parece que devemos nos separar por aqui – Disse Magnus olhando para Cornélio com um sorriso debochante em sua face.

– Suponho que sim, espero que você não seja morto – Brinca o dourado com suas palavras irônicas.

– É você quem vai morrer senão calar essa boca – Disse Magnus aborrecido enquanto joga sua capa para a direita tomando essa direção e Cornélio tendo prosseguido para a direita.

Os cavaleiros se separam totalmente agora estando cada um sozinho. Magnus toma seu rumo seguindo tranquilamente somente os passos metálicos de sua bota ecoavam pelo solo do vilarejo destruído, inesperadamente surgem os vultos, sombras que se moviam rapidamente pelos telhados das casas e risadas macabras passaram a ecoar sobre o cenário de batalha logo em seguida os vultos surgiam reunindo-se a frente do dourado a alguns metros de distância.

– Hehe, o que temos aqui um cavaleiro de Athena, finalmente tiveram a coragem de aparecer – Responde o soldado raso de Hera que está à frente dos demais outros.


– Pff. Então são vocês? Responsáveis por toda essa bagunça? – Pergunta o dourado de câncer.

– Não, isto é obra do nosso mestre o Guardião Hidra de Lerne! – Responde o soldado com uma risada maliciosa.

– Hidra de Lerne? Interessante – O dourado coloca um das mãos no queixo pensando em como deveria ser o inimigo.

– Como ousar debochar de nós guerreiros de Hera, vamos mostrar para você o poder que ela nos representa! – Avança todos os soldados em direção a Magnus.

– Oh, como nos velhos tempos – O dourado sorrir tirando de suas costas o tridente dourado de Libra a arma que lhe foi concedida, levando este para frente com uma das mãos o tridente que era menor cresce assumindo seu tamanho original. Agora o dourado está pronto para o combate.


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Os soldados de Hera avançam com tudo em direção ao dourado de câncer que segura o tridente dourado de libra com as duas mãos e se prepara para lutar. Defendendo chutes, socos e voadoras com a mesma os soldados se mostram rápidos e ágeis, porém Magnus consegue acompanhar o movimento de todos enquanto se mantém na guarda. Os soldados avançam novamente, desta vez Magnus desvia dos golpes e uma vez que cada inimigo próximo a ele baixa a sua guarda, tem seu corpo atravessado pelo tridente. Sangue jorra para todo o lado eminente aos contra-ataques violentos de Magnus. Um dos soldados salta para alto desferindo um chute em direção ao rosto de Magnus e este que está de costas acabando de rasgar o peito de um dos soldados volta-se imediatamente em direção ao soldado e olha para o alto de onde vem o mesmo e então empunha o tridente para frente atravessando o abdômen do inimigo que permanece pendurado sobre o tridente do dourado suspenso no ar e então com as mãos desce o tridente fortemente para baixo esmagando o inimigo contra o solo.


– Morram abominações! Exclama o dourado rindo freneticamente!

– Droga, ele derrotou todos os soldados sem nenhum esforço! – Disse um dos poucos soldados que restam.


– Não podemos retornar de mãos vazias para o mestre Hidra vamos acabar com esse miserável de uma vez por todas! – Tendo dito isto os últimos dez soldados avançam violentamente em direção a Magnus de uma determinada distancia!

– Haha eu estou adorando essa diversão, como Hera envia peões tão fracos como estes para serem massacrados assim – Magnus aponta o tridente para o céu escuro esverdeado devido a cortina venenosa que paira sob o ambiente e então relâmpagos emergiam do mesmo atingindo o tridente e segurando novamente com as duas mãos corre em direção aos inimigos em uma velocidade incrível! “Punho relâmpago das trevas!” (Lightning fist of darkness). Originalmente o que era para ser um ataque com um dos punhos emergido com uma grande onda de cosmo é substituído pelo tridente que aumenta ainda mais o poder do dourado assim atravessando os inimigos cruelmente jogando todos eles para o ar e em seguida todos caindo de cabeça contra o solo tendo seus corpos carbonizados por uma chama incandescente de cor azul. Um dos soldados que gravemente ferido consegue resistir ao ataque de Magnus, rasteja pelo o chão tentando escapar, porém Magnus caminha em sua direção lentamente.

– Onde pensa que vai seu verme? – Sorri o dourado que alcançando o soldado moribundo pisa em sua costela cruelmente com um dos pés impedindo que este continue a se movimentar.

– Haha, cof, cof. As tropas de Hidra já devem ter avançado para o santuário é só uma questão de tempo até que o mestre Hidra chegue ao solo da Grécia e destrua tudo.

– Humm, obrigado pela informação, agora morra! – Sem piedade Magnus com as duas mãos ergue o tridente cravando na cabeça do pobre miserável, o impacto faz os olhos do soldado pularem para fora do crânio esmagado, uma visão vil e cruel a ser presenciada.

No outro caminho se encontra Cornélio o cavaleiro de ouro de touro. O mesmo tem perambulado pelo local, mas não havia visto nada de errado, apenas o imenso cheiro de podridão o incomodava tudo que Cornélio queria era sair desse lugar terrível o mais rápido possível. Enquanto permanece no caminho a neblina se torna ainda mais densa dificultando sua visão, Cornélio quera agora ficou bem mais atento e passa a caminhar com mais cautela quando estranhamente haveria pisado em algo que fez um barulho similar a um osso, quando o dourado olha para o solo percebe que havia pisado no crânio de uma mulher em decomposição, o dourado aperta os dentes nervoso e questiona que tipo de abominações faria uma coisa destas, contudo vultos surgiram o cercando tornando seu desejo de abandonar o local impossível.

– Um santo de Athena, já estava na hora de aparecer estivemos esperando por você – Disse um dos soldados que cercam Cornélio.

– Então são vocês os responsáveis por isto? – Pergunta Cornélio com uma expressão seria em sua face enquanto mantém a cautela.

– Exatamente além do nosso mestre o guardião de Hidra que já está atravessando a floresta a caminho do santuário.

– A floresta eles passaram por nos e nem percebemos? Eles estão indo em direção a Adônis! – Pensa o dourado.

– A sua vida termina por aqui cavaleiro de Athena, morra! – Avança de cada lado em direção a Cornélio o grupo de soldados que o estava cercando.

Cornélio sorri, com um dos pés ele ergue e bate contra o chão fortemente e blocos de solo se formam levantando-se rapidamente atingindo os inimigos de surpresa que são arremessados para o alto e caindo já sem vida contra o solo. Outros surgem rapidamente avançando em um grito e fúria. Um dos soldados vem pelas costas de Cornélio que rapidamente se vira o acertando no rosto com um dos escudos dourados de libra preso em seu braço direito, uma das armas que lhe foi concedido. O soldado tem seu rosto desfigurado além de ser arremessado em direção a uma casa a destruindo totalmente. Os soldados continuam atacando porem sem chance de sucesso um por um sendo massacrado cruelmente pelos punhos de Cornélio até sobrar apenas um deles que agora está a sua frente.

– Agora só falta você! Em nome de todos esses inocentes que você matou lhe darei meu golpe de misericórdia! – Grita o dourado em fúria.

– Isso é o que veremos! – Grita também o soldado raso de Hera que parte com tudo em direção ao seu adversário.

Cornélio eleva seu cosmo e empunha seu punho em direção ao peito e então desfere seu poderoso golpe “Punho de Ferro” (Iron First). Um poderoso soco desferido reunindo em sua volta um grotesco turbilhão que atinge em cheio o soldado! O golpe é tão devastador que o corpo do soldado é estraçalhado convertendo-se em mil pedaços! Uma chuva de sangue vai para todos os lados quando o soldado é explodido eminente ao golpe que recebera Cornélio em seguida olha para trás pelo lugar de onde veio e teme pela segurança das crianças assim, sabendo que o perigo já não se encontra mais no local decide saber se elas estão bem para em seguida seguir ao encontro de Adônis.

A cena agora retorna para o imenso pátio onde se encontra o dourado de peixes, apenas reina ali a vasta beleza das rosas vermelhas o único lugar pelo qual a guerra ainda não havia chegado, contudo ela finalmente chegou. Um grupo de soldados surge pelo local vendo à escadaria a frente deles que levam até a outra escadaria para seguir adiante, mas o que eles vêm somente, meras rosas vermelhas e decidindo ignorá-las partem com tudo até o outro lado. O território é extenso exigindo deles uma pequena corrida até chegar do outro lado, no entanto enquanto permanecem no caminho percebem que a caminhada se torna difícil. Os soldados param e notam que suas cabeças começam a girar em seguida as rosas vermelhas começam a se agitar e pétalas sobrevoam por todos os lados, os conjuntos de rosas começam a se dissolver formando-se em um mar de sangue, os soldados estão atônitos com tudo o que estão vendo e em seguida seus sentidos começam a enfraquecer cada vez mais e eles são obrigados a se agacharem enquanto seus corpos sem dor sem nada se entregam para o sono eterno. Perceberam então que estas rosas, são venenosas!

– Os meus convidados finalmente chegarão – Disse uma suave voz de homem que se revela por de trás de uma das pilastras.

– Você, isso é uma emboscada! – Disse um dos soldados gaguejando.

– Não se preocupem cavaleiros a morte que ofereço a vocês não requer dor nem sofrimento, vocês adormeceram muito em breve. Estas rosas possuem uma doce fragrância, o doce veneno da morte, basta somente um arranhão ou exalar o perfume das rosas e então vocês pereceram rapidamente, sem nenhuma dor e sem nenhum sofrimento.

– Não sinto nada, apenas paz e tranqüilidade, que maneira terrível de matar alguém – Disse um dos soldados que vencido pelo veneno das rosas desaba no chão sem vida.

Após mais alguns outros morrerem, um grupo de no mínimo três soldados se mostra dispostos a se levantarem deixando o cavaleiro de peixes impressionado, contudo ele sorri não há nada que estes miseráveis possam fazer senão aguardar a morte.

– Vejo que não se rendem a uma morte repleta de tranquilidade e paz o que lhe proporciona estas rosas venenosas que preparei com todo cuidado para os meus convidados, contudo se não preferem morrer por amor, morrerão pela dor! – Os olhos do dourado de peixes se arregalam em um tom de seriedade, ele aponta a espada dourada de libra em direção as vitimas moribundas e então sua capa começa a farfalhar e seu cosmo cresce e ele dispara contra seus inimigos a sua poderosa técnica!
“Rosas diabólicas Reais!” (Royal Demon Roses). Um espiral de rosas vermelhas surge rapidamente da ponta da espada sendo disparados contra os adversários que são arremessados cruelmente pelo ar, os espinhos das rosas atingem seus corpos os rasgando violentamente e estes em seguida caem sob o jardim já sem vida.

– Seria melhor que tivessem esperado deitado ai no chão, me pergunto se Cornélio e Magnus estão bem, voltarei para o santuário imediatamente para alegar que a missão foi comprida com sucesso – Confiante em ter cumprido a missão o dourado se vira caminhando em direção a escadaria quando uma risada maléfica de uma mulher surge chamando sua atenção.

– Kyhahaha! – Logo em seguida é disparado do alto um turbilhão de vento que segue em direção ao pisciano que ao se virar se deparando com a técnica se joga para um dos lados evitando ser atingido. O ataque atinge o solo causando um vasto redemoinho que repele todas as rosas tornando o solo rochoso visível novamente.

– Como ousa destruir estas rosas que tive tanto trabalho em prepará-las! Grita o dourado furioso olhando para o alto de joelhos sob o solo enquanto avista seu inimigo voando ao seu redor.

– Você achou mesmo que seria tão fácil cavaleiro de Athena? Eu Sophia de Abutre acabarei com você! Onda avassaladora! Em um grito ensurdecedor a amazona de abutre que usa uma mascara com características do animal dispara outro turbilhão em direção ao pisciano que com a espada desfere uma rajada de cosmo verticalmente contra a técnica do seu adversário o repelindo rapidamente.

– O seu turbilhão é como uma brisa suave para mim! Rosas diabólicas reais! – Grita o pisciano agora disparando seu contra ataque! Um turbilhão de rosas vermelhas é disparado em direção ao seu adversário que está no ar. A amazona que veste uma armadura equiparada ao nível de um cavaleiro de prata, tendo a vantagem de voar devido as suas asas adentra em meio ao turbilhão desviando de todas as rosas enquanto segue em direção ao dourado peixes, contudo o dourado intensifica seu cosmo através da espada de Libra fazendo o turbilhão ficar mais poderoso e o numero de rosas aumenta ainda mais dificultando a escapatória do inimigo que tem seu braço atingindo de raspão por um das rosas vermelhas selando assim seu destino com a morte, no entanto se mostrando uma amazona forte ela mantém seu vôo com suas ultimas forças desviando-se das rosas deixado pisciano de boca aberta, ela se aproxima o suficiente para atacar com uma de suas mãos que possuem garras afiadas. Golpeando ela consegue atingir de raspão o elmo do dourado que desviou na hora e essa passa direto batendo de rosto contra o solo e se arrastando por vários metros.

– Estou impressionado com sua capacidade apesar de ser atingida pelas rosas diabólicas conseguiu chegar até a mim – Disse o dourado que em seguida se vira olhando em direção a mulher.

– Uggh, você subestima demais os guerreiros de Hera, cavaleiro! O seu sofrimento está para – A amazona que agora tinha seu rosto visível por sua mascara ter sido destruída tem seu discurso interrompido quando é cortada ao meio pelo golpe horizontal do santo de peixes que saltou em sua direção a matando com a espada dourada – Sinto muito, mas eu não quero ouvir mais nada de seu desprezível paladar.

Acreditando ter finalizado a luta, um cosmo terrível surge alegando que a batalha está apenas começando. O céu começa a escurecer assumindo um tom esverdeado uma neblina venenosa surge matando todo o tipo de vida que está em seu caminho, forçando também o cavaleiro de peixes a colocar uma das mãos sobre o nariz tentando conter o terrível odor, o cheiro da morte.

– Mais que cheiro terrível é este, um cheiro tão terrível que eu nunca senti vida – Responde o dourado horrorizado.

– KYYYYYAH um rugido aterrador surge da imensa neblina a sua frente, o chão começa a tremer com os passos gigantes que toca o solo a cada momento, o inimigo se revela uma Hidra Gigante de varias cabeças!

– Mas, que diabos é isto? Eu terei que enfrentar este monstro? Responde o pisciano assustado.

– Hidra de Lerne o Guardião de Heeeeera! – Responde uma das cabeças que emite um grito ensurdecedor.

– Não importa seja como for não permitirei que siga adiante! – Disse o pisciano que olha para a criatura seriamente estando este em posição de ataque.

– Kyahaha, comparado ao sofrimento daqueles tolos humanos que pereceram diante do meu poderoso veneno o seu estará apenas começando! – Disse outra cabeça gargalhando maleficamente.

Este é o primeiro trabalho, consiste em matar o Guardião Hidra de Lerne. Monstro mitológico, representado por um Guerreiro de grandioso poder, que tivera o sangue de seu corpo abençoado pela Deusa Hera, fazendo com que ele se tornasse venenoso, assim como sua própria pele se tornara depois. Qualquer um que toque este Guerreiro seja até mesmo durante um ataque está sujeito a ser contaminado pelo seu veneno, o que faz com que a pessoa perca seus sentidos lentamente, ficando bastante fragíl e com sua cosmo energia diminuídos, entretanto este veneno não é letal, porém é capaz de grandes feitos quando utilizado conjurado à golpes. O monstro mitológico de inúmeras cabeças espera assim como serpentes furtivas por suas presas os Santos Atenienses. Por muitas vezes somente a figura da criatura podia ser vista. Quando fora trazida de volta a vida pela Rainha Hera, o Guardião de Hidra tratara de assim como o monstro que representava, utilizara algumas gotas de seu sangue para envenenar as plantações e secar os rios em torno de seus domínios, criando assim um ambiente ainda mais inóspitos aos defensores de Athena. Em toda a imensidão desértica que aquele local havia se tornado, somente existia um pântano, que era o covil da Hidra, que aguardava sedenta por sangue à chegada de seus oponentes. Contudo desta vez a criatura foi ao encontro de suas presas. Podia-se sentir o chão tremendo, a pouca iluminação revela uma sombra enorme sobre o solo, em passos firmes a criatura ia se aproximando de onde está o cavaleiro de peixes. Quanto mais próximo ela se aproxima, mais intensa ficava uma fumaça de cor esverdeada que rodeava a besta. As sombras vão tomando forma, um dragão enorme com dez cabeças de cobras que cuspia veneno e tinham suas presas afiadas, era uma imagem macabra de uma criatura revivida por Hera, a rainha dos Deuses.

– Maldito seja – Estas são as únicas palavras que o dourado de peixes conseguiu soltar de sua boca antes de uma das presas de Hidra seguir rapidamente atingindo o solo causando uma enorme devastação! Pedras são arremessadas para todos os lados junto com poeira o pisciano desaparece em meio ao ataque. As cabeças olham em todas as direções, porém não avistam a presença do dourado quando ele surge bem de cima caindo sob das cabeças ele começa a percorrer pelo pescoço de uma delas desviando de cada investida e então salta em direção à cabeça do dragão que está mais distante e então em grito de combate desfere com a espada de libra um poderoso golpe em direção ao pescoço da mesma separando a cabeça da criatura das demais outras.

– Morra demônio! Grita o dourado de peixes que desce para o solo alguns metros distantes da criatura e acredita que conseguiu se livrar de um dos grandes problemas.


O ataque de Adônis atingira em cheio a cabeça da serpente da Hidra, que logo se regenerara, porém agora ao invés de uma cabeça, surgiram duas. Como diz a mitologia, cada vez que Hércules cortava uma cabeça de serpente duas surgiam em seu lugar, e logicamente surgiam mais poderosas



– Não pode ser! Olha o cavaleiro de peixes assustado enquanto pensa aterrorizado ao ver a cabeça de Hidra se regenerar agora surgindo mais duas e mais poderosas.

– Kyhahaha Humano patético acha que pode me vencer?! – O sorriso sarcástico fora ouvido fundo ao passo que as cabeças da Hidra movimentavam-se rapidamente, demonstrando uma intensa sede pelo cheiro da morte. Era certo que Adônis não tinha chance alguma frente ao incrível monstro mitológico.

– Como eu derroto esta coisa? – Pensa o dourado enquanto Hidra prepara o próximo ataque. Um das cabeças abre sua bocarra e uma esfera começa a surgir e cresce cada vez mais e então disparada uma grotesca bola venenosa em direção ao dourado de peixes que eleva seu cosmo e então com a espada pensa na esperança de poder deter o ataque e no momento que a esfera está prestes a se colidir com o dourado ela é estourada por uma rajada de cosmo que viera da direita se dissolvendo imediatamente. Adônis olha para a direita sob um monte e avista o dourado de Touro e câncer e estes haviam chegado bem na hora.


– Quase errei o ataque! – Disse o dourado de touro com um sorriso largo em seu rosto.

– Qual é Adônis pegando a parte mais interessante da diversão! – Responde o sarcasticamente o dourado de câncer.

– Cornélio, Magnus – Pronuncia o pisciano o nome de seus companheiros enquanto torna a olhar para a criatura seriamente.

Os dois dourados saltam do monte juntando-se ao pisciano e então encarando a terrível criatura. O monstro parece ser imbatível de acordo com as ações feitas por Adônis assim ele explica. Os três agora precisariam encontrar um meio de deter o inimigo antes que ele acabe com os três e chegue até o santuário.

– Ok você disse que não podemos cortar a cabeça dele certo? Senão outras vão surgir e ainda mais poderosas, então o que vamos fazer? – Pergunta Cornélio.

– Alguma fraqueza essa coisa tem que ter! – Disse Magnus olhando feio pro monstro.

– É melhor encontrarmos antes que sejamos mortos – Desabafa o pisciano com a única solução.

– Silêncio mortal prepare-se para morrer! – as cabeças abrem suas bocarras disparando varias rajadas de veneno.

Os cavaleiros saltam para locais distantes um do outro se esquivando dos ataques o único jeito de deter a criatura é encontrar sua fraqueza. O combate se torna extenso, os cavaleiros dourados movimentam-se rapidamente em varias direções escapando das esferas venenosas. O dourado de touro corre para o meio ficando frente a frente com a criatura enquanto câncer e peixes seguem pelos lados. Hidra dispara varias esferas venenosas em direção a Cornélio que se esquiva de cada uma ao passo que se aproxima cada vez mais do seu inimigo então com um salto ele sobrevoa ao ar chegando a altura das cabeças de Hidra assim como os dois dourados fizeram. Das 12 cabeças três estão voltadas para Cornélio, uma Delas dispara a grotesca esfera venenosa, Cornélio eleva seu cosmo e nesse momento ele desfere o poderoso punho de ferro estando sob o ar, uma camada intensa de ar é absorvida com a pressão do punho convertendo-se em um poderoso turbilhão que seque em direção a esfera a destruindo novamente. O ataque não só atingiu a esfera como também seguiu adiante em direção a cabeça de Hidra que havia disparado o ataque assim a nocauteando. Tamanho o impacto do ataque que seu pescoço fora rasgado ficando assim presa ao pescoço por um pedaço da pele. No outro lado Magnus sobrevoa frente a 5 cabeça todas elas segue em direção ao dourado que desvia da primeira bocarra pegando carona sob pescoço da mesma. Correndo pelo extenso pescoço de Hidra ele segue a caminho das outras 4 cabeças e novamente salta sob o ar ficando bem acima delas. Elevando seu cosmo ao empunhar o tridente o dourado desce imediatamente em direção as 4 cabeças e então desfere a sua técnica o punho relâmpago das trevas! O tridente de libra fica coberto por uma onda de cosmo que lampeja como um relâmpago e então Magnus se prepara para exterminar a criatura. Contudo as 4 cabeças disparam esferas venenosas que seguem em direção a Magnus se chocando com o mesmo! O veneno não fora o suficiente para parar o dourado que com ajuda do tridente de libra consegue repelir o ataque, seguindo com sucesso sob o meio das cabeças e atravessando-as rapidamente! Chegando até o solo distante de Cornélio e Adônis que também conseguira atingir um das cabeças os dourados percebem o resultado da ação. As cabeças que Adônis e Cornélio havia cortado se regeneram surgindo mais duas, contudo as 4 que Magnus havia cortado não se regeneraram, devido ao fogo incandescente que carbonizara as cabeças cicatrizando a ferida assim as cabeças não podiam mais se regenerar sendo assim os dourados percebem a fraqueza do inimigo.

– Então é isto! O fogo é a fraqueza do nosso inimigo! – Disse Cornélio contente dando os infames créditos ao dourado de câncer.

– Chega de perder tempo devemos acabar logo com isto! – Disse o pisciano!

– Urghh, Droga o que está acontecendo – O dourado de câncer inesperadamente ajoelha-se sobre o solo se apoiando sobre o tridente, então os outros dourados percebiam que a armadura de câncer estava coberta pelo veneno de Hidra.

– Essa não você foi atingindo pelo veneno durante sua investida – Responde Cornélio surpreso.

– Não me diga? Essa coisa está se espalhando rápido, sinto os meus sentidos se esvaírem aos poucos em uma imensa dor agonizante – Disse o dourado de câncer que começa a fraquejar.

– Kyhahah, não tardará até que este veneno o leve para a morte, não há nada que você pode fazer humano, agora vocês dois serão os próximos – Disse uma das cabeças que rir freneticamente.

– Levante-se Magnus você é o único capaz de dar cabo desse monstro! – Disse Adônis que desabafa um grito a distancia em que se encontra.

A Hidra se aproxima rapidamente de Magnus com seus longos passos e levanta suas garras novamente e com elas avançam em direção ao dourado de câncer que nada pode fazer além de esperar a morte. Quando as garras enormes de hidra chegam ao seu alvo a fim de esmagá-lo Hidra percebe que teve suas garras mobilizadas, pelas pequenas mãos do dourado de touro que se movimentou rapidamente até o seu amigo e se mostrou disposto a impedir que o mesmo fosse morto pelas enormes garras de Hidra de Lerne.

– Magnus, isso não é hora de descansar, se continuar assim seremos mortos! – Grita o dourado olhando para trás enquanto segura com sacrifício as garras enormes de Hidra.

– Maldição, o corpo está doendo muito – Disse o dourado de câncer ofegante enquanto se levanta lentamente.

Durante as ações que ocorrem ali Adônis pensa no que fazer, agora que Magnus fora atingido pelo veneno não há nada que possam fazer para destruir o inimigo exceto que durante os momentos que Adônis analisa a criatura percebe que no centro dela algo estranho está acontecendo, parece haver uma sombra dentro do monstro gigante, uma quantidade poderosa de cosmo emana ali de dentro percebendo que pode se tratar de um ponto fraco o dourado de peixes corre em direção a criatura aproveitando a sua distração. Enquanto Hidra pressiona suas garras contra os braços de Cornélio seu corpo começa a afunda sobre o solo e Magnus se arrasta para trás afim de sair da zona de perigo, neste momento Adonis se aproxima suficientemente para atacar com a espada e salta em direção a barriga da criatura que está de lado, contudo o mesmo é atingido pela cauda do monstro que viera de supetão atingido-lhe o rosto o jogando de cara contra o solo fazendo assim com que o dourado de arrasta-se por vários metros.

– Eu não me esqueci de você humano! – Disse a criatura que observa todos os lados com suas cabeças.

– Argggh! – Cornélio mais vez eleva seu cosmo, sua força sobre humana faz jus a sua vitória como o cavaleiro da constelação de touro na luta pela pose da armadura de ouro. Com muito sacrifício Cornélio começa a se movimentar impressionando a criatura que imagina um humano tão fraco ser capaz de reunir forças para competir com o seu tamanho. Com um grito Cornélio joga as garras de Hidra para um dos lados finalmente se livrando de tamanho peso. Logo em seguida Adônis se levantando lentamente se recuperando do golpe que recebera e então grita para Cornélio na distancia em que se encontra.

– Cornélio o abdômen da criatura! – Existe algo ali! Exclama o dourado

– O que? – Tendo recebido a mensagem de Adonis Cornélio olha diretamente sobre o abdômen de Hidra percebe que uma cosmo energia muito poderosa opera daquela região e então presume que pode ser uma fraqueza.

– Eu irei distraí-lo neste momento você deve atacar aquela região! Disse o dourado que se levanta totalmente ficando de pé e então avança novamente em direção a criatura.

– Certo! – Cornélio observa o avanço de Adônis enquanto concentra todo o seu cosmo.

O pisciano corre novamente em direção A Hidra de lerne que percebendo novamente a teimosia do dourado em se aproximar volta algumas de suas cabeças em direção ao dourado e então dispara varias esferas venenosas, contudo o dourado desvia de cada um delas e salta sob o ar ficando a altura de todas elas. Neste momento o dourado eleva o seu cosmo e com a espada a apontada em direção a todas elas ele prepara sua técnica “Rosas diabólicas reais!” Um turbilhão de rosas é disparado contra não só as cabeças que vieram na sua direção, mas também contra as demais outras.

– Tolo humano acha mesmo que estas rosas farão algum mal a mim?! – O pisciano se impressiona que apesar das rosas atingirem a criatura nenhum efeito lhe causara, contudo para Cornélio o propósito serviu realmente como uma distração e é neste momento que o dourado irá atacar com tudo.

Enquanto as rosas de Adônis impedem a visão das cabeças que se ocupam tentando se livrar das mesmas. Cornélio tendo concentrado o maximo que podia de sua cosmo energia, corre em direção a criatura com seu punho levantado a altura do peito, aproximando-se suficientemente Cornélio salta até a altura do abdômen da grotesca criatura e desfere mais uma vez o seu poderoso golpe o Punho de ferro e então com o seu punho desfere um poderoso turbilhão que adentra contudo sobre o abdômen de Hidra causando uma enorme explosão! Veneno é jogado para todos os lados atingindo Cornélio exceto Adônis que está sob o ar e avistara a explosão de longe tendo sido capaz assim de esquiva-se de todos os pedaços da criatura que viera em sua direção. Cornélio é jogado para longe se arrastando sobre o solo e assim perdendo sua consciência. Contudo Adônis desce até o solo dirigindo-se rapidamente até seu companheiro se agachando perto do mesmo percebe-se que ele desmaiou, porém continua respirando, mas sua armadura está coberta pelo veneno de Hidra. Magnus que se encontra um pouco atrás de seus companheiros acredita que finalmente Hidra foi morto, inesperadamente uma cosmo energia ainda mais poderosa do que a da criatura surge deixando os cavaleiros perplexos com o que estão sentindo agora. Daquela poeira levantada pela explosão um ser humano caminha em sua direção a poeira vai abaixando aos poucos revelando a identidade do ser. O verdadeiro guardião de Hera Hidra de Lerne, ele veste uma armadura repleta de escamas que cobre todo o seu corpo e seu elmo é totalmente fechado com uma capa transparente sobre o rosto sua armadura é vermelha como o sangue seu cosmo é extremamente poderoso.

– Não é possível! – Disse o pisciano com um aperto em seu coração.

– Aquilo era apenas uma ilusão. Assim ele foi capaz de se locomover sem que nos tivéssemos percebido – Disse Cornélio que recobra sua consciência erguendo a cabeça lentamente e olhando para o inimigo.

– Vocês cavaleiros de ouro são mais fortes do que eu imaginei, foram capazes de destruir a ilusão da criatura mitológica que criei nenhum humano jamais foi capaz de tal proeza, contudo vocês são cavaleiros do panteão mais forte de Athena, parece que subestimei o poder dos cavaleiros de ouro – Disse o guardião que agora se encontra a frente dos 3 cavaleiros dourados.

– Se isso significa que a luta ainda não terminou eu ainda estou de pé! – Disse o pisciano que se levanta deixando seu amigo para trás e seguindo em direção ao guardião ficando alguns metros próximos do mesmo.

– Foi o que pensei, seus companheiros estão incapacitados de lutar devido o veneno que agora percorrem sobre seus corpos, não tardará até que estejam mortos, contudo você é o único que ainda permanece de pé, você será o próximo a sentir o poderoso veneno da morte! – O cosmo maligno de tom avermelhado do guardião começa a se elevar.

– Rosas diabólicas Reais! – Sem mais sem menos o pisciano ergue a espada dourada disparando de cara sua poderosa técnica mais uma vez

O turbilhão de rosas vermelhas segue em direção ao guardião rapidamente, no entanto o guardião se prepara para o contra-ataque! Enchendo os pulmões de ar ele dispara contra as rosas de Adônis uma terrível cortina de fumaça venenosa “Sopro demoníaco!” A cortina de fumaça atinge as rosas fazendo com que estas desabrochassem rapidamente desaparecendo logo em seguida, o santo dourado de peixes está assustado, contudo sua técnica fora reduzida a nada diante do veneno poderoso de Hidra. Com a cortina de fumaça à frente Adônis não consegue ver nada além do mau cheiro que dificulta sua concentração, logo em seguida o guardião surge em meio a fumaça desferindo sua segunda técnica “Garras venenosas do demônio” sem chance de defesa o cavaleiro de ouro é atravessado pelo guardião de Hidra sendo jogando para o ar e em seguida caindo de cabeça contra o chão!

– Adônis! Grita Cornélio preocupado com seu companheiro enquanto tenta se levantar, assim como Magnus que também sofre com o terrível veneno da morte.

– É inútil continuar, vocês humanos jamais conseguiram vencer Hera a rainha dos Deuses – Disse o guardião em um tom de desprezo, enquanto olha para os dois dourados preparando-se para matá-los, visto que o pisciano atrás de si fora aniquilado com seu poderoso ataque.

– Espere a nossa luta ainda não terminou! – Disse o pisciano que se ergue novamente, porém gravemente ferido, pois as garras de Hidra continham veneno e uma vez que o veneno é injetado sobre a vitima através de danos físicos o efeito se torna ainda mais rápido e letal.

– Você é persistente, contudo acabei com você de uma vez por todas! “Sopro demoníaco” O guardião se vira imediatamente disparando pela sua boca uma rajada de ar venenosa que segue em direção a Adônis engolindo o mesmo.

Nota-se então a sombra do dourado lutando para se livrar do veneno até que em questão de segundos ele sucumbe ao terrível cheiro da morte. Cornélio grita pelo nome de seu companheiro quando percebe que sua cosmo energia desaparece. Levantando-se totalmente Cornélio está sob o poderoso efeito do veneno, mas ainda se mostra disposto a ficar de pé chamando a atenção do guardião que se vira em sua direção e então sorrir.

– Muito bem se ainda quer lutar, este será seu ultimo momento, preparam-se cavaleiros de Athena! – O guardião de Hidra assume sua posição de combate e sua cosmo energia começa a emergir de seu corpo e a constelação de Hidra de Lerne surge simulando todo o seu poder.

– Não irei perdoá-lo pelo que você fez Hidra de Lerne, acabarei com você de uma vez por todas! Exclama o dourado furioso enquanto eleva seu cosmo, a constelação de touro surge simulando também o seu poder, o cosmo de ambos os adversários se chocam um com outro produzindo faíscas que atinge ao redor do campo de batalha fazendo o chão do solo se desprender e rochedos a se desfazer. Um combate mortal que está longe de terminar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.