Saint Seiya - Apocalypse
6 CAPÍTULO 6 – Apresentação.
~Santuário~
Era terrível. Até mesmo os sagrados deuses do olimpo tremeriam diante de tamanho poder. Já com todos reunidos na entrada do santuário, o clarão começa a desaparecer. Algumas armaduras estranhas apareceram. Algumas negras, avermelhadas, roxas... E todas agressivas, mais ainda do que as próprias sapuris.
Guerreiros misteriosos trajavam aquelas armaduras. Alguns tinham uma aparência estranha, pareciam demônios. No total de 14, eles desciam do céu lentamente e, ao mesmo tempo, abriam caminho para quatro armaduras em forma de cavalos passarem.
Todos se perguntaram o que estava acontecendo naquele lugar, até que eles percebem que um vulto estava aparecendo atrás dos quatro cavalos.
–Grande mestre! –Uma voz agressiva e grossa gritou em meio aquele lugar. Quando todos olharam, perceberam que o vulto era Alagor, o cavaleiro de Lagarto que estava desaparecido. Ele chamava a atenção do grande mestre.
–Alagor? V... Você?
–Não, grande mestre. Este não é mais Alagor de Lagarto, um dos santos de prata de Athena. Eu sou a reencarnação de Lúcifer, e voltei a terra para iniciar o armagedon.
–Não é possível... –Responde um grande mestre.
–Mas eu fiquei sabendo que o santuário, protegeu a Terra contra o deus Hades. De fato, não esperava encontrar ninguém mais do que vocês. Vocês são os responsáveis da Terra, e por isso acho que não aceitariam que ela fosse destruída desse jeito. Por isso eu venho lhe propor uma coisa.
–O que você quer? –O grande mestre pergunta, com um pavor no rosto.
–Veja. Eu tenho quatorze guerreiros trajando essas armaduras. Essas armaduras são chamadas de Infernictus. São armaduras criadas por mim. Mas isso não vem ao caso. Eu vou espalhar templos para cada um desses demônios. Vocês terão que derrotar cada um deles. Assim, os quatro guerreiros do Apocalipse despertarão por completo, e você terão a chance de lutar contra eles. Se vencerem eu irie embora. Mas, se perderem...
–Eu entendo... Mas por que você acha que iremos fazer isso, apenas para te divertir, desgraçado?
–Porque vocês não tem escolha. Se não fizerem isso, a humanidade sofrerá as consequências agora mesmo. A minha proposta está feita, a decisão é de vocês.
Depois disso os demônios, as armaduras e Lúcifer voaram para longe, já não podendo mais sentir o cosmo deles. Todos ficam em silêncio por um tempo, e o grande mestre, sem saber o que fazer, se ajoelha diante de Athena e diz:
–Athena... Junte os cavaleiros que restaram, e faça o que precisa ser feito.
–Grande mestre, você vai... –Athena diz, preocupada.
–Não se preocupe. Eu vou fazer o que é necessário. O papel do grande mestre nada mais é do que servir de auxílio. O seus cavaleiros serão os verdadeiros vencedores.
–Eu entendo. Está certo grande mestre, faça o que necessário.
–Eu farei.
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