Deserto de Nevada, EUA

Enrico olha para os três cavaleiros e lança um desafio para eles:

– Cavaleiros, vamos nos divertir um pouco. Desafio vocês a pelo menos me acertar um soco. Se um de vocês conseguirem eu irei e embora e deixarei vocês viver, mas se ninguém conseguir vocês irão conhecer o verdadeiro inferno na Terra! HAHAHAHAHA!!!!!

– Nem precisava pedir! Vamos acabar com você num instante! – gritou Nanuk e partiu para o ataque.

Nanuk atacou com diversos socos, porém Enrico desviou tranquilamente de todos.

– Lerdo e fraco. Como alguém como você se tornou um cavaleiro de Atena. Realmente os cavaleiros não passam de meros ratinhos. – falou Enrico.

– CALA A BOCA! Como ousa insultar os defensores da humanidade! – gritou Nanuk.

– Defensores da humanidade? Não me faça rir, com essa força o máximo que você consegue é tentar salvar sua vida e olhe lá. Se continuar assim nem me divertir vou conseguir. – reclama Enrico.

– Pois veja então, a técnica suprema da constelação de Índio! – Nanuk começa a concentrar seu cosmo e a recitar uma invocação – Espíritos da mãe natureza, peço-lhe a ajuda de vocês. Misturem seu cosmo ao meu. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Prepare-se General. FORÇA NATURAL!

Um grande redemoinho de areia formou-se no campo de batalha e raios começaram a cair. O grande redemoinho foi em direção a Enrico.

– Nossa que golpe mais sem graça. Consigo repelir esse golpe somente com o meu cosmo. Nem vou me mexer. – Enrico criou uma proteção com o cosmo e todo o redemoinho passou direto sem ao menos atingi-lo. – Não acredito! Você sujou toda minha escama de areia!

Enrico então se vira e começa a retirar a areia de sua escama com as mãos.

– Esse primeiro é muito fraco. Perdeu a vez – Com o cosmo Enrico arremessou Nanuk alguns metros para trás, tirando-o do campo de batalha. — Quem será o próximo?

– Serei eu, Bernard, cavaleiro de bronze de Vela!

– Que comece a próxima rodada! – gritou Enrico. – Venha com força máxima desde o início. Eu quero me divertir!

– Se prepara já começarei com tudo! VENTOS DA DESTRUIÇÃO!!!!!

Ventos em alta velocidade vão a toda velocidade em direção a Enrico.

– Tá de brincadeira, técnica com ventos? Minha técnica principal é baseada em ventos e você quem me acertar com essa brisa? – Enrico simplesmente não se move e deixa toda a rajada de vento passar. – Ao menos esse vento retirou toda a areia da minha escama. Agora vai ali junto com o outro pra bem longe.

Enrico jogou uma rajada de vento em Bernard arremessando-o para o mesmo lugar aonde Nanuk estava.

– Ei você, o terceiro fracote. Estou no aguardo. – falou Enrico.

– Agora será diferente, Nanuk e Bernard eram cavaleiros de bronze, eu sou um cavaleiro de prata muito mais poderoso que eles. Agora irei com tudo! – exaltou-se Kazimir.

– Estou ficando entediado, chega de blablabla e vem pra porrada. – Enrico faz um sinal chamando Kazimir pra briga.

– Vou cumprir esse seu desejo.

Kazimir ataca com tudo dando socos e mais socos. Enrico desvia-se de todos com total calma e facilidade e sempre dando risada da ineficiência dos golpes de Kazimir.

– Vamos lá, cadê o tal poder de um cavaleiro de prata. Use tudo que sabe ou ficarei desapontado. – zombou Enrico.

– Já que você insiste aí vou eu. ATAQUE DAS TRÊS CABEÇAS DO INFERNO!!!

Três grandes bolas de energia representando cada cabeça de um Cérbero vão em direção a Enrico.

– Ai ai essas técnicas patéticas, vamos lá. Bola Um vou repelir com um dedo. – A bola se dissolveu no dedo de Enrico. – Bola dois vou repelir com o cotovelo. – E assim mais uma bola é repelida. – E a Bola 3 vou dar um chute e marcar um gol ou será que você vai querer defender? – Enrico chutou a bola que foi em direção de Kazimir.

Kazimir defendeu a bola de energia com os braços cruzados e sofreu alguns ferimentos nos braços e no rosto com o impacto do golpe.

– Arf... arf.. como pode meu ataque parece que recebeu um aumento no seu poder. Esse marina é absurdamente forte. – disse Kazimir.

– Demorou para vocês se tocarem que eu sou infinitamente mais forte que vocês. Como são lerdos das ideias esses cavaleiros. – zombou Enrico. Tenho uma ideia melhor, já que vocês são uns fracotes tenho outro desafio. Ataquem os três ao mesmo tempo e vamos ver se conseguem me atingir. – sugeriu Enrico.

– Vamos lá, companheiros. Por Atena! – gritou Kazimir.

– ATAQUE DAS TRÊS CABEÇAS DO INFERNO!!!

– VENTOS DA DESTRUIÇÃO!!!

– FORÇA NATURAL!!!

Os três golpes uniram-se num fluxo único de energia concentrada em direção a Enrico.

– Patético. – disse Enrico e desviou o golpe com uma das mãos. – Agora vai começar a carnificina. – Enrico partiu em direção aos cavaleiros com um sorriso de assassino no rosto.

Enrico dispara na velocidade da luz para cima dos três e num milésimo de segundo, acerta um soco no estômago de Kazimir, um soco na cara de Bernard e um chute no peito de Nanuk fazendo-os cair agonizando de dor ao seu lado.

– Vamos, levantem-se seus lixos. Eu só dei um soco em vocês e já estão ai agonizando. Asssim vocês me decepcionam. – lamenta-se Enrico.

– Está enganado se acha que vamos nos entregar, enquanto estivermos vivos jamais vamos nos dar por vencido. Esse é o espírito de um cavaleiro de Atena. – falou Kazimir.

– Agora é hora de soltar minhas bestas. – falou Enrico e lambeu os lábios. – É hora de sentir o grito de desespero e o delicioso cheiro do sangue escorrendo e a morte chegando.

Enrico para olha para os três e aponta para Bernard.

– Você será o primeiro. Tenha a honra de receber a FÚRIA DO LOBO!!!

Um ataque devastador atinge o braço de Bernard que é imediatamente decepado.

– UAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!! Meu braço.... AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! — grita Bernard de dor.

– Que delícia ver minha besta dilacerando a carne e fazendo jorrar o sangue e o grito de desespero. É hora de acabar com o primeiro ratinho. TORNADO VIOLENTO! Não posso colocar muita força tenho que levar a armadura dele inteira. – lembrou-se Enrico.

Bernard é arremessado pelos ares e tem o peitoral de sua armadura completamente destruído e cai desfalecido alguns metros a frente.

– BERNARD! NÃO! Isso só pode ser um pesadelo. – assusta-se Nanuk. E sai correndo em direção a Bernard.

– Parado! Aonde pensa que vai! – gritou Enrico.

Nanuk não deu ouvidos a Enrico e continuou correndo em direção a Bernard.

– Já que ele não me ouve terei que agir. ÁGUIA PODEROSA! Hora de dar uma lição nesse desobediente. – ordena Enrico.

O ataque da águia atinge em cheio as duas pernas de Nanuk e o poder das garras amputa as duas pernas no mesmo instante. Nanuk cai no chão próximo a Bernard e vai se arrastando até ele deixando um rastro de sangue na areia. Enrico começa a caminhar em direção a Nanuk.

– Cavaleiro desobediente! Teve o castigo que mereceu e ainda nem gritou de dor. Isso é muito feio porque adoro o grito de dor de minhas presas. Você merece um segundo castigo.

Enrico chega próximo a Nanuk e pisa nas feridas de sua perna.

– Grite cavaleiro! Eu sei que você está com dor. RENDA-SE MALDITO!

Enrico viu que isso não seria suficiente e começou a pisar nas costas de Nanuk.

– Se você não gritar irei te matar esmagado. Ou melhor estou precisando de um troféu para meu templo. A decoração dele está muito simples e nada melhor do que uma cabeça de cavaleiro para decorar.

Enrico segura Nanuk pelo cabelo e com um só golpe decapita o corpo. E solta o resto que sobrou por cima de Bernard.

– Menos dois cavaleiros.

Enrico vira-se e olha para Kazimir que está aterrorizado com tudo que está acontecendo.

– Assim que eu gosto. Essa cara de medo e terror diante de mim, isso me dá mais prazer em acabar com minhas presas. Vamos ver qual fera você merece.

Enrico fica alguns segundos pensativo.

– Já sei. URSO INFERNAL!!!

Uma grande onda de choque equivalente a um abraço de urso atingo Kazimir em cheio.

– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Que dor é essa? Sinto todos meus ossos sendo quebrados. – grita Kazimir.

Enrico olha para Kazimir e diz:

– Adios!

A onda de choque aumenta absurdamente e quebra todos os ossos de Kazimir que cai no chão com o corpo completamente desfigurado.

– Ai ai, acho que terminei o serviço. Tenho três armaduras, é hora de voltar para o templo de Heitor. Até que eu me diverti um pouco com esses ratinhos. HAAHAAAAHAHAHAHAHAHAH!

Assim, Enrico pegou as armaduras dos três cavaleiros e desapareceu no horizonte.

Jamiel

Kiki finalmente chega no portão de entrada de Jamiel.

– Finalmente minha querida terra natal. É tão bom voltar aqui. Esse lugar rejuvenesce meu espírito.

De dentro do portão um garoto vem correndo em direção a Kiki.

– Mestre Kiki! Mestre Kiki!

– Temir, há quanto tempo não nos vemos.

– Mestre, é uma honra ter sua visita em nossa vila.

– Obrigado Temir, agora vamos entrar tenho alguns assuntos a discutir. Seu pai está aí?

– Sim, mestre. Vamos até seu laboratório.

Kiki e Temir entram no vilarejo e são recebidos pelos muvianos que ali se encontram com muita alegria.

Notas finais
No próximo capítulo: Kiki encontra-se com os alquimistas de Jamiel.