Saint Seiya - A Saga do Olimpo (Interativa)
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Notas iniciais
Anteriormente em Saint Seiya — A Saga do Olimpo
Os Cavaleiros de Athena lutam contra Radamanthys, que se revela ser o assassino dos pais de Toshiro, após levarem um sarrafo do Espectro ele são salvos por Lucy, a "misteriosa" Amazona de Andrômeda, por fim, Radamanthys se enfurece e senta outro sarrafo nos cavaleiros, quando estava prestes a derrotar Lucy, Kuro o impede, no final todos levam outro sarrafo e Radamanthys é parado por Naoya. Kuro e Lucy agora vão com as armaduras danificadas até Jamiel, enquanto os outros voltam ao Santuário, com Athena.
***
Em algum lugar do Noroeste da Ásia, Kuro e Lucy estavam correndo até Jamiel, não tinham parado e nem se falado desde o Beco de Londres.
– Então, seu nome é Kuro, não é? — Perguntou a Amazona.
– Sim.
– Mas seu nome não deve ser esse.
– É verdade, meu verdadeiro nome é Hyperion, mania do meu pai, ele era viciado em Mitologia Grega. — Falou Kuro. — Mas eu não gosto do meu nome, então decido mudá-lo para Kuro.
– Eu também mudaria o meu se me chamasse Hyperion. — Caçoou Lucy. — Você tem quantos anos?
– Eu tenho 15 anos, e você?
– Também. Você não é um cavaleiro, é?
– Não, sou um soldado de merda do Santuário. — Kuro soltou um Suspiro. — Meu sonho de infância era ser um cavaleiro, e cá estou eu, um Soldado.
– Uma pena, em quanto tempo acha que chegaremos?
– Sei lá, se o Zaiko calculou uns 2 meses, considerando o tempo que podemos gastar lá, eu diria que temos umas 3 semanas de viagem de ida, 2 semanas em Jamiel, ou menos, e 3 semanas de volta. Isso se não ocorrerem imprevistos.
– É melhor nós irmos mais rápido, você não quer partilhar o peso?
– Não, eu estou bem, vamos!
Xangai, China.
Uma Jovem mulher de aproximadamente 19 anos de idade estava sentada numa mesa tomando chá com sua avó. A Jovem tinha uma pele alva, cabelos negros e sedosos, até a cintura, Olhos cor de safira e chamativos e um corpo bem definido. Estava vestindo um Kimono Chinês, seu nome era Shay. No canto da Sala estava uma Caixa de Pandora dourada.
A Noite estava calma e fria, mas o ar foi esquentando cada vez mais, até que Shay começou a sentir um Cosmo altamente agressivo vindo em sua direção rapidamente, ele vinha de cima.
– Cuidado! — Shay exclamou, levantou-se, agarrou sua avó e pulou pra fora da casa, que explodiu atrás delas. — Quem é você? — Perguntou Shay entrando em posição de batalha.
– Parabéns, Amazona de Athena, conseguiram evitar meu golpe mais básico. — Uma voz foi ouvida de dentro da casa, que estava em escombros e chamas. — Eu sou Atlas, O Guardião da 1ª Camada Solar, Um dos 5 Guerreiros Divinos de Apolo. Um homem alto e forte, Cabelos Loiros, pele clara e olhos dourados, apareceu entre as chamas. Ele vestia uma Armadura Grega Vermelha com uma túnica.
– Vai mesmo lutar contra mim sem sua armadura? — Atlas levantou a Caixa de Pandora. — Venha até mim, garotinha, ou está com medo?
– Até parece! — Exclamou Shay, por fora ela parecia valente e inabalável, mas por dentro estava com um desejo enorme de fugir, tinha um medo mortal de fogo.
– Serei gentil com você, irei lhe entregar a Armadura. — Atlas arremessou a Armadura para Shay, que a vestiu e colocou a mascara de Amazona.
– Vovó, saia daqui, irei matar este miserável... Vovó? — Shay percebeu que sua avó não estava mais ao seu lado e sim sendo erguida por Atlas. — Não!
– Sabe o que acontece com quem brinca de fogo na cozinha? — Perguntou Atlas, se dirigindo ao único local da casa que não estava em chamas, a Cozinha. Ele desmaiou a velha e a colocou do lado do bujão de Gás, cortou a mangueira e o gás escapou, ele criou uma esfera de fogo com um dedo e jogou no gás.*
[Triste mais real ;-;]
A casa Explodiu. Algumas horas depois Shay acordou, procurou por sua avó, mas não encontrou, chorou e gritou:
– Maldito Atlas, eu vou Matar Você!
– Não vai conseguir, sabe o que ocorreu com sua família a alguns anos?
– O que quer dizer com isso?
– Fui eu que incendiei a casa, e conseqüentemente matei os seus pais.
– Seu Filho de uma Puta! — Shay apontou o dedo indicador para o peito de Atlas e exclamou. — Agulha Escarlate!
Atlas esquivou com facilidade, mas como se tivesse previsto o movimento dele, Shay foi para traz do mesmo e o paralisou.
– Restrição!
– Maldita, como?!
– Agulha Escarlate! — Acertou 14 pontos de uma vez. — Você pagará seu miserável! Antares!
Neste momento Atlas a chutou para longe e desapareceu num turbilhão de chamas.
– O Santuário, tenho que ir para o Santuário. — Shay se levantou rapidamente e correu até o Santuário. — Isso não pode ser um bom sinal, isso só pode significar uma coisa: Uma Nova Guerra Santa.
Algum lugar a Oeste da Ásia
Já haviam se passado umas 2 semanas. Kuro continuava carregando 3 caixas, e Lucy duas. Eles estavam passando por uma floresta densa, quando de repente eles sentiram 3 Cosmos e pararam.
– Quem está ai? — Perguntou Kuro.
– Eu.
– Ah, legal, obrigado pela informação. — Falou Kuro ironicamente. — Diga, quem é você!
– Que autoridade um mero soldado tem para mandar em mim, Axel de Leão?! — Falou um homem saindo de traz de uma árvore.
– Você acabou de dizer seu nome, eu conheço você! — Falou Kuro.
– Sim.
– Você não estava numa missão no Leste da Ásia?
– Sim, mas eu estava voltando, mas encontrei essas duas Amazonas na volta, Meninas, podem Sair. — Falou Axel, duas garotas vestindo armaduras saíram de uma moita, uma Estava vestindo a Armadura de Prata de Lira, e usava sua mascara, cabelos negros e longos caídos pelos ombros, porte médio, e uma lira nos braços. E uma Amazona, SEM MASCARA (Kuro fechou os olhos assim que percebeu), com a Armadura de Pégaso. Ela tinha olhos castanhos, pele pálida, alta e magra, com cabelos negros e curtos.
– Pode ficar tranqüilo, eu não ligo para regras, pode abrir os olhos. — Falou a Amazona de Pégaso — Meu nome é Karin, prazer em conhecê-los.
– E eu sou Raphaela, mas podem me chamar de Raph. — Falou a Amazona de Lira.
– Eu sou Kuro, e essa é Lucy, de Andrômeda. — Falou o Soldado.
– Agora que todos nos conhecemos, por que estão com tantas armaduras?
– Jamiel. — Falou Lucy.
– Ah, bom, se tem armaduras quebradas, o que houve?
– Radamanthys quebrou essas armaduras e estamos indo consertá-las em Jamiel. — Falou Kuro.
– E porque ele quebrou?
– Porque estávamos protegendo Athena.
– E Onde está Athena?
– No Santuário, Provavelmente.
– Então já sei aonde iremos meninas. — Falou Axel. — Ao Santuário, Vamos. — Mas antes de partirem. — Ei, Kuro, primeiro, cuidado com o preço do sucesso, e vocês dois são muito fofos juntos.
Kuro corou e, não se pode ver por debaixo da mascara, Lucy também.
– Se cuidem!
Axel, Karin e Raphaela foram correndo ao Santuário.
– Erh... Vamos indo? — Falou Kuro, meio sem graça pelo comentário do dourado.
– Vamos.
Eles continuaram a viagem.
Santuário, Grecia
– Senhor Ikki, nós trouxemos Athena, como pediu. – Falou Toshiro, que já tinha acordado.
– Muito bem, mas... Cadê o Kuro, e as suas armaduras, e a Lucy?
– Sobre o Kuro e a Lucy, eles levaram as nossas armaduras até Jamiel. – Falou Perseus.
– E porque eles foram até lá?
– Porque o Radamanthys quebrou as Armaduras? – Ironizou Zaiko.
– E o que Radamanthys estava fazendo lá? – A esta altura Ikki já estava ficando preocupado, principalmente com Kuro, somente um garoto que age sem pensar duas vezes, e um soldado.
– Senhor, é melhor sentar, é uma longa História.
Jamiel, Tibete*
[Galera, desculpem se Jamiel não for no Tibete, mas eu me lembro de algo assim, então tái]
Kuro e Lucy estavam parados em frente a uma Construção simples, uma Casa, com 2 quartos e uma sala grande.
– Ei, tem alguém ai?! – Berrou Kuro, que fez eco pelo local.
– Não precisa gritar, eu estou aqui. – Falou uma garota, aproximadamente 12 anos, sem Sobrancelhas e com Dois pontos vermelhos na Testa. Cabelos Loiros e compridos, pele clara e de porte médio, olhos azuis. – Eu sou Shiori, meu irmão irá ver vocês em instantes, esperem um pouco.
Ela sumiu e reaparecem em alguns minutos, acompanhada por um homem alto, Cabelos também loiros, pele clara, físico Atlético e olhos de cores diferentes, um Azul safira e o outro Vermelho escarlate.
– Eu sou Kaoru de Áries, é um prazer conhecê-los, já sei do problema, e ficarei feliz em ajudar, mas tem um porém, um de vocês terá que pagar muito, vendo que alguém terá que voltar com as armaduras para o Santuário.
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