Notas iniciais
Olá galera. Hoje tem novo capítulo para vocês. Espero que gostem. Hoje também irei finalizar o Arco dos Sete Mares do especial Reedição do Anime Clássico. Boa leitura

Shiryu conta para os outros cavaleiros o que aconteceu na outra caverna:

- Foi por um triz amigos...


“Shiryu chegou na caverna e a adentrou.”

- Será que a armadura de Prata está aqui?

- Cavaleiro de Athena? – Surgiram 3 homens.

Shiryu avistou as armaduras cobertas de cristais e encarou os homens.

- Quem são vocês? Essas armaduras... – Questiona Shiryu.

- Somos legionários de Cristal.

- Ótimo, me digam onde está a armadura de Altar se não querem conhecer a fúria do Dragão.

Os legionários se olharam com sorrisos sarcásticos.

- Hahahaha, não vai dar tempo! – Respondeu um deles.

- O que?

A caverna começou a desmoronar. Uma rocha acertou a cabeça de Shiryu que ficou tonto.

- Sua morte para gente é o suficiente cavaleiro... Adeus...

- Estou sendo... Soterrado... – Shiryu percebeu o perigo da situação.

- Hahahahaha adeus. – Os legionários sorriram.

- Então vocês são os legionários de Cristal que estão nesse lugar? – Um cavaleiro surgiu.

Os legionários foram surpreendidos com a presença de outro cavaleiro.

- Quem é você cavaleiro de Prata? – Questionou um dos legionários.

- Sou Algol de Perseu!

- O que? – Estranhou os inimigos.

- Cavaleiro de Bronze. Segure firme. Eu vou dar um jeito nesses sujeitos! – Disse Algol.

Algol já levantou seu escudo da Medusa. Shiryu o questionou.

- Você é um cavaleiro de Prata?

- Você acha que sozinho mata nós três? Coitado. Vamos acabar com você rapidinho. – Disse outro dos legionários.

- Só os aconselho a não olharem para meu escudo. – Comenta Algol.

- Hahahaha o que tem demais nessa porcaria... O que?

Shiryu percebeu que os homens começaram a petrificar. Ele estranhou.

- O que foi isso?

- É o meu escudo da Medusa. Se o adversário olha fixamente para ele se transforma em pedra.

- Que sensação estranha... Parece que eu já vi isso... – Shiryu ficou confuso.

Os três homens viraram pedra. Shiryu e Algol fugiram da caverna que explodiu.



Os cavaleiros de Bronze escutam as palavras de Shiryu.

- Um cavaleiro de Prata! – Comenta Seiya.

- Sim ele foi mandado pelo Santuário para cá.

Logo Algol surge. Shiryu o aponta para os amigos.

- Dragão, esses são os outros cavaleiros de Bronze?

- Sim. – Shiryu responde.

- Vamos para o Santuário. – Orienta o cavaleiro de Perseu.

- Obrigado mais uma vez Algol. – Agradece Shiryu.

Algol vira de costas e fecha os olhos se mostrando pensativo.

- Não sei por que, mas sinto como tivesse uma dívida com você.

- Você também não me é estranho Perseu. – Responde Shiryu.

Ikki segue andando e dá as costas para os demais.

- Cavaleiro, você deve ir para o Santuário! – Alerta Algol.

- E quem você pensa que é para me dar ordens? – Responde Ikki de costas.

- Insolente! – Algol não gosta da resposta de Ikki.

Ikki entra na caverna e solta Esmeralda. Ele retorna com ela.

- Vou para um lugar seguro levar Esmeralda. Depois penso no que faço e por quem luto.

- Ikki! – Shun se desespera.

- Vim ajudá-los a ir até o Santuário, não seja teimoso. – Comenta Algol.

- E você quer que eu te agradeça por isso? Vamos Esmeralda! – Ikki a abraça e vai embora.

Algol se irrita cerrando os punhos.

- Que rapaz intragável!

No ar começa aparecer novamente pós de cristais.

- Isso de novo... Não pode ser! – Se irrita Seiya.

- Morram cavaleiros! – Surgem dois legionários de Cristal.

- “Turbilhão de Chamas.”

- O que é isso? Aaaaaaaaaaaaaahhhhh... – Os dois legionários são atingidos em cheio e derrotados. O pó de cristal desaparece.

Seiya fica surpreso com a ação rápida que ocorreu ali.

- Quem os derrotou com apenas um golpe?

- Babel de Centauro, é você? – Questiona Algol.

Babel enfim se mostra e fica ao lado d Algol.

- Sim, mas não se animem. Esses são dos legionários de Cristal mais fracos. Temos inimigos mais poderosos.

- Bom, eu preciso ir falar com a Saori na mansão! – Diz Seiya.

- Seiya! – Estranham os demais cavaleiros de Bronze.

Seiya se afasta dos demais cavaleiros.

- Tenho coisas a tratar com ela.

- Saori, já ouvi falar que essa garota pode ser Athena... Não, não pode ser... – Comenta Babel.

Agora é Shiryu quem vira de costas chamando a atenção dos demais.

- E eu vou para os Cinco Picos. Preciso falar com meu mestre.

- Cavaleiros rebeldes! – Se irrita Algol.

Hyoga entra na caverna e pega a urna com a armadura de Altar. Ele a entrega a Shun.

- O torneio não acabou. A devolva para Aioros. Vou para a Sibéria. – Hyoga entrega a armadura para Shun.

- Eu? – Shun está surpreso.

- Sim. – Responde Hyoga antes de se afastar.

Hyoga, Shiryu e Seiya tomam caminhos diferentes. Shun vai para o Santuário com os cavaleiros de Prata e com a armadura de Altar.



CAIRO — EGITO


Catalyn de Tucano, escorando Rezi de Microscópio que está muito ferido, chega na Necrópole de Gizé, que é um sítio arqueológico localizado no planalto de Gizé, nos arredores da capital egipícia. Este complexo de monumentos antigos inclui os três complexos de pirâmides conhecidas como as Grandes Pirâmides assim como a escultura maciça conhecida como a Grande Esfinge. O local é todo arenoso, cercado de pirâmides por todos os lados.

- Tem certeza que é aqui Rezi?

- Sim, está entre essas pirâmides.

- Temos que chegar logo.

- Aquele maldito do Albiore me deixou nesse estado.

Os dois andam mais alguns metros e encontram uma imensa Pirâmide de Cristal.

- Nossa, que lugar imenso! Essa pirâmide é toda feita de cristal! – Exclama a legionária.

- Sim Catalyn. Vamos entrar logo que preciso me restabelecer.

Os dois legionários entram na Pirâmide de Cristal. Eles encontram Telly de Coroa Austral.

- Até que enfim chegaram. O senhor Arles os aguarda. Venham comigo.

Os três adentram o topo da pirâmide. O interior da pirâmide também é todo cristalizado, mas o local parece oco, sem nenhum outro objeto. Já o topo existe um enorme trono subindo pequenas escadas, atrás do trono tem uma cortina cinza. No topo também estão Isaak e Petey de Plasma. Sentado no trono está Arles, com uma máscara cobrindo seu rosto e um elmo vermelho parecido com o do Grande Mestre da época em que ele dominava Saga.

- Chegamos senhor Arles! – Comenta Rezi.

- Idiotas! – Arles grita com sua voz estrondosa assustando a todos.

- Pediu para nos reunirmos aqui senhor? – Comenta Petey.

- Sim. Soube que todos os cavaleiros negros morreram enfrentando aqueles 5 cavaleiros de Bronze. Fora as mortes de Guilty já há algum tempo e Jango por aquele maldito cavaleiro de Leão.

Os legionários de frente ao trono de Arles mostram saber do ocorrido.

- Já soubemos... – Comenta Telly.

- E agora soube que Hiero de Citrino morreu na luta contra o cavaleiro de Ouro de Virgem! Maldição.

- O Hiero morreu... Não pode ser, ele já tinha dominado a situação na Ilha de Andrômeda... – Comenta Rezi.

Arles se levanta do trono e aponta o dedo em direção a Rezi.

- Cale a boca! Você foi outro que quase morreu! Agora basta de incompetência. Quero Athena aqui e aqueles cavaleiros mortos! – Esbraveja Arles.

- Com licença senhor Arles! – Um outro homem entra no topo da pirâmide.

- Jahi de Sardio! Que bom que chegou. Estava precisando dos seus serviços legionário de Cristal Superior!

- Estou a disposição senhor Arles. Que bom que essa imensa pirâmide de cristal está pronta. – Jahi é um homem alto, ele é moreno, egípcio, tem olhos pretos e um grande nariz. Ele tem sua armadura de cristal vermelha alaranjada, igual a pedra que representa.

Arles olha pelo redor da sala da pirâmide orgulhoso.

- Sim hihehahahaha. Essa pirâmide tem o poder dos cristais da nossa senhorita. Aqui é todo envolvido pelo cosmo dela. E ela me deixou a domínio do pó de cristal sugador, que arranca a energia e o cosmo de quem sofre o ataque e o pó de cristal restaurador que ajuda a recuperar a energia. E apenas ela tem o domínio do pó de cristal do engano, em que ela tanto usa hihehahaha.

- Com licença senhor Arles! – Outro homem entra no topo.

Catalyn se surpreende ao ver outro homem se aproximando.

- Outro legionário de Cristal Superior!

- Anpu de Ônix. Seu poder será muito importante nesse momento. – Diz Arles.

- Sim senhor. – Anpu é baixo, branco de olhos vermelhos, e sua armadura de cristal é negra.

Arles volta a se sentar em seu trono.

- Agora Athena e seus cavaleiros já sabem que somos os inimigos. Temos que acabar com Athena de vez. E se conseguirmos mais armaduras temos que transformá-las em de cristal, entenderam?

- Sim senhor. – Todos concordam.

- Acho que não temos o porquê perder tempo senhor Arles. Eu mesmo posso dar fim a tal deusa já que ela não está no total de seu poder ainda. Ou pelo menos trazê-la para o senhor! – Sugere Jahi.

- Ótimo legionário de Sardio. Traga-a para mim se não conseguir matá-la. Ela se encontra no Japão!

Quando Jahi se prepara para sair, outro legionário adentra o topo da pirâmide.

- Posso ir junto senhor Arles?

- Teremum de Telescópio? Ótimo hihehahahaha – Se anima Arles. – Teremun é muito baixo, tem aparência esquisita e uma grande boca, é careca de cabelos e olhos pretos. Possui a armadura de Telescópio que se tornou de cristal.

- Quero que o tal Saga, que pensei que era o Grande Mestre, fique por minha conta, minha conversa com ele ainda não acabou! – Interrompe Petey.

- Terá seu momento legionário de Plasma! – Responde Arles.

Petey responde satisfeito.

- Sim senhor!

Arles olha para todos os legionários e os ordena.

- Saiam todos! Logo os darei suas missões. Quero apenas Anpu aqui!

Todos se retiram ficando apenas o legionário de Cristal de Ônix.

- O que gostaria de me dizer senhor Arles?

- Quero a destruição do Templo de Athena. Mandei alguns legionários lá, mas eles não foram páreos, eram apenas intermediários. Preciso de um homem forte como você, um dos mais fortes legionários, para dar fim àquele lugar.

- Irei, juntarei alguns legionários.

- Certo, vá!

Anpu se retira do topo de Pirâmide.

- Hihehahahaha Ártemis... Chronos... Tudo o que vocês fizeram foi em vão. Não adiantou resetar o tempo, que conseguimos recrutar esses poderosos legionários. Esperem e verão a morte de Athena sem poderem fazer nada hihehahahaha.


SANTUÁRIO – GRÉCIA

CASA DE AQUÁRIO


Camus questiona Shura sobre os acontecimentos. O cavaleiro de Capricórnio conta sobre tudo o que vêm acontecendo nos últimos tempos, e que seus inimigos são os legionários de Cristal.

- Legionários de Cristal... Isso não é possível!

- Fala como se soubesse de algo Camus.

- O meu discípulo... Ele...

- Você fala do Cavaleiro de... Peraí...Cavaleiro de Cristal! Não vá me dizer que ele tem esse nome porque...

Camus abaixa a cabeça e consente. Ele interrompe Shura.

- Exatamente! Ele foi um legionário de Cristal, e como sua armadura de Coroa Boreal se manteve cristalizada adotou esse nome. Mas posso garantir que ele não está contra a gente.

- Mas se ele é um legionário ele está contra a gente Camus! – Conclui Shura.

Camus balança a cabeça negativamente e volta a encarar Shura.

- Ele não é um legionário de Cristal, ele foi. Agora ele é um cavaleiro de Prata de Athena!

- De qualquer forma ele deve ter informações sobre esses malditos. E de quem está por trás deles. Temos que descobrir isso Camus.

Camus passa por Shura e se aproxima da entrada de sua casa.

- Deixe que resolvo isso pessoalmente, se achar que existe algum perigo, conto para Aioros.

- Como é que é? Só vai contar se na sua percepção você achar que tem algum perigo?

- Exatamente. Caso contrário é desnecessário.

Shura se mostra sem paciência e volta a saltar de frente a Camus.

- Como desnecessário cavaleiro de Aquário? Ele foi um legionário de Cristal que querem acabar com os cavaleiros e com Athena, que treinou um cavaleiro de Bronze, o cavaleiro de Cisne que quase morreu na batalha contra os cavaleiros negros, e ele não faz nada?

- Aliás, Shura, nem todos nós cavaleiros de Ouro sabemos se estão ao lado ou contra Athena, então isso não é o mais relevante.

Shura segue incomodado com as palavras de Camus.

- Você quer dizer que cavaleiros de Ouro estão contra Athena? Você sabe de algo?

- Não sei de nada Shura. – Responde friamente Camus. – Só sei que nenhum de nós vimos Athena, logo não sabemos se Aioros está ao lado de Athena realmente.

- Que bobagem está falando Camus?

- Retire-se da minha casa Shura. Tenho que pensar como agir. Mas isso é algo pessoal, não tem o porquê envolver mais pessoas.

Shura se afasta e responde Camus caminhando.

- Eu irei pessoalmente à Sibéria atrás do Cavaleiro de Cristal se você omitir informações Camus.

- Não se meta nisso. Já disse que sei o que faço.

- Se você agir contra as ordens do Santuário, você será considerado um rebelde e que está contra Athena.

- Talvez você que esteja contra Athena Shura. Quem tinha que estar me questionando era Aioros que é o Grande Mestre e não você. Será que não tem outro interesse por trás?

Shura para de andar nesse momento. Ele volta a se virar de frente a Camus.

- Não admito que desconfie da minha lealdade à Athena.

- Você não tem condições de admitir nada Shura.

- Então você vai se rebelar? – Questiona Shura.

- Já disse que farei o que eu perceber que seja certo. – Camus segue convicto.

Shura levanta seu braço e aponta sua espada sagrada que habita nele.

- Então te considero um traidor Camus. Vou ter que te enfrentar pelo bem do Santuário.

- Quer iniciar uma guerra de mil dias? – Pergunta Camus, indo logo ao ponto principal.

Shura e Camus se olham e um imenso clima de tensão é criado.



FIM DO CAPÍTULO


ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO!



SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DOS SETE MARES!


Episódio 11: Ouça a Bela Canção de Athena!


Ikki sente que a cosmo energia do General de Dragão Marinho lhe é familiar. A seguir, o marina ataca Fênix com sua Explosão Galáctica, arremessando-o para longe. Não resta mais dúvidas: o Dragão Marinho retira o seu elmo e revela o seu rosto. Ele é Saga, o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos! Na verdade não. Ele então revela ser o irmão gêmeo de Saga, Kanon de Gêmeos e, ao contrário de seu irmão, dividido por duas personalidades, ele afirma possuir apenas uma índole, a má. Sendo assim, ele lança o seu golpe Triângulo de Ouro e envia o Cavaleiro de Fênix para uma outra dimensão, o Triângulo das Bermudas, localizado no mar do caribe, no Atlântico Norte. Aos pés do pilar do Oceano Antártico, Seiya desperta. Próximo ao mar mediterrâneo, Shaina se desvencilha de Thetis e, mesmo advertida pela marina de que Julian Solo agora é um deus, parte ao encontro de Poseidon. Chegando à sala do trono do deus dos Mares, ela encontra o imperador sentado em seu trono e reconhece que seu poder se equipara ao de Athena. Com um facho de luz, Poseidon parte a máscara da amazona em dois. Imprudentemente, Shaina ataca Poseidon, mas é paralisada pelo deus. Com um terceiro ataque do imperador dos mares, Shaina sente sua energia ser sugada e desaba inconsciente. Shiryu, no território do Oceano Índico, recobra a consciência e percebe que recuperou a visão. A caminho de seu pilar, Kanon acredita que seus planos estavam caminhando bem, já que todos os cavaleiros e cinco generais foram derrotados, quando é surpreendido pelo som de uma flauta: é Sorento de Sirene. Ao ser indagado pelo fato de não estar protegendo seu pilar, Kanon responde que precisou eliminar um cavaleiro de bronze que tentava invadir o Templo de Poseidon. Sorento segue acusando Kanon, indagando se ele não estaria manipulando a vontade de Poseidon. O clima fica tenso e o embate entre os generais parece iminente, porém é interrompido por dois cosmos, que se aproximam dos pilares dos Oceanos Atlântico Sul e Norte. Em razão deste fato, os dois generais se dirigem aos seus respectivos pilares para defendê-los. Shun chega ao pilar do Atlântico Sul e se surpreende em encontrar Sorento de Sirene vivo, já que ele foi testemunha de que Sorento havia sido destruído junto de Siegfried, em Atlântida. Sorento explica que quase morreu naquele instante, mas conseguiu se salvar no último momento e deixou Siegfried morrer sozinho. Shun ataca Sorento com a Corrente de Andrômeda, mas seu golpe é repelido por uma barreira de ar formada pela flauta do general do mar, que contra-ataca com sua Sinfonia da Morte. O som da flauta de Sirene atinge diretamente o cérebro de Andrômeda, de modo que nada adianta tapar seus ouvidos. Todavia, a morte do cavaleiro de Andrômeda é impedida por uma canção que vem de longe: é a canção de Athena, que embora esteja na iminência de morrer afogada, salvou seu bravo cavaleiro.


Episódio 12: Amigos Quando Morrem, Morrem Juntos!


Sorento ouve a canção de Athena e percebe que ela é mais do que isso, é uma oração e sente que Athena está emanando seu cosmo na forma de uma calma melodia, o que o aterroriza. Kanon também ouve a canção, no mesmo instante que pressente que outro cavaleiro entrou no Templo de Poseidon, assim como o um cosmo poderoso está a sua espreita, o que o impede de deixar o pilar. Seiya chega à sala do trono e encontra Shaina desmaiada e Poseidon, que remove a parede que separava seu templo do Grande Suporte Principal. Ele revela que Athena está lá dentro e que a esta altura já deve estar morta, uma vez que o pilar se encontra totalmente preenchido de água e ela havia parado de cantar há pouco. Seiya ataca o imperador dos mares com seus Meteoros de Pégaso, mas seus golpes se voltam contra ele, que é o que acontece quando se ataca um deus. Seiya eleva o seu cosmo e, em sintonia com o sangue de Aioria de Leão, sua armadura se torna dourada. Poseidon desintegra a armadura de Pégaso com seu cosmo e lança um ataque contra o cavaleiro. Seiya é salvo por Shiryu, que deflete a investida do deus com seu escudo do Dragão. No Santuário, na casa de Áries, Mu e Aioria ganham a companhia de Aldebaran, Milo e Shaka. Milo confronta Mu e corrobora com Aioria, afirmando que se ele unisse o seu poder ao do cavaleiro de Leão, poderiam facilmente derrotar os marinas. Hyoga chega ao Templo de Poseidon e se prepara para atacar. O imperador é mais rápido e lança um golpe, que é novamente interceptado pelo escudo de Shiryu. Todavia, desta vez, o golpe é eficaz e destrói as armaduras de Cisne e do Dragão. Seiya se levanta e volta à ação. No Santuário de Athena, Aioria perde a paciência e anuncia sua partida ao Santuário de Poseidon. Mu o interpela e o adverte que se ele insistir em desobedecer ao Mestre Ancião será obrigado a matá-lo. A tensão toma conta dos cavaleiros e o embate torna-se iminente, porém Milo acalma os ânimos de seus companheiros. Neste momento eles sentem um cosmo saindo da casa de Sagitário em direção ao Santuário Submarino: é Aioros, que enviou sua armadura em socorro dos cavaleiros. Mu agradece Aioros. Kanon também reconhece este poder e teme que ele possa despertar Poseidon, o que arruinaria os seus planos por completo. A armadura de ouro de Sagitário chega ao Templo de Poseidon e é envergada por Seiya. No Atlântico Sul, Sorento destrói as correntes e a armadura de Andrômeda com sua Sinfonia da Morte, bem como começa a enlouquecer Shun, que reage e eleva seu cosmo até o 7º sentido, prendendo Sorento com sua Correnteza Nebulosa de Ar. Shun adverte o marina que se ele se mexer acabará morto e que ele não quer fazer isto, pois uma pessoa que toca tão bem um instrumento musical só pode possuir uma boa índole. Sorento se diz surpreso por ouvir este elogio inesperado, mas que, em nome da utopia de Poseidon, ele deve tocar a flauta e terminar com a luta. Shun implora para que Sorento não toque a flauta, em vão. Sorento anuncia a Sinfonia Final, mas não tem tempo sequer para soprar sua flauta transversal: Shun dispara a Tempestade Nebulosa com toda a sua força.


Episódio 13: O Mistério do Renascer de Poseidon!


Sorento é arremessado contra o pilar do Atlântico Sul e sua flauta gira e para aos pés de Kiki, que acaba de chegar com a armadura de Libra. Shun, usando presumidamente a barra-tripla de Libra, destrói o pilar do Oceano Atlântico Sul, fato que é percebido por Seiya e Poseidon. Agora só restam os pilares do Atlântico Norte e Principal. Seiya investe novamente com seus meteoros, que são repelidos e voltados contra ele mais uma vez. Dragão Marinho pede ao Pégaso que pare de provocar Poseidon, temendo pelo despertar verdadeiro do deus, estragando seus planos, quando o marina sente mais uma vez aquele cosmo ameaçador que o espreitava. Ikki surge e diz que ouviu algo interessante sobre o controle de Poseidon e pede explicações ao Dragão Marinho: ou seria Kanon de Gêmeos? Para provocar Kanon, Ikki afirma que o Triângulo de Ouro é um golpe inferior à Outra Dimensão de Saga, deixando seu oponente furioso. Com um dedo, Fênix dispara seu Golpe Fantasma e volta a exigir respostas de Kanon. Temos um flashback de 13 atrás. Nele, Saga está tirando satisfações com Kanon sobre suas reais intenções. Kanon volta a oferecer ajuda à Saga para que eles matem a Atena bebê e o Mestre, que escolheu Aioros para sucedê-lo. Kanon compara suas diferenças com Saga, que passa uma boa imagem para sociedade para, ao final, adverti-lo que no fundo eles são iguais, possuindo a mesma índole má, sendo que a de Saga apenas vai demorar um pouco para se manifestar. Saga fica indignado com as palavras de seu irmão e o prende no rochedo do Cabo Sunion, para castigá-lo. Kanon implora por sua vida, mas é ignorado e abandonado. Neste momento o cosmo maligno emana de Saga e traz a certeza à Kanon: Saga realmente possuía uma índole má, fato que lhe provocando uma imensa satisfação. Kanon descreve sua prisão como um lugar para onde Athena designava os piores criminosos, localizada num rochedo abaixo do nível do mar, onde jaziam as ruínas de um antigo templo erguido em honra de Poseidon, na Terra, ao sul de Atenas. Com a maré alta, a água cobria a prisão e muitas vezes ele esteve perto de morrer. Porém ele foi salvo inúmeras vezes por um cosmo desconhecido e confortante. Uma vez vivo, seu ódio por Saga e Athena aumentava a cada dia. Certo dia ele percebeu uma luz emanada de dentro da rocha, a qual ele quebrou e acessou uma sala secreta. Lá ele encontrou o Tridente do imperador dos oceanos, lacrado com um selo de Athena, prova de sua vitória, na última guerra santa contra Poseidon. Ele então retira o Tridente da rocha e é tragado para o fundo do mar. Kanon recobra a consciência e percebe que a fossa oceânica é desprovida de água, de modo que o mar se encontra acima, como se fosse o céu. Lá ele encontra o Templo Submarino de Poseidon, em ruínas e, ao entrar na câmara interna, ele descobre a armadura do deus dos mares, ladeada pelas escamas douradas dos 7 generais dos mares. À frente está depositada a ânfora de Athena, lacrada com o selo da deusa que, ao seu toque, se rompe e libera o espírito de Poseidon, que incorpora a armadura. Poseidon e Kanon conversam. Kanon conta ao deus que Athena acabara de reencarnar na forma de um bebê, o que força Poseidon a se preparar para nova batalha contra ela. Poseidon informa Kanon que continuará seu repouso no corpo do herdeiro da família Solo e ordena que seja despertado somente quando este completar 16 anos de idade. Manifestando sua Grande Vontade, o deus restaura o Santuário Submarino por completo e, antes de partir, pergunta o nome de seu interlocutor. Kanon afirma ser o Dragão Marinho e, após o desaparecimento do cosmo do imperador, o ridiculariza, planejando tirar proveito da situação e manipular os deuses para, enfim, governar a Terra e o Mar. Após isso ele sofre uma ilusão adicional, provocada pelo Golpe Fantasma, pela qual Saga o castigava, enquanto seu corpo era devorado. Agora que Ikki conhece toda a verdade ele quer saber de Kanon só mais uma coisa. Na Sala do Trono, Seiya empunha o arco e aponta a flecha de Sagitário para Poseidon.


Episódio 14: Flecha Dourada Ataca Poseidon!


Poseidon adverte Seiya que nada mudará e que se ele lançar a flecha, esta inevitavelmente se voltará contra ele e atravessará seu coração. Seiya ignora o conselho e a dispara. Poseidon estava certo, a flecha atinge diretamente o peito do Pégaso, atravessando a poderosa armadura de ouro. Fica claro que o adversário é superior aos anteriores, pois trata-se de um deus. Por uma questão de milímetros a flecha não atingiu o coração de Seiya, que a retira e volta a armar seu arco e flecha. Pégaso atira a seta pela segunda vez, em vão, eis que o artefato torna a voltar contra o cavaleiro de bronze. Porém, desta vez não o atinge, uma vez que Shaina se interpôs no caminho e foi atingida nas costas. A amazona de Serpente se declara pela primeira vez a Seiya, admitindo claramente que o ama. No Santuário, os cavaleiros de ouro sentem mais uma estrela indo em direção ao mediterrâneo: a luz partiu da casa de Aquário. Mu agradece Camus. De volta à ação, Shaina retira a flecha de suas costas e a entrega para Seiya. Ela o relembra de sua missão, ou seja, a de salvar Athena e promete protegê-lo, atuando como seu escudo. Seiya atira a flecha pela terceira vez, mas desta vez ele não permite que Shaina se sacrifique por ele, trocando de lugar com a amazona, Pégaso apenas aguarda a flecha atingi-lo nas costas. Mas não é o que ocorre, por esforço de Shiryu, que se levantou e recebeu o impacto da flecha de peito aberto. Shiryu retira a flecha de seu peito, enquanto Hyoga também se ergue e Shun chega, de repente. Os três companheiros de Seiya depositam seus cosmos na flecha e a entregam ao Pégaso. Com o apoio de Shaina, Shiryu, Shun e Hyoga, Seiya lança a flecha pela quarta e última vez, obtendo finalmente êxito, já que a flecha atinge diretamente Poseidon na testa. Sentindo que o cosmo divino de Poseidon se extinguiu, os 5 cavaleiros de Athena deixam Julian Solo para trás e partem para o Suporte Principal. Paralisado e absorto em seus pensamentos, o coração de Julian dispara. Contudo um imenso cosmo, muito maior que o anterior, se apodera de seu corpo e toma o Tridente em suas mãos: o Imperador Poseidon finalmente despertou por completo! Kanon e Ikki sentem o despertar do deus, deixando Kanon revoltado. Sorento chega ao Atlântico Norte acompanhado de Kiki e diz ter ouvido toda a verdade. Kiki, com a permissão de Sorento, entrega o escudo de Libra para Ikki, sob os protestos de Kanon, que acusa o General do Atlântico Sul de traidor. Sorento replica que, considerando que esta batalha foi um desejo de Kanon e não do imperador Poseidon, ele deve agir de modo a destruir a ambição do cavaleiro de Gêmeos. Sob as súplicas do Dragão Marinho: — "Detenha-se Ave Fênix, detenha-se", Ikki derruba o pilar do Oceano Atlântico Norte, deixando vulnerável o último ponto de sustentação do Santuário Submarino, fato sentido pelos demais cavaleiros que se dirigiam a ele. No caminho ao Suporte Principal, os cavaleiros são surpreendidos por um golpe poderoso de Poseidon e caem no chão. Seiya e Hyoga se levantam, chamando a atenção do Imperador, que lança uma bola de luz em sua direção. O ataque do deus é refratado pela armadura de ouro de Aquário, que se divide e veste Hyoga. Poseidon lança um ataque de seu tridente e está prestes a atingir o Cisne. Porém, Hyoga é salvo por Shiryu, que deflete a investida do deus com seu escudo de Libra. A armadura de Libra se separa e veste Shiryu. Agora os três cavaleiros de bronze vergam armaduras de ouro!


Episódio 15: Viva a Amizade! Longa Vida Lendários Cavaleiros!


Seiya, Shiryu e Hyoga unem seus cosmos e lançam, respectivamente, seus golpes: Cometa de Pégaso, Cólera do Dragão e Execução Aurora. A combinação surte efeito e supera o ataque do tridente do Imperador, que cai desacordado. Os três ficam de frente ao Suporte Principal e Shiryu se apresenta para destruí-lo com o escudo de Libra. Porém, a arma de defesa, ao se chocar contra o Suporte, se volta contra e ele e o atinge, além do escudo ficar destroçado. O suporte permanece intacto. Diante da total frustração de seus planos e demonstrando um ódio imenso, resta a Kanon se vingar e castigar Fênix. Sorento impede que Kanon prossiga o espancamento de Ikki e, embora não tenha intenção de salvar o Fênix, afirma não poder permitir que Kanon continue vivo. Sorento ataca seu antigo companheiro com a Sinfonia da Morte, porém é interrompido por Ikki, que objetiva saber onde Kanon escondeu a Ânfora de Athena, única maneira que eles têm de prender novamente o espírito de Poseidon. Hyoga com a espada, Seiya com a barra-tripla e Shiryu com o tridente de Libra não logram êxito em causar um arranhão sequer no Suporte Principal e estão exaustos. As armas estão completamente destruídas. Perto dali, Shun se levanta e eleva seu cosmo, trazendo o brilho dourado de sua armadura. No Atlântico Norte, Ikki diz a Kanon que ele tem obrigação de revelar o esconderijo da ânfora, uma vez eu ele deve sua vida à Athena, concluindo que foi o cosmo da deusa quem salvou Kanon da morte, diversas vezes, na prisão do rochedo. Cego de ódio, o irmão gêmeo de Saga não percebeu a semelhança entre este cosmo e o de Saori, emanado desde o Suporte Principal. Kanon desenha da afirmação de Fênix, alegando ser impossível que tenha sido Athena quem o salvou: — "Athena era apenas um bebê naqueles tempos. Como é que um bebê pode salvar a vida de alguém?". Mesmo insistindo em negar a compaixão de Athena, Kanon revela que a ânfora está com ela, neste exato momento, no interior do Suporte Principal. Por considerar que Kanon vale muito pouco, Ikki vira as costas e parte, sob os protestos do traidor de Athena. Sorento, que anteriormente discordava da deusa Athena, representante da Terra corrupta, é obrigado a concordar com Fênix e ignora a existência de Kanon, partindo sem não antes deixá-lo prostrado. Kanon começa a reconhecer o cosmo de Athena que foi quem de fato o salvou diversas vezes. Ikki chega ao Suporte Principal e apanha Poseidon de surpresa, enquanto explica sobre a ânfora e sua localização. Seiya, com o apoio de Shiryu e Hyoga, decide se atirar contra o pilar central do Santuário Submarino para, enfim, resgatar Saori. Para dar impulsão ao Pégaso, Shiryu dispara sua Cólera do Dragão e Hyoga seu Trovão Aurora Ataque. Enquanto Seiya é arremessado contra o suporte, Poseidon ataca seus amigos, derrubando, na sequência, Ikki, Shun, Hyoga e Shiryu. Os quatro cavaleiros elevam seus cosmos, permitindo a Ikki e Shun reluzirem suas armaduras como se fossem de ouro. Seiya atinge o Suporte Principal, causando-lhe uma pequena fissura, que logo se transforma numa grande rachadura. Depois o cavaleiro de Pégaso entra no suporte e desaparece. A rachadura se amplia, comprometendo rapidamente a estrutura da enorme pilastra erguida sob o mar mediterrâneo, sob o olhar perplexo do imperador dos sete mares. A água começa a invadir o fundo do mar, condensando o vapor outrora presente. Seiya surge com Saori nos braços. Poseidon aponta seu tridente para Seiya, contudo seu poder é anulado por um outro cosmo: é Athena, que acabara de despertar. Athena porta sua ânfora e ordena a Poseidon que volte a dormir. Poseidon a ignora e arremessa seu tridente contra a deusa. Todavia, Kanon surge e se interpõe no caminho e recebe o tridente diretamente em seu peito. Kanon retira o tridente e desaba no chão. Kanon pede perdão a Athena e diz que foi ele quem provocou essa guerra. Poseidon volta a investir contra Athena, disparando diversas esferas de energia, castigando-a. Os pilares dos oceanos são engolidos pelas águas. Os golpes de Poseidon não surtem mais efeitos contra Athena, que passa a absorvê-los: Athena recebe os cosmos de seus fiéis protetores. Com a ajuda dos cavaleiros, Athena finalmente consegue exorcizar o espírito de Poseidon, expulsando-o do corpo de Julian Solo, para trancafiá-lo definitivamente na ânfora. Julian Solo está desmaiado, Thetis reconhecendo que o Imperador foi derrotado, salva Julian e o devolve à superfície. Shaina e Kiki aparecem. As águas transbordam e afogam todos os presentes. Porém, o cosmo de Athena protege seus cavaleiros, conduzindo-os com segurança à superfície. A chuva cessou na Terra, cidades como Paris, Londres e Nova Iorque estão salvas. Na mansão Kido, Tatsumi e os cavaleiros de bronze percebem que o fim da batalha chegou. Mesma sensação de Eudora e June em Bluegraad e de Marin e os cavaleiros de ouro, no Santuário. Nos Cinco Picos Antigos, o Mestre Ancião constata que o imperador Poseidon, rei dos 7 oceanos, finalmente voltou a dormir. O episódio termina com Athena discursando sobre a importância dos cavaleiros para a manutenção da paz na Terra e jura protegê-la acima de tudo.


Fim do Arco dos Sete Mares


Pessoal assim eu termino o especial Reedição do Anime Clássico utilizando os episódios originais do anime clássico, com sua história, adaptando com um novo enredo, na minha visão, mais coerente e abordando as fases de uma forma diferente. Não penso em terminar esse especial agora, estou criando novas abordagens e aviso vocês nos próximos capítulos. Obrigado a todos que estão acompanhando. Favoritem a história e comentem o capítulo, quem puder, será de grande ajuda.


Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "Shura x Camus."