Notas iniciais
Olá pessoal. Nesse domingo de carnaval um novo capítulo para vocês junto a uma nova leva da reedição do anime clássico. Espero que a leitura anime o feriado de vocês. Quem puder deixe um comentário e favorite a história, me ajudará bastante Boa leitura

SANTUÁRIO – GRÉCIA


Os cavaleiros de Ouro estão na entrada das doze casas. Milo sente uma presença estranha.

- Estão sentindo cavaleiros? Eu vou averiguar o que está acontecendo. – Comenta Milo.

- Os cavaleiros de Prata já estão fazendo a ronda do Santuário. – Responde Mu.

Milo segue andando e deixa a entrada da casa de Áries.

- Há coisas que nós, os cavaleiros de Ouro, que temos que averiguar.

Milo caminha até a entrada do Santuário. Lá ele avista três homens com armaduras cristalizadas e com a mão cheia de pós.

- Vamos espalhar esses pós por aqui imediatamente. – Diz um deles.

Milo se coloca na frente.

- Quem são vocês?

- O que? Percebeu nossa presença. Passamos desapercebidos pelos cavaleiros de Prata. – Responde um dos homens.

- A mim não enganam. O que é esse pó?

- Não te devemos satisfações. Vamos legionários de cristal, vamos dar um fim a esse cavaleiro.

Milo detém as ações com facilidade. Ele os aponta sua unha.

- Vão mesmo continuar com a conspiração? Se não vão falar, eu mesmo darei um fim em vocês com o ardor da minha ferroada.

Um dos homens começa a lançar o pó no ar. Milo fica zonzo.

- Cretino. Receba agora a ferroada do Escorpião: “Agulha Escarlate.”

- Aaaaaaaaaaaahhhhh...

O legionário morre na primeira investida. Os outros dois tentam recuar, mas não conseguem se mexer.

- O que é isso? Estamos travados...

- Vocês são vítimas na minha “Restrição.” Vão falar ou não?

- Já disse que não os devemos satisfações.

Milo fecha os olhos e volta a apontar sua unha.

- Nesse caso não tenho outra alternativa. Se não vão se render e falar o que estão fazendo, o outro caminho é a morte: “Agulha Escarlate.”

- Aaaaaaaaaahhhhh...

Os homens tentam reagir, mas não são páreos para três ferroadas. Milo olha para a ponte suspensa do Santuário.

- Preciso ir até o Japão, saber o que está acontecendo.

Milo deixa o Santuário.



TÓQUIO — JAPÃO

MANSÃO KIDO



Um pouco mais tarde Aioros, Saga, Saori e Aioria saem da mansão e chegam no jardim. Aioros diz que é a hora de partir para o Santuário. Alguém se aproxima.

- Quem está aí? – Questiona Aioros.

Milo surge no local os surpreendendo.

- Milo você aqui? – Questiona Aioros.

- Sim, eu precisava saber o que estava acontecendo. Homens que se diziam legionários de cristais surgiram no Santuário espalhando um pó suspeito e tive que derrotá-los. Com isso resolvi vir até o Japão e ao chegar aqui senti seu cosmo Aioros. Me diga, o que aconteceu?

Aioros conta tudo para o cavaleiro de Escorpião, que fica muito surpreso. Ele fica de joelhos diante de Saori e a reverencia.

- Athena, como é bom estar diante de você.

Saori sorri. Aioros se mostra preocupado.

- Tenho que partir ao Santuário agora que descobrimos que os inimigos são esses legionários de Cristal, junto com os cavaleiros negros guiados pelo tal Arles. Senhorita Athena, não sei se o melhor é você ir conosco ao Santuário nesse momento...

- Minha preocupação é os cavaleiros de Bronze agora Aioros. – Responde Saori.

- Temos que confiar neles, você sabe que eles são predestinados e vão conseguir vencer os cavaleiros negros e recuperar a armadura.

Saga toma a frente do grupo e se aproxima do portão da mansão.

- Temos que voltar de qualquer forma Aioros. O Santuário já deve estar sendo monitorado pelos inimigos.

- Eu preciso evitar a ambição desse Arles e os cavaleiros negros, preciso descobrir o paradeiro de Ikki! – Comunica Aioria.

- Podem ir. Eu ficarei bem aqui! – Saori diz aos cavaleiros.

- Se vocês me permitirem, eu cuidarei dela! – Kanon se apresenta já recuperado.

Aioria e Milo ficam muito irritados ao ver a presença de Kanon no local.

- Você? Isso só pode ser uma palhaçada não é? – Aioria se revolta.

Saga olha para Kanon. Ele se vira e olha para frente.

- Vamos na frente Aioros. Milo, Aioria, façam o que vocês acharem melhor. Eu como irmão dele não vou opinar. – Saga parte na frente.

- Preciso ir senhorita Athena, Milo e Aioria. Confio nos cavaleiros de Bronze para essa missão. O resto deixo com vocês, Aioria e Milo. Aioria você fez um ótimo trabalho na Ilha da Rainha da Morte, principalmente com o Ikki! – Aioros parte atrás de Saga.

Milo olha friamente para Kanon. Aioria fecha os olhos.

- Também preciso partir Milo. Deixo a decisão em suas mãos.

- Pode ir Aioria.

Aioria parte enquanto Milo segue encarando Kanon.

- Kanon, o irmão gêmeo de Saga. Ele agora adquiriu a armadura de Prata de Taça, mas sei que ele tem o cosmo de um cavaleiro de Ouro, ele é o cavaleiro de Gêmeos substituto. O homem que persuadiu Saga e abriu caminho para o espírito maligno o dominar. Ele queria matar Athena e dominar o mundo. Saga havia o prendido na prisão do Santuário e o maldito conseguiu escapar. O homem que atentou contra a vida do Mestre Ancião dos Cinco Picos. Ele que tinha planos malignos...

- Milo, ele ajudou a me salvar... – Interfere Saori.

Milo se ajoelha diante Saori. Ele reverencia a deusa.

- Como disse anteriormente é um enorme prazer enfim estar em sua presença após tanto tempo de espera, Athena. Apesar de você o ter perdoado não podemos confiar inteiramente nele.

- Milo!

- Kanon, saia já daqui e nem se aproxime do Santuário. Se não eu mesmo dou cabo de você.

- Infelizmente não posso partir! – Responde Kanon.

Milo fica ainda mais irritado ao escutar a resposta de Kanon.

- Então sairá daqui a força!

- Se tiver que sofrer sua penitência novamente para pagar pelos meus pecados estou preparado!

- Do que você esta falando? – Milo fica instigado.

Kanon fecha os olhos.

- Vou falar a última vez, você não vai sair daqui? – Volta a questionar o cavaleiro de Escorpião.

- De modo algum. Devo ficar para proteger Athena.

- Você acha que eu como cavaleiro de Ouro vou aceitar isso? Um homem que teve a ganância de tomar o mundo à força para si.

Kanon fica em silêncio. Após alguns segundos, ele responde.

- Escute bem. Enquanto eu não me livrar de todos os inimigos, não posso sair de perto de Athena!

- Nesse caso não me resta outra alternativa: “Agulha Escarlate.”

- Aaaaaaaaaahhhhhh...

- A ferroada deixa uma ferida minúscula, mas propicia um grande sofrimento Kanon.

Kanon sofre com o ardor da ferroada. Milo aponta seu dedo e volta a disparar contra Kanon.

- “Agulha Escarlate.”

- Aaaaaaaaaaaahhhhh...

- Só restam duas escolhas para quem é atingido pela agulha escarlate. Ou a morte ou a loucura! – Avisa Milo.

Kanon está travado de dor.

- Só será possível saber o que irá acontecer quando as 15 estrelas do escorpião adentrarem o seu corpo.

- Mmmmm...

- O que você prefere Kanon? A morte ou a loucura? Tome isso!

- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhh...

Kanon é arremessado com mais ferroadas e cai com violência no chão.

- É muito estranho, eu o ataco e ele nem tenta reagir. Ele nem tenta se defender parece que quer ser acertado pelas minhas ferroadas. Ele é tão poderoso quanto o seu irmão Saga. Se nos confrontássemos pra valer estaríamos provavelmente em igualdade.

- Continue Milo. Vou sobreviver mesmo após as 15 ferroadas.

- O que? – Milo não acredita.

- Por enquanto não posso morrer nem ficar louco. Devo minha vida à Athena, não posso morrer sem ter ajudado a derrotar os principais inimigos.

Milo volta a apontar o dedo para Kanon.

- Então recebe mais ferroadas Kanon!

- Aaaaaaaaaaaahhhhhh...

- Tudo o que ele suportou até agora foi pra pagar por sua culpa. Ele recebeu os golpes voluntariamente para aliviar sua consciência. Que assim seja, vou atacar e vamos ver até quando vai aguentar sem morrer!

- Milo pare com isso! – Saori intervém.

Milo olha para a deusa com respeito.

- Sinto muito Athena, mas não posso parar. Nós, os cavaleiros de Ouro jamais o aceitaríamos entre nós, mesmo que você tenha o perdoado.

- Milo! – Exclama a deusa.

- Se ele quer realmente ser perdoado tem que mostrar disposição de renunciar a própria vida.

- Argh... Você tem razão... Continue Milo... – Diz Kanon ensanguentado no chão.

Milo dispara mais ferroadas. Kanon grita desesperadamente.

- Kanon! – Grita Saori.

- Agora ele está jorrando sangue. Logo perderá os seus sentidos. Agora, enfim, ele receberá a última ferroadas. Antares, o golpe final!

- Milo você vai...

- Prepare-se Kanon para a última ferroada: “Antares.”

Kanon é acertado. Ele vai de cara no chão.

- Como tinha dito anteriormente Athena, vou verificar o que estão aprontando os cavaleiros negros. Devo me retirar.

- E- espere Milo, você não se preocupa em deixar Athena com um inimigo? – Comenta Kanon, se levantando com dificuldade.

- Não existe mais nenhum inimigo aqui. Você é Kanon, um cavaleiro de Athena, o cavaleiro de Prata de Taça! – Diz Milo antes de partir.

- Milo! – Kanon chora.

Milo sai do jardim da mansão Kido.

- Athena, o último golpe de Milo não foi Antares. Ele atingiu um ponto vital meu para estancar a hemorragia. – Comenta Kanon entre lágrimas.

- Sim eu percebi Kanon. Entendi o que você e Milo pensavam.

Athena leva Kanon até dentro da mansão.


Hyoga, que seguiu pelo caminho contrário ao que Shun foi e acabou encontrando o Andrômeda Negro e os dois Dragões Negros, continua seguindo seu caminho. Ele chega próximo a um barranco, quando escuta o chamarem.

- Que bom que chegou. Estava esperando por você cavaleiro de Cisne!

- Jido de Cisne Negro! – Hyoga avista o inimigo.

- Sim. Enfim vamos poder continuar nossa batalha!

Hyoga mira seu punho contra o oponente.

- Muito bem! Agora se você me entregar a armadura de Altar vou ser bonzinho e te deixar ir embora com vida.

- Como é? Hahahaha. Vamos lutar e ver quem merece o título de ser um cavaleiro. – Desafia Jido.

- Já se esqueceu do nosso último encontro? Você não tem a menor chance!

Jido também mira seu punho para Hyoga.

- Veremos: “Tempestade Negra de Gelo.”

O golpe do Cisne Negro não surte efeito em Hyoga.

- Não pode ser!

- Já disse Jido. É inútil esse seu golpe. Seu gelo jamais me congelará.

- Isso é impossível!

- “Círculo de Gelo.”

Jido fica travado e não consegue se mexer.

- Mas o que é isso? Eu não consigo me mexer...

- É impossível você se livrar desse círculo de gelo cavaleiro negro.

- Estão aparecendo mais círculos! – Jido fica intrigado.

- Agora te darei uma morte digna, Jido.

O Cisne Negro se irrita e eleva seu cosmo.

- Não me subestime Hyoga. Você não pode me derrotar com seu pó de diamante.

- Vou usar o meu golpe mais poderoso. Vamos ver se você sobreviverá: “Trovão Aurora, Ataque.”

- Aaaaaaaaaaaaaahhhhh...

O golpe de Hyoga arrasa Jido. Com suas últimas forças, o Cisne Negro arranca o cisne de seu elmo.

- Vou mandar todas as informações de seu golpe para o Fênix Negro. Ele irá te matar... – Jido morre.

Hyoga segue seu caminho. Ele encontra uma caverna a seguir. Ele se aproxima da entrada. Perto da entrada ele vê um lago, parecido com o que ele tinha passeado com Celina na Sibéria.

- Ah Celina. Vou me tornar um cavaleiro honrado para ser digno de estar ao seu lado. Sei que você também é uma amazona de Athena e te darei muito orgulho minha querida!

- Hahahahaha o Cisne está apaixonado?

Hyoga percebe uma aproximação.

- Quem está aí?

- Hahahahahaha por acaso é isso que você quer? – O homem mostra uma urna de armadura.

- Essa é a... Armadura de Prata de Altar.

- Exatamente cavaleiro de Cisne. Eu, Ritahoa de Fênix Negro irei acabar com você.

Hyoga salta de frente ao Fênix Negro.

- Prepare-se maldito. Vou recuperar a armadura por bem ou por mal: “Pó de Diamante.”

O Fênix Negro desaparece. Hyoga estranha.

- Como ele escapou?

- Estou aqui Hyoga.

- O que? Atrás de mim?

- “Fogo Infernal.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh...

Ritahoa chuta Hyoga que sangra. O cavaleiro de Cisne se levanta.

- Não pense que me vencerá! “Trovão Aurora, Ataque.”

Ritahoa detém o golpe de Hyoga com as mãos.

- Hahahahaha.

- Ele evitou! – Se surpreende Hyoga.

- O Cisne Negro me passou todos os seus golpes que ele gravou em seu elmo.

- O que?

Ritahoa ergue seu punho e dispara contra Hyoga.

- Agora morra Hyoga: “Golpe Fantasma do Fênix Negro.”

- O que é isso? Uma Fênix? Um pássaro imenso... Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh... Solte meu pescoço. – O Fênix Negro cria uma ilusão e uma enorme Fênix Negra agarra o pescoço de Hyoga.

- Hahahaha morra pelas mãos da Fênix Negra!

- Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh... – Hyoga é arremessado no lago.

Ritahoa olha para Hyoga afundando no lago.

- Muito fraco. Um já era. Como Jido pode ter sido derrotado por ele? Agora vou matar os outros dois, já que Seiya já deve ter ido pro inferno e Ikki já deve ter torrado nas lavas do que sobrou da Ilha da Rainha da Morte. Hahahahahaha.


Perto dali, Shun e Shiryu correm e sentem o cosmo de Hyoga desaparecendo.

- Shiryu, sentiu isso?

- Sim. O Hyoga... – Se assusta Shiryu.

Shiryu percebe que o caminho que estavam se divide. E que no final havia duas cavernas suspeitas.

- Veja Shun aqui tem dois caminhos. E leva para duas cavernas. Temos que cada um seguir para uma! Sinto cosmos nas duas!

- Certo! – Os dois se separam.

Shun chega na mesma caverna que tinha o lago que Hyoga caiu. Ele encontra do lado do lago o elmo de Cisne.

- Hyoga, não pode ser!

- Olha só, se não é o irmãozinho do Ikki! Hahahahaha.

Shun avista Ritahoa logo a frente.

- Você é... O Fênix Negro? O que aconteceu com o Hyoga?

- Eu o matei.

- O que?

- Hahahahaha. E você será o próximo cavaleiro de Andrômeda.

Shun e Ritahoa se encaram e miram seus punhos.


FIM DO CAPÍTULO



ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO!


SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DE ATLÂNTIDA!




EPISÓDIO 16: A TERRÍVEL FLORESTA DE ATLÂNTIDA!


Hyoga apenas se esquiva dos golpes do pequeno tridente de Alberich e nada consegue fazer para levar vantagem no confronto. Ele então resolve disparar o golpe Trovão Aurora, congelando Alberich. Mais uma vez o tridente de telquines faz a diferença e o general atlante se livra do esquife de gelo criado por Cisne. Alberich faz o mesmo jogo psicológico para cima de Hyoga, dizendo que se ele for vencido, Marin e Seiya não poderão escapar das ametistas, pois somente ele pode retirá-los deste tormento. Ele pede para Hyoga entregar a concha dourada de Atlântida de Hagen. Se Hyoga o fizer, ele libertará Marin e Seiya. Assim como Seiya, Hyoga não entrega a concha, queima o seu cosmo e dispara o golpe Execução Aurora, no mesmo momento que Alberich dispara a Couraça Ametista. Entretanto, inicialmente Hyoga não usou força total no golpe, e acaba surpreendido por novos golpes de Alberich, que aproveita para dizer que ele não se importa com seus amigos. Alberich se esconde no topo de uma árvore e entende que Hyoga está hesitando em derrotá-lo. Em outro local, Shiryu está quase conseguindo escalar o precipício que havia caído e escuta a voz do seu Mestre Ancião, incentivando-o a continuar. De volta à luta, Hyoga persegue Alberich, pulando de árvore em árvore, mas sem sucesso. O general atlante na verdade o levou até um local da floresta onde ele queria, onde ele havia preparado uma armadilha. Alberich então ataca com o golpe Unidade da Natureza, golpe estre criado pelo seu antepassado Oberon de Telquines. Hyoga não é páreo para o golpe que utiliza espíritos e elementos da natureza para aterrorizá-lo, embora consiga detê-lo parcialmente. O Cisne acaba preso por galhos de árvore e tudo está praticamente perdido. Shiryu de Dragão chega na floresta e escuta a voz do Hyoga. O cavaleiro de Athena consegue se livrar dos galhos, queimando o seu cosmo, mas em seguida é atingido novamente por outros galhos, caindo quase que inconsciente no chão. No Castelo Atlantis, Shido avisa Siegfried que Alberich conseguiu prender dois cavaleiros de Athena. Siegfried não fica totalmente contente com as vitórias de Alberich. De volta à luta, o general atlante resolve então prender Hyoga em uma ametista e dispara o golpe Couraça Ametista. Shiryu chega para salvar Hyoga e consegue deter o golpe com seu Escudo do Dragão. Hyoga pede para Shiryu salvar Seiya e Marin, mas acaba desmaiando antes de explicar onde eles estão. Alberich reconhece Shiryu e lembra que o seu antecessor, Oberon de Telquines, enfrentou e perdeu para o mestre de Shiryu, nos Cinco Picos Antigos de Rozan. Alberich agora vai querer se vingar. Ele pede que Shiryu entregue a concha dourada de Atlântida de Fenrir e que conseguirá as sete conchas douradas de Atlântida. Nos Cinco Picos Antigos, o Mestre Ancião lembra-se da sua luta contra o Oberon de Telquines. Na ocasião, o seu oponente utilizou o misterioso golpe Unidade da Natureza. O Mestre Ancião utilizou uma técnica de se transformar em um só com a natureza, criando um equilíbrio perfeito, e vencendo Oberon com o Cólera do Dragão. Alberich dispara novamente a Couraça Ametista, mas Shiryu consegue deter utilizando o Escudo do Dragão e em seguida desarmando o general atlante. O tridente de telquines não funcionará contra Shiryu. Alberich então utiliza a técnica Unidade da Natureza, surpreendendo o Dragão!


EPISÓDIO 17: O COMBATE ATÉ O LIMITE!


Shiryu sofre com o golpe Unidade da Natureza. Ele é atingido várias vezes por galhos de árvores, assim como aconteceu com o Hyoga. Alberich pede para ele entregar a concha dourada de Atlântida, assim ele parará de atacá-lo. A tática de Alberich acaba sendo a mesma de sempre. O cavaleiro de Bronze não sabe o que fazer, quando ouve a voz do Mestre Ancião, que pede para ele não se mexer, controlando a respiração e tornando-se um só com a mãe natureza. Os ensinamentos do Mestre Ancião dão certo e Shiryu consegue se livrar dos galhos de árvore. Shiryu ataca com o Cólera do Dragão, mas Alberich desfere novamente o Unidade da Natureza, prendendo Shiryu mais uma vez. Shiryu sabe o que tem que fazer e novamente fica imóvel, tornando-se um elemento da natureza também. Alberich inicia um confronto corpo a corpo e avisa que Seiya e Marin estão mortos, quebrando a postura de Shiryu. O Dragão acha que Alberich está mentindo e o ataca, mas sem efeito. Mestre Ancião pede para ele continuar respirando junto com a natureza para vencer o general atlante. Alberich se lembra da história que o seu antecessor, Oberon de Telquines, que deixou escrita em um livro: se algum inimigo muito poderoso surgir algum dia quando Atlântida voltar à superfície deve-se juntar as sete conchas douradas de Atlântida para se conseguir controle do mundo terrestre. O surgimento das ordens de Poseidon foi importante, pois levou a localidade de todas as escamas dos generais atlantes. Alberich então quer usar isso a seu favor, capturando todos as conchas douradas de Atlântida para controlar o continente. Shiryu acha que Alberich está completamente louco! A luta retorna da mesma forma, com Alberich levando vantagem sobre Shiryu, que consegue reverter por um momento utilizando os ensinamentos do Mestre Ancião. As palavras de Alberich parecem não atrapalhar mais o Shiryu, que quer esperar o próximo ataque do general atlante. Shiryu queima o seu cosmo e, quando Alberich ataca novamente, ele se esquiva de quase todos os socos, mas acaba atingido por uma árvore que prende o seu pé. O general atlante aproveita o momento para disparar o golpe Couraça Ametista. Shiryu consegue resistir, graças ao seu escudo. Shiryu então tira a sua armadura, para a surpresa de Alberich, que ataca mais uma vez com a Couraça Ametista. Shiryu avisa que Alberich perdeu, já que ele conhece o ponto fraco deste golpe. O Dragão ataca com o Cólera do Dragão, jogando Alberich longe e vencendo-o. Shiryu então explica que retirou a sua armadura para forçar Alberich disparar o Couraça Ametista no lugar do Unidade da Natureza. Como ele já tinha disparado várias vezes o golpe, pode identificar o ponto fraco. Após Alberich ser vencido, as ametistas que prendiam Seiya e Marin desaparecem. Hyoga acorda e vê que Shiryu e Alberich estão caídos. Marin pede para Seiya seguir em frente para chegar até Anfitrite. Ela pede para ele tomar cuidado com Shido. Hyoga chega até eles e mostra que agora eles têm quatro conchas douradas de Atlântida, já que Shiryu conseguiu derrotar Alberich. Seiya e Hyoga partem em direção ao Castelo Atlantis e Marin, que tinha ficado mais tempo dentro da ametista, acaba desmaiando. No Castelo Atlantis, Anfitrite está irritada, afinal cinco dos seus generais atlantes foram derrotados. Shido pede autorização para ir para o campo de batalha.


EPISÓDIO 18: O SEGREDO DE SHIDO DE CILA!


Em uma cabana, Eudora se recupera na companhia de Kiki. Eles se perguntam se Marin conseguiu mandar a mensagem para os cavaleiros de Athena. A caminho do Castelo Atlantis, Seiya acaba caindo, mas é amparado por Hyoga. Ele se lembra do que Marin disse, para eles terem cuidado com o general atlante Shido. Já no entorno do Castelo, Shun é o primeiro a chegar. Anfitrite conversa com Siegfried, dizendo que ninguém sabe na verdade o verdadeiro poder de Shido. Já dentro do Castelo, as correntes de Shun sentem a presença do inimigo: ele é Shido de Cila. Shun se lembra do primeiro confronto que teve com Shido e de que não poderá falhar desta vez. Ele ataca com as Correntes de Andrômeda, mas Shido se esquiva facilmente e depois contra-ataque com golpes na velocidade da luz, jogando Shun para longe. Quando Shido iria dar o golpe final, Seiya surge novamente e salva Shun. Hyoga ajuda Shun a se levantar. O Cisne mostra para Shun as quatro conchas douradas de Atlântida que eles já têm e Shun entrega a quinta, a que Ikki ganhou de Mime. Shun pede para Seiya e Hyoga irem em frente, deixando Shido para ele. Ele é o mais "inteiro" neste momento e precisa cumprir a promessa que fez a si mesmo, de que venceria os generais atlantes e ajudaria a proteger a Terra dos terremotos. Shun obriga Shido a ceder a passagem de Seiya e Hyoga utilizando as suas correntes, mas o general atlante não se mostra muito preocupado com a fuga deles. Alguém misterioso surge na passagem dos cavaleiros de Bronze. Shun ataca com a Onda Relâmpago, mas Shido consegue deter o golpe com apenas uma das mãos. Na floresta, Shaina e a amazona de Bronze June de Camaleão encontram Marin e a ajudam. Marin pede para Shaina e June irem avisar Seiya e os outros sobre o segredo de Shido. Ela explica que Aldebaran lhe contou que não foi vencido por Shido, mas sim por um golpe que veio pelas costas. Marin conta que foi até Atlântida para contar isso aos cavaleiros de Bronze e encontrou Kiki, que cuidava de Eudora, irmã do general atlante Siegfried de Leão Marinho. Marin contou toda a história e Eudora revela que os antigos marinheiros quando iam atravessar o estreito de Messina tinham que escolher qual perigo iriam ter que enfrentar, pois se conseguissem fugir de Cila, o famoso monstro de seis cabeças, do lado oposto estaria Caribdis, um outro monstro marinho que trazia consigo um enorme turbilhão maritimo. Ou seja, na mitologia grega, Caribdis e Cila são habitualmente relacionadas uma a outra, já que morava cada um em um oposto do estreito de Messina, que separa a península itálica da Sicília. Ambos personificavam os perigos da navegação. Por isso existe esse ditado popular de estar entre Cila e Caríbdis quando a pessoa está entre duas situações perigosas que não da para fugir. Eudora acredita que no caso dos generais atlantes, Caríbdis seria como uma sombra de Cila. Marin então pede para Shaina e June encontrarem Seiya e contar sobre Caríbdis. De volta a luta, Shun percebe que a sua corrente está diferente desta vez, algo que não aconteceu na luta entre eles no Japão. Ele percebe que o local está sofrendo um maremoto vindo das águas do mar próximo, promovido por Shido, e por isso a dificuldade nos ataques com a corrente. Shido então ataca com o Impulso das águas marinhas e Shun se defende com a Defesa Circular. Entretanto o golpe de Shido consegue penetrar na defesa de Shun, derrubando-o. Shido explica a falha no golpe de defesa de Shun, dizendo que é algo muito simples para alguém poderoso como ele. Se Shun não estivesse utilizando a sua nova armadura de Andrômeda, fatalmente estaria morto. Ele então se lembra do momento em que os cavaleiros de Ouro deram o sangue para restaurá-la. Shido então diz que destruirá a "orgulhosa" armadura de Shun. Mais adiante, Seiya e Hyoga enfrentam dificuldades, já que obstáculos surgem diante deles. Hyoga abre um buraco em uma parede lateral do Castelo, mas ambos são surpreendidos por uma forte rajada de vento. Na luta entre Cila e Andrômeda, o general atlante continua levando vantagem. Shun não encontra um caminho para vencer Shido.


EPISÓDIO 19: CARÍBDIS: O GENERAL ATLANTE OCULTO!


A luta entre Shido e Shun prossegue. Shido avisa que Seiya e Hyoga foram atingidos pelo seu Impulso das Águas Marinhas também. Shun volta a atacar com suas Correntes, mas elas são detidas pela pressão do Impulso. Shun queima o seu cosmo, desfazendo a pressão. Entretanto, elas são detidas novamente e destruídas pela cosmoenergia gigantesca de Shido. O general atlante então ataca com o seu golpe secreto, o Feitiço Marinho. O golpe cria uma grande bola de energia com as águas do mar e acerta Shun em cheio. Sua armadura está bem destruída. Em seguida, Shido começa a congelar todo o corpo de Shun, que, em pensamento, acaba ganhando palavras de apoio do seu irmão Ikki de Fênix. As palavras de Ikki dão forças para Shun queimar o seu cosmo novamente e se levantar para mostrar o seu verdadeiro poder: o sétimo sentido. O cavaleiro de Andrômeda retira totalmente a sua armadura, ele está diposto a utilizar as técnicas que havia jurado não usar mais quando derrotou Afrodite de Peixes. Shun dispara então a Corrente Nebulosa, criando uma grande rajada de ar, jogando Shido para longe. O general atlante resiste ao golpe e diz que a Corrente Nebulosa não poderá ferí-lo. De repente, ele percebe que seu Feitiço Marítimo acabou sendo expulso pela Corrente Nebulosa de Shun, dando uma grande vantagem para o cavaleiro de Bronze. A cada instante o golpe vai ficando mais forte, a ponto de se transformar em uma tempestade! Shido desdenha, dizendo que Shun está muito confiante. Shaina e June chegam ao Castelo Atlantis. Shido resolve atacar novamente com o Feitiço marítimo e Shun aproveita o momento para disparar a Tempestade Nebulosa. O golpe é devastador, aniquilando Shido, que cai vencido. Neste momento, a sombra que perseguia Shido ataca Shun, mas percebe-se que ele não obteve sucesso, pois June intercedeu para ajudar Shun. Shun fica feliz por rever sua parceira de treinamento. Shun pega a concha dourada de Atlântida de Shido e em seguida percebe que June está bem ferida. A amazona pede para ele seguir em frente e não se aproximar dela. June diz que Shaina seguiu em frente. Shun resolve seguir em frente e é atacado pela sombra, June tenta ajudar novamente, mas não consegue deter o guerreiro desta vez. Ele finalmente aparece e se apresenta como Bado de Caríbdis. Ele comenta que ninguém além de Anfitrite sabia da sua existência, nem mesmo Shido, e foi ele quem na verdade derrotou Aldebaran de Touro. June critica o fato de Bado ter atacado pelas costas, de forma covarde. Bado dá risada sobre tudo isso e afirma que o que Shido fez foi vergonhoso. De qualquer forma, agora que Shido foi derrotado, ele não é mais uma sombra e agora ele é o general atlante portador de uma das conchas douradas de Atlântida. Siegfried e Anfitrite conversam sobre a existência de Bado. June então ataca Bado com seu chicote, mas o mesmo se defende com apenas um dedo, para em seguida contra-atacar com um poderoso golpe. June não desiste e continua atacando o general atlante. Bado dispara golpes na velocidade da luz, jogando June para longe. A amazona se levanta e ataca novamente com seu chicote. O golpe não surte efeito e Bado ataca com o golpe Turbilhão Marítimo. Shun se coloca na frente de June, salvando-a. Bado destrói algumas pilastras do Castelo, para que as mesmas caiam sobre os dois, mas Ikki de Fênix surge para salvar seu irmão mais uma vez!


EPISÓDIO 20: CILA E CARÍBDIS: OS IRMÃOS SHIDO E BADO!


Ikki de Fênix surge para salvar seu irmão mais uma vez. Ele pergunta se Shun e June estão bem. June enfim conhece o irmão tão citado por Shun. Bado não acredita que ele conseguiu sobreviver na luta contra Mime. Ikki diz que não podia abandonar os seus amigos e Athena, por isso ele sempre queimará o seu cosmo para superar os seus problemas. O general atlante acha tudo isso uma bobagem e enquanto insistir em enfrentá-lo, só estará adiando a sua morte. Bado ataca Ikki com golpes na velocidade da luz, mas o cavaleiro de Bronze consegue detê-los. Em seguida, Ikki consegue retirar o elmo de Bado, mas é atingido no mesmo instante. Bado explica que neste mundo os seres humanos estarão sempre sozinhos e apenas os mais fortes sobreviverão, a compaixão é inútil. Ikki então percebe que Shido e Bado são irmãos gêmeos. Siegfried conversa com Anfitrite sobre esta revelação pedindo para ele ter paciência e esperar o resultado final do combate. De volta à luta, Ikki pergunta por que Bado não ajudou o seu irmão Shido enquanto ele lutava, já que ele teve várias oportunidades. Bado responde dizendo que ele é na verdade apenas uma sombra de Shido e com a morte do seu irmão ele finalmente se tornaria o dono da concha dourada de Atlântida e um dos proclamados sete generais atlantes. Ikki fica indignado com tudo isso e não perdoará Bado! Ikki dispara a Ave Fênix, mas seus golpes não têm efeito, pois Bado viu todos eles na luta contra Mime (ele estava escondido vendo a luta). O general atlante ataca com seu Turbilhão Marítimo, jogando Ikki para longe. Bado continua golpeando violentamente Ikki. Shun tenta se levantar para ajudar. Bado diz que ele não conseguirá nada neste estado e o atinge. O general atlante diz que em certas situações o fato de serem irmãos só faz aumentar o ódio. Ele então começa a contar a história do seu passado. Quando ele e Shido nasceram na Noruega seus pais viviam em uma região interiorana cheia de lendas. E lá era dito que filhos gêmeos traziam ruína à família. Com isso apenas um dos gêmeos deveria ser escolhido para viver com os pais. Shido foi o escolhido e Bado abandonado em um dia de tempestade. Próximo ao mar, um turbilhão acabou o engolindo, porém na realidade foi ele quem havia o salvado. Sim, foi o lendário Caríbdis que o salvou em nome do Imperador Poseidon e da Imperatriz Anfitrite vendo que seu destino era seguir o deus dos mares. Bado acabou sendo lançado em outro vilarejo e foi salvo por um aldeão. Anos mais tarde enquanto fazia caça para conseguir algo para comer, Bado encontrou outro garoto fazendo o mesmo. Logo viu que ele era idêntico a ele. Era simplesmente Shido, o irmão escolhido por seus pais. Naquele momento Bado foi tomado de ódio e amaldiçoou seu irmão jurando que se tornaria um homem melhor que ele. Foi graças e Shido ter nascido com Bado que Bado tinha tido um triste destino e passado fome. Pouco tempo depois desse encontro com Shido, Bado foi recrutado pela senhora Anfitrite e passou a treinar para um dia me tornar um general atlante. O sonho de fazer renascer Atlântida esteve com ele. Bado aperfeiçoou seu cosmo e suas técnicas e se tornou muito poderoso. Conseguiu com isso seu objetivo e se tornou o general atlante de Caríbdis. Todo aquele orgulho foi desfeito quando a senhora Anfitrite lhe apresentou seu irmão Shido como general atlante de Cila. Ela lhe contou a ligação entre Cila e Caríbdis e pediu para Bado segui-lo, já que ele seria o guardião de uma das conchas douradas de Atlântida. Bado discutiu com Anfitrite o fato de ter uma posição inferior a de Shido, mas ela lhe disse que foi o Imperador Poseidon que quis assim. Porém se algo acontecesse a Shido, Bado ficaria com a posse da concha dourada de Atlântida. E agora que Shido enfim morreu Bado poderia possuir a concha dourada de Atlântida dando fim aos cavaleiros de Athena! Ikki queima o seu cosmo e diz que tem pena de Bado, pois não vê sentido nesta glória toda de Bado. O cavaleiro de Fênix se levanta e diz que ele e Shun não nasceram sob uma boa estrela, nunca conheceram seus pais e chegaram a lutar um contro o outro, amaldiçoando os seus destinos. Agora eles lutam em nome da deusa Athena e ele tem certeza que algum dia terão a paz que tanto desejam, mas por enquanto juntarão suas forças para lutar. Bado se supreende pelo fato do cosmo de Ikki aumentar cada vez mais. Ele então ataca Ikki, que consegue defender facilmente e consegue devolver o golpe de Bado. Ikki ataca com a Avê Fênix e Bado com o Turbilhão Marítimo.


CONTINUA...

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "A Invasão da Ilha de Andrômeda."