Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter)!

15 A Invasão da Ilha de Andrômeda!


Notas iniciais
Olá pessoal. Hoje tem capítulo novo da nossa história, estão gostando? E tem também a última leva do Arco de Atlântida do nosso especial Reedição do Anime Clássico. Espero que gostem. Quem puder deixe um comentário e favorite a história. Boa leitura

ILHA DE ANDRÔMEDA



June, a bela loira amazona de Camaleão parceira de treinamento de Shun está andando pela Ilha, preocupada com Shun.

- Aquele torneio que o Shun iria participar foi interrompido. Meu mestre Albiore disse que parece que cavaleiros negros invadiram o tal ginásio. Esses cavaleiros negros são do local onde Shun treinaria se não fosse a intromissão de seu irmão. Onde será que Shun está?

- Você por acaso é uma amazona de Athena não é?

Uma mulher morena de longos cabelos negros e estatura baixa se aproxima de June. June fica em alerta.

- Quem é você?

- Sou Catalyn de Tucano.

- De Tucano? Você é uma amazona de Athena? – Questiona June.

A mulher gargalha ao escutar o questionamento de June.

- Hahahaha não, sou uma legionária de Cristal.

- Sua armadura é toda cristalizada. Tucano é uma constelação...

- Sim, mas minha armadura é uma das que foi tomada e se tornou armadura de Cristal.

- Você segue a quem?

Catalyn se aproxima de June já erguendo o punho.

- Eu acho que isso não importa muito para uma garota que em breve estará morta!

- O que?

- Tome isso: “Bicada Assassina.”

June salta e evita o golpe.

- Como conseguiu se esquivar do meu golpe?

- Por que está me atacando? O que quer aqui?

- Sem mais questionamentos, morra: “Bicada Assassina.”

June novamente se esquiva. Catalyn vai atrás dela.

- Você não vai me escapar. – Catalyn parte para o ataque contra June.

- O que você quer? Por que tem uma armadura de uma constelação cristalizada?

- Você pergunta demais. Minha missão é acabar com os moradores dessa Ilha.

June se irrita com a intenção da invasora.

- Cale a boca: “Chicote do Camaleão.”

- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh...

June pisa em cima de Catalyn.

- Agora você vai falar garota. Por que você está fazendo isso?

- Mmmmm...

- Ainda não deu cabo dessa simples amazona de Bronze Catalyn? – Um homem se aproxima.

- Quem é você? – June encara o homem.

- Meu nome é Rezi de Microscópio. – Rezi é baixo, porém bem forte. Tem cabelos azuis bem escuros com um faixa na testa e olhos castanhos escuros. Como as armaduras que deveriam ser de Athena, tem uma cor azulada coberta de cristais.

- Outro cavaleiro representando uma constelação e armadura cristalizada. O que significa isso?

Rezi olha para Catalyn caída no chão. June para de pisar nela.

- Que decepção Catalyn. Eu terei que usar de força para matar uma garota? – Se irrita Rezi.

- Rezi eu... – Catalyn tenta se explicar no chão.

- Cala a boca. Você tem que ser digna de ser uma legionária de Cristal.

June toma a frente de Catalyn caída e confronta o legionário.

- O que você quer aqui homem?

- Vamos destruir toda essa Ilha pertencente à Athena. Não queremos nenhum cavaleiro que a segue vivo aqui.

- Por que você quer fazer isso? Vocês quem?

- Nós, os legionários de Cristal. Agora vá para o inferno garota: “Dimensão Ótica.”

June é atingida por uma luz e percebe que algo a afetou.

- Argh... O que foi isso? Tudo aumentou de tamanho ao mesmo tempo em que luzes atacaram meu corpo.

June é lançada com violência com as várias luzes que desfocou tudo. Ela está sangrando no chão. Rezi se aproxima.

- Veja como se mata um cavaleiro de Athena Catalyn. Que você não falhe da próxima vez.

- Sim senhor!

Rezi cria uma lente aumentativa com as mãos. June fica zonza.

- Agora chegou seu fim garotinha.

- Basta. Pare agora. – Alguém surge.

- O que? – Rezi se surpreende.

Um homem loiro e alto pula em alta velocidade e segura June nos braços. Ele a coloca ao lado de uma pedra.

- Quem é você infeliz? – Questiona o legionário.

- Sou Albiore de Cefeu.

- Ah sim, um cavaleiro de Athena. Você é o comandante desse lugar não é?

Albiore se afasta de June e se aproxima de Rezi.

- Exatamente. E não vou permitir que nenhum inimigo ataque essa Ilha.

- Acho que você está um pouco atrasado.

- O que?

Rezi golpeia uma enorme casa que havia na Ilha. Corpos de homens mortos aparecem com a destruição da casa.

- O que? Os habitantes da Ilha... Meus discípulos Leda e Spica. – Albiore não acredita no que vê.

- Exatamente cavaleiro de Prata. Apenas você e essa garota continuam vivos aqui.

- Mas isso é impossível. Eu não vi a presença dos inimigos.

- Hahahaha. Isso foi o imenso poder de um companheiro nosso: Hiero de Citrino. Ele tem o poder de ficar invisível ao deixar o ambiente com luzes amarelas, cor do poder do seu quartzo.

Albiore se sente desconfortável e começa a lembrar do que havia ocorrido ultimamente.

- Você quer dizer que as luzes que apareceram na Ilha nos últimos tempos...

- Exatamente. Hahahaha, eu junto com ele atacamos todos de surpresa. Temos que dar logo um fim nessa Ilha.

- Maldito! Vou acabar com você: “Correntes Místicas.”

- Han! Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh – Rezi é fortemente golpeado pela técnica de Albiore, que consistia em sua corrente se multiplicando e criando uma energia intensa que golpeia todo o corpo do adversário.

Catalyn se levanta ao ver o companheiro ferido.

- Rezi!

- Vai se arrepender do que você e seu comparsa fizeram. Você vai pagar com a vida ser maligno. – Grita Albiore erguendo suas correntes.

- Realmente esse cavaleiro é muito poderoso. Devo tomar muito cuidado. – Rezi percebe.

Albiore salta com velocidade diante de Rezi. Ele percebe que o céu fica pesado.

- Vai chover?

- É minha técnica suprema: “Tempestade Mística.”

Rezi salta e se esquiva da chuva de energia que o atacava. Do alto ele dispara:

- “Dimensão Ótica.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh... – Rezi acerta Albiore.

- Mestre! – June grita desesperada.

Albiore e Rezi têm uma luta intensa. Os dois se golpeiam e sangram muito e chegam no limite de suas forças. Feridas, June e Catalyn seguem caídas.

- Sei que não tenho mais muitas forças. Mas darei a minha vida nesse golpe se for preciso. Se prepare legionário de Cristal. “Tempestade Nebulosa.”

- Aaaaaaaaaaaaahhhhh... – Rezi é atacado em cheio e é arremessado longe.

June se levanta com dificuldade e vai em direção a Albiore.

- Mestre!

Albiore desvia o olhar em direção a discípula.

- June, tome conta do Shun. A Ilha está sendo destruída. Você deve deixar essa Ilha, salve sua vida. – Aconselha o cavaleiro de Cefeu.

- Jamais abandonarei a Ilha e o senhor, mestre.

- Albiore! – Rezi se levanta.

- Ainda está vivo Rezi?

Rezi fica frente a frente com Albiore. Ele dispara um golpe e perfura o cavaleiro de Cefeu que cai aos seus pés.

- Nããããooooo! Mestre. – June se desespera ainda mais.

- Matei enfim esse desgraçado. Estou mortalmente ferido, preciso me restabelecer. – Diz Rezi com a voz fraca.

- Eu vou acabar com você desgraçado. – June mostra fúria no olhar.

- O que? – Rezi fica surpreso com o enfrentamento de June.

June eleva seu cosmo e aperta seu chicote.

- Morra: “Chicote do Camaleão.”

Rezi não tem forças para evitar. Porém Catalyn pula sobre ele e o salva.

- Eu sou sua adversária amazona: “Bicada assassina.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh... – June é atingida com várias bicadas dos tucanos criados com a técnica de Catalyn.

Outro homem com uma armadura cheia de cristais surge no local. Ele olha em direção a Rezi e Catalyn.

- Vão embora os dois daqui. Deixem o resto por minha conta.

- Hiero de Citrino! – Comentam Rezi e Catalyn.

- Não percam mais tempo! – O homem, que é alto, negro e careca, golpeia uma bola cósmica para cima que pega altura e cai com tudo sobre a Ilha. Começa a ocorrer um terremoto na Ilha.

- Muito bem! – Catalyn segura Rezi e o apoia nos ombros. – Uma pena não poder continuar nossa luta amazona de Camaleão. Uma boa morte para você.

Catalyn e Rezi correm e pulam no mar, onde já tem um navio para eles fugirem.

June se levanta e olha para Hiero.

- Que cosmo imenso esse homem tem! Nunca vi um cosmo desse jeito!

- Ju-June!

June avista Albiore ainda vivo já perdendo até sua cor. Ela o segura nos braços.

- Mestre Albiore!

- Fuja minha querida discípula. Fuja, vá para o Santuário, proteja Athena e se proteja. – Albiore morre nos braços de June.

- Mestre! Nãããooooooooooooo! – June cai em prantos.

Hiero se aproxima de June com um olhar frio.

- Garota, a escolha é sua. Quer que eu te mate ou quer morrer na explosão da Ilha? Vamos, decida.

- Pelo meu mestre Albiore, pelo Shun e por todos os moradores que foram mortos eu não vou deixar você destruir essa Ilha.

- Acha que pode me impedir? A Ilha já está condenada. E sua vida também. Só basta a você escolher o jeito que você vai morrer. – Desdenha Hiero.

- “Chicote do Camaleão.”

Hiero prende o chicote com apenas dois dedos. Ele devolve a June, que é atacada.

- Aaaaaaaaaaaaahhhhh...

- Muito bem. Escolheu ser morta pelas minhas mãos. Que assim seja. Adeus garota.

- Mmmm... Mestre...

- Preciso de apenas um pouco do meu poder para devastar seu corpo, morra ultima habitante dessa Ilha... Mas o que é isso?

Hiero de Citrino sente um cosmo imenso. O terremoto diminui de intensidade.

- O que está acontecendo aqui? Que cosmo é esse capaz disso? – Se pergunta Hiero.

- Então você é um legionário de Cristal. Muito interessante. Vejo que é muito mais forte do que aqueles infelizes que tentaram invadir essa Ilha há alguns anos. – O homem com o imenso cosmo enfim aparece.

Hiero percebe a luz intensa dourada que se aproxima. Ele começa a enxergar o homem que surgiu.

- Você é...

- Esse homem! – June se espanta.

- Eu sou Shaka, cavaleiro de Ouro de Virgem!

Hiero olha para Shaka, que conseguiu com seu cosmo diminuir a intensidade do terremoto.


FIM DO CAPÍTULO



ESPECIAL: SAINT SEIYA: REEDIÇÃO DO ANIME CLÁSSICO!


SAINT SEIYA: POSEIDON — O ARCO DE ATLÂNTIDA!


EPISÓDIO 21: A FRATERNIDADE VENCE!


Ikki é golpeado mais uma vez e desta vez perde o elmo. Bado ridiculariza o golpe Ave Fênix de Ikki, dizendo que ele não fez nem cócegas e o atacando novamente em seguida. Bado pisa em Ikki e Shun se levanta para ajudar mais uma vez. Bado pede que Andrômeda entregue a concha dourada de Atlântida de Shido. Shun tenta explicar que Bado está sendo enganado por Anfitrite, onde ela está se aproveitando do ódio que ele sente por Shido. Bado golpeia Shun e pega as conchas douradas de Atlântida de Shido e Mime. Ikki se levanta e Bado acha que ele finalmente abandonou o seu irmão. Shun diz que ele está errado, pois seu irmão confia nele e ele nunca irá decepcioná-lo. Shun ficará de pé quantas vezes for necessário para honrar o seu irmão e seus amigos. Ikki também se levanta e queima o seu cosmo mais uma vez. Shaina socorre Seiya e Hyoga desmaiados. Saori pede para Seiya e Hyoga não desistirem da luta. O Pégaso e o Cisne se levantam e Hyoga consegue destruir as pedras que obstruiam a passagem deles com a ajuda de Shaina. De volta à luta de Bado e dos irmãos de bronze, o general atlante consegue golpear os cavaleiros de Athena novamente e June se levanta para salvar Shun mais uma vez. Ikki consegue se aproveitar do momento e dispara o Golpe Fantasma de Fênix em Bado, que sofre com o golpe. Bado tem a visão dele enfrentando Shido e vencendo-o, tomando a concha dourada de Atlântida pra si mesmo. No momento em que teria que matar Shido, Bado não consegue por lembrar-se do momento em que encontrou Shido pela primeira vez. Bado se tranquiliza dizendo que foi apenas uma ilusão, mas Ikki pergunta se ele tem certeza! Ikki pergunta por que Bado tentou ajudar Shido quando Shun conseguiu vencê-lo. Se ele queria mesmo derrotar Shido e tomar o lugar dele como dono da concha dourada de Atlântida porque tentou salvá-lo? Ikki diz que aquilo que ele viu no Golpe Fantasma não foi uma ilusão e sim o que ele sente no seu coração. Fênix insiste dizendo que ele sente uma raiva pelos seus pais, mas a culpa não foi do Shido. Bado se revolta com as palavras de Ikki, mas o cavaleiro de Bronze queima o seu cosmo até o sétimo sentido e dispara um poderoso Ave Fênix, contra um também poderoso Impulso Marítimo. Bado é ferido gravemente no peito, tendo sua escama destruída. Neste momento, Shido agarra Ikki pelas costas e pede para Bado aproveitar a ocasião e destruir o Fênix. O grande problema é que se Bado fizer, acabará matando Shido junto. Shido diz que já sabia sobre a existência de Bado e que ele estava tentando tomar o seu lugar. Ele diz também que ele e seus pais nunca o esqueceram e ele agradece por ele ter tentado ajudá-lo. Shido pede novamente para ele destruir Ikki, mas Bado hesita. Ikki diz que não tentará impedí-lo, gerando ainda mais dúvida em Bado. O general atlante desiste e Shido cai no chão. A luta terminou. Bado diz que detestava Shido, mas não teve coragem de matá-lo. Ikki explica que sempre existirão brigas entre familiares, principalmente entre irmãos, mas no fundo jamais se esquecerão dos momentos em que se davam bem e confiam um no outro. Bado pega Shido no colo e o carrega para fora do Castelo Atlantis. Antes, Bado diz que sentiu vontade de acreditar nas palavras de Ikki e por isso a luta está terminada. Anfitrite fica irritada pela traição de Bado e Siegfried diz que assumirá a luta agora, protegendo Hilda com sua vida. Em outro lugar, Hyoga ficou fraco ao destruir as pedras que atrapalhavam o caminho dele e de Seiya e pede para o Pégaso seguir em frente. Shaina diz que seguirá com Seiya. Ikki e Shun também correm em direção do interior do Castelo Atlantis. Fora do Castelo, Bado pede perdão para Shido e diz que o levará até a terra natal deles. Ele deixa Atlântida.


EPISÓDIO 22: O PODEROSO LEÃO MARINHO!


Na cabana onde descansava, Eudora se levanta e resolve ir até Athena novamente. Ela avisa para Kiki que seis generais atlantes foram derrotados e sobrou apenas um: seu irmão Siegfried. Ela explica também que na era mitológica, Siegfried matou um terrível dragão e tornou-se imortal ao banhar-se do sangue da fera, portanto ele é o general atlante mais poderoso de todos. Eudora não quer que nada aconteça ao irmão, mas não quer a vitória de Anfitrite e está muito preocupada. Ao escutar as palavras de Eudora, Kiki se mantem confiante na vitória dos cavaleiros de Athena. Ikki e Shun encontram Hyoga e o ajudam a levantar incentivando-o a continuar. Seiya e Shaina conseguem chegar na sala principal do Castelo Atlantis onde existe uma enorme estátua de Poseidon. Neste momento, surge Siegried de Leão Marinho. O general atlante elogia Seiya por ter chegado até lá. Seiya tenta explicar que Anfitrite é um ser maligno, mas Siegfried, entretanto, não acredita. Seiya ataca com os Meteoros de Pégaso, mas não consegue atingir o seu inimigo. Siegfried contra-ataca após novas investidas de Seiya, derrubando o Pégaso e as conchas douradas de Atlântida que ele carrega. Em seguida, ele ataca com o golpe Espada do Tritão. Shaina se atira na frente e é atingida. Shun, Ikki, June e Hyoga chegam e observam Seiya ser atingido pelo golpe de Siegfried após Shaina perder a consciência. Em outro local, Shiryu escuta a voz do Mestre Ancião e ganha forças novamente para se levantar. Ikki assume a luta contra Siegried, mas não obtém sucesso em seus ataques corpo a corpo. Acaba golpeado violentamente e jogado para longe diversas vezes. Saori acaba fraquejando por alguns instantes e cai de joelhos. A deusa Athena tenta se recuperar, enquanto continua queimando o seu cosmo para evitar os terremotos, que começam a aumentar de intensidade conforme Atlântida vai se extendendo cada vez mais. Ikki continua sua luta intensa contra Siegfried, mas acaba vencido. Shun é o próximo a assumir a luta, mas o cavaleiro de Andrômeda nada pode fazer diante do poder de Siegfried. A Defesa Circular o ajuda a se defender em um primeiro momento, mas o general atlante encontra uma brecha e ataca com a Espada do Tritão, jogando Shun e Hyoga para longe. As conchas douradas de Atlântida que estavam com eles também acabando caindo no chão. June investe contra o general, mas é facilmente detida. Siegfried é realmente o general atlante mais poderoso, conseguiu vencer facilmente seis cavaleiros de Athena, restando apenas Shiryu. Siegfried se lembra de quando prometeu proteger Hilda, que era Anfitrite, e sua irmã Eudora juntamente com Hagen e o deseja que Anfitrite seja a governante da Terra através do novo continente Atlântida. Seiya se levanta e vai enfrentar Siegfried mais uma vez! Ikki também não desistiu e segura as pernas de Siegfried. Seiya se aproveita do momento e ataca Siegfried. O general atlante fica impressionado com a capacidade dos cavaleiros de Athena de se levantarem e voltarem a lutar mesmo após diversos ferimentos. Ele reflete também sobre as palavras ditas por Seiya, sobre possíveis intenções malignas de Anfitrite. Siegfried se lembra de uma conversa que teve com sua irmã Eudora sobre este assunto e também sobre a mudança no comportamento de Hilda como Anfitrite e agora está em dúvida. Entretanto, Siegfried jurou proteger Anfitrite até o fim. O general atlante dispara então um novo golpe: Vendaval do Leão Marinho. Shaina, que conseguiu se levantar, se coloca na frente de Seiya e acaba recebendo o golpe de Siegfried em cheio!


EPISÓDIO 23: O PONTO FRACO DE SIEGFRIED!


O golpe Vendaval do Leão Marinho é devastador e acaba jogando Shaina e Seiya para longe. Shiryu é o único que está de pé. Ikki pede para Shiryu não perder tempo e derrotar Siegfried. O cavaleiro de Dragão está sem armadura e parte para a luta. Siegfried se vangloria dizendo que os cavaleiros de Athena não são páreos para ele. Os golpes de Shiryu não fazem efeito sobre ele e o general atlante contra-ataca. Shiryu resolve disparar o golpe Cólera do Dragão, mas o general atlante rechaça o golpe com sua cosmoenergia. Shiryu recorda então da lenda da imortalidade de Siegfried e se pergunta se o general atlante na sua frente é também um imortal. Siegfried ataca com o golpe Espada do Tritão, jogando Shiryu para longe, assim como aconteceu com os outros. Anfitrite fica contente ao ver que todos os cavaleiros de Athena foram vencidos e que Athena morrerá em breve recebendo toda a potência do terremoto terrestre, que em breve se tornará também um maremoto. Saori clama por seus cavaleiros e diz confiar neles. Shiryu escuta a voz de Saori e consegue se livrar do golpe do general atlante. Neste momento, ele se lembra de quando venceu Shura de Capricórnio utilizando a técnica proibida Último Dragão. O cavaleiro de Bronze resolve então utilizá-la contra Siegfried, em uma tentativa desesperada de vencer seu inimigo. Shiryu agarra Siegfried pelas costas, mas hesita em disparar o golpe. Siegfried se aproveita da deixa de Shiryu e se livra dele, atacando com o Vendaval do Leão Marinho em seguida. Shiryu é atingido em cheio. Neste momento, vem na sua mente um ensinamento do Mestre Ancião sobre uma espada de dois gumes, uma das armas mais fortes, porém que possui um ponto fraco, na qual Shiryu é capaz de descobrir sozinho. Shiryu se levanta e diz que não pode morrer. Graças ao seu mestre ele agora tem uma pequena chance de vencer. Siegfried dispara novamente o Vendaval do Leão Marinho e Shiryu consegue observar um ponto fraco. No momento em que Siegfried dispara o golpe, o seu coração fica exposto. O cavaleiro de Athena se aproveita desta brecha e dispara o Cólera do Dragão, atingindo o peito de Siegfried. Shiryu é jogado para longe também, mas o general atlante está ferido agora. O Dragão conta o ponto fraco para Seiya, pedindo para ele se lembrar do momento em que lutaram um contra o outro pela primeira vez. O ponto fraco do Vendaval do Leão Marinho de Siegfried é o mesmo do seu Cólera do Dragão. Shiryu lembra que o herói imortal da lenda teve uma morte violenta por causa de um ponto fraco. Segundo a lenda, Siegfried se tornou imortal após banhar-se do sangue do Dragão, exceto em um ponto nas suas costas, que acabou coberto por uma folha, deixando-o desprotegido. Mais tarde, Siegfried foi pego por homens que tinham inveja da sua fama e morreu atingido naquele ponto. O ponto fraco do herói lendário ficou presente no atual general atlante. Siegfried parabeniza Shiryu, mas diz que o seu Cólera do Dragão não causou danos graças a sua armadura. Shiryu diz para Seiya que ele é o único que pode salvar Athena e que agora ele tem totais condições de vencer Siegfried. Anfitrite recebe a visita de um enviado daquele que lhe da ordens. Ele pede para ela não subestimar os cavaleiros de Athena. De volta à luta, Siegfried explica que o seu ponto fraco é um pouco diferente do de Shiryu, já que o Dragão abaixa o seu punho por um milésimo de segundo e ele abaixa por menos de um centésimo de milésimo de segundo. Seiya arriscará a sua vida para salvar o mundo e Saori.


EPISÓDIO 24: UM GENERAL MARINA SURGE!


Siegfried diz que esta foi a primeira vez que sentiu receio de alguém. O general atlante ataca então com o Vendaval do Leão Marinho e Seiya consegue enxergar a brecha, disparando os Meteoros de Pégaso. Siegfried foi atingido no peito por vários meteoros. Apesar disso, ele acha que está tudo acabado. Eudora reza por Athena, que está quase sem forças. Ela resolve ir confrontar seu irmão. Seiya escuta a voz de Saori e diz que se levantará mais uma vez. Os seus amigos cedem o seu cosmo para o cavaleiro de Pégaso disparar mais um golpe em Siegfried. Siegfried fica perplexo ao ver o enorme cosmo de Seiya e dos demais cavaleiros de Athena. Ele hesita pensando que existe a possibilidade deles estarem falando a verdade sobre Anfitrite. A líder de Atlântida resolve atacar o Pégaso, com um raio saindo da sua lança, mas Siegfried detém o golpe e pede para ela não se intrometer. Ele avisa que lutará até o fim por Anfitrite, mas que deseja saber realmente se os cavaleiros de Athena lutam pela justiça. Seiya queima o seu cosmo e dispara os seus meteoros mais uma vez. O golpe colide com o Vendaval do Leão Marinho de Siegfried, mas a força dos cosmos dos seus amigos faz com que os Meteoros empurrem o golpe de Siegfried de volta. O general atlante cai no chão, vencido. Quando Seiya iria pegar a concha dourada de Atlântida de Siegfried, um misterioso guerreiro surge tocando uma flauta. Ele é Sorento de Sirene, um mensageiro do templo de Poseidon e general marina. Sorento explica que o mundo é dominado por Athena na Terra, Hades no mundo dos mortos, Zeus no céu e Poseidon no fundo do mar. Por ordens de Poseidon, ele veio para nomear de forma oficial Anfitrite rainha de Atlântida, entretanto se eles tivessem derrotado Athena e seus cavaleiros ele não teria o trabalho de fazer este serviço. Poseidon voltou para este mundo com a intenção de governar a Terra, mas para isso seria necessário derrotar Athena. Com isso, ele convocou sua esposa Anfitrite, que possuiu o corpo de Hilda, filha do governante da terra de Bluegraad, onde Poseidon havia sido selado, e ela convocou os generais atlantes para esta missão, e com isso construir um novo reino que havia ficado submerso após a primeira guerra contra Athena: Atlântida. Entretanto, eles não imaginariam que os generais atlantes fossem tão fracos. Anfitrite pede para Siegfried deixar tudo com Sorento agora. Eudora chega no local e abraça seu irmão Siegfried emocionada. Sorento ataca Seiya tocando a sua flauta, mas o Pégaso consegue se livrar por um momento do transe e dispara os Meteoros de Pégaso. Seiya quer derrotar Sorento para poder salvar Athena. Entretanto, Sorento contra-ataca, jogando Seiya para longe. Siegfried se coloca em frente a Seiya novamente, mas desta vez não lutará contra Seiya. Ele retira violentamente a concha dourada de Atlântida de sua escama e entrega para Seiya. Ele agora acredita nas palavras de Seiya e ajudará os cavaleiros de Athena salvarem Athena e o mundo. Agora finalmente ele conhece a verdade e lutará contra Poseidon. Ele quer que Anfitrite seja novamente apenas Hilda. Em homenagem aos seus amigos, ele colocará toda a sua força neste golpe contra Sorento. Siegfried acaba sendo surpreendido pela flauta de Sorento e pelo golpe Sinfonia Final da Morte, deixando-o atordoado. Seiya pede para Siegfried não escutar a música e não se aproximar. O general atlante então utiliza os seus dedos e fura os seus timpanos, no intuito de não escutar mais o som da flauta de Sorento. Entretanto tudo isso foi em vão, já que o golpe do general marina acaba chegando diretamente no seu cérebro. Siegfried não desiste e continua caminhando para cima de Sorento. Ele se joga em direção ao enviado de Poseidon, que o atinge em cheio no peito. Siegfried, entretanto, agarra Sorento com todas as suas forças e o leva para o céu, sacrificando-se em nome dos seus amigos, de Hilda e de sua irmã Eudora. Eudora chora copiosamente. Tudo está nas mãos de Seiya agora, que finalmente possui as sete conchas douradas de Atlântida. Anfitrite avisa que agora com a posse de Atlântida concedida por Poseidon ela é uma deusa e resolve enfrentar Seiya!


EPISÓDIO 25: ATHENA CONFRONTA A RAINHA DE ATLÂNTIDA!


Anfitrite diz que os generais atlantes cumpriram sua missão e a morte de Athena é inevitável. Entretanto, Seiya está determinado a salvar Saori e destruir Atlântida, afinal o mais difícil eles já conseguiram, ou seja, venceram os sete generais atlantes. Anfitrite sorri e diz para Seiya que agora é uma deusa completa. Ela pega a espada de Tritão que Siegfried possuía e em contraste com seu cosmo aumenta de tamanho e fica mais poderosa. Ela atira bolas de energia para cima de Seiya, ferindo-o gravemente. O Pégaso não sabe muito que fazer e não consegue levar vantagem neste confronto. Os outros cavaleiros de Bronze tentam mandar força para Seiya e se arrastam do jeito que podem até ele. Seiya então ataca Anfitrite, em vão. A governante de Atlântida se aproveita do momento de hesitação e ataca Seiya novamente, jogando-a precipício abaixo. Neste momento, Seiya escuta a voz de Saga de Gêmeos, incentivando-o a continuar e salvar Athena. Ele se lembra do confronto que tiveram nas doze casas e o poder que Seiya alcançou ao elevar o seu cosmo ao máximo, vencendo-o. Se Seiya mantiver a esperança, o mal nunca irá vencer. O cavaleiro de Pégaso entende que Saga também confiou Athena a ele e consegue escalar o precipício, para o espanto de Anfitrite. Os maremotos se tornam intensos e Saori é atingida. Ela se levanta sendo ajudada por Kiki. A deusa Athena sente o cosmo dos cavaleiros de Ouro a auxiliando. Ela percebe que a união deles está detendo os maremotos. Saori resolve ir confrontar Anfitrite. Seiya parte em direção a estátua de Poseidon, mas Anfitrite está disposta a acabar com tudo. Ela dispara uma nova bola de energia através de sua espada, mas Hyoga se coloca como escudo de Seiya. Shun e Shiryu fazem o mesmo, pedindo para Seiya seguir em frente. Anfitrite então joga a sua lança em direção do Pégaso, mas Ikki se coloca no lugar e acaba gravemente ferido na barriga. Seiya chega perto da estátua e coloca nela as sete conchas douradas. Ele ataca a estátua na intenção de derrubá-la. Anfitrite ataca utilizando sua espada e Ikki acaba sendo jogado para longe. As conchas douradas se conectam a estátua de Poseidon e o Castelo sofre terremotos. Seiya não entende o que está acontecendo e Anfitrite ri da situação. Ela se lembra do que Sorento disse, de que Atlântida está sob domínio de Poseidon e agora esse domínio foi passado para ela. Anfitrite ataca novamente com sua espada e Seiya é jogado para longe. Um milagre acontece e a estátua de Poseidon cai e está rachada. Anfitrite não entende. Logo depois ela percebe que como Seiya estava na posse das sete conchas douradas, sua vontade foi cumprida. Atlântida toda começa a tremer. Seiya é envolto por um grande cosmo e sua armadura fica dourada. Ele diz que isso está acontecendo graças ao sangue dos cavaleiros de Ouro. Anfitrite se revolta e volta a atacar Seiya com a espada do Tritão. Seiya consegue se defender quando a armadura de Libra entra na sua frente. Shiryu revela que o Mestre Ancião os enviou ajuda. Shiryu pega o tridente de Ouro de Libra e o entrega a Seiya. O Pégaso parte para cima de Anfitrite com o tridente de Libra. A estátua de Poseidon é acertada e totalmente destruída. Saori chega no Castelo Atlantis e diz que irá confrontar Anfitrite. Ela invoca seu báculo. Caído, Seiya escuta a voz dos seus amigos e também do Mestre Ancião e dos demais cavaleiros de Ouro, que pedem para ele não ter medo. O cosmo os cavaleiros de Ouro envolvem o tridente de Libra o em sinal de confiança em Seiya. Shiryu no chão pede para Seiya segurar o tridente de seu mestre com coragem, o destino da Terra está nas mãos dele agora. Seiya agradece Shiryu e o Mestre Ancião e queima o seu cosmo, empunhando o tridente no alto em seguida. Anfitrite ataca mais uma vez e Seiya desfere um golpe com o tridente de Libra. Saori lança seu báculo contra a deusa dos mares.


EPISÓDIO 26: POR ATHENA: O FIM DA AMBICIOSA ATLÂNTIDA!


O golpe do tridente de Libra com Seiya e do báculo de Athena é preciso e a espada do Tritão é destruída, mas Anfitrite não é ferida. Saori desmaia e Seiya e os outros sentem que o cosmo de Athena está desaparecendo. O Castelo Atlantis começa a desmoronar e tudo parece perdido. Seiya lamenta o fato de não ter conseguido salvar Athena. Todo o continente de Atlântida começa a desmoronar também. Seiya pede perdão para Athena. Anfitrite se levanta e caminha em direção dos cavaleiros de Bronze. Ela passa por Seiya e pelos outros e agora parte em direção da estátua de Poseidon. Ela retira o tridente da estátua e invoca Poseidon para impedir a destruição de Atlântida. Saori se levanta com seu cosmo munido dos cavaleiros de Bronze. June, Shaina e Marin também elevam seus cosmos em direção a Athena. Os cavaleiros de Ouro no Santuário e o Mestre Ancião na China fazem o mesmo. Eudora está surpresa com o imenso cosmo bondoso de Athena após tudo o que ela passou. Anfitrite confronta Athena e seu tridente ataca o báculo de Saori. Anfitrite diz que Athena pagará pela morte dos seus generais atlantes. O ataque do báculo de Saori destrói o tridente de Anfitrite e a deusa dos mares é lançada contra a estátua de Poseidon e tudo é tomado pelas águas. A alma de Anfitrite é selada nas conchas douradas, que naufragam. Saori desmaia e Seiya a segura. Eudora diz que os cavaleiros devem correr que Atlântida voltará a ser naufragada. Os cavaleiros de Bronze chamam por Athena e Saori se levanta, com um cosmo ainda mais intenso. Athena agradece Seiya e seus cavaleiros, que se emocionam e acabam chorando. Eudora e Kiki comemoram que Athena está viva. June consegue salvar o corpo de Hilda de ser naufragado. Eudora chora por seu irmão, mas o chama de herói. Saori envolve todos em seu grandioso cosmo e eles conseguem deixar o interior de Atlântida, que volta a ser totalmente naufragada. De repente, quando tudo parecia bem, uma onda surge atrás de Saori, engolindo-a. Saori é tragada para o fundo do mar. Os cavaleiros ficam sem entender o que aconteceu e gritam por Saori. Athena surge nos braços do deus Poseidon, no templo submarino. Sorento está vivo e ajoelhado diante deles, bem como outros soldados de Poseidon!


FIM DO ARCO DE ATLÂNTIDA


O ESPECIAL ANIME CLÁSSICO CONTINUA NO ARCO DOS SETE MARES!

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Redenção (Apáte Chapter): "A Determinação de Shaka."