Saint Seiya: A Batalha da Tríade Divina!

12 A Técnica Covarde do General do Antártico!


Notas iniciais
Olá galera. Quero desejar a todos um feliz ano novo. Que todos tenham ótimas festas, e que 2026 seja um ano muito abençoado a todos. Conto com vocês para conseguir crescer aqui na plataforma, estou precisando rs. Quem puder me dar uma força, coloque essa história entre seus favoritas, suas listas, deixe comentários, compartilhe com os amigos. Será um grande presente para mim. Já é um presente ter vocês como leitores. Agora vamos ao último capítulo do ano de 2025. Espero que gostem. Boa leitura


Seiya segue caminho pelo Templo Submarino e chega ao pilar do Antártico. Ele estranha.

- Que esquisito. Parece que me perdi em um labirinto e vim parar aqui. Mas estou diante do pilar do Oceano Antártico. Ótimo.

Seiya se aproxima da escadaria e avista Marin na sua frente.

- Marin? Você aqui?


Seiya se recorda de quando despertou do coma. Ele deixou o hospital e encontrou Marin no caminho da mansão Kido.

- Marin?

- Seiya, eu senti seu cosmo reagindo e vim aqui. Que bom que despertou.

- Sim, Marin, eu preciso ver a Saori... Ela está bem?

- Está. Mas venha comigo.

Marin guiou Seiya até um grande monte isolado no Japão. Seiya estranhou.

- Que lugar é esse?

- É o Monte Togakushi. É um local isolado e escuro, próprio para treinamentos físicos e mentais. Na mitologia japonesa, Susanoo, o deus das tempestades japonês, foi quem dirigiu Amaterasu em Ame-no-Iwato. Isto fez o sol se ocultar durante um longo período de tempo. Dizem que Ama-no-Iwato foi esmagada lá e virou esse monte. Ama-no-Iwato, como você sabe, significa literalmente "caverna da deusa do sol" ou "caverna de rocha celestial".

- Aqui está bem escuro, porque me trouxe aqui?

- Para você se recuperar totalmente. Com isso, seu corpo e sua mente estarão preparados para quando as batalhas retornarem. O mal ainda está presente na Terra, Seiya.

- Entendo, Marin. Mas eu preciso procurar minha irmã...

Seiya ficou tenso e permaneceu alguns momentos treinando ali. Marin desapareceu misteriosamente. Seiya resolveu averiguar e reencontrou Shiryu, Hyoga e Shun e todos, sabendo das chuvas torrenciais, foram até Rozan falar com o Mestre Ancião.


Após sua lembrança, Seiya se aproxima de Marin.

- Marin! Você veio até aqui? Você desapareceu no Monte Tokagushi e depois eu vim até o Templo Submarino, pois a guerra contra Poseidon já iria iniciar. Você veio nos auxiliar?

- Vim até aqui te deter, nem que eu precise te matar!

Seiya se perturba. Ele relembra Marin sobre o dilúvio que está prestes a cair sobre a Terra. Ela diz que qualquer esforço será inútil!

- Como você pode dizer uma coisa dessas? Você se arriscou para me levar até a sala do Grande Mestre e agora e agora quer me impedir de tentar deter os planos de Poseidon? Você me levou ao Monte Tokagushi para eu evoluir para a guerra que estava por vir. Você não pode ser a Marin.

- É verdade. Na realidade eu não sou a Marin! Deixe eu lhe mostrar meu rosto.

Marin tira a máscara. Seiya fica ainda mais perturbado.

- Esse rosto... Você é a minha irmã... Seika!

- Sim, sou eu Seiya! – Seika sorri.

Os dois se abraçam. Seiya fica muito emocionado.

- Até que enfim te reencontrei. Foi o meu grande desejo, minha irmã. Tudo que caminhei e lutei até agora foi para novamente te encontrar.

Seika abraça Seiya fortemente. Logo as mãos de Seika se mostram prontas para atacar. Seiya é atacado!


Pouco depois é Shun quem chega diante do pilar do Antártico.

- Que estranho. Estava indo em direção ao Atlântico Norte e me perdi. Parece que fui guiado até aqui e estou diante do pilar do Antártico!

Shun se assusta ao ver próximo ao pilar Seiya e Hyoga caídos.

- Seiya! Hyoga! O que aconteceu com vocês?

Shun se assusta ao se aproximar e perceber que eles foram atingidos por um único golpe que receberam sem ter nenhuma resistência.

- Mas por que eles não se defenderam? Algo estranho aconteceu aqui.

- Shun!

Shun sente um grande temor. O inimigo surgia a sua frente, mas tinha uma voz bastante familiar. Logo ele vê Ikki na sua frente.

- Ikki!

- Como você está, Shun?

Shun percebe que suas correntes pararam de apontar um inimigo, mesmo assim ele segue desconfiado.

- Ikki você... Sobreviveu ao ataque de Saga na sala do Grande Mestre. Achei que você tinha morrido, meu irmão.

- Eu precisei me recuperar, mas agora estou de volta.

- Estou emocionado, Ikki... Agora podemos juntos ajudar Athena a deter o dilúvio.

Logo, Shun percebe que Ikki está erguendo o punho e partindo para o ataque. Shun detém com sua corrente.

- Por que está me atacando, Ikki? Agora tenho certeza, você não é meu irmão.

Shun fecha os olhos e lança sua corrente contra o homem.

- Mostre seu rosto, general marina!

O homem desvia e logo desfaz a aparência de Ikki. Ele se mostra um homem corcunda de aparência estranha, parecendo um monstro. Ele tem a pele bem pálida, tem dentes bem grandes demonstrando um sorriso sinistro, cabelos escuros curtos e arrepiados e olhos pretos bem pequenos.

- Andrômeda, você me atrapalhou quando eu ia dar o golpe fatal no Pégaso. Assim como o Pégaso me atrapalhou quando senti seu cosmo se aproximando no momento em que eu ia matar o Cisne. Mas os dois não demonstraram resistência como você. Sua reação me fez enfim mostrar meu rosto, com isso você não deve permanecer vivo. Vai se arrepender, porque você iria morrer sem sofrimento. Eu sou Kasa de Lymnades, guardião do pilar do oceano Antártico!

Shun se surpreende ao perceber que aquele homem representava lymnades, o monstro marinho da mitologia grega que atraia as pessoas para seu território, imitava a aparência de seus entes queridos para depois matá-las.

- Agora eu entendo. Você enganou Seiya e Hyoga se passando por pessoas queridas deles. Por isso eles não demonstraram resistência. Você vai se arrepender de fazer uma coisa dessas, isso é imperdoável. Com isso serei eu quem irá te castigar!

- Hihihi você disse que vai me castigar? Não, você terá o mesmo destino desses seus amigos cavaleiros patéticos!

Kasa revela para Shun com orgulho como foi o ataque a Seiya e Hyoga, se passando por Seika e Camus, revoltando ainda mais Shun.

- Foi maravilhoso. Eles demonstravam em seus olhares que não estavam entendendo nada. Não tinham como reagir e na realidade nem queriam, já que estavam diante de pessoas queridas. Após meu ataque, eles choravam sem saber o que pensar. Logo, eles já estavam praticamente mortos, eu queria dar o golpe fatal logo, mas infelizmente fui interrompido. Ia matar os dois agora, mas você surgiu e quis brincar com você. Esses dois imbecis acharam que conseguiriam destruir esse pilar. Eu, Kasa de Lymnades, resolvi matar todos os cavaleiros que chegaram aqui no Templo Submarino, vi que não terei nenhuma dificuldade hihihihi.

- Cale-se, seu cretino covarde! – Shun lança sua corrente contra Kasa.

A corrente prende o braço de Kasa. Shun chora imaginando os sentimentos dos amigos no momento em que foram ludibriados.

- Eu detesto lutar, mas como você mexeu como que há mais sagrado para meus amigos eu não terei pena em te matar!

- Será que você é mesmo capaz? – Debocha Kasa.

- “Onda Relâmpago.”

O ataque de Shun acerta Kasa em cheio. Ele tenta fugir, mas a corrente novamente o acerta. Kasa desaparece, mas a corrente de Andrômeda, novamente com sua imensa capacidade, o prende.

- Essa é a grande captura de Andrômeda. Esses truques de se esconder não funcionam contra a minha poderosa corrente. Esse ataque é capaz de imobilizar qualquer ser, por maior que seja.

- Essa corrente de fato é incrível. Mas a partir de agora você não poderá fazer mais nada contra mim!

Kasa começa a se transformar. Logo Shun avista Ikki na sua frente.

- Você não pode controlar suas emoções nem seus sentimentos. Você é igual a aqueles outros dois, ou talvez até mais sentimental. Você jamais conseguirá atacar o seu próprio irmão!

Shun fica angustiado ao ver novamente Kasa se transformar em Ikki.

- Solte-me, Shun. Sou seu irmão mais velho, me desprenda.

Shun fecha os olhos tentando não cair na armadilha do inimigo.

- Renda-se, Lymnades. Você não é meu irmão. Meu irmão morreu na batalha das doze casas contra Saga!

- Sou eu Shun, o Ikki...

- Cale-se, você não é o Ikki. Vou acabar com você para me vingar pelo Seiya e pelo Hyoga!

Shun lança suas correntes e fica confuso com as investidas de Kasa. A voz é idêntica a de Ikki além da aparência. Shun não consegue mais atacar e desprende Kasa.

- Mesmo sabendo que você é o meu inimigo eu não posso atacar alguém com a aparência do meu irmão.

Shun chora e cai de joelhos. Kasa, com a aparência de Ikki, se aproxima.

- Muito obrigado, Shun, você é mesmo meu irmão. E como agradecimento, vou te matar sem permitir que sinta dor: “Salamandra Satânica.”

Kasa concentra todo o seu poder nas mãos e, em seguida, lança contra Shun uma poderosa rajada de energia elétrica, causando severos danos.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...

Shun se fere muito com o ataque que recebeu sem se defender. Ele delira no chão.

- Ikki...

- Pronto, já me livrei do terceiro. Vou terminar de matar os três juntos.

Kasa recua e sente uma sensação estranha.

- Mas que cosmo é esse?


Nos escombros do pilar do Índico, Shiryu delira pensando no Mestre Ancião.

- Mestre, eu sinto que o senhor está lutando no Santuário. Nunca senti seu cosmo tão elevado. Eu não tenho mais forças mestre, já usei toda a minha energia... Argh...

Shiryu segue caído com pouco estado de consciência.


De volta ao pilar do Antártico, quando ia atacar os cavaleiros, Kasa sente uma energia muito poderosa o incomodando. Ele fica aterrorizado e olha para Shun, que reage.

- Ikki...

- Você ainda não morreu? Vai continuar gritando o nome do irmão tolo? Era eu hihihi. Agora chega, seja o primeiro a morrer!

Um golpe acerta Kasa e o joga atrás do pilar. Ele se levanta irritado.

- Quem se atreveu a me atacar assim? Apareça diante de mim, covarde!

- Sério que você me chamou de covarde? Você que usa dos sentimentos das pessoas para vencer. Que tipo de sujeito acha que é? – A voz da pessoa que emite o cosmo se pronuncia.

Kasa se afasta sentindo o cosmo aumentando de intensidade.

- Quem é você?

- Não tenho nenhuma obrigação de te dizer meu nome, mas seria lamentável alguém como você morrer e não saber quem o enviou para o inferno. Então escute bem o meu nome. Sou Ikki de Fênix!

Kasa se mostra surpreso ao ver Ikki na sua frente.

- Então é você o Fênix, irmão do Andrômeda! Impossível, você era para estar morto.

- Você pagará caro pelo que fez ao meu irmão e aos meus amigos, seu lixo.

Ikki lança um ataque com o dedo que passa pela testa de Kasa. O general marina sorri.

- Chama isso de golpe? Não me fez nem cócegas.

Ikki fecha os olhos e fica sério.

- Agora será você quem receberá um ataque de verdade!

Quando ia atacar, Kasa vê em vez de Ikki ele mesmo na sua frente.

- Mas o que? Esse sou eu!

- Me ataque logo, Lymnades. Cadê seu poderoso golpe? Não ia me matar? – Debocha Ikki.

Kasa vê Ikki transformado nele mesmo e fica sem reação. Ikki sorri com a aparência de Kasa.

- Eu não posso... Eu mato e faço sofrer várias pessoas, mas não sou capaz de atacar e matar a mim mesmo. Eu não vou conseguir atacar... Argh...

Kasa coloca as duas mãos na cabeça bastante perturbado. Logo, Kasa vê Ikki na sua frente. Ele percebe que tudo foi uma ilusão.

- O que foi isso?

— Esse foi o Golpe fantasma de Fênix. Isso foi apenas o começo. Sofrerá muito pelo que fez aos meus amigos e ao meu irmão!

Ikki começa a surrar Kasa que não consegue acompanhar os golpes.

- Isso é por ter feito o Seiya sofrer!

— Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh...

O golpe lança Kasa no alto. Quando estava caindo, Ikki acerta um novo golpe.

- Isso é por ter ferido os sentimentos do Hyoga!

- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh...

Os golpes de Ikki ficam cada vez mais potentes. Kasa começa a sucumbir.

- Ele é muito poderoso. Nunca encontrei um homem como ele.

- Seu castigo ainda não acabou. A sua covardia não passará impune em nada. O que fez ao meu irmão agora terá uma punição ainda mais dura. – Avisa Ikki.

Kasa se nega a se render. Ele mesmo sangrando muito tenta contra atacar Ikki.

- “Salamandra Satânica.”

Ikki detém o golpe com as mãos. Surpreendido, Kasa não sabe o que fazer.

- Ele deteve todo o choque da minha técnica com as mãos. Esse homem parece imortal como a Fênix que representa.

- Adeus, Lymnades. Vai pagar no inferno por todos os pecados que cometeu por ser tão covarde: “Ave Fênix.”

- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh...

Kasa recebe o imenso golpe de Ikki e se fere mortalmente. Ikki parte para socorrer Shun, Seiya e Hyoga. Logo, ele vê Kasa de pé na sua frente.

- Você morrerá antes de seu irmão e seus amigos, Fênix.

Kasa se transforma em Shun. Ikki fica surpreendido.

Notas finais
Próximo capítulo de Saint Seiya: A Batalha da Tríade Divina: "Lembranças de Ikki: O Teste do Leão."