Saint Seiya Ômega-A história contada realistamente
1 O salvamento de uma deusa e de um futuro herói.
Notas iniciais
Este capítulo corresponde aos primeiros minutos do primeiro episódio. Aqui não há praticamente nenhuma diferença da cena do anime, pois é apenas o prólogo.
A visão das estrelas na Grécia à noite é uma das melhores vistas possíveis. Isso é algo que não se pode discordar.
Era uma noite bem calma. A ventania era tranquila, um leve frio estava no local. As estrelas cintilantes e belas reluziam aos montes no céu noturno. Era um local onde havia uma grama nova e molhada. Arbustos estavam ao redor, e uma construção típica Grega se localizava atrás da mulher linda, que observava um bebezinho pequenino ruivo dar seus primeiros passos.A donzela era absurdamente linda. Tinha uma pele lisa e branca como a neve, era magra, alta, tinha longos cabelos lisos em tons de roxo, olhos verdes cintilantes como uma esmeralda reluzente, e usava um vestido branco simples, sem manga, sem babados. Era um vestido simples branco que fazia um arco em volta do pescoço, mas a sua beleza o deixava dez vezes mais bonito do que era. Ela estava descalça, e emanava uma aura boa, confiante e radiante. Era impossível dizer sua idade — 20? 30? 40? A realidade é que ela aparentava ao mesmo tempo estar na faixa dos Vinte, e na dos Quarenta ao mesmo tempo. Mas sua pele era lisa como de uma jovem.O Bebê ao seu lado era ruivo. Era bem pequeno, possuia olhos grandes castanhos vivos, e vestia uma roupa de bebê verde, mangas compridas brancas e sapatos azuis. A criancinha se pôs de pé, e começou a andar lentamente na grama. Ele estava dando seus primeiros passos.A mulher sorria carinhosamente, enquanto observava com uma curiosidade estranha o bebezinho. Ele não era seu filho, mas se afeiçoara a ele de um jeito gozado. A criança sorria, enquanto dava seus passos, até que ela tropeça. Automaticamente, a criança começa a chorar, enquanto a mulher observa ele.O monumento grego atrás deles era branco, alto, e era idêntico a um monumento da grécia antiga — Porém, estava mais bem cuidado. O simbolo e um centáuro com uma flecha reluzia no topo do monumento. As lacunas eram curiosamente novas, e o interior daquela casa estava escurecido pela noite. Ao redor do monumento, pinheiros estavam erguidos, além dos arbustos.O bebezinho parou de chorar, e logo se levanta. A brisa refrescante fazia os cabelos roxeados da donzela esvoaçarem, enquanto a grama fria uma sensação agradável. Aparentemente, tudo estava em paz, sem qualquer barulho que pudesse atrapalhar o momento.Mas de paz logo foi cessado.Um pedaço da terra onde eles se encontravam simplesmente se partiu e deu um pulo. A donzela logo se tocou de que uma presença perversa se aproximava do local onde eles se encontravam.Ela estava absolutamente certa.Uma energia subiu do chão, criando uma onda vermelha. A brisa ficou quente. Um ponto vermelho surgiu no alto do céu, e começou a emanar ondas vermelhas de calor no local. A criança inocentemente olhava a luz vermelha que ia crescendo lá em cima. Rapidamente, a mulher agarra a criança em seu colo, e recua alguns passos. A criança se vira para trás para ver a cena.A bola avermelhada começou a reunir uma energia vermelha e macabra. Emanava algo estranho. Até que ela começou a crescer, e um raio vermelho saiu dela e atingiu com impacto o local onde eles estavam.A mulher assumiu um ar sério de preocupação. Ela recuou mais alguns passos, enquanto a criancinhinha ainda olhava curiosa para a situação.O gramado começou a ser arrancado do chão. Os arbustos começaram a receber uma ventania poderosa. A luz cresceu até formar uma bola negra, de dois olhos negros gigantes profundos, que tentavam crescer mais. Até que uma voz estridente e grossa falou. Era uma voz séria e imponente, como de um giz sendo arranhado no quadro negro."Athena" — Disse a voz assustadora e alta."Eu vim lhe buscar."Como era de se esperar, a criança começou a chorar. Isso fez com que a entidade se irritasse, e desferisse um raio negro no ombro da mulher.Isso não foi agradável. Ela foi arremessada vários metros longe, caindo no gramado, sentindo uma dor terrível no ombro — que assumira uma tonalidade obscura — e no quadril. A criança ainda chorava em seus braços, e felizmente estava ilesa.O chão começou a rachar. Rachaduras profundas iam se aproximando da mulher, a terra ia se aproximando dela afim de atingí-la e jogá-la ao abismo. Ela só teve tempo de erguer seu rosto pálido para ver a terra indo em sua direção.Até que uma luz dourada ecoou no local. Foi como se um raio dourado tivesse rasgado o ar, passando no meio da mulher e da entidade.Houve um estrondo alto. Poeira subiu no local, fazendo a mulher e a criança tossirem. A criança chorava. A mulher ergueu os olhos. Quando a névoa ia cessando ela pôde ver que havia um homem no meio dela e da entidade vermelha, onde ela havia sido protegida.Era um homem alto, de cabelos castanhos ondulados. Tinha uma pele clara, olhos castanhos. Vestia uma armadura dourada reluzente, como.... como o Ouro.Sua armadura protegia quase todo seu corpo — Exceto por uma parte de sua perna, uma parte dos braços e a cabeça. Era bem pontiaguda: No centro do peito, havia um cristal azul em forma de prisma. Ao redor dele, uma borda dourada. Havia um detalhe vermelho que ligava a parte das axilas ao cristal, e outro detalhe vermelho ia até a cintura, onde havia o cinturão. O cinturão tinha duas parte que protegiam cada lado da perna e um pontiagudo do meio. A perneira cobria quase toda a perna pontiaguda e dourada, com vários detalhes. No calcalhanhar, haviam asas douradas pontiagudas- Uma em cada pé. As ombreiras eram pontiagudas e douradas, e uma ombreira reluzia abaixo da ombreira superior, em cada ombro. A gola da armadura era grande, se assemelhando a uma gola de Casaco. Os braceletes eram novamente pontiagudos e cobriam mais da metade do braço. Além disso, duas asas bem pontiagudas reluziam atrás, douradas com várias pontas, presas às costas do peitoral. Além do cachecol com a ponta branca longa esvoaçando ao longo de seu pescoço.
Do punho cerrado direito do homem, saia fumaça, como se estivesse saído da brasa.A mulher sorriu radiantemente, enquanto o homem se recomponhava.-Obrigada, Seiya. — A mulher disse, sua voz doce e pura.Seiya olhou pra ela de esguela e apenas assentiu. O bebê parara de chorar e olhava com curiosidade o homem, como se todo o mal tivesse se estinguido diante dele. Até que, novamente, uma voz estridente, malígna e alta ecoou no céu."Como esperado de um cavaleiro de Ouro."A Entidade havia ganhado uma forma humana diante de Seiya, do Bebê e da mulher.Era um homem alto. Usava um manto grande que ia até seus pés — Que eram revestidos por uma perneira negra. Era um manto vermelho, preso na ponta esquerda de seu ombro. Em cada ombro, rasgando as pontas dos ombros do manto, estavam duas pontas negras. Ele usava uma mascara que revestia todo seu rosto e todo seu pescoço. Era uma máscara negra, na abertura dos olhos haviam duas luzes vermelhas. Ao redor dos olhos, uma borda amarela reluzia, e dava forma a duas formas pontudas na ponta dos olhos. Na testa, reluzia outra ponta amarela, onde havia uma chama acima. A máscara era negra com detalhes vermelhos, e o pescoço revestido não era diferente. O homem riu abertamente, seu riso estridente ecoando no local. Emanava uma Imponencia inimaginável diante da mulher, seiya e o bebê.-Eu estive esperando por você... — Disse o homem, com sua voz penetrante. — Seiya de Pégaso.Seiya engoliu um seco.-Eu também. — Respondeu Seiya, se virando e encarando o homem do manto vermelho.Houve um momento de encarada. O bebê olhava curiosamente pros dois nos braços da mulher, que em pé, assistia tensamente. Sua marca negra no ombro ainda era vista. O gramado já estava murcho. O chão estava todo rachado. Os pinheiros quebrados.-Ah.. — O bebê estirou a mão na direção de Seiya, como se quisesse chegar até ele. E então, em uma fração de segundo, Seiya voou na direção dele, tentando lhe desferir um soco. Incrivelmente, o homem encapuzado desviou. Seiya novamente ficou tentando desferir vários socos em uma velocidade incrivelmente grande, até que o homem segurou firmemente o punho irritado de Seiya, o fazendo ficar paralisado no chão. O capuz vermelho do homem havia se aberto no meio, revelando a armadura que ele usava. O peitoral e boa parte da perna eram completamente cobertos com a armadura, que estava na cor da via-láctea — Sim, não exagero quando digo isso. A tonalidade do peitoral era idêntica ao universo sideral. Os braceletes dele eram negros e pontiagudos.Novamente, a risada fria do homem ecoou.-Mas o que houve, Seiya? — Ele lhe perguntou — Com um cosmo fraco destes, jamais sequer tocará em minha Galáxia!O homem ergueu o outro braço, e começou a reunir uma pressão vermelha no local. A energia vermelha ia se reunindo em seu punho e se espalhando ao redor, causando uma pressão e peso no corpo de Seiya. Seiya, lutando contra o peso, desferiu um grande soco dourado, utilizando a mão desocupada, na mão do homem. O choque da energia vermelha com o soco dourado de Seiya ocasionou na destruição de boa parte de seu bracelete direito. O bracelete da armadura dourada se espatilhou pelo chão, enquanto os nervos da mão direita de Seiya estavam nervosos e em evidência. Seiya gastava muita pressão em seu pulso, ele sentia sua mão doer, perante à mão com a armadura negra e fria do homem. Sentia dores na mão. Seu braço tremia, diante da grande pressão que o homem ainda emanava. Mas ele não podia perder ou desistir ali. Não mesmo.-Eu... Eu vou deter você... — Disse Seiya, com os dentes cerrados e olhos brilhantes — Vou deter seu poder, Marte!Em um movimento rápido e ágil, que demonstrou bons reflexos, Seiya retirou o punho e deu um giro rápido no ar de 360º — Que faria qualquer atleta das olimpíadas se roer de inveja — e desferiu um grande soco no rosto protegido de Marte.Por maior que Seiya tivesse posto força, a gélida mascara negra de Marte o impediu de sentir dores. Marte agarrou o pulso dele que estava no rosto, e suspendeu Seiya, o atirando para trás. Incrivelmente, Seiya conseguiu se equilibrar.Seiya estava meio atordoado, e Marte se aproveitou disso para lançar várias emanações cosmicas de cor vermelha em Seiya, que fez um X com os braços, defendendo-se das energias. Seus braços fumegavam, e ele desfez o X. Os braceletes estavam rachados, assim como a ombreira direita.A mulher ainda assistia a luta, tensa. O bebê, porém, não chorava mais — Na verdade, mantinha seus olhos grudados na luta. Suas lágrimas presas ainda no olho voaram. Ele assistia com grande curiosidade à luta que acontecia. As asas douradas de Seiya que se abriram para fazê-lo manter o equilíbrio de fecharam novamente.O bebê aina estava muito assustado, mas algo o impedia de chorar. Era como se ele soubesse que estava seguro, nos braços da mulher de cabelos roxos, que fora chamada de Athena por Marte.Então, Marte estirou seu braço direito para o ar. O chão começou a tremer loucamente. Uma pressão vermelha começou a ser sugada.-Rubellus Shidus Gangnir!!!!! — Gritou marte, e o chão automaticamente ficou todo vermelho. Dele, umanações cosmicas vermelhas começaram a se juntar na mão, criando uma energia espantosamente gigantesca. A pressão do ar ia aumentando. Os arbustos voavam. O monumento grego começou a rachar.Seiya, porém, também começou a emanar uma energia cósmica- Uma energia dourada e bela. De seu corpo, uma energia dourada começou a subir.E, com os braços, ele começou a fazer movimentos, para cima e para baixo. Uma constelação apareceu atrás de Seiya, em forma de cosmo: A constelação de Pégaso. Seus braços seguiam o encontro dos pontos cardeais da constelação. Uma energia benígna e dourada emanava dele. Até que, projetado por seu cosmo dourado, um pégaso foi projetado em suas costas.-Pegasus Ryuseiken! — Gritou Seiya, desferindo um soco. Porém, deste soco, sairam bilhões de socos dourados ao mesmo tempo, em uma velocidade. Eram como meteoros dourados saindo do pulso de Seiya.Então, ambas as emanações cósmicas se encontraram. Nisso, houve uma grande explosão de energia, que formou uma enorme condensação de massa de energia no centro, onde uma grande pressão se estabeleceu lá.O rosto de Seiya foi levemente ferido por um dos raios de energia cósmica, fazendo-o sangrar. O bebê, impressionado, olhava Seiya por trás; Um homem misterioso que vestia uma armadura dourada com asas, desferindo vários meteoros.Então, um clarão iluminou tudo. O bebê nada mais viu depois daquilo.
Notas finais
Bem pessoal, este é o primeiro capítulo do Saint Seiya Omega mais realista.. esse nem foi tão realista assim, pois é apenas o Prólogo. Deem ideias que possam em fazer melhorar tanto em escrita e enredo ^.^ Comentem o que acharam.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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