Saga o Destino - Um - o Olho de Hórus
4 De Volta à Razão
Notas iniciais
A criatura era imponente. Tinha um corpo corpulento, parecido com um leão, e de suas patas da frente emergiam garras longas, cada uma de 15 centímetros. Sua boca era formada de dentes sujos de sangue, longos e serrilhados. Seus olhos eram como olhos humanos, porém de uma íris vermelha sombria. Suas pernasdianteiras eram metálicas e robóticas, como se alguém as tivesse amputado e substituído.
O animal era surpreendentemente longo. Tinha exatos três metros de comprimento e 1, 97 de altura. Sua cabeça tinha um longo pescoço como de cobra. Em seu dorso, estva uma mulher vestindo uma túnica vermelha, com um sorriso sombrio no rosto.
-Mate-o, Gatmik -disse a mulher ao monstro.
Henry no início não acreditou no que estava vendo. Somente dois segundos depois, ele berrou e saiu correndo para o quarto da mãe. O ser monstruoso o seguiu e ele trancou a porta. Ao chegar lá, viu que sua amada mãe não estava ali. A criatura arranhava a porta e de repente, parou. Abriu a porta, voltou para a sala e congelou.
Sua mãe encarava a criatura, sem medo.
A criatura sorriu de prazer e pulou sobre ela.
-NÃÃÃÃÃOOO!!! -gritou Henry.
Ele fevhou os olhos e virou a cara, por impulso. Porém, quando voltou a abri-los, se deparou com uma cena impressionante.
O monstro perverso estava caído no chão, juntamente com sua montadora.
E, estendo a palma, enquanto o símbolo brilhante do Olho de Hórus pairava luminoso sobre sua mão, estava Surdena Lionel Shaw, com um sorriso de triunfo no rosto.
-Mãe?! -exclamou Henry.
-Após anos de espera, voltei! -gritou ela, depois encarou a mulher que montava a criatura. -Ora, se não é Lady Kathtekrina...
-Surdena? -disse a mulher. -Pensei que estivesse louca!
-Eu também pensei nisso. -disse Surdena. -Retornete, creaiturya trevynyk! Retornete, serviti of Eudanayeh!
Os outros tremularam e viraram uma fumaça, que voou pela porta, para longe.
Surdena se virou para o filho, deu um sorriso e disse:
-Henry. -e o abraçou. O garoto perguntou:
-Como?
-É uma longa história, de que não me orgulho. Digamos que o único modo de eu me libertar era se você ficasse em perigo mortal e bem... funcionou. Agora venha. Pegue a pasta de seu pai. Precisamos fugir.
Henry não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Silencioso, pegou a pasta. Enquanto isso, a chuva caia lentamente, e um sussurro cobria o vento, anunciando a mensagem:
Ainda não acabou, jovem Henry.
Eu me erguerei, e meu Mestre Sombrio trará o Caos a este mundo.
Você perecerá.
VOCÊ PERECERÁ!
Do mesmo jeito que a presença tinha vindo ela se foi, deixando a mensagem presa na mente do jovem. Teria sido imaginação? Não. Era algo pior. Muito pior.
-Está pronto? -perguntou sua mãe.
-Não -respondeu ele, carregando a pasta.
-Tudo bem. -ela se virou para a porta quebrada e sussurrou algo que o rapaz não pode ouvir. A porta se reintegrou a o seu lugar original e começou a brilhar. Quando ela se abriu, revelou uma luz dourada fortíssima,
Juntos, mãe e filho atravessaram o portal.
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