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La Push

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–Esta é daqui.- Lily diz colocando a peça no seu devido local.

Mais uma vez, Beth nos chamou para jantar com eles. Eu tinha dito que podia ajudar, mas ela me expulsou á colherada. Então fiquei na sala com os garotos.

Josh estava deitado no chão com Sponge Bob ao seu lado vendo a TV e eu e Lily fazíamos um dos seus pazzel´s da Disney. Naquele momento, Ariel ainda estava sem cabeça e sem um braço.

–Venham, crianças!- Beth nos chama da cozinha.

Levanto-me com Lily e andamos até á cozinha. Lily senta-se ao meu lado e Josh aparece e senta-se á minha frente.

–Heither não vem?- Pergunto notando a falta de um prato.

–Não. Houve uns problemas na reserva e ele vai ficar por lá.

Beth senta-se ao lado de Josh, de frente para Lily.

–Nós vamos á fogueira na sexta?- Lily pergunta.- Prim disse que queria mostrar-me a sua boneca nova.

–Em princípio sim.- Beth responde servindo o prato da filha.

–A Deby e o Joshy também podem vir?

–Isso seria uma boa ideia.- Beth me olha.- Quereis vir? Vai ser divertido e sempre conhecíeis mais gente da minha família.

–O que é uma fogueira?- Josh pergunta.

–Os mais velhos da tribo contam histórias incríveis!- Lily diz animada.- Normalmente, é apenas Sam que as conta, mas Quil e Embry já contaram também.

–É um convívio, mas as crianças sempre se interessam mais pelas lendas Quileutes.- Beth diz sorrindo.

–E nunca fui a uma fogueira. – Josh diz.- Amie e Sarah vão lá estar?

Ergo minhas sobrancelhas e olho Josh com um sorriso zombador.

–Claro. Sam é pai delas.- Beth ri servindo-se.

–Pudemos ir, Deb?- Meu irmão me pergunta e sorri-o pegando no copo.

–Claro. Porque não? Lucas já me tinha convidado mesmo.

–Lucas?- Beth pergunta e assinto bebendo. Ela sorri.- Fico feliz por te estares a dar bem com Lucas e Jim. Tua mãe irá gostar de saber. Eles são bons rapazes.

–É. São mesmo.

No final da noite, eu e Jim voltámos para casa. A lua brilhava sobre nossas cabeças bem forte. O frio estava sempre presente, mas continua a ser uma bonita noite. Mesmo com as nuvens no céu, eram mais visíveis estrelas em Forks que em N.Y.

–Porque Lucas te convidou para a fogueira?- Meu irmão pergunta e o olho dando de ombros.

–Porque quis ser simpático, ué?

–Sim, mas porquê?- Ele insiste e franzo a testa.

–Como assim porquê? Tem de haver um objetivo para se ser simpático?

–Não, mas não é estranho?- Pergunta e me olha.

Eu via a confusão expressa em seus olhos azuis.

–Não, nem por isso.- Ri-o despenteando sua cabeça.- Precisas pensar menos, garoto. Nem tudo tem um significado.

Ele dá de ombros e continuamos nosso caminho para casa. A duas ruas da casa, vi um carro vermelho desportivo estacionado perto de um beco. Haviam dois homens discutindo. Seus gritos podiam ser ouvidos do outro lado da rua.

Joshua me olha e pego seu ombro o colocando do outro lado, perto da estrada. Passamos pelo carro e os homens se calam nos olhando rapidamente.

Um deles era o loiro de manhã. Era difícil me esquecer daquela cara pálida. O outro estava meio escondido pelas sombras da noite, mas consegui reparar na sua expressão furiosa. O que me deu impressão foram seus olhos vermelhos.

Vermelhos?

Abraço Joshua pelos ombros e passamos por eles tentando ignorá-los. Antes de virarmos na rua, olhei para trás e vi o loiro me olhando com aquele sorriso cínico.

Arrepiei-me e voltei-me para a frente esquecendo aquele ser estranho.

Jamie veio buscar-nos nas manhãs seguintes. Não queria correr o risco de me molhar de novo. Josh estava dando sinais de estar ficando gripado, e isso sim era um problema. Primeiro: porque eu estou sozinha com um garoto de 12 anos pré-doente. Segundo: porque Joshua fica insuportável quando está doente! Sério. Minha mãe uma vez ia quase perdendo a cabeça. Se não fosse Bri, meu irmão já não era vivo.

Eu apenas me lembro de rir bastante nesse dia.

–Podíamos fazer um programa de meninas no sábado!- Erin fala animada saltando á minha frente e de Nicky.

–De onde apareceste?- Pergunto surpresa.

–Eu pergunto-me isso todos os dias.- Nicky resmunga ao meu lado e ri-o acabando de guardar os livros no cacifo.

–Engraçadinhas. Bom, o que achais da minha brilhante e esplêndida ideia?- Erin bate cílios fortemente e olho Nicky que revirou os olhos.

–Eu topo.- Dou de ombros.

–Boa! Nicky?

–Tá.

–Eba!- Erin salta e nos abraça às duas ao mesmo tempo. Ri-o e ela se afasta.

–Meninas! Para quê tanta alegria?- Stuart pergunta trás de mim e Nicky e ambas saltamos surpresas.

–Parai com isso!- Nicky ordena irritada.

–Eu e as meninas vamos sair no sábado.- Erin explica.

–Porreiro. Nós também topamos.- Jamie diz olhando Stuart que assente sorrindo.

–Desculpem, rapazes, mas é o seguinte: Saída. De. Garotas. Primeiro: Não estais convidados. Segundo: Não sois garotas.

–Que má!- Stuart faz beicinho fingindo enxugar uma lágrima e ri-o ao ver Jamie o abraçar com o mesmo biquinho.

–Já viste o que fizeste? Machucaste seu coraçãozinho frágil.- Jamie fala a Erin que revira os olhos.- Não chores, Stu. Nós vamos divertirmos ainda mais que essas garotas más.

–Oh, quereis apostar?- Erin pergunta desafiadora.

–Aposta aí, loira.- Jamie diz.

–Muito bem. No domingo, no Starbuk às 11. Vamos ver quem se divertiu mais.

–Feito.- Eles apertam as mãos e reviro os olhos sorrindo.

–Vamos mas é embora.

Puxo Erin pelo braço e saímos para as nossas aulas. Sento-me com elas no fundo.

–Porque foste apostar com eles?- Pergunto.

–Sim! Eles são rapazes, esqueceste-te? São loucos! Eles iram divertir-se bem mais que nós.- Nicky me apoia e Erin olha nós duas chocadas.

–Eu não estou ouvido isto. Meninas, aqueles dois garotos são uns idiotas! Nós vamos vencer-lhes ou não me chamo Erin Adams.

Olho Nicky que me olha de volta e damos de ombros. Muita coisa poderia acontecer até sábado.

–Então…- Jamie senta-se ao meu lado no banco. Era hora de física, e não me apetecia mesmo nada!

–E aí?

–Onde ides no sábado?- Pergunto e ergo as sobrancelhas.

–Porquê?

–Curiosidade.- Dá de ombros.

–Sei.- Digo desconfiada.- Eu não sei. Erin é quem está a fazer o plano. E tu e Stuart?

–Ele quer ir a uma boate em Port Angeles.- Dá de ombros.

–Uma boate?- Ri-o e ele cora olhando o outro lado do ginásio.

–É.

Ri-o.

–Não tendes idade para entrar.

–Ele disse que tinha métodos. Francamente?- Se vira para mim.- Estou com medo de qual é o método dele.

Ri-o antes do professor nos mandar correr. No final da aula, saí com Jamie até ao estacionamento. Nicky e Erin estavam encostados ao carro de Erin com um Stuart todo sorridente.

–Ei.- Digo.

Erin vem até mim e puxa meu braço. Olho Nicky que aparece ao meu lado.

–Stuart não para de me irritar! Eu quero mesmo vencer esta aposta. Preparem vossas poupanças meninas. Vamos passar o dia todo no SPA!- Ela sorri vitoriosa e sorri-o de lado.

–De certeza que queres fazer isso?- Pergunto e ela me olha confusa.

–Porquê?

–Jamie disse-me que eles iam a uma boate. Queres mesmo deixar Stuart no meio de milhares de mulheres dispostas a dar-lhe tudo o que ele quer?

O rosto branco de Erin ficou vermelho na hora e não era de vergonha.

–Aquele…. Aquele…. Como é que… Querem saber? Nós vamos a essa boate e vamos arruinar todos os possíveis encontros deles!

–Erin…

–Já decidi!- Ela vira-se para ir, mas volta na hora.- E nem pensem que eu gosto dele! Porque eu não gosto!

Ela vira-se e volta para perto dos rapazes. Olho Nicky que me olhava sem saber o que dizer. Ela sabia, tão bem quanto eu, que aquela viagem ia dar bronca. Suspira e vamos para perto deles.

Erin estava no carro apertando o volante com força. Nicky entrou e ela saiu depressa do estacionamento quase atropelando Stuart.

–O que deu nela?- Stuart pergunta e dou de ombros.

–É a Erin.

Eles riem e Stuart se despede.

Jamie me deixa a mim e Joshua em casa e se vai também. Vou para a cozinha e preparo um lanche rápido.

–Como achas que vai ser na fogueira?- Josh pergunta pegando numa das sandes e dou de ombros.

–Não faço ideia. E tua cabeça? Passou?

Ele assente dando de ombros. Isso era um mais ou menos de meu querido irmão. Pego numa aspirina e lha entrego com um copo de água. Eram quase sete horas quando Heither apita no lado de fora.

Até chegarmos á reserva, ainda demorou um pouco.

O sol já quase não estava no céu.

Eu nunca tinha ido a La Push e muito menos sabia que havia ali mar. Mas em arrependi. Mesmo com o frio, era uma paisagem bonita de se ver. Havia crianças brincando na areia. Risos por toda a parte. E então a fogueira no centro rodeada por troncos de madeira.

Era tudo tão natural. Tão simples. Tão diferente de N.Y.

–Beth!

Uma mulher falou aparecendo com as gémeas. Os cabelos castanhos e os olhos do mesmo tom me faziam lembrar alguém. Sua pele morena parecia brilhar como a de todos os da tribo Quileute. O que mais chamou a atenção nela, fora a cicatriz na sua bochecha direita. Aquilo me arrepiou, mas ao mesmo tempo me fez admirá-la.

–Emily!

–Heither, Sam está na cabana com os rapazes.- Emily fala e Heither sorri agradecendo antes de ir.

Então, ela era a mãe de Lucas e das gémeas. É, agora faz mais sentido.

–Ainda bem que viestes!- Sarah me sorri abraçando-me e sorri-o de volta abraçando-a de volta.

Sarah estava com um vestido simples castanho e meias castanhas um pouco mais escuras. Seu cabelo estava solto, apenas preso por uma bandolete. Já Amie vestia umas calças vermelhas e um blusão preto com capuz. Ela estava simples, mas continua bonita.

–Sabes que não está sol, né idiota?- Amie pergunta cruzando os braços olhando Josh.

–Amie!- Emily repreende a menina que apenas continua a sorrir para Joshua de uma maneira desafiadora.

–Eu uso boné quando bem me apetecer, idiota.- Josh retruca tocando na aba no boné.

–Ai o amor.- Sarah diz ao meu lado revirando os olhos e ri-o enquanto os dois brigões a fuzilam.

Sarah se esconde atrás de mim rindo.

–Joshy e Amie são namorados?- Lily pergunta ao lado da mãe me fazendo rir ainda mais com Sarah.

–Nós não somos namorados!- Amie e Josh retrocam juntos gritando assustando Lily que olha a mãe com medo.

–Pelo menos ainda não.- Emily ri e Amie a olha chocada.

–Mãe!

Emily ri e eu mordo meu lábio inferior para não fazer o mesmo.

–Emily, estes são o Joshua e a Deborah. Deb, Josh, é a mãe de Amie, Sarah e Lucas, Emily.- Beth apresenta e Emily me olha.

Ela sorriu e tive certeza de uma coisa. Aquela cicatriz, não tirava a beleza daquela mulher.

–Olá.

–Oi.- Sorri-o.

–Deb, vem. Quero apresentar-te minhas amigas.- Sarah diz segurando minha mão.

–Muito bem. Lily, queres vir?

A menina sorri e assente esticando seus bracinhos para mim. Pego-lhe ao colo e ela segura meu pescoço com os dois braços.

–E nós?- Josh pergunta.

–Eu acho que vocês dois tendes muito que conversar.- Digo rindo.

–Eu não tenho nada para conversar com ela.- Meu irmão bufa.

–E eu muito menos.- Amie bufa de volta.

Olho Sarah e ambas assentimos.

–Boa conversa.- Bato no ombro de Josh e deixo Sarah me puxar até á fogueira.

Haviam 3 garotas sentadas num dos troncos. Todas estavam vestidas parecidas com Sarah. Na verdade, todas as garotas vestiam um vestido. Amie parecia ser uma exceção.

Olho para trás e sorri-o ao ver Josh e Amie sentados numa pedra conversando. Eles iam entender-se.

Sarah me apresentou a suas amigas e logo começaram a conversar sobre a escola. Lily baloiçava os pés sentada no meu colo.

–E tuas amigas da escola, princesa?- Pregunto.

–Elas não costumam vir. Mamãe diz que é porque seus pais não são do Concelho. Mas a Prim vem! – Diz animada e sorri-o.

Pouco depois uma menina de cabelos ruivos aparece correndo até nós. Ela devia ter uns 10 anos de idade. Seus olhos castanhos e a pele bronzeada faziam dela a típica criança de La Push.

–Prim!- Lily diz saltando do meu colo.

A ruiva sorri parando á minha frente. Ela era uns 10 centímetros mais alta que Lily.

–Trouxeste a boneca?- Lily pergunta.

–Está aqui.- Prim diz mostrando a boneca loira.

Eu devia ter um monte daquelas bonecas. Todas deixadas de lado numa caixa. Coitada de minha mãe que teve de sofrer comigo pedindo e implorando durante dias e semanas por uma daquelas bonecas agora esquecidas.

–É linda.

– Foi Seth que me deu.

–Oi.

Viro-me para trás e vejo uma garota de cabelos castanhos e olhos verdes me olhando. Ela era bem parecida com Prim, tirando os cabelos e os olhos.

–Oi.

–És a Deb, certo? Enteada do Tony?

–Sim.

Ela sorri e senta-se ao meu lado.

–Sou a Hayle. Irmã desta pestinha.- Aponta para Prim que ri me olhando.- Ouvi falar bastante de ti.

–Sério?- Pergunto espantada.

–Sim… bom, na verdade quem ouviu foi o Ned. Ele ouviu o irmão falar com os rapazes sobre ti.

–Os rapazes?- Pergunto.

–Jim, Wren, Ethan, Lucas, Harry e Logan.- Diz e assinto mordendo o lábio interior.- Ned é irmão de Wren.

–E o que eles disseram sobre mim?- Pergunto.

–Hayle!- Jim aparece, impedindo a menina de falar.- Tua mãe está a chamar-te.- Ele diz levantando a garota que o olha confuso.

–Minha mãe?

–Yap.

–O que ela quer?

–Não faço ideia. Vai lá descobrir.

Ele empurra a garota que vai dando de ombros. Ele suspira e me olha. Ergo minhas sobrancelhas.

–Acho que tens algumas coisinhas para me explicar, Jim.

–É…- Ele coça a nuca.- Sabes como são as crianças. Sempre aprontando.

–Desembucha, Jim. O que andastes falando de mim?

–Nada de mais, Deby.- Diz sentando-se ao meu lado.- Sabes como somos, né? Rapazes sempre serão rapazes!

Reviro os olhos e olho Lily que brincava com Prim sentadas no chão.

–Como estás?- Pergunta e o olho.

–Bem.- Dou de ombros.- Porque não haveria de estar?

–Apenas curioso.- Dá de ombros olhando a fogueira.

–Estás muito estranho sabias, Jimy?

–Ainda não comi quase nada hoje. Não me sinto normal.- Ri e ri-o junto.

–Agora está explicado!

–Olá, malta.- Kate aparece e senta-se do meu outro lado com Diana.- Ainda bem que vieste, Deb. Eu adoro as histórias da tribo!

Jim faz uma careta ao meu lado.

–Não exageres, Kate. Depois de um tempo já enjoam. Eu mesmo já estou farto delas!

–Tu aborrecesses-te com tudo, Jim.- Diana diz e ri-o com Kate enquanto Jim a fuzila.

–Kate!- Uma das amigas de Sarah, Gael, chama.- Podes cantar uma canção?

–Claro. Qual queres?- Kate pergunta docemente.

Era incrível a maneira como todos se conheciam e se tratavam como se fossem amigos á anos! Pareciam uma grande família repleta de crianças. Fiquei a ver Kate cantar músicas com uma letra estranha. Segundo Jim, eram canções da tribo.

Pareciam canções muito antigas, e mesmo sem entender o que diziam, pareciam bem bonitas. A melodia era calma e bastante suave.

“Num olhar trocado,

Num beijo silenciado,

Não há como evitar

Eles estão ligados.

Olho assustada para trás e vejo Lucas olhar Kate enquanto sussurra em meu ouvido. Eu sabia que meu coração batalhava, mas apenas consegui concentrar-me em Lucas e seu calor.

Ela se torna sua,

Ele sempre será seu.

Tudo o que existe é ela,

Tudo o que sente é dela

Apenas quem sente não mente

Sua magia é poderosa

Sua força devastadora

Há quem acredite ser maldição,

Outro pensam que é bênção.

Nem seu lado obscuro

Poderá desligar

Aquele amor tão puro

Que vidas é capaz de tirar.

Paixão ardente

Que ninguém entende completamente

Uns dizem que o coração a escolheu

Outros dizem que a maldição os corroeu.

Lucas me olha e engulo encarando aqueles olhos castanhos intensos. Ele parecia conseguir minha alma, meus pesadelos mais obscuros, minhas mágoas, meus medos…

Por mais que tentem negar,

Por mais que tentem fugir,

Ela sempre sempre será sua perdição,

Sempre será aquela razão,

Que nos dias frios e nublados,

Que nas guerras do mundo renegado,

Eles sempre protegerão,

Entregando seu coração,

Á morte do destino em vão.

Lucas lambe os lábios antes de continuar a traduzir a letra da música que Kate cantava.

Não é amor,

Não é paixão,

É simplesmente magia,

Simplesmente seu …imprinting

Notas finais
estive pensando em adicionar um POV de Lucas o que acham? obrigado ás duas meninas que comentaram BJX