Notas iniciais
Volteeei meus amores! Em primeiro lugar, queria agradecer os comentários positivos sobre eu tirar cenas hots da fic, eu quero explorar o romance, o amor da sua forma mais pura (e até um pouco melosa hehe). Saber que vocês estão gostando da forma que eu exploro o relacionamento da Sarah e do Harry significa o mundo pra mim! Em segundo lugar, vem o Aécio (HAHAHA BRINCADEIRA! chega de piadinhas com política). Enfim, eu achei uma fanfic muito antiga que escrevi há muito tempo, mas nunca postei. Querem que eu poste? Para vocês terem noção, era uma fanfic de HSM HAHAHA Mudaria os nomes e colocava ela como Original, já que todos os personagens seriam novos. Enfim, me avisem! Vou parar de falar e deixarem vocês lerem o capítulo! Um beijão e até lá embaixo ;*

Sarah e Harry ficaram um bom tempo apenas se olhando, deitados na Sala Precisa. Harry olhava para os olhos azuis de Sarah, seus lábios avermelhados, seus cabelos bagunçados, a forma que seu corpo formava uma silhueta delicada... ele a observava querendo lembrar daquela imagem para sempre, queria lembrar daquela sensação, do cheiro que ela exalava, do sorriso, de teu toque, daquele sentimento que o fazia sentir-se capaz de fazer qualquer coisa.

— O que foi? – perguntou Sarah sorrindo e acariciando os cabelos de Harry. – está só me olhando há tanto tempo...

— Eu só quero lembrar de você assim pra sempre. – disse Harry sorrindo. – quero lembrar de você sendo apenas minha para sempre.

— Harry, eu sou apenas sua para sempre. Somente sua, de mais ninguém. – disse Sarah juntando seus lábios com os de Harry.

— Não queria sair daqui nunca mais. – disse Harry encaixando Sarah em seus braços.

— Muito menos eu.

— Estamos aqui faz tanto tempo, perdemos o café da manhã. – comentou Harry.

— Mione e Rony devem estar se perguntando onde estamos. Na verdade, acho que a escola toda deve ter percebido que nós sumimos. Argh, todo o mundo vai ficar comentando coisas! – queixou-se Sarah.

— E não ligo! Estão comentando sobre a coisa que mais me fez feliz na vida. Podem fazer um grande cartaz no Salão Principal escrito ‘’Harry e Sarah se amam’’ que eu sou capaz de tirar uma foto embaixo dele com os dois polegares pra cima! – disse Harry fazendo Sarah rir.

— Mas infelizmente, precisamos voltar para a vida real, meu amor. – disse Sarah levantando-se e começando a vestir-se.

— Odeio a vida real! – disse Harry em um suspiro.

Os dois então começaram a se arrumar para voltar para a vida no castelo. Harry estava nervoso pois naquela tarde, ele provavelmente iria sair com Dumbledore em uma missão atrás das Horcruxes.

— Sarah, hoje sairei em missão com Dumbledore. – disse Harry apoiando-se na porta parecendo preocupado.

— Provavelmente será perigoso, não é? – perguntou Sarah preocupada.

— Sim. Se algo acontecer comigo quero que saiba que eu te amo, você é a pessoa mais importante da minha vida. – disse Harry abraçando Sarah.

— Ei, nada vai acontecer com você! Vocês dois vão retornar sãos e salvos. – disse Sarah segurando o rosto de Harry.

— Mas de qualquer forma, quero que use isso. – disse Harry tirando uma caixinha de veludo do bolso e tirando de dentro dela uma corrente dourada com um pingente de coração. – Isso é meu coração, quero que esteja sempre com você. – disse Harry afastando o cabelo de Sarah e colocando a corrente em seu pescoço.

— Eu te amo, Harry Potter. – disse Sarah com lágrimas nos olhos.

— Eu te amo, Sarah Black. – respondeu Harry.

Os dois se despediram com um beijo demorado e se separaram. Harry seguiu para a sala de Dumbledore e Sarah para a Sala Comunal da Sonserina. Assim que entrou na sala, cruzou com Draco que estava aparentemente saindo.

— Vejo que já se recuperou. – disse Sarah secamente.

— Vejo que ganhou um presente do seu namoradinho. Foi um prêmio por ter ficado contra mim, imagino. – disse Draco irônico apontando para a corrente que Sarah usava no pescoço.

— De todas as pessoas do mundo, eu esperava que você ficasse feliz por mim! Feliz por eu estar me sentindo amada, por ter encontrado a minha felicidade ao lado de uma pessoa! – disse Sarah.

— De todas as pessoas você escolheu logo o Testa Rachada! Eu sei que o que você passou não foi nada fácil, mas parece que tudo só te fez cega e o primeiro babaca que diz ‘’eu te amo’’ te faz cair de joelhos! – disse Draco ríspido.

— Você só diz essas coisas porque nunca amou ninguém além de si mesmo! – Sarah respondeu com lágrimas nos olhos.

— Pare com essa bobeira de amor do meu lado! – cuspiu Draco.

— Por Merlin! Quem é você?

— Como disse?

— Quem é você? Cadê meu melhor amigo? Você era a pessoa quem eu mais confiava no mundo, eu te amava como um irmão! – chorou Sarah.

— O que quer dizer com era?

— Era, Draco! Era! Eu não sei mais quem você é. – respondeu Sarah sentando-se em uma poltrona. – você deixou tudo que existe de ruim tomar conta de você.

— Sarah...

— Não quero mais ouvir você! – disse Sarah levantando-se depressa e andando em direção aos dormitórios. – Sabe, Draco eu sei que meu melhor amigo está dentro de você, perdido em algum lugar. E eu espero, do fundo do meu coração, que ele não se perca pra sempre aí dentro. – disse antes de virar-se e ir para seu dormitório.

Sarah conseguiu ouvir Draco batendo a porta da Sala Comunal antes de entrar em seu quarto. Por alguns momentos, deixou as lágrimas escorrerem e extravasar toda sua preocupação com Draco e Harry.

Tentava se distrair com alguns livros, mas nada adiantava. Não conseguia concentrar seus pensamentos em nada, perguntava-se o que Draco estava fazendo, se Harry estava seguro, tentando tirar de sua cabeça a possibilidade de Harry não voltar de sua missão com Dumbledore e que o beijo de despedida que deram há pouco pudesse ser o último.

O nervosismo foi tanto, que Sarah viu-se apelando para o maço de cigarros que tinha escondido. Abriu sua janela e apoiada nela, acendeu o cigarro com dificuldade pois suas mãos tremiam muito por conta do nervosismo. Ficou ali por um bom tempo, tentando fazer com que a nicotina a acalmasse um pouco.

Quando foi pegar mais um cigarro, percebeu que tinha fumado todo o maço e decidiu andar pelo castelo e tomar ar livre. Pensou que pudesse encontrar Hermione e tinha certeza que encontrar a amiga a acalmaria. Assim que saiu de seu quarto, pode ouvir vozes exaltadas vindo da porta da Sala Comunal.

— Eu sei que ela esta aí! Me deixem entrar, preciso falar com ela! – disse uma voz feminina estridente e familiar para Sarah, que reconheceu como a voz de Hermione.

— Eu não sei sobre a traidora de sangue da Black! Vá embora! – disse uma outra voz feminina.

— Ela não esta em nenhum outro canto do castelo! Se não me deixar entrar, eu não vou parar de gritar! SARAAAH! SAAAAARAH! – gritava Hermione.

— Cale a boca! Que droga! – disse uma outra garota da Sonserina.

— O que esta acontecendo? Mione? – perguntou Sarah confusa entrando na Sala Comunal.

— Ah! Ainda bem que te encontrei, procurei você por todo o castelo! Venha logo! – disse Hermione puxando Sarah para fora da Sala Comunal da Sonserina e batendo a porta atas delas.

— Mione me conte de uma vez o que esta acontecendo? Aconteceu algo com Harry? Ele já voltou? – perguntou Sarah preocupada.

— Não, Sarah é pior que isso. – disse Hermione nervosa. – não existe uma maneira certa de contar isso então lá vai: Draco trouxe comensais da morte para dentro do castelo, ainda não sei direito como isso aconteceu mas suspeito que tenha a ver com o armário sumidouro da Sala Precisa. Aurores estão a caminho, mas não podemos ficar parados!

Sarah ficou alguns segundos em silencio, tentando absorver todas aquelas informações. Até que respirou fundo e viu que precisava agir.

— E agora, o que vamos fazer? – perguntou Sarah com uma expressão séria e decidida no rosto.

Notas finais
Gente, me digam quando o Draco vai deixar de ser tão babaca? Nem eu que sou a autora sei! (mentira, eu sei sim e já digo que vai demorar um pouco!) O próximo capítulo vai ser complicado, preparem o coração e os lenços de papel! Espero que tenham gostado Vocês são lindos demais! ♥