Sacrifices of a Lord

14 Intervalo – Linha Vermelha do Destino.


Notas iniciais
Intervalo: É um capítulo extra com uma cena a parte! (Capítulo em torno de Sesshoumaru e Rin sem qualquer alteração na fic original.)
Uma boa leitura a todos! (:

"Um fio invisível conecta os que estão destinados a conhecer-se independentemente do tempo, lugar ou circunstância... O fio pode esticar ou emaranhar-se, mas nunca irá se partir..."

Originalmente essa é uma brincadeira que os Deuses fazem para unir corações que de certa forma não são compatíveis. Ligando não só seus dedos ou tornozelos prendendo um no outro, mas sim ligando suas almas, seus sentimentos e suas mentes... Não importando a pessoa... Sua classe, seu clã, nada disso importa! – Akai Ito, ou a linha vermelha do destino, nada mais é uma forma de união que não pode ser rompida por nada... Esse era o caso de Sesshoumaru e Rin. Ambos tão diferentes, vivendo em mundos completamente opostos, só que... Aprendendo a gostar um do outro, com seus defeitos e suas falhas.

Um fio, uma linha de lã vermelha que representava o amor eterno, a alma gêmea.

– Sesshoumaru-sama...

Rin acordou e percebeu que estava num lugar totalmente diferente. Uma cabana pequena sem muito luxo. Um lugar simples, com uma fogueira apagada, um futon confortável e uma janela que dava para ver o lindo bosque abaixo, já que eles se encontravam numa pequena casa na colina. A pequena cabana era abandonada, talvez pertencesse à uma família de camponeses e pelo estado estava com pouco tempo que deviam ter abandonado, pelo inverno talvez... Ou pelos ataques yokais quem sabe... – A moça sentou e olhou para as costas do seu tão adorável Senhor e lembrou-se de tudo o que fez... Ela lutara contra ele e o machucara...

– Que bom que acordou... Como está se sentindo? – disse Sesshoumaru sentado perto da clareira olhando Toukijin.

– Gomen... Sesshoumaru-sama... – Rin deixou que a franja cobrisse seus olhos por um momento.

– Por que está se desculpando?

– Não está bravo comigo? – ela ergueu-se e ficou enfrente a Sesshoumaru.

– Não... E até gostei de lutar com você! – sorriu. – Você mudou bastante, Rin. Fico feliz!

Feliz?

Sesshoumaru não era de demonstrar sentimentos, não era de elogiar alguém, realmente ele tinha mudado também. Olhando a Toukijin calmamente, com uma expressão tão serena e tão tranquila, desde quando Sesshoumaru, Lorde das Terras do Oeste, havia se tornado tão dócil? Feliz, feliz, feliz. Era a primeira vez que Rin o ouviu dizer aquela palavra. Ele estava contente, contente por ter lutado com ela.

– Rin? Você está bem? – perguntou mais preocupado. Ela demorou tanto para responder, o jovem nunca imaginou que o silêncio pudesse incomodá-lo tanto. – Se não quiser falar, tudo bem...

– Por que você está tão diferente? Por que não fica com raiva de mim? Por que você me trata tão diferente das outras pessoas?

Sesshoumaru largou a espada ao seu lado; colocou o rosto de Rin em suas mãos; sorriu e depois colou sua testa na dela. – Sabe Rin, há coisas que eu ainda não entendo... Você é como um desafio para mim. Um objetivo, uma meta e uma batalha que eu tenho que travar todos os dias... Só que muitas vezes eu perco, às vezes eu fujo, escondo-me e desapareço para poder não te ver. Então, aquela batalha que tivemos ontem, foi uma coisa muito boa pra mim...

– Sesshoumaru-sama...

– Estar com você é muito difícil para este Sesshoumaru... – Sesshoumaru suspirou e se levantou. Andou até a porta da cabana e abriu-a.

Rin apenas o olhou sair. Ele estava sem a armadura, claro, ela havia quebrado na noite anterior. Ele também estava ferido, mas não podia se notar muito, já ela, estava toda roxa, mas não se preocuparia. – suspirou cansada, se levantou e foi até ele.

– É estranho... – ela disse baixo. – É estranho vê-lo assim...

– Assim como? – perguntou Sesshoumaru.

– Falando palavras bonitas... E confusas.

– Humph! Esqueça... Nada disso tem importância. – falou fechando os olhos.

– Como assim não tem importância? – gritou indignada – Afinal, o que eu significo para você?

– Um sacrifício... Um suicídio... Um inimigo...

– Hã? Então eu sou um fardo para você? Desculpa então... – Rin retraiu seus ombros e olhou para o chão desapontada.

Sesshoumaru não respondeu. Não era como se Rin fosse um fardo, ela era uma pessoa inconveniente e chata que vivia o seguindo, só que ele aprendeu a lidar com inconveniências e foi ela a razão para qual ele teve que aprender a conviver com as diferenças, com os humanos... Não! Ele odeia os humanos! Rin é apenas uma exceção. – Sesshoumaru olhou para neve que caía do céu de forma alheia – Era difícil para ele responder àquelas perguntas feitas por ela. Ele também não sabia direito o que Rin significava para ele, só sabia que sem ela tudo não tinha a mesma importância.

Por causa dela, ele ficara mais forte. Foi por ela, que ele enfrentava todo e qualquer inimigo. Ela era a razão pelo qual ele tinha se tornado mais compreensivo. Só que, por mais que ela fosse gentil com ele, Sesshoumaru não pensava em mudar. O tão frio Lorde pensou que ela enjoaria dele; iria embora assim que tivesse a oportunidade, cresceria e viveria como os outros humanos. Essa seria a ordem natural das coisas, mas não foi o que aconteceu.

Ela ficou na vila do seu meio-irmão, ela cresceu, mas nunca o esqueceu. Ele, ao contrário dela, tentou se distrair e fingir que não via o grande vazio que estava dentro do seu coração. Por isso que ele se tornou tão amargo durante aqueles anos e acabara esquecendo a sensação de paz quando se estava... Apaixonado. – Sesshoumaru balançou a cabeça. – Não, ele não estava apaixonado. Até porque seria erro apaixoná-se por uma criança humana.

– Você não é um fardo, Rin... – pausou por um tempo e a olhou profundamente. – Eu tenho inveja de você. – e entrou na cabana. – Vamos embora daqui, logo, logo irá cair uma nevasca!

Amar. Apaixonar. O que era isso? Sesshoumaru nunca sentiu algo assim. Já tivera outras fêmeas no passado, mas nada sério e nada tão profundo e comprometedor. Só sabia que esses sentimentos, tão humano, deixavam uma pessoa cega e desorientada.

Rin estava confusa. Não entendia muito bem o Sesshoumaru. Afinal, o que ele queria dizer com tudo aquilo? – suspirou e entrou na cabana. Yokais realmente são difíceis de entender!

– Rin, como conseguiu reestruturar a Toukijin? – falou olhando a espada. – Ela parece está mais poderosa.

– Não sei, foi o ferreiro do pântano! – falou ficando do lado dele.

– Entendo. Pegue. – ele estendeu a espada. – Agora ela é sua, use-a com sabedoria!

– Hai! – sorriu.

Por um bom tempo eles ficaram se olhando, em silêncio, tentando deduzir o que cada um pensava, mas estava difícil, até que Rin deixou a espada cair no chão e correu para abraçar Sesshoumaru. Suas lágrimas estavam presas há muito tempo e aquele momento era hora de liberar tudo que estava sentindo.

Eles haviam tido aquela conversa antes, sobre o porquê dele não levá-la de volta e só agora ela compreendia com certa lucidez o verdadeiro motivo daquilo tudo. Sesshoumaru também a amava só que ele, assim como ela, não sabia disso. – Sesshoumaru-sama, você é muito importante para mim! – disse Rin entre lágrimas. – Eu só queria que eu também fosse importante para você!

Sesshoumaru queria dizer alguma coisa, mas não conseguia, na verdade ele não encontrava palavras certas para falar para ela sobre seus pensamentos; apenas a abraçou e beijou seus lábios ressecados pelo inverno. Rin correspondeu, ela também queria o beijo dele, na verdade não só o beijo, mas ele todo... Ela era muito egoísta. Desejar um daiyokai só para si, principalmente um daiyokai como Sesshoumaru, realmente é muita audácia.

Ela queria senti-lo perto dela, queria abraçá-lo e beijá-lo intensamente. – Sesshoumaru-sama... Faça-me sua, outra vez... Nem que seja a última vez... – ela sussurrava em seu ouvido. – Por favor, eu juro que não peço mais nada! Prometo me comportar e seguir minha vida normalmente, ou ir para as Terras do Oeste, eu faço qualquer acordo! Mas, só por hoje, só um pouquinho, deixa... Por favor... Torne-me sua, novamente...

O Lorde espantou-se devido ao apelo. Ele não era yokai de negar prazer a uma fêmea, só que com Rin tudo tinha que ser com calma, afinal ela estava no cio e o cheiro dela estava mais doce e excitante, isso de certa forma o pertubava!

Ela... Estava incrivelmente tentadora daquele jeito. Beijando seu pescoço, pedindo por carícias, suplicando e praticamente se humilhando por seu amor. Ela era louca ou o quê? Qual pessoa em sã consciência faria aquilo? – ela tirou a parte de cima do seu quimono. Não que ele não ligasse, ou se importasse, mas...

Rin passava a mão em seus longos cabelos prateados e beijava seus mamilos... Tudo tão erótico. Excitante... Impossível de ele recusar! – Agora era a vez de ele atacar. Um lobo faminto por carne fresca de um cervo! Este era o Sesshoumaru. Ele não mais podia reprimir o seu lado que exigia o corpo de Rin.

Desejo, tentação, paixão... Coisas tão pecaminosas...

Sesshoumaru a levou até o futon e com as garras rasgou a roupa que ela vestia deixando-a totalmente nua. Em seguida, beijou-lhe os lábios e tirou a parte que faltava de sua roupa. Os beijos cálidos foram descendo até o pescoço e chegaram até os seios onde Sesshoumaru fez questão de parar e dá uma atenção especial àqueles dois mutuado de carne. Lambia, mordia e beliscava os seios de sua dama. Suspiros, gemidos e sôfregos... A respiração descompassada, o suor de sua tez, tudo era muito delirante para Sesshoumaru.

Desceu com os beijos até seu ventre e de lá foi até a parte mais delicada de Rin. Abriu suas pernas e lambeu o líquido quente e mucoso que saía daquele ambiente escuro e úmido. Deliciou-se com a fragrância exalada pela moça que estava muito excitada e brincou com o clitóris e deixou que ela tivesse o primeiro orgasmo.

Ele ria, sorria e achava tudo tão divertido. Sesshoumaru colocou um dedo dentro de Rin e começou a movimentar. Lentamente, vendo como o corpo dela reagiria. – Tudo tão gostoso... Saboroso... – Rapidamente ele colocou outro dedo dentro dela, vendo que o corpo da moça se contorcia em prazer. – Mais gemidos, mais suspiros... Que loucura!

Delicioso!

Rin também não quis apenas ter o prazer de seu amado, a última vez não conseguiu oferece-lhe um tratamento adequado e sabia que dessa vez seria diferente. Rin puxou Sesshoumaru até seu encontro e beijou-lhe intensamente. Fez com que ele deitasse no futon para ela ficar por cima. A dama beijou a testa dele, seu nariz, suas bochechas e seus lábios. Acariciou com as unhas o abdômen dele tão definido, o trajeto parecia longo até a "estação" que Rin queria chegar. O pênis era grande, grosso e aveludado. Dá última vez sentiu muita dor, quando Sesshoumaru a penetrou e esperava que dessa vez fosse um pouco menos dolorido.

Ele estava ereto e volumoso, Rin brincou um pouco com movimentos de "pra cima e pra baixo" para depois lamber de forma sensual. Abocanhou de forma delirante. Começou a colocar e tirar de sua boca de forma muito erótica. Sesshoumaru vendo aquilo não acreditava que aquela garotinha que o salvara uma vez pudesse ser uma verdadeira nifeta sob os lençóis. O Lorde meio que embriagado puxou os cabelos da menina ajudando-a nos movimentos, para assim serem mais rápidos e satisfatórios para ele. Como uma criatura tão pequena, tão delicada podia proporcionar um prazer tão grande a ele? – Ela tinha que parar ou ele enlouqueceria!

O jovem daiyokai fez com que a moça parasse com aquilo imediatamente! Puxou-a para baixo e beijou seus lábios. Tirou a franja de sua testa e cheirou seus cabelos. Colocou-se encima dela e abriu suas pernas, era a hora e o momento certo para ele penetrar. O fez devagar, era a segunda vez da moça e ela ainda não era acostumada com aquela sensação.

A contração da parede interior da vagina de Rin foi involuntária, ao sentir a invasão seu corpo respondeu de forma indevida. A dor veio e então tratou de abraçar Sesshoumaru e confiar nele. O mesmo fez por onde. Começou devagar e fazendo com que sua pupila relaxasse para facilitar a penetração. O que não demorou. Por mais que ela tenha gritado e sentido dor, aquilo era realmente necessário. Sesshoumaru, assim que conseguiu colocar seu membro todo dentro da moça, esperou que ela se tranqüilizasse, os beijos trocados entre os dois ajudaria muito, assim como as carícias feitas por suas mãos nos corpos.

Depois de um tempo ele começou os movimentos de "vai e vem" num ritmo lento e conforme Rin ia sentindo prazer ele ia aumentando mais ainda o balanço. Ele a olhava fixamente e ela o encarava com ternura. Foi então que Sesshoumaru percebeu uma coisa depois que Rin acariciou seu rosto. O lugar estava repleto de linhas de lã vermelha. Seus tornozelos, seus dedos, a cabana tudo ali estava tão vermelho, mas parecia que Rin não via aquelas linhas, somente ele.

O clímax estava chegando e seu corpo começava a entrar em estado de êxtase, o frio tinha passado e agora eles desfrutavam de uma mesma temperatura e um mesmo ritmo. Até ele alcançar o ápice e despejar sementes e sementes dentro de Rin. Logo após a ejaculação ele ainda ficou se movimentando e esperou que sua amada também encontrasse o orgasmo o que não demorou muito para acontecer.

Sesshoumaru, ainda dentro dela, pousou uma mão ao lado do corpo de Rin para se apoiar e com a outra passou a palma em sua testa suada.

– Sesshoumaru-sama... – Rin chamou. – A nevasca está vindo!

Sesshoumaru olhou aqueles grandes olhos castanhos e o rosto todo avermelhado de Rin; beijou sua testa deitou sobre seu peito.

– É tão tranqüilizante ouvir as batidas do seu coração. – falou ignorando o comentário feito pela moça anteriormente.

– Sesshoumaru-sama! – ela berrou, tentando empurrá-lo para o lado. – A nevasca!

– Rin, eu estou aqui... – falou calmamente não saindo da posição que estava. – Não tem por que você temer a nevasca. Agora seja uma boa menina e descanse!

Rin parou de reclamar e ficou quieta...

A tempestade veio, com fortes rajadas, com ventos fortes e com milhares de pedrinhas de gelo. Mas, ela nenhum momento reclamou. Ficou abraçada com Sesshoumaru até aquela terrível tempestade passar e quando ela passou eles viram que ali da colina podia se ver o sol.

O inverno tinha dado uma trégua e deixara que o querido sol aquecesse um pouco o território japonês. Rin vestiu-se com a parte exterior e superior do quimono de Sesshoumaru, já que suas roupas haviam sido rasgadas por um certo alguém. Aproveitou o obi da outra roupa e deu um jeito daquilo ficar apresentável.

– Perto daqui tem um vilarejo, pode comprar o quimono que você quiser quando chegar lá. – disse o Lorde colocando suas espadas na sua cintura.

Rin suspirou, odiava passar por momentos constrangedores; passou a mão em seus cabelos e colocou Toukijin em sua cintura.

Sesshoumaru olhou para Rin e pegou em sua mão. – Vamos, antes que outra nevasca apareça de surpresa! – Rin ficou vermelha que nem um pimentão com tamanha aproximação de Sesshoumaru e seu ato tão... Impensável.

O jovem Lorde saiu da cabana arrastando Rin pela mão até o caminho do bosque.

– Aonde nós vamos?

– Não vê? Vou te levar até o meu castelo e te deixarei lá para depois eu ir matar o desgraçado do Yuri.

– Não... Não... Espere Sesshoumaru-sama!

– Eu te deixei escolher, mas parece que você não sabe fazer escolhas e agora você vai para as Terras do Oeste nem que seja na marra! – Sesshoumaru puxava a mão de Rin para caminharem mais depressa.

Rin não queria ir para as Terras do Oeste... – Droga! Que boca grande eu tenho! Devia ter ficado calada! Agora eu estou perdida! – pensou Rin arrependida.

Quando chegaram no meio do bosque Sesshoumaru tomou uma grande surpresa ao ver uma mãe parada com um pergaminho em suas mãos e com um sorriso cínico nos lábios.

– O que faz aqui?

– Olha... Eu conheço você de algum lugar, humana... – respirou bem fundo e prosseguiu. – Você não é aquela garotinha que andava atrás do Sesshoumaru? – Satori olhou bem pra Rin e sorriu. – Você cresceu né? Ficou bonita... Não era de se esperar que o cheiro do meu filho estivesse impregnado em você! – riu baixinho.

– Cale a boca Satori! – ordenou Sesshoumaru com raiva. – O que faz aqui? Responda!

– Eu tento ajudar as pessoas e é assim que elas agradecem. Que filho ingrato é você Sesshoumaru... – suspirou cansada. – Eu achei uma solução para recuperar seu feudo, meu filho... Ou se não você estaria nas mãos do Imagawa.

Sesshoumaru soltou da mão de Rin e pediu para que Satori prosseguisse... A Hime por sua vez sorriu e viu que o casalzinho estava bastante enrolado nos fios vermelhos do destino... Só que aquilo não era um assunto que tinha que vim à tona, agora eles precisavam resolver um problema bem maior e bem mais complicado.

Pois bem Sesshoumaru... O que acha de se tornar o Imperador desse país?

Notas finais
Nota da autora: O capítulo realmente tinha que sair pequeno '-', é só um intervalo viram? O capítulo girou em torno de Sesshoumaru e Rin, então deixei o meu pequeno problema para os próximos capítulos... hehehehe. O próximo eu comecei a fazer (faz um tempão '-'), é que tinha que ter esse aqui, mas eu não sabia como começar, mas aí... Eu dei um jeito. Kkk'.
Realmente fiquei triste porque no capítulo anterior tive 6 reviews, é muito desanimador, então só vou publicar quando eu tiver pelo menos 10 reviews, cara tem 21 pessoas que favoritaram essa fic, não é possível né! u.ú
Sem mais delongas,
Beijos e Abraços,
Shiia-chan. :*