Sacrifice

35 Garotas reais e finais felizes?


Notas iniciais
capitulo final pessoinhas!

Nicolae se levantou do chão e de alguma forma, conseguira fazer desaparecer aquele homem romântico que estivera aqui a segundos atrás.

- eu acho que você – nicolae se levantou – se esqueceu da sua posição nesse momento.

Senti meu coração bater forte, já estava cansada de Denise atrapalhar minha vida.

— nicolae, achei que você a comeria por um tempo e depois voltaria pra mim.

- Denise – interrompi – eu realmente quero magoá-la nesse momento e posso fazer isso, mas sei que mais tarde vou me arrepender, então por que você não sai daqui?

- eu acho uma boa idéia – nicolae passou a mão em minha cintura – mas voce decide se vai ser sozinha ou vou ter que mandar alguém te acompanhar, pois acredite, estou com uma raiva incontrolável de voce nesse momento.

Ela demorou um tempinho para se decidir, mas quando saiu, senti um aperto também ir embora.

Nicolae beijou meu cabelo.

- ainda quer casar comigo?

- vem tudo junto – sorri para ele – você vem com um pacote e quero tudinho.

Ele pegou minha mão direita e colocou o anel de casamento ali. Ele era lindo com uma diamante gigante em forma de lagrima, e pequenos rubis em volta, o aro fino, deixava tudo ainda mais lindo.

- vamos voltar para nossa festa – nicolae me puxou – futura senhora petrov.

- claro senhor petrov.

Estava esperando um pequeno pop estourar bem diante dos meus olhos, e tudo isso desaparecer e eu acordar ainda no meu quarto imundo no fênix.

O resto da noite passou assustadoramente feliz, dancei a noite toda, e nos raros momentos que nicolae tinha que sair para resolver alguma coisa, eu ainda ficava com Gabriela e connor, que diga-se de passagem, eram perfeitas companhias, recebi alguns discursos de agradecimento e de incentivo,s todos sabiam que era um desafio enorme mais ainda assim valia a pena.

- será que poderia me conceder uma dança — uma voz atrás de mim me assustou.

Me virei e dei de cara com Vincent.

- tem certeza?

- desculpe pela ultima vez – ele abaixou a cabeça – eu estava bêbado.

- não acho que nicolae vá gostar – ressaltei.

- tem razão, acho que já cometi muito erros nessa vida, matar Sidney, maltratar você, sabe, bancar o amante – ele parecia estar sendo sincero – quero resolver as coisas, com você, quero me desculpar com minha filha, sei que quando contar para ela, Denise não vai me desculpar na hora, mas espero que quando os anos passarem eu possa me aproximar dela.

Fiquei emocionada, essa era realmente uma noite para recomeços.

- sei que você vai conseguir.

Senti uma respiração sobre meus cabelos e sabia exatamente quem era, mexi minha mão a procura da mão de nicolae, e entrelacei nossos dedos.

- Vincent – nicolae cumprimentou.

- majestade – ele se curvou de modo respeitoso. – acho melhor eu ir.

Me virei para o belo homem atrás de mim, fiquei completamente feliz, não estava acostumada aquele sentimento.

- não gosto dele – nicolae murmurou.

- de quem? – de novo? Me virei – de mim

John estava lindamente vestido de fraque.

- oi John, você veio – sorri.

- e você esta usando meu colar — ele observou meu pescoço.

- é claro, ele é lindo .

- Amanda que tal bebermos alguma coisa.

- claro – concordei – vamos?

- colar? – nicolae apertou minha cintura de leve – ele é muito bonito.

- não esta realmente me elogiando.

- não, não estou dizendo nada – nicolae sorriu travesso –gostei realmente, e do seu vestido também, você esta espetacular amor.

- esta de bom humor – ressaltei.

- a mulher da minha vida acabou de me dizer sim, não a nada que possa me fazer mudar o meu humor.

E aquela foi a melhor noite da minha vida, de verdade.

Quando as pessoas começaram a ir embora, que já era de madrugada.

-vamos embora vossa majestade? – sussurrei para nicolae.

- não – nicolae sorriu – tenho planos.

- tem é?

- claro, e pra você também. Vamos comemorar.

- gosto das suas comemorações – sorri de modo travesso – gosto muito.

- venha – ele me levou de volta a sacada em que eu havia sido pedida em casamento.

Dessa vez estará coberta de velas em toda a sacada, e um monte de colchões e lençóis vermelhos no meio, varias pétalas estavam postas no chão, e havia morangos e champanhe, deixava tudo tão romântico.

Ramón estava acendendo as ultimas velas .

- obrigada Ramon – nicolae agradeceu.

Ele saiu, e nicolae pegou uma taça de champanhe e me entregou, logo em seguida encheu sua própria taça. Me sentei no colchão.

- por que me trouxe aqui de novo? – perguntei.

- nos beijamos aqui pela primeira vez, te pedi em casamento aqui, — ele deu de ombros – quero fazer daqui, um lugar especial, para ser lembrado.

- para ser lembrado – concordei.

Nicolae veio ate mim com a taça estendida.

- agora sou maior de idade – aceitei a taça que me ofereceu– posso beber sem me encrencar.

- eu ainda posso te encrencar sem usar a bebida.

- que coisa feia – ralhei – usar sua posição para que os outros se dêem mal.

- vem dançar comigo? – nicolae me estendeu a mão.

Peguei sua mão.

- não tem musica – ressaltei.

- isso não nos impediu da ultima vez.

E nos ficamos lá,os dois juntos, só sentindo a batida do coração do outro, de alguma forma tive certeza que as coisas iriam melhorar, o ar cheirava a novidades e a esperança, eu tinha de sobra, esperança de uma vida nova, ao lado do homem da minha vida, esperança dos animais que nasceriam trazendo um novo tipo de vida, esperança de que com a ida dos leviatãs as crianças que ainda viviam no fênix, esperança de menos mortes, esperança de finalmente uma vida normal. Esperança do amanhã.

- obrigada – agradeci-

- pelo o que meu amor?

- por ter me mostrado o que era o amor acima do sacrifício.

Nicolae parou e me olhou nos olhos.

- não é algo que se deve agradecer – ele me beijou – os momentos em que achei que havia perdido você foram os piores momentos da minha vida, não quero mais ter essa sensação, por que você também me mostrou uma coisa, que o amor se agarra a vida e não a morte. Então lutei por você, pois do que vale a vida quando os motivos para se viver se vão embora?

- apenas me beije, meu homem com estranhos tons de verde.

Não dormimos aquela noite, o que foi uma experiência única, pois aquela era a primeira noite da nossa eternidade, até depois da morte, ele dissera!

Notas finais
Eu vou escrever um prologo ok?! mil beijoos!