S.O.S Storybrooke
2 Chegando em Storybrooke.
Notas iniciais
Três adolescentes em um carro, rindo conversando e comendo um monte de besteiras, era como se eles já se conhecessem á anos.
Emma ligou o Rádio, e os trinta minutos passaram voando, um edifício enorme se erguia à alguns metros de distância. Rodeado por árvores e um gramado a perder de vista. Storybrooke.
Aquele lugar era um sonho. Emma estacionou o carro, ela ouvia cada instrução dos veteranos com atenção. Agora ela tinha que falar com o diretor da escola, Sr. Gold. E pelo jeito como Mary e David falaram o cara parecia ser assustador.
POV Emma -
Eles me mostraram o caminho da sala do diretor e o que eu vi não me surpreendeu tanto assim. O sr. Gold se parecia mais com um velhinho rabugento de 65 anos que não conseguia andar nem falar direito do que com um diretor malvado que não deixa ninguém ser feliz por que não consegue mais transar.
Ele disse um monte de baboseiras e frases decoradas como "espero que você aprenda muito no nosso colégio" e etc. . . Parecia entediado, deve ser cansativo ficar sentado o tempo todo sem fazer nada.
Ele me entregou a chave do quarto "número 34" havia um pingente em forma de cisne nela, achei até engraçado o trocadilho, ao contrário do que muitos pensam eu não me incomodo que façam brincadeiras com meu nome, eu até gosto de cisnes.
Mary Margaret e David estavam do lado de fora me esperando.
—E aí, como foi com o velhote? -Perguntou David.
—Tudo bem, eu acho. Ele é de boa.
—No começo é sempre assim, um anjo, mas depois ele mostra sua verdadeira face. Você nunca viu nenhum filme? o vilão é sempre o mais bonzinho.
—Não curto muito filmes de adolescente, prefiro terror e suspense. -Respondi. -Então, Mary você me mostra o dormitório? Por Favor, depois eu deixo vocês em paz. Mas só depois de me mostrarem a escola.
—Certo, por aqui. -Mary e eu começamos a andar pelo gramado, tudo era tão bem cuidado e havia muitas árvores ao redor da escola como uma floresta. Nem quero imaginar o que acontece ali dentro quando os adultos não estão olhando.
Os lugares em Storybrooke são todos muito perto um do outro, o dormitório estava à uns dez passos da escola.
Era um grande corredor com inúmeras portas. Encontrei o número 34, girei a chave, e lá estava ela, minha nova casa daqui pra frente, enquanto eu estiver em Storybrooke pelo menos.
—Uau. -Mary suspirou.
Todos os meus pertences estavam no quarto. Eu quero dizer TODOS mesmo. Minha TV, meu notebook, meus livros, filmes e Álbuns favoritos,
minhas roupas estavam todas no guarda roupa organizado de acordo com as cores, como minha mãe fazia. Havia uma carta em cima da mesa e varias setinhas indicando "para Emma". Eu abri a carta, era dos meus pais.
Querida Emma,
Sentimos muito pela nossa briga em casa, isso tudo é pelo seu bem, queremos que você tenha a melhor oportunidade na vida.
Não pense que estamos tentando nos livrar de você. Isso também nos machucou muito.
Nos desculpe por tudo. Nós te amamos. Esperamos que se divirta muito em Storybrooke e faça novos amigos.
Beijos, sua família.
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Meus olhos se encheram de lágrimas. Eu me sentia tão Babaca por ter brigado com eles. Eu achava que era por causa do Neal, meu ex-namorado que eles viviam dizendo que era um problema.
"EU SEI ME CUIDAR SOZINHA" Não sabe mesmo.
Eu me sentei na cama e as lágrimas cairam.
Mary estava de pé ao meu lado, completamente confusa.
—Emma, tudo bem?
—Sim, é só uma carta dos meus pais. Eu briguei com eles antes de vir pra cá.
—Eu entendo, meus pais também não me compreendem as vezes. -Ela Sorriu.
—O David está lá fora, eu vou deixar você à vontade.
—Tudo bem, eu vou ficar aqui mais um pouco, depois eu procuro vocês.
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