Notas iniciais
Só consegui terminar hoje, não sei se ficou bom, mas a ta ai o cap 27 Criatividade ta uma droga :v maior prova disso e o titulo da capitulo kk

‘Eu te amo’ eram as palavras que ele nunca pensou que ouviria em sua vida, Byakuya ficou paralisado por um instante a olhando. Ainda não acreditando nas palavras da jovem, ela o ama? Uma estranha sensação inundou seu peito, era assim que se sentia por amar e ser amado?

Pousou a mão no rosto da jovem e se aproximou sem dizer nada, e a beijou. Um beijo diferente dos outros, o toque de seu lábio era suave e faminto, era mais intenso, a puxou para mais perto dele, sentindo seus corpos quase se fundindo de tão próximos, o beijo era cheio de paixão. Se afastou um pouco, apenas para sussurrar sobre seus lábios.

“Eu também te amo” disse voltando a beija-la. “você não sabe como me sinto feliz em saber que você sente o mesmo” Rukia enlaça seu braço pelo pescoço do homem, e sorri de maneira brincalhona. Enquanto passava a ponta de seu nariz sobre a dele.

“Pensei que esse sentimento tivesse ficado claro, quando disse que queria estar com você” disse usando quase a mesma frase que ele disse no parque. Percebendo isso ele se afasta apenas um pouco a olhando com o cenho franzido. ‘Ela estava sendo sarcástica?’

Antes que ele pudesse dizer algo sobre, ela o puxou pela nuca o beijando. Ele não protestou, habilmente a levantou pela cintura a colocando sobre a cômoda a encostando contra a parede continuando a beija-la. Movendo suas mãos sobre aquele pequeno corpo. Parou de beija-la encontrando seus olhares, cinza e violeta, ambos tomados pela paixão e desejo.

Desceu os beijos para aquele pescoço alvo, dando leves mordidas até chegar ao seu ombro, pousando beijos sobre sua pele exposta, graças ao vestido de alças que ela estava usando. Deslizou sua mão pela coxa da jovem empurrando o vestido para ter mais acesso a sua pele macia. Acariciando sua perna, subindo e descendo suas mãos sobre elas. Aquele corpo o deixava fora de si, saboreava a pele saborosa e irresilível de seu pescoço alvo, ele não tinha duvidas em dizer que aquela era a mulher de sua vida.

Inexplicavelmente parou suas caricias a olhando intensamente, talvez até de uma forma que parecia seria demais para Rukia. A garota o encarrou preocupada, sem entender sua expressão ou atitude.

“O que há de errado” perguntou a pequena, que agora mantinha as mãos sobre o peito de Byakuya. Ele olhou profundamente em seus olhos, e deu um suspiro quase inaudível, antes de responder.

“Você tem certeza que quer isso?” disse acariciando a face da jovem, que o olhou confusa, demorando a entender do que ele estava falando. Percebendo a expressão da jovem ele completa. “Se seguirmos assim não sei se serei capaz de me conter” disse dando um beijo sobre sua cabeça. “eu te amo, e só quero fazer algo quando você estiver pronta. Não quero te forçar a mais nada” disse com a visão baixa.

Rukia ficou pensativa o olhando por um instante, mas logo pousou um beijo sobre seus lábios, fazendo com que ele voltasse a olha-la.

“Eu quero você Byakuya” disse olhando dentro daqueles orbes cinzentos, ele se aproximou selando seus lábios.

“Você tem certeza?” ele apenas acenou com a cabeça. “vou tentar curar todas as más lembranças que te causei, e os traumas” disse voltando a beijar seu pescoço. A chuva começou cair fortemente, os relâmpagos clareavam o quarto que estava quase totalmente escuro. Ele teve que admitir que, Rukia ficava ainda mais linda sob aquela luz.

“Você já fez isso” declarou perdendo o ar, devido às caricias e beijos que estava recebendo por seu corpo.

“Eu fui egoísta aquele dia” disse a olhando “me deixei ser controlado por meus instintos, por meu desejo por você” disse mordiscando seu ombro “eu deveria ter sido gentil e cuidadoso, mas não eu praticamente me forcei sobre você sem me importar como você estava se sentindo sobre isso” disse segurando uma coxa da garota, subindo sua mão por baixo do vestido.

“Confesso que fiquei um pouco insegura e com medo, mas você fez com que eu esquecesse todos esses sentimentos ruins” disse desfazendo os poucos botões que estavam abotoados em sua camisa. Dando leves beijos sobre seu peito enquanto empurrava sua camisa dos ombros largos, se livrando da peça de roupa. “E eu já disse que você não me forçou a nada” disse olhando para a cicatriz em seu peito, e pousou a mão sobre o sinal.

Ele voltou a tomar seus lábios, deslizando suas mãos sobre as coxas de mulher que o segurou firmemente pelos ombros, e enredando uma de suas mãos sobre seus cabelos negros ainda úmidos.

A pequena sentia seu corpo ferver sob os toques de Byakuya, sentia sede de sua boca. Ele trilhou beijos por sua mandíbula, e pescoço ate chegar ao vale dos seus seios. Onde se deparou com o inconveniente tecido do vestido, voltou a beijar e mordiscar o pescoço, alternado entre sugar o nódulo de sua orelha. Ganhando os gemidos que o satisfaziam.

Rukia não podia evitar dar leves suspiros, suas costas contra a parede. Seu corpo sendo pressionado contra ao dele, ela podia sentir seus músculos sobre ela. O calor de seu corpo, seus beijos molhados sobre sua garganta, ela jogou a cabeça para trás para dar mais acesso a ele, enquanto explorava seu torço, tocando sua costa definida. Não conseguindo evitar em dar leves arranhões.

Ele a pegou no colo sem parar seus toques, a colocando ao lado da cama. Parando em frente a ela. Ambos se olharam com seus obres inundados de paixão.

A beijou com paixão sentindo o doce sabor de sua boca, enquanto com suas mãos hábeis abriam o feixe de seu vestido, em seguida deslizando as alças dos ombros da pequena. Fazendo com que o vestido desliza-se por seu corpo a deixando apenas com suas peças intimas. Mais uma vez a pegou no colo, a colocando sobre a cama em posição sentada. Se posicionando atrás dela, afastando seu cabelo da nuca antes de começar a explorar a pele macia e apetitosa da pequena.

Ela podia sentir suas mãos sobre seu corpo, tocando cada parte dela. Pousando beijos por todo seu corpo, fazendo a se arrepiar ao sentir sua respiração sobre sua nuca, o sentiu parar para soltar o feixe do seu sutiã. Seu corpo se arrepiou quando ele mordiscou seu ombro, empurrando as alças da peça fora dele.

Instintivamente ela envergonhada levou as mãos para tampar seus pequenos seios, mas foi parada pelo suave toque das mãos de Byakuya, que se posicionou ao seu lado. Puxando o rosto da jovem um pouco de lado mordiscando seu lábio inferior.

“Você é linda” disse movendo a mão da fina cintura, para tocar um de seios enquanto voltava a explorar cada parte dela.

Rukia ofegou com as caricias, não aguentando mais se virou de frente para ele, inexplicavelmente sedenta por seus lábios. Ele a puxou para mais perto sentindo aquele corpo quase nu contra ao seu, e voltou a beija-la com luxuria a deitando sobre a cama.

Beijos eram intensos, os toques queimavam sobre sua pele. Ele se ajoelhou a sua frente e parou para olha-la por um instante, causando um intenso rubor na jovem.

Começou a dar beijos por todo seu corpo, começando por suas pernas. Tão bem feitas e sedutoras, continuou com as caricias até chegar ao seu quadril, onde rapidamente se livrou da ultima peça de roupa que a menina usava. Se apoiou sobre os cotovelos ficando sobre o ventre da jovem, dando leves chupões e mordidas, que provavelmente deixariam marcas por todo aquele abdômen liso. A essa altura Rukia já havia se esquecido da vergonha, tudo oque queria era tê-lo, seu corpo estava queimando de uma forma que ela nunca sentiu. Era uma sensação meio nova, mas inexplicavelmente boa.

Ele foi subindo com suas caricias até chegar a até seus seios, pousando um beijo sobre um deles, antes de soprar seu rosado mamilo, fazendo com que ele ficasse ainda mais rígido. Sem mais demora ele pousou sua boca sobre o pequeno monte. Beliscando de leve o bico, com os dentes.

“Byakuya!” disse ofegante, arqueando as costas, seu corpo estava em chamas, ele apenas a olhou, e lhe deu um leve sorriso. Rukia olhou um pouco abismada com a demonstração inédita, ela nunca o tinha visto sorrir assim, mas não pode negar ele ficava ainda mais lindo com essa expressão.

“Amo ouvir você chamando meu nome, adoro o som da sua voz nesses momentos” disse com sua voz enrouquecida em um tom incrivelmente sedutor. Antes que a jovem pudesse processar as palavras ao aquele sorriso, ele voltou a cobrir seu pequeno seio com sua boca, torcendo sua língua hábil em volta de seu mamilo, alternando entre leves mordidas e chupões. Enquanto dava a mesma atenção ao outro massageando com sua mão.

“ah, Byakuya...” disse em um sussurro, jogando a cabeça para traz enquanto, entrelaçava seus dedos em meio ao cabelo negro, se contorcia e gemia baixo impotente embaixo a ele. A pequena o puxou para um beijo desesperado, seu corpo estava queimando por ele.

Realmente ela não estava sentindo mais nenhum tipo de receio perante a ele, quebrou o beijo chupando e mordiscando aquele pescoço pálido, descendo aquelas pequenas mãos pelo seu abdômen definido até chegar ao incomodo cos de sua calça. Imediatamente Byakuya desabotoa a calça abrindo o zíper, tentando empurrar as ultimas peças inconvenientes para longe.

Com o pé a shinigami o ajuda a empurrar as peças para longe, parando pra olha-lo, aquele corpo pálido e magro, porém musculoso, nada em excesso era perfeito. Ele a suspendeu a apoiando contra a cabeceira da cama, enquanto voltava a provar aquele pequeno corpo apetitoso. Reivindicou seus lábios com urgências, mas o toque de seus lábios sobre a dela era suave e gentil, apesar de urgente. Rukia sentiu quando ele posicionou sua coxa no quadril dele, segurando com firmeza enquanto contornava toda sua extensão de forma suave, desde a coxa a sua bunda às vezes dando leves apertões. A pequena estremeceu ao senti-lo encaixado em sua entrada, causando um formigamento em todo seu corpo. Quase a deixando sem ar.

Ele não entrou, puxou o rosto de Rukia para que pudesse olha-la. Seus orbes violetas estavam em um tom mais escuro nublado, quase roxo, devido ao desejo.

“Irei parar imediatamente, se você me pedir” disse com a voz quase embargada pelo desejo. Rukia acenou com a cabeça, e o abraçou segurando firme pelas costas. Ele sugou o ponto sensível de seu pescoço, antes de dizer em seu ouvido “Eu te amo, Rukia” ao terminar de dizer, ele deslizou para dentro dela. Sentindo o aperto quente e úmido em volta de seu membro rígido, causando uma sensação inexplicavelmente prazerosa.

Rukia ofegou alto cravando suas unhas sobre a costa de Byakuya, ambos ficaram imóveis com a sensação. Rukia ficou sem ar por um instante, seu corpo estremeceu, uma sensação correu por toda sua espinha. Pousou a cabeça sobre a curva de seu pescoço, tentando se acostumar com a sensação da onda de prazer que estava correndo por seu corpo.

Passado alguns segundos ela finalmente moveu a cabeça, dando leves beijos sobre a clavícula de Byakuya, como sinal para ele prosseguir.

Ainda a apoiando sobre a cabeceira da cama ele começou a empurrar em ritmo lento. Rukia cerrou os dentes tentando conter um grito de puro prazer, seu corpo queimava seus sentidos estavam à flor da pele. Ela apertava seus braços, dando alguns arranhões sobre suas costas, conforme ele foi aumentando o ritmo. Ele voltou a deita-la na cama ficando sobre ela, aumentando ainda mais o ritmo das estocadas. Sentindo-a cravar suas unhas sob suas costas, gemendo seu nome, com a voz no mais profundo prazer.

Ele a tocava cada centímetro, cada parte dela era dele, ela era somente sua. Ele estava a fazendo dele, para nunca mais a deixar ir para longe, sem ter o medo ou a incerteza do que ocorreria quando isso acabasse. Ela estaria ao seu lado no dia seguinte, e se depender dele durante todos os dias de sua vida, porque ela era a mulher que ele ama, a única que vai ter seu coração. E ele será dela, nenhuma outra mulher teria esse sentimento vindo dele.

Os dois corpos perdidos em uma dança erótica, o som dos seus sexos se colidindo. Suas mãos tocando com urgência e fervor, sugando e mordiscando aquele corpo. Ele estava marcando aquela pele de pêssego, marcando como sua. O prazer que ela sentia era inexplicável, ofegante entre gemidos cravava suas unhas sobre ele, mordiscando sua pele e sugando desesperadamente, chamando seu nome. Era como se seu corpo estivesse queimando.

Os arranhões e chupões, que o deixavam mais louco de paixão. Ter aquela pequena mulher se contorcendo e gemendo seu nome abaixo dele, era a melhor sensação do mundo. Ele não podia controlar seu corpo, dando estocadas cada vez mais rápidas ganhando mais sons eróticos como resposta. Ela empurrando seus quadris de encontro a ele, procurando por mais dele, querendo mais e mais, e ele daria tudo oque ela quisesse.

Os clarões da tempestade que caia, iluminavam o quarto. Iluminando os dois corpos que se entrelaçavam em paixão. O som da chuva abafava o som dos gemidos e gritos de prazer, que inundavam aquele quarto. As gotas de chuva batiam na janela, e deslizavam sobre o vidro, assim como as gotas de suor que escorriam sobre a pele dos dois amantes apaixonados. que faziam amor liberando todo que foi reprimido, sendo tomados pelo prazer diversas vezes aquela noite.

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“Oque há de errado Ichigo” perguntou o homem observando o filho pensativo olhando a chuva pela janela.

“Será quando ele ira voltar a atacar?” Isshin franziu o cenho.

“quase não tenho dados sobre ele, mas acho que um ser que consumiu tantos espíritos deverá estar satisfeito... acho que ele não ira voltar a atacar pelos próximos meses” falou pensativo.

“Então teremos que ficar aqui de braços cruzados, até que ele resolva matar mais algumas centenas pessoas inocentes? Deve ter algum jeito!” disse o rapaz sem muita paciência.

“Não podemos fazer mais nada por agora, apenas esperar” disse tocando o ombro do rapaz “Agora vá dormir, já está muito tarde” se virou pronto para subir para seu quarto.

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Rukia se mexeu um pouco sobre os lençóis tateando a cama, ainda sonolenta abriu os olhos percebendo que estava sozinha no quarto. Se sentou um pouco preocupada sobre a cama se enrolando no fino lençol, quando a porta do pequeno quarto é aberta. Rukia olhou para o homem que estava usando apenas sua calça esportiva.

Byakuya fechou a porta atrás dele e a olhou, se aproximou se sentando ao seu lado puxando para um beijo suave.

“Pensei que você não iria acordar agora” disse se deitando a puxando para se deitar sobre seu peito.

“Me assustei quando não te vi aqui” disse voltando a fechar os olhos, enquanto contornava o peito de Byakuya com a ponta dos dedos. “Por um instante pensei que era um sonho”

“Sempre estarei aqui, não há pelo que se preocupar” Rukia olhou em sua face e tentou se levantar, mas a mão suave de Byakuya a puxou de volta.

“Eu tenho que ir ver Hikari, já está na hora que ele costuma acordar” disse olhado para ele.

“Está tudo bem, eu estava lá, ela já voltou a dormir” a jovem olhou surpresa para Byakuya, que lhe enviou um leve sorriso. “O que foi? Não é nada que eu não poderia resolver” disse acariciando o braço da jovem “E também já estava com saudades dela, vocês são as duas coisas que mais amo nesse mundo” Rukia sorriu e o beijou.

O toque de seus lábios era gentil e suave, ela tocou seu rosto com ternura e o olhou por um instante.

Se recordado de horas atrás, ela tinha perdido a conta de quantas vezes ele tinha a feito chegar ao extasse do prazer, chamando seu nome. De quantas vezes eles tinham feio amor, só se lembrava do calor da paixão. Quem visse a fachada fria do taichou da 6º divisão, não tinha a mínima ideia de como aquele homem pode ser quente, e capaz de fazer uma mulher ficar totalmente entregue a ele. Ela não pode evitar o leve rubor, ao se lembrar dela sobre ele, gemendo seu nome inúmeras vezes, sem o mínimo de pudor.

“O que você está pensando?” perguntou sussurrando em seu ouvido.

“Que essa noite foi incrível” disse se abraçando a ele fechando os olhos. Ele ficou em silencio a olhando com seu olhar impassível de sempre. Passou seus dedos sobre o pescoço da pequena fazendo-a se arrepiar levemente.

“Se depender de mim, será a primeira de muitas” disse beijando seu rosto fazendo a olhar para ele, seus olhos cinzentos estavam sérios. Ele se virou pegando algo na mesinha de cabeceira, antes de voltar a olha-la com sua expressão seria.

“O que foi” perguntou um pouco preocupada. Ele pegou a pequena caixa e colocou dentro da mão da pequena, e voltou a cariciar seu rosto.

“Eu já disse que te amo. Rukia eu quero passar o resto da minha vida com você” disse ainda serio, ele estava tenso? “eu quero me casar com você” disse a olhando intensamente nos olhos.

“Casar?” disse com os olhos marejados, por um lado seu coração estava pulando de felicidade. Se casar com o homem que ama, o pai de sua filha. Mas ela sabia que isso não era algo fácil de ser conseguir, perante a lei ela era uma Kuchiki, teoricamente isso era incesto e não seria aceito por ninguém. Se ela fosse tirada da família, ela seria apenas uma plebeia comum que também não seria aceita pelo clã.

Ele olhou no fundo dos orbes violáceos lendo era como se estivesse lendo oque a jovem estava pensando.

“Eu ia pedir isso a você no dia em que saímos ao parque, mas tivemos uma pequena interrupção e eu quase morri” disse normalmente ”Você aceita se casar comigo?” disse segurando sua mão a colocando sobre seu peito.

“Sim... mas não irão permitir” ele a olhou intensamente.

“Isso são apenas detalhes, e eu já tenho tudo resolvido.” Disse pegando a caixa da mão da jovem abrindo-a, pegando o anel de ouro com uma única pedra de diamante rosa, lapidada em forma de uma flor de cerejeira, o símbolo da família Kuchiki.

Rukia olhou para o anel, e sua pequena mão foi pega suavemente pela de Byakuya, que deslizou o anel para seu dedo servindo perfeitamente. Ele a puxou sobre ele dando um beijo intenso.Rukia olhou o anel, e voltou a olhar para ele.

“É lindo” pousando a cabeça sobre o seu peito. Ele pegou a mão da pequena olhando para a joia.

“É uma joia usada por todas as damas Kuchikis da linhagem principal, dada após o casamento marcando a união” Rukia virou o rosto interrogativamente para olhar para ele.

“Mas nos não estamos casados ainda” disse interrogativa.

“Isso é questão de assinar alguns papeis” disse com seu rosto sem expressão, levantou a mão colocando a uma mecha de cabelo atrás da orelha da pequena “Pra mim não é preciso nada disso, são apenas formalidades. Você já é minha mulher” disse com os olhos semicerrados. Pousando um beijo sobre a mão da pequena, que sorriu para ele. Ele simplesmente amava aqueles sorrisos doces e sinceros.

Por alguns instantes eles ficaram em silencio. Byakuya não podia negar ele estava exausto, não tinha dormido ou comido nada depois que acordou do seu curto período de coma. Seu corpo ainda estava sofrendo os efeitos da perda de reiatsu. Ele tentava ao máximo não pensar em não ir atrás do homem, ou o que quer que seja aquele ser que os atacou aquele dia. Mas sua cabeça pedia por uma revanche.

De repente sentiu uma oscilação brusca de reiatsu por todo seu corpo, causando uma dor terrível, por um instante ele pensou que iria perder a consciência. A oscilação passou, ele respirou cansado, sua respiração foi a única demonstração que algo tinha ocorrido com ele. Rukia olhou assustada para ele.

“Você está bem? O que houve?” disse percebendo a pequena mudança na respiração do homem.

“Está tudo bem, foi só minha reiatsu” disse a abraçando puxando ainda mais perto dele “Imaginei que isso iria ocorrer, é temporário. É que meu corpo não está acostumado com essa mudança brusca de poder” disse calmo novamente.

Ela tinha sido informada sobre essa possível reação, mas isso não deixava de incomodá-la.

“Talvez devêssemos voltar a sereitei lá você se recuperaria melhor, Inohana taichou poderia fazer algo pra melhorar isso o mais rápido possível.” Disse preocupada.

“Não, ainda não quero voltar” disse fechando os olhos com cansaço.

“Mas... e sobre aquele monstro oque faremos sobre isso? Não sei se é seguro permanecermos aqui”

“Não vamos falar sobre isso hoje, apenas durma um pouco. Descanse amanhã discutimos esse assunto” a menina se aconchegou sobre seu peito, não demorando a dormir. Ele abriu um pouco os olhos observando a chuva que ainda caia, dando um suspiro interno. Banindo todos os pensamentos de sua cabeça, afinal nem que ele quisesse não poderia fazer nada agora, ele estava praticamente sem poderes, tão impotente. Voltou a fechar os olhos sendo dominado pelo sono.