Só Mais Uma História De Amor

29 Mais uma história de amor... Parte 1


Ok, eu sei que abandonei a fic. Mas o que interessa agora é que eu voltei e voltei para ficar, pois aqui é o meu lugar! Eu falei e falei bonito! E agora com vocês, senhoras e senhores, mais um cap, ou melhor, o cap. que traz a continuidade da Fic.

(PV. Autora)

Depois de sete meses.

Magali: Mô! Ajuda aqui rápido. – Ela pediu a amiga, virando de costas, para que ela fechasse o vestido.

Mônica: Pronto! – Ela falou após fechar. – Fecha aqui pra mim? – Ela perguntou se virando para a Magali.

Magali: Pronto! Nossa amiga! Se ta maravilhosa! – Ela falou admiranda com a sua melhor amiga.

Mônica: Sério amiga? – Magali assentiu. – E você também está devônica, como diria a Denise! – Ela falou, e as duas começaram a gargalhar.

No cômodo inferior da casa, Cebola e Cascão, usavam ternos pretos, a única diferença era as gravatas, pois a de Cebola era verde com listras azuis e a do Cascão era vermelha com listras brancas. Ambos esperavam ansiosos pelas meninas.

Cebola: O que será que elas estão fazendo? – Falou, ele estava sentado de frente para Cascão, de costas para a escada, na confortável poltrona do pai da Mônica.

Cascão: Não tenho a mínima... – Ele ficou sem fala, ao ver a linda jovem descer as escadas.

Ela usava o vestido amarelo que ganhará de Carmem, Magali dissera que usaria este, pois a deixava mais magra, Cascão discordava, pois qualquer vestido lhe caia bem. A comilona também usava a bolsa e os sapatos que ganhou da mãe. Sim, pensou Cascão, minha pequena se tornou uma linda mulher. (N/A: Link da roupa da Magali)

Cebola seguiu o olhar de Cascão, ele sorriu ao ver a Comilona, ela estava maravilhosa, mas, porém a que mais lhe chamou a atenção foi à garota que vinha atrás, sua namorada, Mônica.

Ela estava usando um vestido, que ele mesmo a deu, ele era bonito, e os sapatos rendados combinavam com perfeição, Cebola sempre a achou bonita, mas naquele momento ela estava linda, não pelo fato das roupas, mas sim por ela ser dele e verse e versa. (N/A: Link da roupa da Mônica)

Ambos os meninos, foram até o encontro das garotas, e logo foram surpreendidos pelos flash das câmeras.

Luiza: Sorriam! – Falou alegremente a mãe de Mônica.

Todos obedeceram, e Sr. Souza tirou algumas fotos.

Sr. Souza: Ok, acho que já está bom! – Ele falou com um sorriso bobo. – Minha princesa, já está tão grande! – Ele falou já começando a chorar.

Mônica: Pai, por favor, não chore, é só o baile de formatura! – Ela falou abraçando o pai.

Cebola: Não se preocupe Sr. Souza, ela está em boas mãos! – Ele falou abraçando a namorada por trás.

Sr. Souza: Que história é essa de boas mãos? Por acaso você anda passando a mão nela? – Ele falou desconfiado.

Cebola: Clalo que não! – Ele falou ficando um pouco nervoso.

Luiza: Ok Souza, já chega, vamos deixar os meninos em paz venha! – Ela falou levando o marido para se sentar no sofá.

Mônica e Cebola trocaram olhares e ela deu um beijo em sua bochecha, deixando a marca de seu batom.

Mônica: Sabia que você tem uma manchinha aqui? – Ela falou sorrindo.

Cebola: É claro, uma bela dama fez essa manchinha. – Ele falou rindo.

Magali e Cascão também estavam em seu chamego, mas decidiram atrapalhar os amigos.

Cascão: Nossa Cebola isso é catapora, ou o beijo da Mônica aqui? – Ele falou de apoiando no ombro do amigo.

Cebola: Hahá engraçadinho. – Ele falou irônico.

Magali: Ok, chega, acho melhor irmos, antes que o Cebola fique todo cheio de batom. – Ela falou olhando para a Mônica, que corou.

Mônica: Magali! – A mesma gritou assustada.

Todos foram para o carro de Cebola, que estava estacionado em frente à casa, mas não, sem antes tirarem algumas fotos com os seus respectivos pais.

Cascão: Finalmente! – Ele falou se sentando no banco de trás do carro. – Para a formatura! – Cebola o obedeceu, ligou o carro e começou a seguir para a escola, a onde seria a grande festa.

Magali: Vocês já pensaram que esse é o ultimo dia em que vamos entrar naquela escola como alunos? – Ela falou sentada ao lado de Cascão.

Mônica: Pois é, o ultimo dia, estamos nos formando! – Ela falou, olhando para seus amigos.

Cebola: É apesar de querer mais do que tudo sair daquele lugar, eu sei que vou sentir falta!- Ele falou, não tirando os olhos da rua.

Cascão: Cara, foram mais de 10 anos naquele lugar, não há como não sentir falta! – Ele falou olhando para os amigos.

Magali: É lá aconteceram tantas coisa, mal entramos e aqui estamos, prontos para deixar aquele lugar e tocar as nossas vidas! – Ela falou olhando para a Mônica.

Mônica: Sim, com toda a certeza a vida passa rápido, e por isso temos que aproveitar tudo ao máximo. – Ela falou e todos concordaram.

E então, Mônica ligou o radio, e ele começou a tocar uma das musicas preferidas deles e todos começaram a cantar.

[...]

Algum tempo depois, eles chegaram ao baile.

Mônica avistou todos, inclusive Do Contra, que dançava com Carmem. Bem, ele não havia recuperado totalmente a memória, não se lembrava do que havia feito. Carmem o ajudava e tentava faze-lo lembrar de algumas coisas, mas nunca teve sucesso.

Por onde Mônica passava, as pessoas a cumprimentavam. Cebola a convidou para dançar e ela aceitou.

Cebola: Está bem famosa, em senhorita Mônica! – Ele falou sorrindo.

Mônica: Por acaso, está com ciúmes Cebola? – Ela falou retribuindo o sorriso.

Uma musica lenta tocava, ela pousou a mão em seu ombro e a outra foi para com a mão de Cebola, o mesmo colocou a mão na cintura dela, e então os dois começaram a dançar.

Cebola: Claro! Eu tenho ciúmes do que é meu! – Ele sussurrou no ouvido dela.

Mônica: E eu sou sua? – Ela perguntou olhando nos olhos dele.

Cebola: Claro que é! – Ele falou sorrindo. – E eu sou seu! – Isso fez com que Mônica se derretesse por dentro.

Mônica: E então o amor se transformou em paixão... – Ela falou e o beijou.

O beijo era diferente de qualquer outro que eles já haviam dado. Na verdade, nenhum beijo que eles haviam dado, era igual a outro, sempre um beijo diferente, com um desejo diferente, com um sabor diferente e até mesmo um sentimento diferente.

E então eles perderam o folego e se separaram.

Cebola: É como dizem: O ódio é fruto do desejo, o desejo é fruto do amor. A destemida paixão é cega tão bela feriu meu coração. Ame e sofra. Viva e Morra. Amo porque vivo e vivo porque amo. – Ele recitou.

Mônica: Que lindo Cê! – Ela falou soltando uma lagrima e deitou a cabeça no ombro do Cebola.

Cebola: Hey princesa! – Ele falou, chamando a atenção de Mônica. – Levanta essa cabeça se não a coroa cai! – Ele disse e ela levantou a cabeça e sorriu.

E eles deram mais um, ou melhor, o beijo mais paixonante.

Continua...

(Estava com saudades dessa palavra! E ai reviews? Eu mereço vai, esse cap. ficou muito romântico!)

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