Só Mais Uma História De Amor
14 Capítulo 14
Notas iniciais
(P.V. Mônica)
O carro andava em alta velocidade, o Cê parou ao longo da calçada, saiu do carro quase correndo, abriu a minha porta me pegou no colo, e saiu correndo adentro do hospital. Chegamos à recepção, e o Cê muito apresado, entrou na ala de emergência , e foi diretamente falar com o medico conhecido como ‘Doutor Tiago’.
Cê: Tiago? – Disse ele, o moço a nossa frente se virou, ele tinha cabelos negros enrolados, olhos verdes e usava uma camisa preta, calça jeans, um tênis preto e um jaleco por cima.
Doutor Tiago: Ham...a Cebola, como ta camarada? – Ele me olhou e sorriu, corei levemente, o medico era bonito, aparentava ter uns 21 anos. – O que aconteceu com a...?
Cê: Ela se chama Mônica, ela caiu e torceu o tornozelo...- Ele o interrompeu.
Tiago: Ok, me acompanhe Cebola, vamos tirar alguns raio X. – Fomos a uma sala escura com vários equipamentos, Cebola me colocou em uma cama, que havia no local.
Alguns minutos se passaram, eu tinha tirado o tal raio X, e estava esperando sentada na sala do Tiago, Cebola estava do lado de fora conversando com ele, eu estava curiosa para saber o que tanto eles falavam. De repente ouvi o barulho da porta se abrindo, e eles entraram.
Cê: Rsrs, ok Tiago! – Disse ele dando pequenos “tapas” nas costas do amigo.
Mô: Ham...e então? O que deu o raio-X?- Disse um pouco apreensiva.
Tiago: Está tudo ótimo Mônica, só foi uma torçam mesmo, nada que um repouso e um tira dor não resolva. – Disse ele, indo até um armário e pegando alguns comprimidos.
Mô: Ah...então...- Ele me deu a cartela de comprimidos. Peguei meus sapatos e coloquei. – É melhor eu ir indo, obrigada! – Me apoiei na mesa e me levantei. Quase cai novamente, mas me segurei.
Cê: Calma...- Disse ele segurando o meu ombro.
Mô: Não se preocupe, eu vou sozinha, a Magá deve estar preocupada. – Disse, enquanto tentava andar, mas ainda doía, e então eu mancava um pouco.
Cê: Vem cá, teimosa! – Ele pegou meu braço e passou em torno do seu pescoço, para que eu pudesse me apoiar nele. – Tchau Tiago, foi bom rever você!
Tiago: Igualmente, e marca um dia pra gente ir tomar uma cervejinha em! – Eles riram, eu apenas observava, eu e o Cebola, saímos do consultório, e fomos para a recepção. Lá avistei a Magá, com o rosto em suas mãos, e o Cascão com cara de tédio.
Mô: Magá? – Ela olhou para cima e me viu, logo saiu correndo.
Magá: Ai amiga! – Ela colocou meu braço em volta do pescoço dela. – E ai, foi só uma tocam?
Mô: Foi, o medico, um tal Tiago, receito um comprimido e descanso! – Ela sorriu.
Magá: Mas e ai ele era bonitinho? – Ela disse num tom de sussurro, o suficiente para o Cebola escutar, porque ele ainda estava do meu lado.
Mô: A Magá, ele era um rapaz de olhos verdes, cabelo preto enrolado, ele era lindo – nos rimos, o Cebola, ficou bravo.
Cê: Como é que é Dona Mônica? – Ele gritou.
Mô: Shiu, aqui ainda é um hospital! – Eu m virei de frente para ele- E sabia que eu adoro ver você com ciúmes. – Eu o beijei.
Cê: Aé – Disse me dando beijinhos.
Cas: Pombinhos, lembram a gente esta em um hospital – Eu e o Cê coramos.
Cê: Vamos, embora?- Fomos até o carro, entramos, e fomos levar a Magá e o Cas nas casas deles.
Chegamos primeiro na casa da Magá.
Magá: Obrigado Cebola, Tchau gente, e Amiga ...- ela fez um sinal de “Depois você me conta”, Sorri e fiz que sim com a cabeça. Ela saiu do carro, e entro em casa. Em seguida fomos à casa de Cascão.
Cas: Tchau gente!
Mô & Cê: Tchau Cas!
Fomos para a casa do Cê, ela estava vazia, pois a Dona Cebola e o Sr Cebola, levaram a Maria em uma festinha da escola dela. Ele abriu a porta da casa.
Cê: Entre Madame.
Mô: Obrigada- Disse entrando na casa mancando.
Cê: Deixa eu te ajudar. – Ele me pegou no colo, me levou ao quarto dele e me deixou na cama. — Pronto.
Mô: Rsrsrs. – Eu o beijei, ele estava sentado na minha frente, então o puxei para cima de mim. Eu dei um pequeno gemido por causa do meu tornozelo, ele notou e então me girou e eu fiquei em cima dele.
Cê: Hum, sabia que você fica linda quando tenta fazer ciúmes em mim? – O beijei novamente.
Mô: Rsrsrs – Ele me beijou. – E eu adoro seu ciúme bobo!
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