Sádico Capitão

4 Eu não sou sua prisioneira!


Notas iniciais
Charlote-chan: Yo, mina-san! HoshinoForea: Yo! o...não demoramos dessa vez! Bem...os comentários diminuíram, não acha Charlote-chan? Charlote-chan: Pois é. T.T 8 comentários T.T. Eu não tou chorando, viu? HoshinoForea:-com uma gota no topo da cabeça- ta...Massss não é por causa disso que iremos abandonar a fic,certo? Obrigada para aqueles que continuaram comentando e obrigada também para aqueles que pararam. Charlote-chan: Shino tá certa. Obrigado pessoal o importante é que continuam lendo a fic :) Não linguem pra mim. (parando de chorar e sorrindo). HoshinoForea: Acho que o pessoal quer ler logo...entao o Boa leitura -desaparece no Shunpo- Charlote-chan: Claro, Boa leitura mina :) (desaparece no shumpo)

Kurosaki Karin acordou no outro dia sentindo uma brisa gélida em seu rosto. Abriu o olhos lentamente e piscou varias vezes para se acostumar com a claridade que tinha no quarto devido que a janela estava aberta. Se sentou na cama e franziu o cenho. O quarto estava muito mais arrumado. Os livros tinham desaparecido e no ar tinha uma leve fragrância de menta e hortelã. Sem duvida alguma o quarto tinha sido limpado alguns minutos antes. Se levantou se espreguiçando e tentando pensar no cheiro do quarto que tanto lembrava o rapaz. Fechou os olhos com força, tentando espantar completamente o sono.

Abriu a porta do quarto e saiu indo em direção ao banheiro para fazer sua higiene matinal. Depois de fazer tudo que precisava saiu do banheiro e escutou seu estomago roncar alto. Corou um pouco e desceu as escadas indo parar na sala. Olhou em volta um pouco desnorteada. Percebeu que tinha uma porta entreaberta. Curiosa se aproximou um pouco e espiou. Corou na hora. Em cima do balcão de mármore estava uma garota de coque e entre suas pernas estava o rapaz. Ele a beijava de uma forma selvagem, uma de suas mãos estava na coxa dela a apertando ao ponto de deixar marcas vermelhas no local. As mãos da garota estavam nos cabelos do garoto.

“Eu nunca vou comer ali” Pensou Karin com certo nojo enquanto fazia uma careta. Deu meia volta e seguiu caminho no corredor, ainda escutando o que os dois estavam fazendo. De repente, ouviu um grito.

– AI! SHIROU-CHAN!!!!

Arregalou os olhos e escapuliu dali, descendo as escadas rápido. Suas bochechas pegavam fogo! Ela era virgem, (pelo menos achava, não lembrava se perdeu ou não) contudo, o.. o.. que eles estavam fazendo… NA COZINHA!?!?! Era nojento, vergonhoso e….

– ISSO! MAIS RÁPIDO, MAIS… AI…. SHIROU-CHAN!!!

Droga. Essa casa faz eco. Entrou na sala tampando os ouvidos. Essa garota gritava demais. Resolveu ignorar os gritos e os barulhos (eles pulavam no balcão?!) Seu rosto ficou um vermelhão com a ideia, imaginando e sacudiu a cabeça tentando espantar aquilo que tinha imaginado. Olhando ao redor, para os moveis da sala. Havia umas espadas penduradas na parede de madeira. Chegou mais perto observando melhor os entalhes. A bainha era negra, com o desenho de um dragão serpente em azul. O punho da espada era todo em negro, como a bainha. Karin curvou a cabeça, quase esqueceu os barulhos e gritos dos pervertidos. A espada parecia um sabre, mas com a lamina de uma katana. Olhou mais acima, para outra espada. Ela tinha a bainha em caramelo e era tão comprida como a outra. Levemente curva o protetor da mão tinha o formato de uma estrela e o punho em vermelho.

São lindas…

Pensou enquanto as olhava. Já iria se virar para a outra parede, onde havia mais adornos de guerra quando cutucaram seu ombro. Deu um pulo girando.

– Kya!

– Você só sabe dizer isso garota?

Karin piscou atordoada. O rapaz estava parado na sua frente apenas de calça. Seu cabelo branco completamente bagunçado e no seu pescoço havia marcas roxas misturados com o corado nele e no rosto. Contra vontade desceu o olhar e viu no peito definido uns riscados vermelhos. Arranhões. Engoliu em seco e ouviu uma risadinha.

– Gostou do que viu?

O encarou assustada encontrando o olhar dele malicioso.

– O que? Você não é tão bon…

– Estou falando da cozinha.

Arregalou os olhos. O rapaz estreitou o olhar se aproximando, fazendo ela recuar.

– E..eu..eu não sei…

– Sabe sim. Eu sei que me viu com Momo.

– Falando nisso, cadê ela?

Olhou curiosa ao redor, espiando a escada atrás. Tentava disfarçar o embaraço.

– Já foi. Eu disse que tinha coisa mais importante para fazer.

O encarou espantada e o rapaz deu um risinho. Dando mais um passo na direção dela, Karin recuou e suas costas bateram na parede. Olhou pra trás se xingando e rápido ouviu uma pancada leve perto da sua cabeça. Virou o rosto para ele e o rapaz estava inclinado pra ela, o braço esticado e a mão apoiada na parede.

– O que você está fazendo?!

Ele sorriu.

– Calma… Só vamos esclarecer umas coisinhas. Primeiro, essa é minha casa e você é minha hospede, boneca.

Se entalou.

– Eu sou não uma boneca.

Ele se inclinou, a ponto do seu folego banhar seu rosto. Karin de imediato ficou tonta. O hálito era gelado e tinha o mesmo cheiro do seu quarto quando acordou. Menta e hortelã.

– Claro que é. Você é meu brinquedinho desde aquele dia…

Piscou confusa, saindo daquela nuvem que tomou sua cabeça.

– Do que você está falando?

Ele a encarou atravessado, dando um meio sorriso.

– Como assim? Você sabe.

Karin ficou mais confusa. Vendo ele se endireitou, perdendo a malicia.

– Não lembra disso?

Karin olhou o piso de madeira mais confusa ainda e piscou diversas vezes. Ouviu um suspiro e ergueu o rosto encontrando os olhos verdes que a encaravam pensativos. O rosto estava perto demais do dela! Os seus corpos estavam cada vez mais próximos, ele a estava quase prensando contra a parede. Ofegou um pouco. Um sorriso maroto se fez presente nos lábios do rapaz que afundou a cabeça na curva do pescoço dela.

– Vamos ver se com isso você lembra.

E deu uma risadinha que fez Karin se arrepiar. Sentiu uma das pernas dele se enfiar no meio das suas. Soltou um gritinho por causa do susto. Ele riu. A perna dele subiu e pressionou seu sexo. De repente memorias começaram a passar pela sua mente. O pânico a tomou e se agitou apavorada tentando empurrá-lo, mas tudo o que conseguiu foi um risinho na sua orelha.

– Agora se lembra garota?

Ele perguntou em tom de deboche se afastando dela e cruzando os braços no peito nu. Karin estremecia o encarando, vendo o olhar debochado e rápido tudo ficou claro na sua mente. Sua família, seus amigos e aquele dia onde perderam o jogo. Seus olhos arderam enchendo d’água junto com um bolo subindo na sua garganta. Os tremores pioraram e abraçou em si mesma se encolhendo na parede. Ela escorregou a ponto que caiu sentada no chão, mas não se importou. Ele estreitou os olhos pra isso, mas sorriu sarcástico.

– P..po..por que você fez aquilo… Toushirou?

xxXXXxx

Ele continuou calado, observando com prazer a maneira como estremecia. Karin tentava segurar o choro, mas estava dificil. Seu panico só aumentava com Toushirou assim tão perto dela.

– M..m..me resp.p.ponde. P..po..por que fez aquilo?

Toushirou quase riu do seu gaguejo.

– Sabe muito bem porque. Você me tirou do sério me chamando de pirralho, alias, gritou na minha cara. Só quis me vingar um pouquinho.

Karin soluçou.

– Aquilo não foi uma brincadeira. — estremeceu se encolhendo mais — Você ia me violentar!

Ele riu debochado.

– Você seriamente pensou que iria estuprar uma garotinha que nem você?

Ele riu mais ainda enquanto Karin sentia sentimentos explodirem em sua cabeça e corpo.

Raiva, desejo e medo.

Era tudo o que sentia no momento. Raiva por ele rir da cara dela. Desejo de encher ele de tapas e socos e medo por apanhar caso fizesse isto.

Ficou calada enquanto tentava segurar o choro .

Toushirou parou de rir e a encarou. O estomago de Karin roncou alto a fazendo corar e ele rir.

– Você ainda não tomou café da manhã, certo ?

“Ou talvez ia tomar mas alguem estava se divertindo no balcão da cozinha e eu não acho que eu gostaria de ver um filme porno ao vivo” Foi o que ela pensou enquanto limpava algumas lagrimas que escorriam por uma das suas bochechas com a mão.

Ele se agachou até ficar na mesma altura que ela. Estendeu uma das mãos em direção do rosto dela fazendo ela fechar os olhos temendo que ele fosse bater nela. Porem nada disso veio. Abriu os olhos com certa cautela e percebeu que uma mecha de seu cabelo estava enrolada em um dos dedos da mão dele. Apesar dele não estar fazendo nada de mal não pode deixar de ficar mais tremula que antes e ficar com mais medo ainda. Ele suspirou colocando a mecha atrás do orelha dela e se levantou. De repente a campainha é tocada e Toushirou vai até a porta sem se importar por estar somente de calça. Karin aproveitou e saiu correndo para a direção das escadas as subindo e foi para o quarto.

Escutou vozes. Uma de criança, outra meio grossa e aquela de Toushirou. Escutou alguem subindo as escadas e quase teve um infarto quando viu a porta sendo aberta por uma garotinha com os cabelos rosados com o mesmo kimono negro e uma braçadeira em um dos braços. A rosada se virou para Karin e sorriu.

– Ken-chaaaan! Achei uma gar---

Ela não teve sua fala terminada pois Karin rapidamente tampou a boca dela com uma mão.

– Shhh, por favor não grite…

Pediu para a rosada enquanto retirava rapidamente a mão da boca dela.

A garotinha se virou e a encarou.

– Quem é você?

Perguntou enquanto os olhos rosa escuro esboçavam curiosidade.

– Kurosaki Karin e você?

A outra sorriu e se sentou no chão.

– Yachiru Kasajishi! Kurosaki...VOCÊ é A IRMÃ DE ICCHI ?!

Ela mais afirmou que perguntou.

Karin de inicio ficou confusa

“Icchi...Icchi...ICCHINIII!” Pensou finalmente entendendo.

– Sim, sou irmã do icchinii.

– Quero brincar com vocêêêêêê!

E Yachiru começou a puxar Karin até fora do quarto e depois desceram as escadas.

Um homem com o cabelo todo arrepiado, tapa olho e forte vestia um kimono negro com o haori branco por cima. Estava sentado no sofá da sala e encarava desafiadoramente Toushirou.

– Então, vai aceitar o meu desafio sim ou não?

Toushirou riu debochado e a avistou perto das escadas.

– Não Kenpachi.

Recusou Toushirou voltando a olhar o tal Kenpachi.

– E por que não,Toushirou ?

Perguntou com a voz levemente mais alta.

– Porque tenho que cuidar de uma boneca.

O Kenpachi o encarou incrédulo lançando um olhar de “You are crazy!” e logo se levantou do sofá. Ele olhou em volta e a avistou. Se virou um pouco, olhando por cima do ombro Toushirou perto dos sofás e depois a encarou. Sorriu malicioso.

– YACHIRU!

Chamou e a rosada saiu que nem foguete de perto de Karin. Isso a espantou. Pulou em cima do ombro do homem se pendurando lá feito uma macaca.

– Bem, vou indo.

Foi em direção a porta com Toushirou o seguindo. Karin desceu rapido os degraus e seguiu para sala tentando achar alguma coisa para distrai-la da fome. Minutos depois Toushirou voltou e se sentou no sofá.

Karin o encarou de onde estava, bem longe e perto da parede com as espadas.

– Q-q-q-quem er-ra e-e-le ?

Perguntou e se reprendeu mentalmente por estar gaguejando. Suspirando ele, puxou uma almofada das costas se endireitando melhor no sofá.

– Zaraki Kenpachi

Karin franziu o cenho.

“Zaraki não era o nome do lugar que eu estava ?” se perguntou metalmente.

– Sim — Toushirou riu um pouco com a cara de espanto dela.- Zaraki é também o nome do distrito que você estava.

Karin ainda estava confusa tentando entender. Toushirou suspirou e fechou os olhos.

– O apelido de Kenpachi veio do bairro em que ele residiu, Zaraki, que é distrito de nº 80 do Beco do Norte de Rukongai. O distrito #80 é o pior da região, sem a lei da Rukongai, cheio de ladrões e assassinos (enquanto área # 1 é a mais ordeira e cumpridores da lei). Enquanto residentes no Distrito #80, Kenpachi não tinha nome. Durante esse tempo, ele tornou-se proficiente em esgrima e matou inúmeros inimigos. Durante suas viagens fora do Distrito #80, ele encontrou uma menina pequena e a nomeou Yachiru, em lembrança da única pessoa que ele sempre admirou, depois que ela não mostrou medo da espada. Yachiru veio da área de n º 79, Kusajishi, onde seus pais foram assassinados. Os dois eventos foram aparentemente bem perto. Naquele dia, ele também assumiu um nome: Kenpachi, o título dado em cima do Shinigami mais forte em cada geração, o que tem matado mais inimigos e venceu a maioria das batalhas.

Explicou Toushirou enquanto Karin voltava seu olhar para as espadas. Lembrou do que quase aconteceu ontem. Faz sentido. Aqueles cinco deixaram bem claro o que iam fazer com ela. Engoliu em seco, com um amargo na boca. E provavelmente iam repetir e repetir até se cansarem.

– Kurosaki.

Deu um pulo com o chamado. Se virou em tempo de ver Toushirou andar em direção as escadas.

– Vou tomar um banho. Me espere aqui e depois vamos tomar café da manhã.

Subiu as escadas rápido. Escutou os passos dele diminuindo até ficaram bem abafados . Era a primeira vez que Toushirou a chama pelo nome… Mas não fazia diferença. Deu uma olhada em volta. Para as janelas paronamicas. Do outro lado do vidro podia ver um gramado imenso e um pequeno lago margeado por pedras. Se aproximou mais. A luz da manhã aquecendo sua pele e puxou a janela, deslizando e abrindo. Um vento soprou sacudindo um pouco seus cabelos e fechou os olhos. Aqui tinha cheiro de orvalho, grama molhada da chuva e terra úmida. Abriu os olhos devagar. Encarando as arvores do outro lado do gramado.

Era um dia lindo, mas não estava feliz. Estava na casa da ultima pessoa que queria por perto e Toushirou deixou bem claro o que ela era pra ele. Um brinquedinho. O gosto amargo aumentou na boca. Sua nova vida seria um pesadelo. Podia virar uma escrava dos caprichos dele. Podia ser obrigada a cuidar daquela casa feito uma empregada, mas pelo ao menos ele não ia… não ia… machucá-la daquele jeito. Toushirou não roubaria sua virgindade violentando-a. Nem de qualquer outro jeito. Para ele ,ela não valia o esforço. Mas mesmo assim…

Encarou o jardim a em frente. E depois olhou pra trás, para as escadas. Ela não podia ficar no mesmo teto com seu medo em carne em osso. Respirou fundo e saiu na varanda, pisando o mais macio possivel. Quando pulou pro gramado disparou correndo na direção das arvores. Ainda bem que o kimono não atrapalhava. Deu a volta no lago, atravessando um caminho de cascalho quando de repente um borrão apareceu na sua frente. Arfou escorregando, quase caindo no gramado. Sorrindo e com o cabelo molhado, Toushirou estava curvado na sua frente, a calça negra e as goticulas de agua no peito e os braços dele dizendo que saiu correndo do banheiro.

– Aonde pensa que vai, Kurosaki?

Estufou o peito, estremecendo e deu meia volta. Correndo pro outro lado do lago. Ouviu uma risadinha e olhou pra trás. Um barulho, quase como um estalo e uma ranhura a fez dar um pulo. Encarou de lado a tempo de ver o peito nu de Toushirou e deu um gritinho, parando de uma vez e correndo na direção oposta. Pisou em falso e sentiu uma fisgada aguda na sola de um pé. Um segundo depois caiu de cara no lago. Seu pé ardeu e viu um manchado vermelho se misturar na agua clara. Nadou indo a tona. Mal ofegou respirando engasgada e ouviu um chapinar pesado. Como se uma coisa enorme tivesse caído na água. Segundos depois braços a agarraram por trás e a afundou. Se sacudiu desesperada. Seu pé ardendo demais e subiram na superfície de novo. Ouvi uma risada.

– Kurosaki, por favor. Se queria tomar banho era só me avisar.

Ele a apertou contra si, fazendo-a bater no seu peito que tremia de riso. Karin pouco se importou. A raiva, o medo e agora a agua gelada a estremeciam demais.

– ME SOLTA!!!!

– Não.

Então Toushirou a girou,nadando para a margem. O tempo todo tentando se soltar do braço dele. Que força! Nem afrouxou o aperto! Quando chegaram ele se levantou a ajeitando ao lado do corpo. Karin ficou atravessada e presa contra as costelas dele. Sacudindo e esperneando sem parar. Toushirou nem se importou.

– Sinceramente garota. Essa ideia de fugir de mim foi ridícula. — olhou para baixo, dando um meio sorriso — Eu te pegaria no instante que saísse da varanda.

Saiu do lago e a jogou de lado, girando e jogando as pernas dela como uma boneca de pano. Karin gritou e ele riu. As mãos dele agarraram sua cintura. Toushirou a jogou pro alto e depois bateu no ombro dele.

– Você é o meu brinquedo. Não tem autorização para sair

A raiva explodiu.

– EU NÃO SOU BRINQUEDO!!! ME PÕE NO CHÃO!

– Humpf

Karin se debateu, socando e tentando chutá-lo. Mas Toushirou que mantinha um braço apertando suas coxas a impedia. Então reforçou nos socos enquanto ele andava bem tranquilo de volta pra casa.

– ME PÕE NO CHÃO!! EU NÃO VOU MORAR COM VOCÊ! VOCÊ NÃO PODE ME FORÇAR!!!

Sentiu um suspiro.

– É obvio que posso. Você fica e ponto final.

Karin sentiu os olhos encherem-se d'água. Tanto pela ordem, quanto pelo pé. Pelo liquido quente que sentia ela havia se cortado e muito feio. Bateu os punhos com toda a força nas costas dele. Berrando e fechando os olhos.

– EU NÃO SOU SUA PRISIONEIRA, TOUSHIROOOOUUU!!!!

Ele subiu os degraus da varanda sorrindo e sussurrando.

– Claro que é.

Desse instante em diante, Karin não parou de gritar e chorar. Odiando ele.

Notas finais
HoshinoForea: Eu ri muuuuuuuito! Charlote-chan: Eu também. Cair na água de cara doiiiiii (falando por experiência propria) HoshinoForea: kkk eu ja cai na piscina de cara >_> fiquei com a cara vermelha ;-; Mas bem...oque acharam do cap...Toushirou muito abusado em...até eu tive vontade de encher ele de socos e tapas..e você charlote-chan...teve vontade de bater nele né Charlote-chan: Se eu estivesse no lugar da Karin… Ficaria berrando, chutando, socando… Enfim. Basta saber que sou uma histérica. Nem queiram ouvir meus gritos. HoshinoForea: Deu medo agora O_o….mas minha curiosidade é maior...não vejo a hora de te irritar para ouvir os seus gritos e.e hehe...Bom! Espero que gostaram do cap!-se vira pro publico- amo vocês !