Ryudan - a História de Um Herói

10 Capítulo 10 - O Mestre Aprende a Lição


Notas iniciais
Esse capítulo era, inicialmente, parte do capítulo 9, mas eu acabei separando para tentar aumentar a história. Mas se liguem, o fim está próximo /mal - Boa leitura

- Vocês são os maiores guerreiros de seu tempo. Os representantes de sua raça. Os líderes. Vocês guiam os seres humanos. Comandam. É chegada a hora, cavalheiros: vocês serão meus generais no Ragnarök!

Thor não precisava gritar. Sua voz ecoava pela sala onde se pronunciava. Não era uma sala; era um salão. O maior salão de festas que o mundo já vira. No centro havia um mesa, repleta de comidas divinas que olhos humanos nunca mais veriam. Uma banda tocava notas melódicas sensacionais, que ouvidos humanos nunca mais escutariam. Um sentimento de patriotismo tomava conta dos presentes. E também a tensão pré-guerra consumia-os.

O salão não possuía teto ou paredes; situava-se no meio do céu. Na ocasião especial, encontravam-se reunidos Thor, Heimdall e alguns outros representantes dos Aesir e alguns poucos humanos. Os Vanas e os Einhejar estavam preparando os exércitos.

O deus estava vestido em seu típico traje de batalha, com Mjölnir, seu machado, preso ao cinto. Os Aesir estavam com armaduras completas douradas, feitas do mais fino emperium divino, especialmente para a batalha. Já os seres humanos estavam no auge da elegância mortal. E uma particularidade: todos traziam um emblema no peito. Eram os maiores clãs de Rune-Midgard, representados por seus líderes.

Drekan, é claro, estava presente. Assim como o Algoz Leo. Outros muitos estavam lá, não menos importantes, mas é os dois é que se sobressaíam. A cada pronunciamento do deus, algum deles sempre fazia um comentário.

- Não quero que vocês saiam por aí recrutando qualquer um, mas não quero heróis sem um emblema para carregar. Heróis mudam o destino de guerras, meus caros.

- Onde, exatamente, acontecerá essa guerra? — Perguntou o astuto Drekan.

- Ah, sim, já ia me esquecendo. Irei agora passar os planos de guerra.

Thor estalou os dedos, e um grupo de valquírias recolheu as comidas. A banda se retirou. A alegria se dissipou no ar. Agora era hora da seriedade. Todos ficaram atentos.

Um canário pousou no ombro de Thor. O deus olhou para a criatura, que ficou assustada, vendo a morte. Thor sorriu e disse:

- Viva seus últimos dias, amiguinho.

E oferece o dedo ao pássaro, que aceitou pela imensa mão do deus. Thor esticou a mão, e o pássro alçou voo, e ficou rodeando a reunião.

- Vamos direto ao ponto. Os humanos irão interceptar Surt antes que ele ponha fogo nos nove mundos, jutamente com os Aesir. Os Vanas e os Einhejar vão extermninar os exércitos de Hel. Eu irei atrás de Loki. — E fez uma pausa. — Amigos, a batalha pode durar anos. Estão todos dispostas a participar?

Ninguém se manifestou. Depois do pronunciamento do deus, houve um período de silêncio, que foi quebrado pelo canto do canário, que voou para longe.

- Ok, Thor, hora de mudar os planos. — Disse Leo.

- Como assim? Ousa questionar minhas habilidades táticas, General Leo?

- Nunca faria isso, senhor. Mas aquele canário, era Loki bisbilhotando. Por que diabos um canários ficaria dando voltas em círculos acima de nós numa reunião importante, e sairia quando ela acabasse?

- Inteligente, Leo... Bom, foi mais inteligente do que invadir meu castelo... — Soltou o sombrio Drekan.

- Quase derrubamos aquela espelunca, não é?!

- Olha como fala do meu palácio!

- QUIETOS! — A voz ribombou. — Não vieram para discutir briguinhas pessoais. Que se matem os dois, mas após o Ragnarök. Lutarão em conjunto por ora.

Os dois viraram a cara, um para cada lado.

- Como bem sugerido pelo General Leo, iremos mudar os planos: humanos e Aesir vão para o exército dos mortos. Vanas e Einhejar interromperão Surt, e eu partirei para a batalha contra Jomungard. Sei dos riscos. Agora vão. Os domínios divinos não estão abertos para esse tipo de visitação humana.

Thor estalou os dedos novamente, e uma valquíria foi para cima de cada humano, recolhendo-o em suas asas e levando-o de volta ao chão.

- Gostei de como ele elabora as táticas. Precisamente, e sem disperdiçar tempo. — Reconheceu um Lorde.

- Eu vou embora. O The Legend estará reunido no máximo em três dias. Adeus. — Drekan foi o primeiro a se despedir.

_

A Cavaleira fazia força. Estava escuro na tenda de parto, e a noite estava quente. Fazia grande esforço. Havia perdido muito sangue...

- Só mais um pouco...

Ouviu-se um choro. A criança havia nascido.

- Amor... É uma garotinha!

- Lif... Vai se chamar Lif... Kenri, minha filha vai se chamar Lif!

- Tá tudo bem, meu amor... Lif é um nome lindo! Ah... Eu te amo muito!

O Bruxo abraçou a esposa, exausta. Ela foi socorrida por amigos e pela parteira. A criança nascera sadia.

_

Anos depois.

- Prontos para mais uma invasão?

Um rugido pairou vários segundos no campo de batalha.

- Senhores, trago-lhes boas notícias. Os Vanas e os Einhejar triunfaram! Derrubaram Surt e os gigantes antes que eles ateassem fogo nos nove mundos!

Outro rugido. Dessa vez, mais intenso.

- Tenho uma notícia ainda melhor, meus guerreiros! — Pronunciou o líder, que não podia deixar de ser Drekan. Ele foi nomeado líder das tropas humanas, e passava suas mensagens diretamente a todo o exército. — Mas antes, gostaria de condecorar os guerreiros Chuck van Norr e o lendário Cavaleiro Black Drangon, por seus bravos atos em batalha. — O Desordeiro virou-se aos dois Cavaleiros e disse, ainda em voz alta: — Os dois invadiram as linhas inimigas para resgatar nosso espião, o Ninja Yzai. — Agora ele abaixou a voz. — É de extremo orgulho que vocês sejam do meu clã.

- Arrebentamos!

- É nóis que mata!

E os amigos fizeram o já tradicional cumprimento, que consistia em colocar as mãos nos ombros do outro e chocar as cabeças. Depois disso, eles riram, tontos.

O líder das tropas humanas continuou seu discurso:

- Bem... A boa notícia é: Só sobrou ao exército das forças do mal esse resto de guerreiros moribundos — o exército de Hel — e o próprio Loki, e claro, Jomungard, da qual Thor se incumbiu.

O exército foi à loucura. O Ragnarök realmente seria diferente!

- Senhor... — Ryudan, que fora escolhido como conselheiro pessoal de Drekan, se aproximou do supremo líder. — As forças do mal se aproximam. Posso sentir. Arme seu exército. Encoraje-os. Temos tudo para sermos vitoriosos!

- Ah, se temos! E vou precisar de você, viu? Vê se não morre...

Ryudan entendera aquilo como um gesto de amizade. Sorriu em troca.

O campo de batalha era sombrio. Os mortos saíram de Nifflheim havia alguns anos, e invadiram Midgard, causando destruição. Drekan não esperou que os invasores chegassem: mandou seu exército completo para conter a invasão. Ele mesmo lutaria.

- Aí vem eles! — Avisou uma Cigana.

Uma corneta feita de chifres de Bafomé soou. Os Caçadores e Atiradores de Elite carregaram as aljaves. Templários, Cavaleiros, Lordes e Paladinos davam a última amolado ao fio de suas espadas e lanças. Mestres e Monges enfaixavam as mãos e prendiam seus ferozes punhos ou testavam o peso de suas clavas. Sábios e Professores reviam as páginas de seus livros. Bruxos, Arquimagos, Sacerdotes e Sumo-Sacerdotes encantavam seus cajados. Ninjas afiavam suas pequenas e mortais armas. Justiceiros carregavam suas armas de fogo. Mercenários, Arruaceiros, Desordeiros e Algozes sentiam o peso de suas adagas ou katares. Ferreiros e Mestres-Ferreiros distrubuíam os suprimentos, e amolavam seus machados. Alquimistas e Criadores revisavam suas poções. Mestres-Taekwon enfaixavam os pés. Espiritualistas invocavam seus espíritos. Bardos, Menestréis, Odaliscas e Ciganas afiavam seus instrumentos...

Todos estavam lá.

Os primeiros mortos chegaram. A afobação virou caos.

- Ressuscitar! Esconjurar! Curar!

- Tiro Preciso!

- Lança Congelante!

- Magnus Exorcismus!

Os humanos estavam indo bem.

- Trocar ataque por defesa! — Ordenou Drekan. Essa foi uma tática usada para livrar os guerreiros do cansaço. E da morte.

Os exércitos estavam situados da seguinte maneira: bem no fundo do incontável exército dos que vieram de Nifflheim estava Hel. A deusa gargalhava. Hel era uma deusa intrigante. Nem boa, nem má, apenas comandava o exército no Ragnarök para ajudar seu pai, Loki. Quanto à feição, ela era linda. Em uma metade do corpo, claro. Na outra metade estava um cadáver em descomposição, com ossos expostos e vermes a se empanturrar de comida.

O exército obscuro rumava sem organização. As criaturas simplesmente vinham em seu passo lento e tranquilo, como se a morte no campo de batalha nada significasse. E não significava, já estavam mortos mesmo. O grande problema é que muitas pessoas morreram desde a criação do mundo. E ainda era pior: quem morresse naquela guerra, passava instantaneamente para o exército dos mortos, e teria que ser vencido novamente.

Já no exército dos humanos, várias camadas de guerreiros foram criadas. A primeira já havia passado para a defesa (última), como Drekan ordenou. Assim, ele revezaria os guerreiros.

Ryudan estava na quarta fileira. Ansioso pelo combate, aproveitou para encantar-se:

- Bênção! Aumentar Agilidade! Invocar Esferas Espirituais! Fúria Interior! Invocar Esferas Espirituais!

E a batalha decorreu. O exército de Drekan sofria muitas baixas, o que aumentava o exército de Hel.

- Sinto o cheiro de medo, humanos! — Zombava a deusa.

- Não dêem ouvidos a ela! Vamos, trocar ataque por defesa!

A manobra era eficaz. Muitas vidas foram poupadas. Guerreiros exaustos tinham chance de descansar, e guerreiros sedentos por sangue encontravam mortos já desgastados. Às vezes, encontravam amigos.

- Tio? Tio! Sai dessa, tio! Tenta acordar, o senhor tem que acordar! O que aconteceu?

A voz sombria do cadáver nunca mais saiu da mente do sobrinho:

- O peso da idade me atingiu. Faleci faz anos, e meu sobrinho nunca quis saber de mim.

- Tio! Não faça isso, tio! Não! Não, eu imploro! Nããão...

O rapaz caiu, inerte.

- Droga. — Praguejou Drekan.

- Herói abatido!

A corneta com os chifres de Bafomé tocava novamente. O alerta era dado sempre que algum grande guerreiro perdia sua vida. E ainda existia o fato de que esse alguém lutaria contra os antes amigos.

- Trocar ataque pela defesa!

Heróis mudam o rumo de grandes guerras. — Pensou Ryudan. Sua hora para entrar na batalha estava chegando.

- Muito bem! Mantenham formação, os números deles estão diminuindo!

E realmente estava. A tática de Drekan estava funcionando.

- Agora, Lordes! Me tragam essa maldita deusa-aberração!

Todos os Lordes do exército passaram à linha de frente.

- Frenesi! — Ecoou o uníssono.

Os Peco Pecos, que pareciam voar, adentraram o exército inimigo. Os Lordes apenas esticaram suas armas, e iam perfurando quem estivesse na frente. Mas o objetivo maior era trazer Hel para a frente.

- Venha, maldita! — Exclamou Baka, líder do pelotão, claro, escolhido por Drekan.

A deusa emitiu um shiado, e levantou-se do trono. Num estalo de dedos Nidhogg, o dragão, surgiu dos céus.

- Por Odin... — Estupefou-se Drekan. Por sorte, o Desordeiro era um líder nato. — Flechas! Quero esse maldito coberto de flechas!

Hel cometeu o erro de montar Nidhogg. Era o que Drekan queria, chamar a deusa para a frente; entretanto, ela estava montada num dragão lendário, que tornaria sua queda bem mais difícil.

Os que possuíam ataques à distância foram ajudar com Nidhogg, os que não, continuaram em campo de batalha.

- Trocar o ataque pela defesa!

Era agora. Ryudan entraria em combate.

Vou fazer a diferença.

Irá mesmo?

Vou.

- Herói abatido!

Os números eram favoráveis, mas os humanos estavam sofrendo muitas perdas.

- Reunião! — Esbravejou Drekan.

Ele havia combinado que, se a batalha chegasse a uma parte crítica, o chamado convocaria um representante (escolhido antes) de cada classe, que deveria conversar sobre esquemas táticos com o líder.

Os grandes de envolveram na reunião. O representante dos Mestres era Damien, então Ryudan seguiu com a batalha.

- Disparo de Esferas Espirituais! Invocar Esferas Espirituais!

Do alto, Hel e Nidhogg lançavam labaredas pelo exército humano. Risadas ecoavam. Ryudan procurou o sol para saber das horas, e não o achou. Depois ele se lembrou:

Ah, sim. O Ragnarök. Estou lutando contra ele agora mesmo.

Nidhogg soltou uma rajada de fogo bem perto de onde se encontrava o Mestre.

- Passo Etéreo!

Essa foi por pouco.

Quando a chama estava prestes a apagar, Ryudan percebeu algo. Uma pessoa rumava para cima dele. Uma pessoa não, uma mulher. Uma Mestra-Taekwon para ser exato.

Ryudan não acreditou no que via. Lágrimas saltaram de seus olhos. Era Nya!

- Nya! — O Mestre correu para abraçar a amada.

Quando ia se estabelecer o contato, Nya jogo o pé esquerdo, de apoio, para a frente e girou o calcanhar do direito num ângulo de trezentos e sessenta graus. O Chute do Tornado derrubou Ryudan, inconsciente.

_

Na reunião:

- Leo, pegue seus Algozes e Mercenários e reduza o número deles. Vocês foram treinados para isso, certo?

- Sei o que fazer.

- Fará o que eu mandar.

- Meninos! — Interrompeu Nami. — Ok, Drekan, e os Sacerdotes e Sumo-Sacerdotes?

- Dêem apoio aos que foram Espadachins. Os Templários, Cavaleiros, Lordes e Paladinos também irão se infiltrar.

- A sombra ninja avança? — Perguntou um ninja vestido com um kimono negro.

- Não. Linha de defesa. Preciso da agilidade dos Ninjas comigo. E todos aqueles com ataques à distância, mirem o Nidhogg!

_

- Ryudan.

Outra vez, Ryudan se encontrava na antiga sala branca de seus sonhos. O vórtice luminescente estava no centro, e a voz saía dele:

- São poucos os que chegam até mim tantas vezes. Parabéns, Ryudan.

- Seria fácil entender o que diz se eu soubesse quem você é.

- Ryudan, sua vida toda você avaliou o poder. Qual era o poder mais importante? Se lembra? Pois bem... Eu tomo isso como exemplo. Sempre que as pessoas têm o privilégio de me ver, eu faço perguntas que elas sabem a resposta, para testá-las.

- Continue.

- Vou testá-lo, Ryudan. Qual é o poder mais importante? Que sempre sai vencedor?

- O poder alheio.

- Errado, meu caro Mestre. O poder alheio sempre foi mais forte? E todos os problemas que você derrotou até este ponto? Sempre foram mais poderosos do que você?

- O poder interior, então?

- Não, Ryudan. Seu poder é superior ao de Thor? De forma alguma...

- Então só sobrou o poder divino!

- Também está errado. Thor é o único deus sobrevivente. Muitos já caíram para outros poderes.

- Então eu volto para o poder alheio! Pois... — O Mestre refletiu sobre o assunto.

- E então, Ryudan?

- Não existe poder mais forte. Os três poderes combinados formam o verdadeiro caráter do poder.

- Ryudan, os deuses acreditavam na força do poder divino e do poder interior, em sua arrogância. Ao acreditarem nesses dois poderes, se tornaram os seres mais importantes do Universo. Você agora compreende a falha da sabedoria de Odin? Odin não só falhou quanto a isso... Como eu disse, isso foi um exemplo, mas ele errou. Você acertou. Acabou de alcançar a supremacia da transcendência, Ryudan. O perfeito equilíbrio entre Espírito — Poder Divino -, Corpo — Pode Interior- e Alma — Poder Alheio -. Meus parabéns, Ryudan.

- Obrigado.

- Ryudan... Você agora é o maior Mestre que já existiu. Aprendeu a lição final dos Mestres. Mas não superou a transcendência.

- Como assim?

- Você pode expandir seus limites. Se tornar ainda melhor. Superar o Mestre dos Mestres, que é você mesmo.

- Como?

- Diga-me: quem sou eu?

- Eu... Eu não sei... — Ryudan tentava com todas suas forças saber quem era aquele ser supremo.

- Acorde. Acorde, Ryudan. Ryu...

- Não! Eu não vou desta vez! Não até tudo ficar claro! Não vou ficar com a consciência limpa até eu...

- Há.

- Eu sei quem você é. Você é a Consciência. Mais sábia que tudo no Universo. Poucos conseguem acessá-la. Você traça o destino dos seres. Consciência!

- Quando tomamos consciência das coisas, entendemos elas. Eis o que você chama de Sabedoria. As pessoas dificilmente se conscientizam, daí vem a Superioridade; quando se chega à Consciência. Nossa Consciência que vai escolher os caminhos de nossas vidas. Destino.

A sala, que antes era totalmente branca com o vórtice no centro, começou a se transformar. Do vórtice saíram móveis, uma mesa, cadeiras, dois sofás... O branco sumiu, e as paredes ganharam uma coloração e duas portas; uma na parede oposta a outra. Entrada e saída. Tudo estava muito mais tranquilo na Consciência de Ryudan.

- Meus parabéns, eu. Finalmente conseguimos. Atingimos a superioridade à transcedência. Somos o primeiro Shura.

_

Ryudan acordou com uma dor de cabeça forte. O que pareceu uma ou duas horas em seu estado de transe, tinha se passado em segundos. Nya estava vindo para cima dele na tentativa de um segundo ataque.

O Shura, em toda sua paciência, perguntou:

- O que foi lhe acontecer, Nya? — E mostrou tristeza no olhar.

Notas finais
Novamente, a intenção era terminar a história nesse capítulo... Mas resolvi expandir, além do fato de que tiver que ir dormir... Bom, quem sabe quando vai acabar, não é? No 11? Ou vou prolongar ao 12? 13? 14? Não sei... Fiquem de olho