Rwby: Project Dimension
1 Volume 1- o começo da mundança
—Vocês perderam caçadores...não existe mais Salem, não existe mais Reminent, não existe mais as damas...só existe a MIM-diz um ser encapuzado de formato viril, usando um capuz preto, uma espécie de máscara de um dragão branco com um Símbolo misterioso no seu centro, com uma voz ameaçadora e distorcida. Em uma espécie de sala escura, parecido com uma nave enquanto procurava por algo-.
— Meu senhor...- depois chega nessa sala escura um jovem acobertado pela escuridão, ficando ao lado do outro ser misterioso, fazendo uma pequena reverência-.
—O QUE VOCÊ DESEJA LAINOS?-diz a figura misteriosa com sua voz distorcida, profunda e amedrontadora, conseguindo ver quase nada do resto de seu corpo-.
— Nós conseguimos achar ele... Foi parar no nosso próximo alvo- diz abaixando um pouco a cabeça em sinal de respeito e temor-.
—HUM... PERFEITO, A INVASÃO VAI COMEÇAR... AGORA! MANDE TODAS AS TROPAS, A MINHA VINGANÇA VAI COMEÇAR VELHO AMIGO.
—Sim... vai começar-dizia enquanto saiu da sala, chamando todo seu exército, um grande confronto iria acontecer, e nada talvez pudesse impedir.
Enquanto isso acontecia de manhã, na Terra, no Brasil especialmente no estado da Bahia, Felipe, um estudante de 17 anos com pele branca, cabelos escuros e olhos escuros com um corpo mediano usando roupas cotidianas usava seu computador para conversar com seus amigos de sala, sendo eles- Pedro, Eduardo e Raphaela:
—Mais é isso que estou falando Eduardo, você vai ser oque na vida-perguntava Pedro, o garoto afro-brasileiro com cabelo em pé-.
—Meu irmão, eu vou vender arte na praia que eu ganho mais, entendeu?-falou Eduardo, com um cabelo bagunçado, e seu jeito brincalhão e divertido de falar, mesmo às vezes sendo estranho-mais e então o Felipe o que acha.
—olha, acho que você arranja um trabalho melhor, é só você não ser um preguiçoso...quase como eu sou as vezes- Felipe falava com um pouco de tom deprecativo, mais nada sério-.
—Mais sério, vocês tem grandes expectativas para o futuro gente?-Dizia por ultimo Raphaela, ou Rapha como era chamada, com sua pele meio clara, óculos de coloração preta e cabelos cacheados.
—Olha, nem tanto, talvez arranjar um emprego medíocre numa empresa medíocre que pague de forma...medíocre, com sei lá, o Pedro se dando um pouco melhor caso se torne médico como quer- diz Felipe enquanto se ajeitava em sua cadeira e olhava para seu quarto: um quarto um pouco pequeno, com uma prateleiras de livros ao lado de seu computador e uma pequena mesa com alguns papeis jogados de forma aleatória-.
—Há vamos ser mais positivos pessoal, não vai ser tão r- de repente, a conexão com eles é perdida, quase como se a internet tivesse caído naquele momento-.
—Que ótimo, caiu de novo essa internet...o que vai ser dessa vez? Um avião caiu na torre de internet, o fio foi cortado...- falava Felipe enquanto se levantava de sua cadeira, indo em direção ao seu telefone, indo ligar a operadora quando houvesse um pequeno tremor vindo do lado de fora. A princípio pensou que fosse apenas coisa da sua cabeça, não seria a primeira vez que ouvia algo, mas não era nada, porém, ouviu-se de novo o estrondo, mas com mais força-.
Então, ele decidiu abrir a porta da sua casa e olhar o que estava acontecendo, o que talvez tivesse não feito em primeiro lugar. Quando saiu de sua casa se deparou com uma situação aterrorizante e absurda: várias casas danificadas como se tivessem sido atacas por mísseis, e algumas criaturas de coloração negra e branca vagando pelo local. Sem entender nada, sua atenção é roubada quando observa no céu um grande objeto em forma de nave gigante sobrevoando o local, com uma espécie de ponta em sua parte inferior preparando para lançar mais um ataque.
A nave carrega uma energia negra com algumas partes roxas que iria atingir sua casa. Ele tenta fugir para o outro lado e o raio é lançado sobre sua moradia a destruindo por quase inteira com ele lá dentro. A casa é destruída, mais entre os destroços... Felipe conseguiu por um milagre sobreviver, mas por pouco, tendo apenas parte do seu quarto ainda levemente em pé, com dores em todo seu corpo, arranhões nas pernas e barriga, e pequena quantidade de sangue saindo em cima de seu supercílio direito. Aquela situação se assemelhava a um pesadelo, tinha que ser, Felipe tentava se levantar, mas com dificuldade e olhava ao redor do que restava no que era sua casa- apenas destroços com pedras e moveis jogados no chão bem destruído.
—Deus, isso é um pesadelo não é!? Por favor, me diz que sim...por que isso tá acontecendo?- dizia enquanto tentava manter a calma, aquilo era surreal demais para ele, o que estava acontecendo? Porque naquele lugar? Por que agora? Eram pergunta onde talvez tivesse alguma resposta-.
Outrossim, Felipe esbraveava inutilmente tentando se reerguer, se houve o barulho de um animal, seu coração para por um momento, ele estava machucado, com medo, quase entrando em pânico e talvez teria que encarar alguma das feras que virá no lado de fora da casa. Houve-se um pequeno rugido não muito longe de onde estava seguido de pequenos passos, como se a criatura estivesse andando de forma quadrúpede, Felipe fica em pé e sai do que era o seu quarto, olhando para o corredor que o mesmo dava, pouca coisa dele estava inteiro, sobrando mesmo um pequena parede que separava a parte de fora da de dentro, então pensou em usa-la para passar pela fera e tentar encontrar ajuda, talvez algum sobrevivente ou parte de sua família que não morava muito longe de sua antiga casa. Então o fez, sequio por esse caminho fazendo o mínimo de barulho possível, um passo em falso então morreria, contudo ouve que a fera parou de andar então para na mesma hora. Estava tremendo de medo, respiração pesada, queria gritar por ajuda mais não podia, tentava pensar em mil e uma maneiras de sair dessa complicação, porém seus pensamentos são interrompidos com um pequeno rugido do monstro que destrói a parede na qual estava escondido, o jogando para uns 3 metros e meio para longe enquanto grita, o jogando no chão o ferindo no processo. E assim ele abre os olhos e vê a criatura por inteiro, ela tem um formato que lembra de um urso, parecendo usar uma mascara branca com detalhes vermelhos em sua extremidade, contendo garras muito afiadas, Felipe observa o monstro enquanto tentava se arrastar para longe dele e percebe algo:
—Esse bixo...não pode ser... É um Grimm? Mas como... É realmente- aquilo era absurdo, um monstro que tinha visto em um desenho pseudo.- japonês, ele não estava entendendo nada, só pensava que a morte seria certa, não dava para escapar daquilo do jeito que estava-.
Não parecia ter uma saída, Felipe estava com medo, ferido, encurralado. Quando iria ser cerrado ao meio pelas garras do Grimm, houve-se sons de gruídos e socos, a criatura para por um momento e presta atenção nos sons até que um homem com cabelos brancos, um terno preto aberto e uma cruz envolta do pescoço usando caça preta segurando uma espécie de bengala e vai ao ataque do grimm que iria atacar Felipe, dando golpes certe certeiro na sua cabeça o jogando para longe. Assim que desfere o golpe, a fera começa a desaparecer na frente deles, dando indícios que foi derrotado, o homem então vai em direção a Felipe, onde mesmo parece o reconhecer de algum lugar:
—Pera...essa roupa...essa bengala, não pode ser! O-O-Ozpin?!-diz numa junção de surpresa e confusão, a sua cabeça estava tão confusa que faltava palavras para falar mais alguma coisa-.
Percebendo que ele estava fraco e machucado, Felipe tenta ajuda-lo a se sentar em algum lugar que possam se esconder, então encontra uma parede meio inteira com um teto e ficam lá:
—Você é o Ozpin não é? Eu estou enlouquecendo?- pergunta Felipe achando que estava paranoico-.
—i-infelizmente não meu caro, e-eu ouvi seu grito e fui tentar ajuda-lo...mas estou...muito debilitado- diz Ozpin colocando uma das mãos na sua barriga, sentindo muito dor-.
—Ozpin, o que diabos está acontecendo?! Por que essas coisas estão aqui?! Isso é coisa da Salem?!-diz de forma meio irritada e desesperada-.
— t-tente m-manter a calma jovem... Se você sabe da existência dela, sabe que o-os grimms são atraídos pelos sentimentos negativos, por favor- diz tentando acalma-lo, aquela não era a hora para entrar em pânico-.
—hum...ok...mas por que isso está acontecendo? É ela?- fala mantendo a calma e com um olhar mais sério-.
—Não...é algo pior, que infelizmente fui incapaz de derrotar...eu falhei-.fala enquanto abaixa sua cabeça em sinal de derrota- todos os caçadores...meus alunos...minha academia...-.
—Não é possível...não sobrou ninguém? Yang?Wess?Blake?...Ruby?- diz incrédulo… como aquilo foi acontecer?-.
—Sinto muito, senhor?
—Felipe...pode me chamar de Felipe...-diz encarando Ozpin enquanto ouvia mais destruição do lado de fora, um verdadeiro apocalipse estava acontecendo e ele não podia fazer nada para impedir aquilo-.
—Muito bem...Felipe... Nesse momento, só uma coisa que posso fazer para evitar por um tempo essa destruição-.
—Sério? Oque? Se tem uma chance de salvar esse mundo...minha família e amigos...talvez possa valer a pena-diz Felipe, ele não uma pessoa muito otimista, mas era aquilo ou a morte-.
—Como deve saber, eu tenho energia mágica na minha bengala...vou usa-la para tentar evitar...tudo...isso- diz pegando na sua bengala, na qual reage com uma pequena luz fraca esverdeada-.
— Oque você vai fazer? Voltar no tempo ou algo parecido?
—P-precisamente senhor Felipe- confirma com um aceno lento da cabeça-.
—Ok mas e depois? Se nem você consegui-o derrotar algo mais poderoso que uma bruxa imortal, como vai impedi-lo?
— não se preocupe, acredite em mim, você vera o que irei fazer- fala enquanto tenta canalizar energia na bengala-.
—espera como assim “você vera”? Não me diga que você...-
—só mais uma pergunta...você faria de tudo para proteger seus amigos e familiares?-diz o olhando bem nos olhos-.
—Sim, eu faria de tudo...pode acreditar, eu sei que não tenho um bom porte físico e tudo, mas ainda lutaria por eles...ou tentaria.
—hum...muito bem o tempo deve ser o mesmo nessa dimensão, então conseguirei voltar algum tempo no passado talvez sem me lembrar dessa conversa então não fale nada, quando você acordar, espera dar 6:30 da noite e fique esperando do lado de fora da sua casa, entendido?
— Espera...como assim esperar? O que você está planejando?- dizia enquanto via a luz verde ficando mais forte-.
—Você saberá, só siga o que disse-.
— espera! Ozpin! OZPIN!!- grita enquanto a luz englobava todo espaço, tudo ficava branco-.
—--sexta-feira, 6:30 da noite---.
Felipe acorda na sua cama assustado e rapidamente olha ao seu redor... Tudo estava normal, não parecia que tinha presenciado a alguns segundos atrás um verdadeiro pesadelo. Ele então corre para onde estava seu celular e envia mensagens para seu grupo de amigos e sua Mãe, perguntando se estão bem, depois uns dois minutos sua mãe que estava fora responde que sim e pergunta qual o problema, Felipe imediatamente diz que não foi nada de mais e desliga o celular pensando-“se minha mãe está bem, o resto do pessoal também deve estar...será que tudo foi um sonho?”-essa pergunta revoava sua cabeça a todo o momento, tudo que tinha presenciado era tão absurdo, mais tão real. Ele então se lembra das ultimas palavras de Ozpin-“ quando você acordar, espera dar 6:30 da noite e fique esperando do lado de fora da sua casa, entendido?”- será que deveria ir mesmo esperar? Se não acontecesse nada ele só perderia um pouco de tempo então talvez valesse apena.
Então ele foi para cozinha e bebeu um copo de agua enquanto olhava para o relógio que davam 6:17, ele volta para o quarto, pega um casaco preto e vai para fora de casa esperar o que quer que fosse acontecer. Então ele fica lá, observando as estrelas enquanto às vezes olhava as horas no relógio, enquanto se apoiava em uma parede do lado de sua casa, até que viu a hora:6:27, talvez ele aparece-se a qualquer momento ou não, estava na porta de casa se perguntando aquilo era uma boa ideia, ele ouve um pequeno barulho parecido com uma turbina de avião, mas muito baixa, quase inaudível, ele olha para os lados, para cima e não encontra nada. Contudo, ele olha para frente e percebe algo que parecia estar camuflado com o ambiente, era difícil de enxergar, quase como a habilidade de um camaleão, então uma porta aparece naquele local, ela se abre rapidamente, fazendo Felipe dar dois passos para trás e basicamente entrar na sua casa. Então percebe alguém saindo daquela porta que depois se fecha rapidamente e fica também “invisível”, o homem que saiu era ninguém menos do que Ozpin segurando uma xicara com café dentro que olhava em direção a ele com uma face de felicidade e andava lentamente para sua direção:
—Olá senhor...Felipe certo? Bela noite essa não?- dizia fazendo um sinal com a sua caneca, tentando não assusta-lo com o que presencio, sem saber que ele já esperava por esse encontro-.
— hum...m-meu nome é Felipe sim, e você é...Ozpin não é mesmo?- perguntava fingindo não saber de nada, se o outro Ozpin disse para fazer isso, tinha alguma razão-.
—Correto senhor, você parece conhecer sobre mim, então sabe que não estou aqui para lhe fazer algum mal-.
—Sim, você, seu mundo...são de meu conhecimento, mas porque está aqui?
—Sim, essa dimensão é radicalmente diferente da minha-olha para as casas e alguns automóveis que iam e viam numa estrada bem longe dalí- e um pouco menos avançada tecnologicamente falando.
—É... mas ainda não respondeu minha pergunta.
—Claro, eu peço que entre na minha nave, é um assunto de importância bem grande senhor Felipe-dizia apontava para onde estava sua nave-.
—Mas... porque eu?
— Incrivelmente não sei esclarecer de uma forma que fique claro meu jovem, mais algo me chamou até você.
—entendo, bom...mais e minha família? Eles vão descobrir se sair ou não, minha mãe quando chegar em casa vai perceber algo de errado.
—Não se preocupe com isso Felipe eu já pensei nessas situações incómodas, pode se acalmar.
—hum... Bom, eu sei que você não é uma má pessoal... Tudo bem mais nós vamos para...
—Para minha academia obviamente-dizia de maneira direta-.
Aquilo era incrível de se ouvir, mas ao mesmo tempo preocupante, ele sabia que algo estava acontecendo de errado, mas não tinha muita escolha, se não fosse talvez aquele apocalipse pudesse ocorrer de novo, então ele acena com a cabeça e entram na nave. A nave Ela era bem o que Felipe pensava: vários botões e lugares para se sentar, uma arquitetura que soasse futurista e provavelmente mais algumas funcionalidades que ele nem sabia e se impressionava a cada olhada.
—Muito bem, tudo certo Felipe?- perguntava enquanto se sentava na cadeira de comandante e ligava a nave-.
—Há...s-sim, mas essa nave não vai fazer algum barulho? Pode alertar toda a vizinhança, você teve sorte que não tinha carro vindo nessa rua.
—hehe, meu jovem não se preocupe, essa nave só irá fazer algum tipo de barulho quando começarmos nossa viagem, ela consegue ser bem silenciosa- dizia dando um breve sorriso a Felipe que estava sentado ao seu lado há 2 metros de distância-.
—isso parece tecnologia do reino de Atlas, eles são bem avançados.
—hum... Você sabe bastante sobre meu mundo não? Isso é intrigante-.
—Bem... Quando chegarmos à academia eu falo como sei tudo bem Oz.
—Claro jovem...tudo ao seu tempo.- quando terminou de falar, ele soltou voo com a nave. Mesmo em alta velocidade, não parecia afetar quem estava lá dentro, sendo que com aquela velocidade poderiam atingir a velocidade do som sem tatos problemas-.
Assim, Ozpin aperta um botão de coloração verde no painel da nave e ela começa a liberar uma energia estranha, depois a ave perde sua invisibilidade e gera um portal na sua frente onde a mesma entrar rapidamente, fazendo o portal desaparecer na mesma ora em questão de segundos. Então eles entram em um lugar circular que brilhava nas mais diversas cores, parecendo até outro tipo de buraco de minhoca ou coisa parecida, mas o momento não dura muito, então um outro portal aparece na sua frente e eles saem daquele lugar e entram no mundo de Ozpin...no Mundo... De Remnat.
Quando entram nesse mundo, Ozpin imediatamente estaciona a nave num gramado perto da sua academia, a academia Beacon. Então eles tiram os cintos e Ozpin num aperto de botão abre a porta para saírem, mas não antes de falar algo a Felipe:
Eu esqueci de falar uma coisa, você não foi o único que trouxe para cá, outros 3 garotos também vieram e estavam te esperando-.
—Hum? Mas quem são eles Oz?
— Não se preocupe, eles estão perto da academia, vou leva-lo até eles-diz enquanto saiu da nave segurando sua bengala no chão-.
Quando saem da nave, Ozpin o guia para perto da academia, ela era enorme, talvez fosse umas 2 a 3 vezes maior que um campo de futebol ou até mais, porém ele foi em direção a uma pequena arvore perto da entrada da academia, onde estavam 3 outro jovens e uma mulher alta de óculos e calças pretas esperava até que vai em direção a Ozpin:
—Boa noite Glynda GoodWitch, finalmente o quarto jovem apareceu- falava dando uma pequena risada e apontando para Felipe-.
— Então esse é o ultimo jovem... Muito prazer, eu sou professora da Academia Beacon, senhorita Glynda GoodWitch, e aqueles são os outros três jovens de Ozpin-apontava para eles que estavam um pouco difíceis de ver pela quantidade de sombra no local-.
—E-e-espera aí?!Felipe é VOCÊ!!- dizia um dos jovens que tinha uma voz bastante familiar a ele-.
—Não pode ser!...Eduardo!- gritou Felipe com um sorriso no rosto, então Eduardo saia das sombras correndo em sua direção e o cumprimentando com um aperto de mão-.
—Fala tí que saudade, não acredito que você tá aqui, iae como tá?
—Eu estou bem...mais ou menos, ainda tem muita coisa para processar. Mas se você está aqui...então os outros dois são...-nesse momento Eduardo puxa Felipe pela gola da camisa até onde estavam os outros dois e se surpreende com quem vê-.
— Não... P-Pedro?! Rapha?!Mas como?!- Felipe dá um passo para trás ao velos naquele mundo, esfregando seus olhos com suas mãos-.
—Felipe, você tá aqui!- diz Rapha que junto a Pedro o abraça onde Felipe retribui-.
Depois desse abraço começam a conversar-
—Ô Felipe, você sabe o que diabos estamos fazendo aqui? Nós estamos perdidos aqui?- diz Eduardo um pouco preocupado olhando tanto para Ozpin quanto para Glynda-e também quem exatamente são eles-.
—Olha...Diretor Ozpin, posso falar com eles aqui a sós? Esses talvez estejam quase surtando e eu também ainda- diz Felipe apontando para eles-.
—Entendo... senhorita Glynda, por favor me acompanhe, quando terminarem por favor, entrem na Academia que tenho algo a falar com cada um-Fala Ozpin já andando para dentro da Academia-.
—Muito bem, Felipe o que está acontecendo?- pergunta Rapha
—Deus...como as nem eu sei o que dizer mas...vocês sabem onde nós estamos?
—Hã... em outro mundo que não faço a menor ideia do nome-Diz Eduardo olhando ao redor-.
—Bem, bem vindos ao mundo de Remnat, o lugar onde vivem humanos e Faunos e podem se tornar caçadores com o objetivo de proteger as pessoas contra monstros das trevas-.
—pera...tem muita informação em pouca coisa que você disse Lipe-diz Rapha com seus olhos um pouco arregalados- O que seria um fauno?
—Bom... Humanos com características animalescas sabe, com uma cauda ou orelha diferente, ou sua pele de outra cor-.
—Pera... ta me falando que são tipos Furrys? Sabe como nos desenhos o em filmes tipo Zootopia ou desenhos japoneses?- pergunta Eduardo fazendo um sinal usando dois dedos de cada mão atrás de sua cabeça, sinalizando uma orelha de um animal-.
— Acho que é isso que ele quis dizer Dudu- fala Pedro tentando entender tudo que Felipe disse-.
—Então a Rapha...-Fala em tom pensativo olhando para ela-.
— oque que tem ela?- quando Felipe fala isso ele nota algo estranho que a princípio o assusta: Rapha tinha duas orelhas felinas na sua cabeça e seus olhos estavam brilhando em uma cor dourada e um pouco avermelhada-???Mas... oque?!.
— Por favor Lipe não ria! Eu já tive que bater no Eduardo e não quero fazer o MESMO com você!- diz apontado para mim com um olhar no mínimo assustador, fazendo-o suar um pouco-.
—E-E-Eu...não se preocupe n-não vou rir, mais como isso aconteceu?
—Eu sei lá! Só que isso me incomoda muito, apesar de ser bonitinho-falava enquanto acariciava suas orelhas-.
—...-Eduardo vendo aquilo estava quase rindo mas tentava disfarçar-então... E esse lançe de caçadores aí.
— Bom... primeiro vocês já devem ter conhecido aqueles dois, o homem é o Ozpin, um dos responsáveis por essa academia, ele é bem direto e um pouco estranho as vezes mas é uma boa pessoa. E a senhorita é a diretora... Sinceramente nunca soube muito sobre ela da série...-.
—Pera, série? O Felipe não é aquela série que você vive dizendo para eu assistir de tão divertida que é?- fala Eduardo curioso-.
—É essa mesmo...
— Cara... Eu devia ter te ouvido se isso fosse acontecer, mas é basicamente um lugar onde se treina heróis para salvar o mundo contra algum mal ou algum negócio assim não é?
— exatamente, mas é melhor seguimos o Ozpin, ele pode tirar suas dúvidas e já deve estar esperando, mas quero perguntar uma coisa.
—E qual é- pergunta Pedro-.
—Bom... vocês “sonharam” com alguma invasão de monstros, causando quase que o fim do mundo?- pergunta de forma séria olhando para cada um deles-.
—Rapaz agora que você falou, eu sonhei com isso sabe- diz Pedro em um tom pensativo-.
—Agente também, mas uma luz verde meio que “salvou agente” e depois eu acordei-falam tanto Rapha quanto Eduardo, concordando com a cabeça-.
— Ok, eu falo mais depois, agora vamos seguir caminho tudo bem?
—Sim!-todos concordam e seguem caminho-.
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