Ruined and happy
3 Problemas no Bordel
Notas iniciais
Era 08:00, dia 14 de dezembro. A maioria das casas em Lesaint já estavam enfeitadas para o natal. Até Nick, que era meio ''relaxado'' colocou uma árvore na sala de seu apartamento. E por isso, ele estava bem cansado, pois só foi dormir ás 03:30 da matina.
Austin, acabava de tomar café e assistir ao jornal matinal. Ele saiu do apartamento, subiu 1 andar e foi até a porta do apartamento de Nick. Virou sutilmente o vaso de flores que havia ao lado da porta e pegou uma chave extra que Nick tinha para caso se trancasse para fora. Austin abriu a porta, adentrou o apê e foi até o quarto de Nick. Ele balançou o ombro de Nick para ele acordar. Nick acordou, mas continuou sonolento.
– Hãn? Austin, é você?
– Uhum. Sou eu. — respondeu Austin
– E por que tá me acordando?
– É que a Kristin e as outras aceitaram trabalhar no ''estabelecimento'' do seu pai.
– Ah... Elas vão servir bebidas no bordel, né?
– Uhum.
– Ok... Vou voltar á dormir então.
Antes que Nick se virasse para dormir, Austin exclamou:
– Sem chance! Temos que avisar ao seu pai.
– Ah... Mas que merda, cara...
– Vamos, se levanta!
Nick bocejou e logo perguntou:
– Não posso assistir ao Doctor Who antes?
– Doctor Who passa na TV ás 07:00 e já são 08:05!
– Oh não... Já são 08:00? Droga...
– Não reclame, você montou sua árvore de natal na sala, merece esse tempo de sono...
– Como acha que ela ficou?
– Linda. Só faltou uma estrela no topo.
– Mas eu coloquei!
– Não, você colocou uma garrafa de cerveja no topo.
– Ah é...
– Agora se levanta.
Nick se jogou da cama, caindo no chão. Ele se arrastou até o ármario, mas não conseguia abrir. Austin logo ajudou-o á se levantar.
– Obrigado... — Agradeceu Nick
Algum tempo depois...
Austin e Nick chegaram ao Prazeres de Lesaint, o bordel que o pai de Nick chefiava. Eles se dirijiram discretamente até uma salinha que havia no fundos. Lá, estava uma mesa e atrás dela, uma cadeira. Quem estava sentado nela era César Grimm. Ele tinha uma careca na parte da frente do cabelo, meio gordo, meio alto. Uma típica pessoa que físicamente, parece um mafioso. Mas apesar de ser dono de um grande négocio, ele era meio brincalhão.
Ao ver Nick e Austin, ele falou:
– Nick, meu filho! Venha cá!
Nick e Austin se aproximaram, ficando na frente da mesa dele.
– Oi, pai... Não vim ficar de papo furado, então serei direto: Sei de umas amigas que querem trabalhar aqui. — disse Nick
– Mas já temos várias prostitu--
– Não, elas querem servir bebidas — interrompeu Austin
– Ah, bem... Ok. Mas só com UMA condição. — disse César
– Qual? — perguntou Nick
– Que você cante uma música. Lembra de quanto queria ser cantor de rock?
– Pai, eu tinha 15 anos! Eu já tenho 27! — resmungou Nick
– Pouco me importo. Você cantará uma música que comemore o aniversário do bordel. Mas deve ser uma música digna da liberdade da nossa fabulosa nação!
– Tá... Vou achar uma música que fale de liberdade.
– Eu vou ligar pra elas... — disse Austin
– Ás 23:00 você vem para cantar, viu filho? — falou César
– Tá bom, pai...
Mais tarde...
Como o prometido, Nick chegou lá ás 23:00. Kristin, Isabelle, Megan e Amy já estavam lá, com um avental branco. Austin, Stan e Leonard estavam conversando com elas. Nick se aproxomou deles.
– E aí, Nick. — disse Stan
– Ei, obrigado por arrumar um emprego para nós, Nick — agradeceu Amy
– De nada. O que estão achando de trabalhar aqui? — perguntou Nick
– É perturbador... Ouvir gritos e gemidos vindos do andar de cima e não poder fazer nada... — respondeu Isabelle
– Ficamos sabendo que você vai cantar uma música. — disse Leonard, curioso
– Sim, vou. E já sei o que vou cantar. — disse Nick, alegre
– O que vai cantar? — perguntou Kristin
– Eu vou cantar--
Antes que ele falasse, o pai dele subiu no pequeno palco que havia logo ali e falou, no fone:
– E agora, meu filho, vai cantar uma música digna da liberdade de nosso país! — disse César
César saiu do palco e fez um sinal para que Nick subisse. Nick subiu no palco, apressado. Então, ele cantou o refrão inicial da música que havia planejado:
– I WANT DO BREAK FREE! — Gritou Nick, no fone, em alto em bom som.
Austin, Kristin, Leonard, Isabelle, Megan, Amy e Stan ficaram pasmos, ao ouvir o 1° refrão da música. A platéia ficou chocada com o desaforo. Já o pai de Nick estava sorridente por não saber nada de Rock e achar que aquela música era um hino ou algo assim.
Nick continuou a cantar. Antes que ele terminasse a música, homens com ternos pretos entraram rapidamente no bordel e atiraram para cima.
– TODO MUNDO NO CHÃO! — Gritou um dos homens
Com medo, Nick pulou do palco sem que os homens percebessem e foi até o escrítorio do pai dele. Ele então, perguntou:
– Mas que porra é essa, pai?! Quem são esses homens?! — Nick gritou ao pai dele
– Eles são da mafia do Irlai Mkay! Ele ofereceu proteção pro meu bordel, era tentador! Mas agora que parei de pagar quando soube dos terrorismos que ele está fazendo, parei de pagar!
– Irlay Mkay? Espere aí... Ele foi o cara que faliu a New Post!
– Não importa, vá até a garagem daqui e pegue a van que tem lá! Rápido! Fuja com seus amigos!
Nick logo saiu correndo da sala, deixando seu pai dali. Os mafiosos já tinham encostado todos na parede, exceto Megan, Kristin, Isabelle, Amy, Stan e Leonard. Nick sinalizou para eles irem até a porta que levava até a garagem. Eles foram sorrateiramente até ali, e logo, Nick saiu correndo em disparada até a porta. No caminho, puxou Austin, que estava encostado na parede, pela gola da camisa. Mas os mafiosos nem perceberam. Eles todos entraram na van, que já tinha as portas abertas. Isabelle foi ao volante. Antes de entrar na van, Leonard apertou o botão que abria a porta da garagem. Com todos na van, eles dirijiram para fora dali. Após percorrerem 1km, Megan resolveu perguntar:
– Nick, seu pai disse quem eram aqueles caras?
– Disse. Eram da mafia do Irlai Mkay. — respondeu Nick
– Mas foi esse cara que faliu a New Post... — afirmou Amy
– Exatamente. Parece que ele quer falir a cidade — completou Leonard
Antes que eles continuassem solucionando o que houve, uma viatura policial começou á seguir a van. Isabelle pisou no freio. Com um auto-falante, o policial que dirijia a viatura falou:
– Todos saiam do carro com as mãos para cima! REPITO: Todos saiam do carro com as mãos para cima!
Todos sairam da van. Logo, colocaram as mãos na cabeça.
=Fim do capítulo, aguarde um novo=
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