Ruby Demon
2 Capítulo 2 - Nova casa .
Notas iniciais
Os dias passando, eu olhando para janela , a flora se aventurando , e eu sentada na cama do hospital como sempre, só esperando o outro dia pra ver quem meu demônio iria matar .
Eu tinha meus sentimentos , mais eles eram apenas guardados para mim, eu não os expressava , e nem desabafava pra ninguém, sabe , eu era bem fechada. E isso me fez pensar se meu demônio sentia, ou sabia , como eu estava naquele momento.
Eu tinha um colar, em forma de Ruby , e que era impossível tirar de mim, e foi por isso que meus pais me colocaram esse nome, pois quando me pegaram , eu já estava com ele. Toda noite antes de cair no sono, e antes do " meu segundo eu " aparecer, eu ficava olhando aquele rubi cor de sangue .
– E se um dia eu conseguir tira-lo de mim ? O demônio irá embora ? .
– Hunf , até parece.
Deitei e cai no sono . E naquela noite se vai mais 14 pessoas assassinadas .
Quando eu acordei, e estava como uma garota gentil , ou aparentava uma , meu médico chegou e disse.
– Tem alguém querendo te ver.
– Mas eu não conheço ninguém, não tenho ninguém , quem é ? Não vai fazer exorcismo nem nada parecido né ? VOCÊ NÃO CONTOU NADA CERTO ?
– Ei , Ruby , acalme-se , é só uma jovem moça , de 32 anos , querendo te ver, ela viu você hoje e como você agia a manhã inteira, cheguei e perguntei se ela queria falar com você.
– Mas porque, ela vai fazer perguntas, e eu não falo com desconhecidos, e se ela for uma estranha e e ...
– Ruby , ela é mãe , ou era, era aquela grávida de 1 mês atras que perdeu seu bebê no parto , lembra ? Ela só quer falar com você, qualquer coisa, é só me chamar.
– Está bem, eu vou, só porque é minha primeira visita .
Eu cheguei perto dela, a mulher parecia um Anjo, isso é muito estranho tendo um demônio dentro de mim , conversamos, ela só me perguntou coisas normais, como eu ia, qual era a minha " fama " aqui , essas coisas, qual o meu problema . Depois, ela se retirou e falou .
– Obrigado pela conversa, Ruby .
– De nada.
A conversa foi normal, mais , quando eu cheguei perto dela, deu um aperto no coração, é como se meu demônio quisesse sair de mim e fugir , não era atoa que ela se parecia um anjo, acho que isso o afetou também .
– Viu só Ruby , nem foi tão ruim assim, foi ?
– Não , mas, quando cheguei perto dela, sabe, eu senti como se o cara aqui dentro quisesse sair, fugir , sei lá , e acho que foi por ela aparentar um anjo .
– Estranho , mas , agorinha você tem que dormi ... Ele disse com uma voz triste.
– Ok , boa noite , pelo menos , pra quem está aqui no hospital .
– Boa noite, Ruby .
Isso era irônico de se desejar a uma garota que tem um demônio no corpo. Eu dormi , e foram mais e mais pessoas mortas, morte , sangue , assassinato , tudo isso, não era novidade pra mim , mais eu não me sentia culpada pensando " Cara, eu matei essas pessoas " porque no entanto não era eu . Se passaram 2 semanas e aquela mulher apareceu no hospital, entrou abrindo a porta do meu quarto, onde o meu médico cuidava de mim , e do nada falou .
– EU , EU , EU QUERO ADOTAR A RUBY .
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